domingo, 9 de dezembro de 2018

E$quema$ para lamentar no submundo parlamentar



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

É um consenso de que o PM na reserva e ex-assessor parlamentar Fabrício José Carlos de Queiroz, que foi motorista do deputado estadual e futuro senador Flávio Bolsonaro por 10 anos, tem a obrigação de prestar todos os esclarecimentos possíveis sobre um estrategicamente vazado relatório do COAF que aponta 176 movimentações bancárias suspeitas que atingiram R$ 1,2 milhão.

Até agora, só estão evidentes as intenções por trás do vazamento do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras – órgão hoje ni Ministério da Fazenda e que vai para o Ministério da Justiça sob direção de Sérgio Moro. Primeiro, desgastar o Presidente eleito e sua família. Segundo, tumultuar o processo de transição de Governo.

No entanto, ficou escancarado, mais uma vez, como funciona o rigor seletivo da máquina estatal de espionagem, sempre que usada para assassinar reputações. Por que o COAF que flagrou o motorista do Flávio Bolsonaro não enxergou tantas movimentações financeiras bilionárias realizadas pelos notórios bandidos da Lava Jato e outras falcatruas? Calma... Um dia a resposta vem...

Enquanto Queiroz não se explica ao Ministério Público e ao respeitável público, o Alerta Total se inspira no lamentável episódio para chamar a atenção para um esquema sórdido, quase nunca comentado abertamente, sobre como rola muito dinheiro nos gabinetes parlamentares pelo Brasil afora. Assessores de vereadores, deputados estaduais e federais – e talvez até de senadores – são vítimas ou coniventes com um esquema de extorsão que movimenta milhões de reais.

Todos sabem que assessores parlamentares ganham muito bem. O que nem todos sabem é que muitos deles são obrigados a entregar, todo mês, metade ou uma boa parte do salário aos parlamentares que os nomearam para cargos de confiança. Geralmente, sacada à vista e em espécie na boca do caixa bancário nas câmaras e assembléias legislativas, a grana acaba recolhida por algum laranja dos vereadores, deputados (e talvez até dos senadores). O dinheiro arrecadado vai para um caixa dois, do parlamentar, do gabinete ou do partido político.

A extorsão ou seqüestro mensal de parte dos salários dos assessores é um vício enraizado na gestão criminosa da política brasileira. É um crime de constrangimento ilegal para formação de um caixa dois que precisa ser investigado com todo rigor. O mais espantoso – quando o delito é tratado a boca pequena nos bastidores parlamentares – é que os canalhas encontram “justificativa” supostamente “legal” para o crime. Os políticos alegam que a verba das contratações pertence ao gabinete, e que os cargos de confiança não fazem parte da estrutura das casas legislativas...

Mais grave e assustador: É raríssimo o gabinete de parlamentar que não pratique tal falcatrua. Infelizmente, quem não comete tal crime acaba conivente e nem vem a público informar que não manda “seqüestrar” os salários dos assessores. Esta é uma das mais consagradas hipocrisias do (i)mundo da politicagem no Brasil. Raras denúncias acabam providencialmente abafadas, quando ocorre alguma condenação. Assim, o recolhimento ilegal de grana prospera, enriquecendo políticos e reforçando o caixa ilegal dos partidos.

Tamanha putaria deveria acabar na próxima legislatura. No entanto, nada custa lembrar que tivemos uma renovação de apenas 52% na Câmara Federal e assembléias legislativas. Portanto, é bastante provável que o crime de extorsão e “seqüestro” dos salários de assessores continue ocorrendo de maneira oculta, sacanamente licenciosa e silenciosa.

Despesas de parlamentares, salários deles e dos assessores devem ganhar transparência total. Precisam ser divulgadas publicamente, sem necessidade de se recorrer à Lei de Informações Públicas. Os “aspones” também deveriam tomar vergonha na cara e não aceitar o jogo de extorsão e seqüestro salarial.

Aliás, é fundamental baixar o custo da política, reduzindo ao máximo o tamanho das câmaras e assembléias, incluindo a quantidade de parlamentares e o valor pago aos “políticos profissionais”...

Bem que o susto resultante do caso Queiroz poderia servir para uma grande campanha de saneamento do ambiente parlamentar...

Mas aí o articulista acorda do sono mal dormido com pesadelo e confirma que mora em Bruzundanga, onde os e$quema$ oculto$ no$ gabinete$ parlamentares fazem parte da “rotina de normalidade” da política...

COAF, na visão de Bolsonaro






Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 9 de Dezembro de 2018.

A Fênix Lorenzaccia



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Essa ave mítica (do Mito) ressurgirá das cinzas ?

Acho que não ! Após ter sido alvejada por sua trajetória passada, está hoje com a penugem chamuscada.

Tentou esvaziar a figura de um general (Cruz credo !) concentrando todos os holofotes apenas para si próprio.

Deu ruim.

Da política velha, não conseguiu entender o espírito dos novos tempos.

Agora, com a viola em cacos, talvez vá pentear macacos .

Os “coleguinhas” do cão egresso que conseguiram se reeleger ficarão atônitos quando verificarem que acabou a era do “toma lá, dá cá”.

Se o presidente eleito se submeter a uma única chantagem estará perdido. Perdue pour jamais !

A porcada sobrevivente terá crise de abstinência pelos próximos quatro anos e, então, desista de nova reeleição em 2.022.

Talvez este seja apenas um sonho de quase verão. Mas não custa sonhar, porque ainda é grátis !

Segundo Talleyrand, Robespierre foi guilhotinado porque tentou o impossível: restabelecer a virtude.

Cinismo à parte, temos que aceitar que o ótimo é inimigo do bom.

O Brasil deu um passo gigantesco em busca de sua autodeterminação.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

O “toma-lá-dá-cá” continuará com outro nome?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

A matéria surpreendente  divulgada  pela “Folha”, na edição de 5 de dezembro, de que Bolsonaro teria acenado a parlamentares uma negociação para preenchimento de cargos no chamado “2º Escalão” de Governo, composto por empresas  paraestatais muitas  vezes mais poderosas que alguns Ministérios, buscando com essa medida apoio para a “governabilidade” do país, parece em princípio  estar representando  o “desmonoramento” do seu discurso de acabar com o “Toma Lá Dá Cá” nas novas diretrizes governamentais ,a serem instaladas no dia  1º de janeiro próximo.

Mesmo para a escolha dos Ministros do Governo, o “Toma Lá Dá Cá” não deixou de dar a sua moderada presença , onde os nomes de alguns Ministros só poderiam ser explicados pela influência das forças políticas e partidos disputando alguma fatia do poder. Alguns nomes se distanciam milhares de  quilômetros das promessas de campanha de Bolsonaro.

Mas também não há como negar que de fato a maioria  deles foi  realmente de  “preferidos” do futuro Presidente.

Tudo leva a crer que o “Toma Lá Dá Cá” governamental vai permanecer intacto no novo Governo, apenas descendo um degrau na escada da hierarquia administrativa. A sua principal “moradia” não estará mais no 1º,porém no 2º Escalão. E não seria demais lembrar que o “grosso” da roubalheira nos  Governos da “dupla” PT/MDB ,a partir de 2003,deu-se mais em torno das entidades administrativas  de 2º Escalão.

Em princípio me parece que a “aculturação” de  Jair Bolsonaro na Câmara Federal, como Deputado, por mais de 20 anos, vivendo ,trabalhando e “negociando” naquele “covil” de canalhas, tenha provocado na sua personalidade muitas restrições aos únicos métodos que lhe permitiriam cumprir as promessas de campanha.                                                                                 

Mais que ninguém, a tendência dos políticos é de ficarem bem “comportadinhos” com as regras postas pelo “sistema”, mesmo que esse “sistema” esteja merecendo “ir para o espaço”, pelo bem maior da própria sociedade.  E também por ser ele o principal responsável pelo  atravancamento das mudança políticas necessárias ao país.

Não resta qualquer dúvida que se Bolsonaro não conseguir de livrar das  amarras que ainda o prendem fortemente a esse famigerado  “sistema”, onde o questionado “Toma Lá Dá Cá” tem papel de destaque, o seu governo tenderá a repetir o fracasso dos anteriores. Ao mesmo tempo estará preparando e adubando  o terreno para o retorno daquela camarilha política que se adonou do  Brasil de 2003 a 2018.

E bem se sabe sobre a “instabilidade” do eleitor brasileiro, na maioria carente de conscientização política. Nessa perspectiva, parece que Bolsonaro foi realmente um “bem”, mas a sua vitória deve ser atribuída  mais a um “acidente-de-percurso” nessa democracia degenerada, isto é, ”oclocracia”.

E só há um jeito de Bolsonaro bem governar, evitando  o retorno dessa “camarilha” que ele venceu nas recentes   eleições, mas que já está de “prontidão” para voltar,”afiando” desde agora as suas garras e dentes.                                                                                                     

Bolsonaro terá que “romper” definitivamente com esse “sistema”, livrando-se  de todas as amarras que o prendem a ele. E não será com a propalada “democracia” - deturpada, corrompida e degenerada - que ele conseguirá fazer o que é preciso ser feito.

Bolsonaro só tem uma “bala” na agulha  para “estourar” os miolos desse  maldito “sistema” e suas quadrilhas organizadas. Se não tomar essa medida forte , ou tomá-la  e errar o alvo, ele será o principal protagonista de mais um  governo que frustrou as expectativas da sociedade, a exemplo de todos os outros que se instalaram no Palácio do Planalto com a “democracia”, a partir  de 1985.

Resumidamente quero dizer que Bolsonaro só conseguirá acabar com o “Toma Lá Dá Cá” na política, governando conforme as promessas da sua campanha, se logo após tomar posse lançar  mão de um decreto “intervencionista”, em  conformidade com o artigo  142 da Constituição. “Força” e muita dignidade certamente ele terá a seu lado para tomar essa medida de grande impacto político. O único preço que ele terá que pagar será o de “esquecer” que algum dia foi um Deputado na Câmara Federal.

Melhor que eu, os juristas realmente independentes  saberão explicar os motivos pelos quais  num primeiro momento a “intervenção” do artigo 142 da CF pode significar a outorga de poderes ao “Poder Interventor” ,similares aos detidos pelos componentes  do Poder Constituinte Originário, os “constituintes”, ao escreverem as constituições.

Importante é sublinhar que uma eventual  nova Constituição, mesmo que “provisória”, talvez escrita em caráter emergencial  por um grupo de indiscutíveis  sábios, deveria declarar  de “cara” uma verdadeira guerra  contra os tais “direitos adquiridos” ,infringentes da moral e da ética política/administrativa, oriundos de uma legislação estapafúrdia, a exemplo, dentre outros, das indenizações mensais asseguradas a “perseguidos políticos”, ex-terroristas e guerrilheiros ,todos sustentados durante toda as suas vidas  pelos impostos   suados pagos pelos brasileiros, com base  na “Lei da Anistia”.

O que só o tempo responderá é se o combate ao “Toma Lá Dá Cá” político  foi, ou não, só uma estratégia da campanha eleitoral de Bolsonaro, ou se efetivamente com a sua vitória se instalará no Governo, o que, até esse momento ,não está sendo sinalizado.

Resumidamente: O fim do “Toma Lá Dá Cá” foi só propaganda eleitoral, ou será também “Governo”?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

sábado, 8 de dezembro de 2018

Lula é um ladrão dele mesmo...



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

A defesa do Presodentro $talinácio continua tirando onda com a cara da gente e do Poder Judiciário. Agora, os caríssimos advogados querem que o Superior Tribunal de Justiça reduza a pena do ilustre condenado ao mínimo previsto em lei ou, então, o absolva de tudo, para que ele consiga um regime semiaberto ou, melhor ainda, a plena liberdade, como o mais inocente dos mortais.

O Código Penal prevê que a progressão de pena para quem comete crimes contra a administração pública, como corrupção, está "condicionada à reparação do dano que causou, ou à devolução do produto do ilícito praticado, com os acréscimos legais". Por isso, cabe a pergunta: Luiz Inácio Lula da Silva tem capacidade real de indenizar o Brasil e os brasileiros pelos variados crimes que cometeu ou deixou outros cometerem em seu nome e do PT?

Fala sério... Lula cometeu crimes imperdoáveis. Mais grave que a corrupção (que demanda um monte de provas objetivas) foi a traição (que tem um caráter simbólico, porém objetivo). No mínimo, Lula traiu a confiança do povo que o elegeu. Isto é imperdoável politicamente. Os longo sete meses (até agora) de privação da liberdade é apenas o alto preço que ele paga pela desmoralização da ética e da honestidade.

Se Lula foi corrupto, é uma tese jurídica. Se Lula corrompeu os próprios valores positivos que pregava, mesmo que no equívoco de uma exaltação esquerdista inconsistente, é uma constatação objetiva. Maior vítima que o povo brasileiro só ele próprio – que se autodestruiu. Lula é um perseguido político, só que por sua própria incompetência, arrogância, soberba e vaidade.

Enfim, Lula é um ladrão dele mesmo. Imperdoável. Moralmente inindultável. Política e juridicamente, Lula é uma causa perdida. Só o que pode salvá-lo é um fracasso retumbante da administração Jair Bolsonaro. E PT, saudações...

Quem deveria saber disso é a turma que se perde em intrigas em torno do Presidente eleito, que será diplomado na próxima segunda-feira junto com seu vice... Só uma vacilada do time de Bolsonaro tem capacidade real de “indultar” Lula... Será que o pessoal vai dar tamanho mole?... A Petelândia já está no aguardo...



PS – Por problemas técnicos, pedidos desculpas por não conseguir editar textos de nossos articulistas habituais na edição de hoje. É guerra...

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

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A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 8 de Dezembro de 2018.

Geopolítica para iniciantes



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Não pensem os amáveis leitores que eu seja um “expert” no assunto.

No entanto, em minha já longa vida, aprendi a pensar com liberdade.

Após a derrota das esquerdas na última eleição presidencial, o Foro de São Paulo perdeu protagonismo e tende a se extinguir. Para substituí-lo os implantadores da Nova Ordem Mundial escolheram a Comissão Trilateral, com sedes nos Estados Unidos da América, na França e no Japão.

O encarregado de conduzir a tentativa globalista na América latina é o atual presidente da Argentina, Maurício Macri. Na última reunião do G-20 em Buenos Aires, ele foi muito “prestigiado” e sua primeira missão (em nosso modesto entendimento) será boicotar o novo governo brasileiro.

Tarefa árdua, uma vez que nossos generais já identificaram o verdadeiro inimigo. Além disso, o presidente do Chile parece apoiar o Brasil em sua nova e redentora fase. A Ex-presidente chilena, hoje funcionária da ONU, fará tudo para nos prejudicar.

Peço a gentileza de meus leitores verificarem pessoalmente os membros do Diálogo Interamericano, órgão indutor dos ataques às soberanias nacionais nas Américas (vide links abaixo).

Entre seus membros mais “bonzinhos” estão o efecagácê e a governadora da Província de Buenos Aires, Sra. Vidal, pessoa inteligente e perigosa.

O resto é um teatrinho de João Minhoca; a vovozinha “briga” com o Lobo Mau, mas ambos são títeres do “controlador” (leia-se Rothschild).

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

O avião em silêncio


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

O Brasil é um gigantesco avião, um avião em silêncio. É o silêncio dos passageiros vendo Lewandowski mandar prender o advogado, é o nosso silêncio com Osmar Terra, com Joaquim Levy entrando no Governo que nem começou...É o silêncio com manutenção do "Ministério da Cidadania", com "Ministério dos Direitos Humanos"....

É o silêncio com Onyx ao lado de Bolsonaro respondendo às perguntas por ele (na frente dele) feitas pela imprensa e a loucura do Mandetta que quer, nesse momento, avaliação permanente até para médicos brasileiros formados aqui mesmo. 

É...é um avião bem grande, bem maior que um B17. Nosso silêncio permite que o quadrúpede búlgaro que destruiu a Nação siga viajando pelo Mundo dizendo que vai “fazer pacto com Satanás”, permite que uma vagabunda comunista qualquer dentro do "Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde" chame as médicas brasileiras grávidas e os médicos idosos de LIXO…Permite que Alexandre Padilha continue em liberdade. 

Nosso silêncio, às vezes, é quebrado. É, mataram o cachorrinho lá no Carrefour! Não, matar cachorro, não! Aí já é demais...Médico cubano saindo do país afirmando que estava treinado para pegar em armas? Até aí tudo bem, mas matar cachorro já é demais… 

A verdade, meus amigos, é a seguinte: nós elegemos um Governo Militar, cheio de civis querendo “bancar os militares”, temos um STF cheio de canalhas colocados lá dentro pelo PT e um Congresso que é (e sempre será) um esgoto controlado pelo MDB. 

Pior do que isso: conscientemente ou não, Jair Bolsonaro está se cercando de bandidos e criminosos de todos os tipos que, em comum, só tem o fato de não serem vagabundos petistas. 

Até o General Mourão, que como eu não se calou durante o Regime dos Vagabundos Petistas, está em silêncio. Bolsonaro mandou e ele ficou calado.

Lewandowski agradece, capitão, e o único barulho que se escuta no final de ano é feito por Joice Hasselmann e Eduardo Bolsonaro (além daquele que é feito por Antônio Palocci).

Mas no fundo, no fundo, sabemos que que não adianta ficar quietinho, não adianta ficar em silêncio. Não adianta, também, dizer que eu estou sendo pessimista.

Eu acho que foi Arthur Schopenhauer (esse sim: não era exatamente um animador de auditório) que certa vez disse que "a felicidade de uma pessoa é proporcional à quantidade de silêncio ao redor dela" (ou algo assim).

Ele deveria conhecer o "Brasil da Transição em 2018" - esse silêncio todo, aqui, vai terminar mal...

Dezembro de 2018.

Milton Simon Pires é Médico.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Tempos de Guerra e/ou Morte!



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

É inaceitável, lamentável e imperdoável que alguns ministros do Supremo Tribunal Federal sejam os responsáveis diretos pelo desgaste de imagem da mais alta Corte do Brasil. O Judiciário como um todo acaba desmoralizado por erros básicos de comunicação, posturas e decisões judiciais controversas de magistrados escolhidos politicamente e sem controle direto de cidadãos eleitos e capacitados juridicamente para fiscalizar a ação do Judiciário. Por que não?...

Apesar do problema visível – ministros são criticados publicamente, pessoalmene e nas redes sociais -, é fundamental chamar a atenção para a causa real do fenômeno. A culpa ou dolo não podem ser atribuídas diretamente ao comportamento equivocado dos ministros - por melhores ou piores que eles sejam ou possam parecer. Importantíssimo é compreender que tem raiz estrutural a Crise institucional que redunda na guerra de todos contra todos.

Ministros do Supremo e demais magistrados brasileiros julgam com base em uma Constituição que já teve, desde 1988, nada menos que 106 emendas, sendo 99 do tipo ordinário. Pior ainda? Tramitam no Congresso Nacional mais de 1500 propostas de emendas constitucionais. Quer piorar a bagaça jurídica? O Brasil tem cerca de 200 mil normas legais em vigor. Milhares delas se conflitam com as outras.

Tudo isso, combinado ou misturado, causa a hedionda insegurança jurídica. Impunidade, julgamentos equivocados, infinidade de recursos judiciais e rigor seletivo (pune um e perdoa outro por motivos parecidíssimos) formam o caos que gera insegurança do Direito (o contrário da Democracia) e empodera a organização criminosa que usa a máquina estatal contra o cidadão, gerador de emprego e empreendedor.

Não adianta apenas criticar magistrados individualmente. O modelo estatal Capimunista rentista e o sistema institucional, com insegurança do Direito, são instrumentos de controle e dominação usados para manter o Brasil em estágio de subdesenvolvimento, com pobreza, violência irracional, criminalidade descontrolada e muita corrupção. Tudo isso é conseqüência – e não causa – da barbárie estrutural. O problema original só encontrará solução verdadeira através de um inédito pacto cidadão que promova o debate e a execução prática de um Projeto Estratégico de Nação.
Vivemos tempos de Guerra e Morte! A novidade (nada boa) é que o problema tende a se agravar. O duro combate ao Crime Institucionalizado – conforme sinaliza o Governo Federal que assume a partir de 1º janeiro – terá como efeito direto (e espera-se momentâneo) uma explosão de violência pela repressão legítima dos aparelhos repressivos estatais. Na verdade, também será uma guerra de comunicação. Bandidos posarão de “vítimas” da sociedade, das Forças Armadas e Auxiliares e da Polícia, mas também do Ministério Público e do Judiciário.

A constatação assustadora é que o aparato repressivo estatal não conta com suficiente e imprescindível segurança do Direito para cumprir a missão de combater o Crime que só se organiza com a participação do “Mecanismo” estatal. Resolver tamanha contradição estrutural não será fácil. Existe risco real de agravamento dos abusos de autoridade e do rigor seletivo - na punição, impunidade ou perdão.

Os autoproclamados “defensores dos direitos humanos” – na verdade, “dos manos” – devem ganhar holofotes midiáticos mais que sempre. Na tática de propaganda criminosa, os legítimos agentes da repressão correm risco de desmoralização imediata. Curiosamente, a maioria do eleitorado que deseja paz, justiça, segurança e prosperidade econômica é o mesmo segmento social seduzível pelo discurso fácil dos bem pagos defensores dos criminosos.

Não é fácil se preparar para tamanha guerra – já em andamento há muito tempo e que tende a se agravar a partir do instante em que a equipe liderada por Sérgio Moro começar um inédito combate ao Crime Institucionalizado. Os mafiosos, naturalmente, reagirão. Usarão seus tentáculos na máquina estatal para sabotar o trabalho. Também devem intensificar a violência ilegal e ilegítima para causar ainda mais medo na população já apavorada, seja nos bolsões de pobreza ou nas áreas que ostentam “riqueza”.

O jogo de guerra é brutíssimo. É Guerra e Morte! Trata-se de uma missão para estrategistas. É trabalho para águias, e não para pombos. É tarefa para samurais, e não gueixas. Não depende apenas da capacidade dos militares, mas precisa contar com amplo apoio da maioria da população – aquela mesma que acaba sendo influenciável pelo discurso fácil dos supostos “direitos” e da visão corrompida de “liberdade” para criminosos de toda espécie – políticos ou não.            

Resumindo: O desafio de combater o Crime Institucionalizado é gigantesco. O “Mecanismo” usará seus agentes conscientes e inconscientes para nada mudar. O esquema criminoso, certamente por inspiração política, já tentou assassinar Jair Bolsonaro durante a campanha. Imagina o que pode fazer quando ele assumir a Presidência da República. O Crime ultrapassou todos os limites? Talvez, ainda não...

Por isso, é fundamental um impressionante – e talvez inédito – pacto nacional não só contra o Crime (que é um instrumento de controle social). Fundamental é a defesa do aprimoramento institucional, com base na Honestidade, na transparência e no controle direto de cidadãos sobre a máquina estatal, para a construção de uma Democracia que nunca tivemos de verdade no Brasil.

A “seleção de craques” de Jair Bolsonaro não pode perder tempo com vaidosas intrigas internas. O inimigo segue atento para dar o bote na hora que for realmente atacado de maneira ostensiva. A maioria da população precisa ser – e estar – preparada para tempos de guerra e morte. Militares estão prontos por dever profissional. O “povão”, ainda não... Talvez, nunca esteja... Eis o problema de complexa solução...

Barradas no Cárcere



A senadora Gleisi Hoffmann (deputada federal eleita) e a ex-Presidenta Dilma Rousseff (candidata derrotada ao Senado e provável futura ré em ações da Lava Jato) reclamam que foram barradas nas espetaculosas visitas ao Presodentro Luiz Inácio Lula da Silva, em Curitiba.



Espetáculo Recomendado




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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 7 de Dezembro de 2018.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Burrices e intrigas previsíveis, porém imperdoáveis



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

Comete uma burrice tática e estratégica quem tenta fomentar intrigas entre o Presidente eleito Jair Bolsonaro e seu vice Antônio Mourão. O ato é um gol contra absoluto. É imperdoável que tamanha burrice e infantilidade aconteça em uma “seleção de ministeriáveis”. Trata-se de uma jogada antipatriótica, egoísta, que afronta a vontade da maioria do povo brasileiro que votou a favor da pacificação, honestidade e melhoria econômica do Brasil.

Ainda bem que Bolsonaro e Mourão têm jogo de cintura suficiente para não cair na armadilha dos craques da vaidade – que falham e batem cabeça antes mesmo do time entrar em campo para valer, a partir de 1º de janeiro. Presidente e Vice não precisam se apaixonar um pelo outro, porém precisam estar unidos para combater a bandidagem institucionalizada. A segurança da obra exige que os craques da intriga sejam expulsos do time ou, no mínimo, mandados para o banco de reservas.

Outra mancada tática e estratégica, também inaceitável e imperdoável, é cometida pelo comando da mais alta Corte Judicial do Brasil. Não dá para acreditar que o ministro José Dias Toffoli tenha encaminhado à Procuradoria Geral da República e ao Ministério da Segurança Pública um pedido de providências sobre as críticas feitas ao STF pelo advogado Cristiano Caiado de Acioli, aproveitando que o ministro Ricardo Lewandowski viajava no mesmo avião da Gol.

O presidente do STF oficiou: “Solicito que sejam adotadas as providências cabíveis quanto aos fatos narrados pela Secretaria de Segurança desta Corte e consistentes em ofensas dirigidas ao Supremo Tribunal Federal, ocorridos, na data de ontem, com o senhor ministro Ricardo Lewandowski, em vôo comercial que partiu de São Paulo com destino à Brasília”.

O pedido de Toffoli deixa claro que a máquina do STF não entendeu, realmente, o que aconteceu no gravíssimo episódio que foi muito além do avião. O protesto ganhou o mundo em um vídeo, graças a um protesto do Movimento Brasil Livre que projetou, em raio laser verde, na fachada do prédio da Corte, os dizeres: “O STF é uma vergonha”...

Fala sério... É pública e notória a bronca da opinião pública contra o STF, seja pelas decisões impopulares ou pelas sentenças polêmicas e incompreensíveis para o cidadão que não domina o pomposo juridiquês. O protesto no avião só prosperou pela reação desequilibrada e arrogante do ministro Lewandowski, imediatamente ameaçando o crítico de prisão, em vez de ficar quieto ou dialogar civilizadamente. A coisa piorou quando a Polícia Federal “segurou” o advogado para um depoimento que durou quase 7 horas. O pirão desandou com a reação nas redes sociais da Internet e com o protesto a laser do MBL.

A situação agora saiu de controle. O Jornal da Cidade On Line cita a reação de uma jovem juíza de Minas Gerais que – pelo andar das carruagem empurrada por burros - pode render punição pelo Conselho Nacional da Justiça. Ludimila Lins Grillo não aceita a tese, apresentada pelo STF, que “ao presenciar ato de injúria ao STF, o ministro sentiu-se no dever funcional de proteger a instituição, acionando a autoridade policial para que apurasse eventual prática de ato ilícito, nos termos da lei”.

Ludimila explicou: “Injúria é crime previsto no artigo 140 do Código Penal. Não podem sofrer injúria entes e poderes públicos, ou quaisquer pessoas jurídicas, pois se trata da violação da honra subjetiva - coisa que somente humanos possuem”. Lidimila também deu um conselho aos 11 entes supremos de carne, osso e alma: “Viver entre afagos e rapapés faz alguns perderem as estribeiras ante a menor contrariedade, a ponto de até mandarem prender o opositor. Em suas majestosas bolhas, nem notam que a vida não é só bajulação: o Twitter seria bom treino para fortalecer suas frágeis suscetibilidades”.
   
Resumindo: A maioria dos ministros do STF precisa retornar, urgentemente, ao mundo real. A imagem da instituição está desgastada. Isto é gravíssimo, porque uma Corte Constitucional é fundamental para a Democracia – a Segurança do Direito. Infelizmente, no Brasil, convivemos com a insegurança jurídica, legal, política, econômica, social e individual. Os 11 do STF são inteligentes o bastante e ganham muito bem para compreender e fazer uma autocrítica sobre a responsabilidade de cada um deles em nosso caos institucional.

Se o Executivo não se entender, o Judiciário não se acalmar e o Legislativo não tomar vergonha na cara, o Brasil será desintegrado em uma guerra de todos contra todos. O povo já deu o ultimato na eleição 2018: quer paz, honestidade e segurança... Basta de corrupção – mas chega também de burrice...

Leia o artigo de Antônio José Ribas Paiva: Democracia no Supremo


Quem disse que o crime não compensa?

  
Depoimento de um ex-presidiário, preso novamente, é comovente...

Bandido bom é...



Ao contrário do que a mídia divulga, o PMs do RJ não mataram o marginal, mas sim SALVARAM a idosa de 83 anos que havia sido feita de refém. Bolsonaro elogiou no Twitter...





Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 6 de Dezembro de 2018.

Encheção de Linguiça



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Não há mais assunto. Entramos todos (ou quase) numa letargia de espectativa.

Já nos esgoelamos implorando ao Mito que se cuide.

As redes sociais mimoseam as “otoridades” com os mais formosos xingamentos que alguém pode imaginar.

A grande maioria dos brasileiros de bem, ansiosamente espera pela atuação do cassetete democrático.

Nossa imaginação parou de funcionar, abruptamente.

Uma ou duas réstias de luar para nos indicar o caminho.

Paciência zero!

No começo do século passado um francês tentava ridicularizar o Brasil, perguntando como era possível que aqui as revoluções eram feitas sem derramamento de sangue. Um ilustre diplomata de então respondeu: “Da mesma forma que os casamentos franceses”.

Quando um mico, um tal de omicron, de forma arrogante dá um ultimato ao nosso país , devemos lembrar que o supra sumo da tecnologia do “hexágono” é a panificação. Não obstante muito padeiros queimam a rosca.

Sua raça de cães preferida é a dos “bichons frisés”.

A nossa paixão nacional é a fila.

Venha logo janeiro para que possamos jogar pedra no vespeiro.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.