quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Só falta Toffoli assumir e soltar Lula inelegível


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Tudo indica que o supremo magistrado Luís Roberto Barroso – posicionado com o combate à corrupção – vai impugnar o registro da candidatura de Lula da Silva. O Tribunal Superior Eleitoral quer resolver esta parada indigesta até o final de agosto. Barroso não vai decidir o caso monocraticamente. A bomba institucional será desarmada no plenário do Tribunal. Lula deve continuar “Presodentro”... A não ser que após José Dias Toffoli assumir a Presidência do Supremo Tribunal Federal, no dia 13 de setembro, a defesa de Lula consiga uma manobra para libertá-lo da prisão...

O cínico PT já pediu que Barroso seja impedido de relatar o caso. A petelândia quer que a presidente do TSE, Rosa Weber, cuide do caso... É mole ou quer mais? Seguimos em clima de “Zona eleitoreira” até que o destino de Lula seja totalmente definido pela tal “Justiça Eleitoral” – que parece mais uma jabuticaba tupiniquim... A petralhada já avacalhou pleito de 2018 – já avacalhado pela cúpula do Judiciário, quando promoveu o descumprimento da Lei do Voto Impresso, que permitiria a recontagem física dos votos eletrônicos.

A Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, pediu, ontem mesmo, que Lula seja impedido de disputar a sucessão temerária, com base na regra clara da Lei da Ficha Limpa. O TSE pode (e deve) soltar uma liminar proibindo o Presodentro Lula de fazer campanha ou ter seu nome veiculado no Horário Eleitoral Gratuito no Rádio e TV – que começa dia 31 deste mês. A PGR também não quer que Lula use recursos públicos do Fundo Partidário na campanha, enquanto a situação do candidato-fake não estiver definida.

O MPF abriu guerra contra Lula. A Força Tarefa da Lava Jato solicitou ao Judiciário que impeça a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, de atuar como advogada de Lula nos recursos contra a pena de 12 anos e um mês de prisão. Os procuradores querem evitar que o PT continue usando a sala especial na Polícia Federal como um comitê de campanha. O juiz Sérgio Moro também resolveu adiar as audiências sobre o processo do Sítio de Atibaia – agendadas para os dias 27 de agosto e 11 de setembro. Moro argumentou que deseja evitar a exploração eleitoral dos interrogatórios.

O grande perigo institucional é que o caso Lula não se resolva com a decisão do plenário do TSE e acabe no Supremo Tribunal Federal. O risco desta esculhambação ser encenada é altíssimo. Os defensores do PT apostam nesta manobra vergonhosa. Os caríssimos advogados do partido prometem entrar hoje com um recurso no Superior Tribunal de Justiça pedindo a suspensão da inelegibilidade do Presodentro. O plano macabro é impedir que o TSE decida o caso, antes da apreciação do recurso no STJ. O PT joga para tumultuar a eleição. O nome disto é eleitoragem...

A Lava Jato será defendida nos poucos segundos disponíveis pelo presidenciável Jair Bolsonaro. O Mito já definiu o que falará no rádio e tevê: “Pelo fortalecimento da Lava Jato”, “Pela revogação do Estatuto do Desarmamento” e “Em defesa da família”. Bolsonaro apenas dirá seu nome, do seu partido e o número 17 na urna. O candidato gostaria, mas não terá tempo de ironizar: “Eu não tenho Paulo Preto do meu lado, não tenho Dersa, não tenho Rodoanel nem delatores da Odebrecht”



Pedido de socorro aos leitores

Releia o artigo de domingo: O Meu Ladrão de celular na bicicleta

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Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 16 de Agosto de 2018.

Inteligência Artificial e Burrice Artificial



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Velhinho mexendo no computador sofre mais que Ford Perfect subindo a Serra do Mar.

Não adianta xingar a máquina; as invectivas devem ser dirigidas os “gênios” sádicos criadores dos softwares.

Escrevo um texto. Desligo. No dia seguinte quando tento abrir um novo documento, não consigo ter o mesmo tipo de página. A moldura está excêntrica (mais que este pobre escriba !)

Se por infortúnio, ao baixar algum aplicativo (“daulodar” para os jovens) encontro dificuldade, em vão peço auxílio por e-mail. A resposta ignora minha pergunta e insere um padrão semi humano (burrice artificial) de resposta.

Bons tempos em que usava lápis e papel !

Minhas preocupações eram outras; meus sonhos, mais românticos. Passava raiva só quando era ignorado por uma “deusa”.

Agora, luto à exaustão. Sentindo-me derrotado por esse novo moinho de vento, imploro para que venha o técnico (o moderno Sancho Pança) para, em poucos segundos ,vencer a fera e expor-me ao ridículo.

"Não mais, musa não mais ...”

A lira já foi-me destemperada por uma legião de boçalóides virtuais em cem combates cotidianos.

A Poesia é o que nos resta: “Claros fios que me prateiam a fronte e que tanto abreviais a vida breve...”

Aqui D' El Rey !

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Intervenção e Democracia



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

A DEMOCRACIA, o combate ao crime e à traição à Pátria são a essência da DOUTRINA INTERVENCIONISTA.

Portanto,  não podemos hostilizar os combatentes intervencionistas, que pretendam votar neste ou naquele candidato.
       
Os eleitores do Bolsonaro e do Alvaro Dias, por exemplo, são patriotas intervencionistas, que após o pleito voltarão ao combate, contra a ditadura do crime, que escraviza o povo brasileiro. 
     
Não concordamos, apenas, com o atual sistema eleitoral controlado pelo crime, mas a democracia impõe o respeito aqueles que pretendam participar do pleito.
     
Vamos esperá-los do outro lado do rio e, ombro a ombro, voltaremos a combater a ditadura do crime. 
     
Essas eleições são, apenas, um breve intervalo na luta patriótica. 
       
O inimigo não deve dividir e enfraquecer os patriotas. O Brasil precisa da união de todos!

BRASIL!Acima de tudo!

Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.

O Crime de Constrangimento Ilegal na cara do TSE



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

A massa humana, de 50 mil pessoas, segundo a Senadora Gleisi Hoffmann, Presidente do PT, ou de 10 mil pessoas, conforme  a Polícia Militar do DF, para protocolar o requerimento da candidatura presidencial de LULA DA SILVA, no Tribunal Superior Eleitoral-TSE, em Brasília, no último dia do prazo (15.08.2018), bem demonstra a total insanidade e indigência política dos responsáveis por  essa mobilização e da própria massa-de-manobra utilizada par esse fim.

A lei da “ficha limpa”, que paradoxalmente foi iniciativa do próprio PT, não deixa margem para qualquer outra interpretação diferente que não seja a inelegibilidade absoluta de Lula, por estar ele condenado criminalmente por corrupção passiva  e lavagem de dinheiro, em Segunda Instância (TRF-4).

Mas inconformada com essa vedação legal, a militância política de Lula (PT,CUT,MST, Movimentos Sociais “disso e daquilo” ,etc.), que defende a sua candidatura  a qualquer custo, como se ele fosse o “dono” absoluto do  cargo de Presidente da República, insiste em desrespeitar a lei e obter o registro da sua  candidatura,  na “marra”, inclusive fazendo tudo que é  tipo de ameaças e outros ilícitos  em mobilizações diversas.

Não tenho a menor ideia se o Ministério Público já teria cogitado, ou não, da possibilidade de estar havendo indícios de crime de CONSTRANGIMENTO ILEGAL nessa marcha da multidão militante oriunda de vários pontos do Brasil, rumo a Brasília, e ao próprio TSE, objetivando a simples formalidade legal de protocolar o pedido de registro da candidatura de Lula. Sem dúvida essa atitude ameaçadora poderia configurar forte COAÇÃO sobre as autoridades judiciárias responsáveis pelas eleições que se  avizinham. Não haveria necessidade de milhares de pessoas estarem portando o requerimento de registro de uma candidatura. O objetivo parece bastante claro:  constranger, ameaçar, coagir, intimidar, mostrar força.                                                    

Mas não estaria o próprio Ministério Público Eleitoral omisso  de tomar as providências cabíveis ante as evidências da prática de um crime? O crime de “constrangimento ilegal”, previsto no artigo 146 do Código Penal Brasileiro? Essa multidão na porta do TSE para solicitar o registro da candidatura de Lula não estaria configurando “grave ameaça”, caracterizadora do crime de “constrangimento ilegal”? Afinal de contas, o Ministério Público  Eleitoral estaria com “medo” do Lula e sua “trupe”?

Segundo consta no parágrafo  primeiro  do mesmo artigo 146 do CPB, “as penas aplicam-se cumulativamente e em dobro, quando para a execução do crime se reúnem mais de três pessoas”.                                   

E quando se reunirem , não só três, porém  MILHARES de pessoas ,como foi o caso da mobilização pela candidatura de Lula?                                                                                                 

Isso não estaria configurando flagrante“ameaça de guerra”?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

O Caminho Estreito de Alckmin


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Christopher Garman

O prazo de registro para as candidaturas presidenciais chegou ao fim e, com elas, o quebra-cabeças sobre os possíveis candidatos e coligações para a eleição presidencial. Sem dúvida, no plano estritamente político, a candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin saiu com as maiores conquistas. Primeiro, o PSDB conseguiu uma coligação com o chamado Centrão, o que lhe dá uma expressiva vantagem em termos de tempo de televisão. Segundo ele fez uma ótima escolha para vice-presidente de sua chapa, com a indicação da senadora Ana Amélia, do Partido Progressista (PP-RS). Conservadora e nascida no Rio Grande do Sul, ela pode ajudar exatamente onde a campanha de Alckmin mais precisa: conquistar eleitores da região sul, tradicionais eleitores do PSDB que hoje apoiam a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) ou Alvaro Dias (Podemos-PR).

Muitos interpretam esse movimento como evidência de que teremos um segundo turno tradicional, no qual PT e PSDB voltam a se contrapor nas urnas. De fato, qualquer candidato do PT tem boas chances de passar para o segundo turno. Quase 20% do eleitorado se identifica como sendo petista, e 35% dão apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Logo, quando o PT oficializar sua candidatura, provavelmente de Fernando Haddad, ele terá espaço para crescer durante a campanha. No entanto, não apostamos que a disputa ficará entre Alckmin e PT.

Ainda apostamos que um dos candidatos "quase reformistas" estará no segundo turno: seja Jair Bolsonaro do PSL (mais provável) ou Marina Silva (Rede). Em nossa opinião, Alckmin ainda tem chances reais de vencer a disputa, mas a probabilidade de que este cenário se dê gira em torno de 20%. Se ele chegar ao segundo turno, terá boas chances. Mas não apostamos nisso.

Três razões fundamentam essa aposta, a despeito de vantagens significativas como tempo de TV favorável e estrutura partidária consolidada.

A primeira razão pela qual Alckmin dificilmente chegará ao segundo turno está na dificuldade de atrair eleitores que se declaram indecisos, que pretendem anular o voto ou votar em branco. Esse eleitorado representa 33% dos entrevistados de acordo com a última pesquisa da Datafolha, e 41% na pesquisa CNI/Ibope. De fato, a soma dos indecisos ou que votarão em branco/nulo é mais alta do que nos pleitos anteriores. Em 2014, essa parcela da população girava em torno de 25% em meados de julho e caiu para 15% nas pesquisas anteriores ao primeiro turno. Em 2010, o mesmo grupo era composto por um pouco mais de 15% dos eleitores, mas caiu para 12% antes da votação. Logo, alguns argumentam que Alckmin pode avançar nesse campo.

Achamos difícil. Se compararmos os cenários que incluem a candidatura de Lula e com outros que o excluem, notamos que uma grande parcela dos eleitores é composta por votantes que gostariam de eleger o petista, mas ainda não encontraram uma alternativa satisfatória. No cenário onde o ex-presidente volta a concorrer ao posto, a soma de votos indefinidos, em branco ou nulos cai 13 pontos percentuais para 28%, de acordo com o Ibope, e tem uma queda de 12 pontos para 21% nos estudos da Datafolha. Os números são mais próximos do que nas eleições anteriores. Em outras palavras, um terço dos eleitores que hoje não têm candidato são órfãos do Lula. Não é um segmento de fácil alcance para Alckmin. Ou esse eleitor vai para o candidato que o PT indicar (mais provável), ou tende a ir para Marina ou Ciro Gomes.

E nos dois terços remanescentes (excluindo os órfãos do Lula), o mais provável é que esses eleitores não votem. Vale ressaltar que a soma das abstenções e votos em branco/nulos deve ser elevada. Esse índice chegou a 25% em 2010 e 27% em 2014. Nas eleições municipais alcançou 32%. Nesse pleito, dado o tamanho do desencanto da população (as taxas de desaprovação de todos os candidatos estão acima de 50%), o índice de abstenção e de votos nulos e brancos pode ser ainda mais elevado e superar os 30%. É razoável deduzir que a taxa de abstenção será concentrada majoritariamente entre os entrevistados que dizem não ter um candidato ou que pretendem votar em branco ou nulo. E que será menor entre aqueles que manifestam preferência por algum candidato. Portanto, se presumimos que um pouco mais da metade dos eleitores que não tem candidato (excluindo os órfãos de Lula) tende a ficar em casa ou votar em branco ou anular o voto, isso não deixa uma margem muito grande de eleitores a serem pescados pelo candidato do PSDB.

Isso nos leva à segunda razão pela qual que estamos céticos sobre a chance de Alckmin chegar ao segundo turno: para chegar lá, ele terá de roubar votos do Bolsonaro e, em menor escala, de Álvaro Dias. No fundo, as chances eleitorais de Alckmin dependem de uma campanha que consiga a minar a imagem de Jair Bolsonaro. Possível, mas improvável.

O problema é que o voto do candidato do PSL parece razoavelmente consolidado. De acordo com a Datafolha, 12% declaram apoio ao Bolsonaro em uma lista de votos espontâneos, ou seja, quando um entrevistador não dá uma lista prévia de nomes para escolher. Todos os demais candidatos, com exceção do ex-presidente Lula, têm um índice de voto espontâneo entre 1% e 2%. Isso é um sinal claro que em comparação com outros candidatos, Bolsonaro conta com uma base robusta: 12% entre seus 19% a 20% de apoio. Igualmente importante é o fato de que sua imagem representa uma parcela da população que desencantada com a classe política e que valoriza um candidato visto como dono de um "passado limpo", de representar mudança de "tudo que está aí", e forte em assuntos de segurança. Colocamos as chances de Bolsonaro chegar ao segundo turno em 60%.

A terceira, e talvez a mais importante razão pela qual não acreditamos que Alckmin chegará ao segundo turno é o seu perfil de político tradicional, que não condiz com o que os eleitores buscam no próximo presidente. Já está claro que estamos diante de um grau de desencanto profundo nessas eleições, e que corrupção virou um dos temas principais. Se recordarmos que Alckmin representa um partido tradicional, marcado por escândalos de corrupção e identificado com o status quo, isso limita seu potencial de crescimento.

E o Alckmin tem outro passivo. O PT já está dando dicas de sua estratégia nessa disputa: tentar colar a imagem do Alckmin àquela do governo de Michel Temer. É claro que a campanha de Alckmin fará de tudo para descolar-se deste estigma. A decisão do ex-governador ter uma postura distante do presidente Temer no ano passado foi estrategicamente correta, mas não ajuda o fato de que Alckmin conta com o apoio da mesma base parlamentar de Temer. Além disso, o PSDB tem ministros no atual governo. Mas essa estratégia do PT não é um acaso. O partido sabe que suas melhores chances de ganhar a presidência estão em um cenário em que o candidato do PT enfrenta Bolsonaro no segundo turno, não Alckmin.

Tudo isso nos leva a crer que as chances de que Alckmin chegue ao segundo turno dependem do sucesso de uma estratégia de desconstrução de Bolsonaro, uma vez que ele domina boa parte da base eleitoral tradicional do PSDB. Não é por acaso que ele indicou Ana Amélia como vice. Ele tem tempo de TV de sobra para atacar. O fato dessa campanha ser curta (um mês de tempo de TV) não ajuda. Mas se essa estratégia for bem-sucedida (40% de chance), suas possibilidades de chegar ao segundo turno aumentam significativamente. Alckmin tende a ser o maior beneficiário da queda de Bolsonaro. Mas, ainda assim, há chances, mesmo que remotas, de que eleitores do ex-militar e até os simpatizantes de Álvaro Dias migrem para outra candidatura, como a de Marina Silva.

Alckmin tem um caminho para chegar ao segundo turno e vencer a eleição. Ter bastante tempo de TV durante a campanha ajuda a mantê-lo no jogo. Apesar disso, acreditamos que esse caminho seja razoavelmente estreito.

Christopher da Cunha Bueno Garman é diretor-executivo para as Américas da Consultoria Eurasia Group. Originalmente publicado no Braoadcast do Estadão em 16 de agosto de 2018.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Poder de Lula nunca pode ser subestimado



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O Partido da Traição vai insistir no golpe da candidatura-fake, ilegal, de Lula da Silva, até a impugnação com base na Lei da Ficha Limpa. Até 17 de setembro, prazo limite para julgar impugnações de candidaturas, o Tribunal Superior Eleitoral terá decidido que Lula ficará fora da jogada. Fernando Lula Haddad está pronto para ser o candidato de verdade, com a comunista Manuela D’ Ávila de vice.

Lula, que terá o nome registrado hoje no TSE, encenou ontem mais uma farsa, via bilhetinho escrito na “cela” mentirinha na Polícia Federal, em Curitiba: “Só não serei candidato se eu morrer, renunciar, ou for arrancado pela Justiça Eleitoral. Não pretendo morrer, não cogito renunciar e pretendo brigar pelo meu registro até o final”. É assim que Lula tumultua o processo eleitoreiro. Porém, a nova presidente do TSE, Rosa Weber, já adiantou que o tribunal negará registro a inelegível...

Lula é um caso para se refletir sobre um País de corrupção (principalmente moral) e extrema estupidez do eleitorado. Lula ainda tem muito poder. Nunca pode ser subestimado. O poderoso Gilmar Mendes avisou ontem que, mesmo que o TSE casse o registro da candidatura de Lula, um eventual recurso sobre e inelegibilidade dele deve ser analisado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal. O PT deseja conseguir uma liminar para Lula.

Advogados do PT querem que Lula tenha permissão para gravar depoimentos para a campanha de dentro do cárcere de mentirinha na PF. Também desejam que Lula possa participar do próximo debate-boca presidencial, programado para sexta-feira, na RedeTv!. O PT joga no limite da provocação. Dificilmente, a juíza responsável pela execução da pena de Lula, Carolina Lebbos, permitirá que tal farsa siga adiante. Os absurdos pedidos devem ser negados.  

O poderoso Lula tem mesmo prestígio na segunda turma do STF. Os votos de José Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes tratoraram a relatoria de Edson Fachin e tiraram do juiz Sérgio Moro alguns áudios da Odebrecht que continham acusações sérias contra Lula. A decisão pode valer de nada. Moro tem direito a pedir o compartilhamento de provas com a Justiça Federal no Distrito Federal, para onde o STF remeteu os depoimentos que podem servir de prova contra Lula.

Definitivamente, o Judiciário não tem colaborado para  a moralidade no processo eleitoral de 2018. Ontem, o juiz Rogerio Schietti Cruz, do Superior Tribunal de Justiça, concedeu uma liminar permitindo que o deputado federal João Rodrigues (PSD-SC), seja posto em liberdade e registre a candidatura. O parlamentar foi condenado por crimes contra a lei de licitações. Nosso surrealismo jurídico deixa ele cumprir pena de 5 anos e 3 meses em regime semiaberto, enquanto continua deputado...

Não bastasse a pisada na bola que mandou descumprir a Lei do Voto Impresso, o TSE também baixou uma resolução que obriga os institutos de pesquisa a manterem o nome de Lula nos questionários de pesquisa de intenção de voto nos 13 candidatos a Presidente da República. A decisão burocrática ajuda a confundir o eleitorado, já que autoriza a enquête sobre alguém que, pela Lei da Ficha Limpa, não tem direito de disputar um cargo eletivo.

Enfim, estamos em clima de “Zona eleitoreira” até que o destino de Lula seja totalmente definido pela tal “Justiça Eleitoral” – que parece mais uma jabuticaba tupiniquim...




Pedido de socorro aos leitores

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 15 de Agosto de 2018.

Rapidinha




“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Nesta república de faz de conta, é tudo meia boca.

Meia lua, meia tigela, meia três quartos, meia Lei, a assim vai.

Começa o frenesi eleitoreiro. Leitões e leitoas, meio velhos e meio à toas, dizem “nesse candidato aposto!” ou seja, me engana que eu gosto.

O superior urubusário eleitoral decidiu não cumprir a Lei do voto impresso. Tenho a impressão que já vi esse filme: “A Lei ora a Lei...”

“Porfas ou pornefas” estamos numa, de bico, sinuca. Só nos resta um leitão a pururuca.

O eleitor vota em quem conta mais lorota.

Confunde escolha com corrida de cavalos. Não quer desperdiçar seu voto e assim escolhe o que vai ganhar.

E a república seguirá acéfala; melhor dito, bucéfala.

Mas a maior piada (de mau gosto) é dizer que as instituiCães estão funcionando.

Nas palavras dos jovens: MELDEOSDOCEU!

Em breve começará o purgante do horário gratuito. Qual é o intuito?

Dilapidar o erário de um jeito fortuito?

Por fora bela viola; por dentro pão bolorento.

Linda cara de “Santo” esconde o maior espanto, falando quase esperanto.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Sepulcros Caiados



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Hélio Duque

A vida pública deve ser exercida com proficiência, competência e vocação na convicção de ser um servidor do seu povo. Abastardar esses princípios no exercício da função publica é trair o sentido maior da representação popular. Arrivistas despreparados no exercício da administração pública, em todos os níveis, vêm invadindo a vida política brasileira com audácia incomum. São sepulcros caiados.
O professor Jairo Nicolau, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é autor de um livro essencial para entender a representação do Brasil político contemporâneo. “Representantes de Quem? Os (des)caminhos do seu voto da urna à Câmara dos Deputados”. Retrata o desvirtuamento dos homens públicos, na sua maioria, investidos de mandatos e a desarrumação geral do sistema eleitoral brasileiro.
O cientista político da UERJ lamenta que os grupos qualificados fugiram da politica e isso fez mal ao País. Afirmando: ”Comparando o nível atual com o de décadas atrás, caímos em um abismo gigantesco. É que a política, de certa maneira, deixou de ser um atrativo para segmentos da classe intelectual. Quantos escritores, professores universitários temos hoje no Congresso? Um Florestan Fernandes, um FHC, formuladores, ideólogos no sentido próprio da palavra? E lideranças empresariais e artísticas? Quantos advogados constitucionalistas? Muito menos! Creio que por causa de tantos escândalos, da decepção com a politica em si, essas elites se afastaram do núcleo político. E isso faz muito mal ao País”.
A decadência da representação popular qualificada, diagnosticada pelo professor Jairo Nicolau, se expressa no cada vez maior numero de votos nulos, brancos e abstenção. Ampliando para um caminho perigoso, onde a rejeição à política remete a procura de aventureiros e lideranças falsificadas na proposição de soluções que subverte o sentido maior do Estado democrático. A multiplicação de legendas sem princípios e doutrinas, onde o interesse corporativo é filosofia de poder e fator determinante para o divórcio com a maioria dos eleitores conscientes.
O voto obrigatório hoje no mundo existe em poucos países. Em apenas 31 deles, destacadamente na América Latina com 13, inclusive o Brasil. O total de países no mundo, de acordo com a ONU, são 236. Desses (desenvolvidos e em vias de desenvolvimento), no expressivo número de 205, o voto é facultativo. Voto é direito da cidadania, não é obrigação. No Brasil, a legislação eleitoral é punitiva e impositiva na obrigatoriedade do ato de votar. Ajudando a alimentar narrativa falsificada da realidade, ignorando e iludindo a oposição publica. Os candidatos vendem soluções fáceis e vazias de conteúdo. Desprezam a construção de relações de confiança entre candidato e eleitor. O que leva ao comprometimento de uma sociedade civilizada e democrática.
Na revista Veja (28/03/2018), o articulista e analista J.R.Guzzo, destacava: “Não existe democracia quando os governos são escolhidos por um eleitorado que tem um dos piores níveis de educação do mundo. Em grande parte incapaz de entender direito o que lê, as operações simples de matemática, ou noções básicas do mundo em que vive. O que pode sair de bom disso aí? O cidadão precisa passar num exame para guiar uma motocicleta. Para eleger o presidente da República, não precisa de nada”. O resultado é quase sempre escolhas equivocadas com impacto no presente e no futuro do Brasil. Nisso brotam governos incompetentes, ineptos e, muitas vezes, trapaceiros que tem, em círculos repetitivos, levando a sociedade ao descredito nas ações e diretrizes do poder publico.
Estamos construindo um modo de vida no qual o princípio de que “todos são iguais perante a lei” é ficção. Na prática, o princípio vale para poucos que tem assegurados os seus privilégios, com a criação de leis e sinecuras no Estado, garantindo a tirania na maioria. Estruturam um sistema em que acumular fortunas e se perpetuar no poder é a meta. As necessidades dilacerantes da sociedade são remetidas para ação secundaria. Nos encontros eleitorais assumem papel oposto, sendo defensores da justiça social.
Quem desejar se aprofundar nessa realidade de brutalidade politica, econômica e social, deve ler o excelente livro do professor Jairo Nicolau. E nesse ano eleitoral de 2018 torna-se fundamental para melhor compreender o que é a vida politica brasileira.   
Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi Deputado Federal (1978-1991). É autor de vários livros sobre a economia brasileira.

À Direita, Volver


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Gaudêncio Torquato

O dado abre uma boa reflexão: a campanha eleitoral deste ano reúne o maior número de candidatos militares dos tempos de redemocratização: 90. O que também chama a atenção é a quantidade de convocados para compor chapas majoritárias aos governos estaduais. Em São Paulo, duas tenentes coronéis comporão como vices as chapas do governador Márcio França (PSB) e do presidente licenciado da Fiesp, Paulo Skaf (MDB).  No Paraná, a governadora Cida Borghetti (PP) terá como vice um coronel aposentado da PM. Qual o significado do afluxo de militares no pleito?
Tentemos formar algumas hipóteses. Primeiro, o ambiente de deterioração que acolhe a esfera política. Nos últimos tempos, a lama da corrupção tem escorrido sobre os vãos e desvãos da República, afogando protagonistas da política, da burocracia estatal e do mundo dos negócios privados. O mensalão e o petrolão (Lava Jato) compõem as duas grandes operações que, ao correr de meses, ganharam espaços midiáticos, plasmando a imagem destroçada de representantes, governantes, executivos e empresários. Pôr ordem na bagunça que virou o Brasil de ponta-cabeça, eis o apelo embutido no apoio aos militares. Que assumem  conotação de profissionais sérios, de vida pacata na caserna e corajosa no cotidiano nas ruas, combatendo máfias criminosas, ainda mais quando a violência se expande nas cidades e nas áreas rurais.
Portanto, o perfil do militar é entronizado na moldura cívica do país, nesse momento em que a sociedade se mostra indignada contra costumes da velha política. Puxá-los para a seara eleitoral seria um esforço dos políticos para conferir assepsia aos partidos – desacreditados – e oxigênio às chapas. Essa é a hipótese que explica a ascensão do protagonista militar que  impacta a paisagem eleitoral: Jair Bolsonaro, ex-capitão do Exército. 
Deputado alvejado de críticas ao longo de 30 anos de mandato, conhecido por frases fortes, algumas de caráter machista, homofóbico e xenófobo, Bolsonaro não frequentava o ranking dos representantes prestigiados ou respeitados da Câmara. Foi catapultado ao andar de cima do protagonismo eleitoral na esteira do clamor social por limpeza na política. De repente, o acervo discursivo do capitão, considerado folclórico e de baixo nível, passou a ganhar aplausos de todos os lados. Alguns conceitos a ele atribuídos: “Bandido bom é bandido morto”; “policial bom é aquele que dá tiros, que mata”.
O capitão, cuja vida militar foi marcada por episódios vexatórios – acusado de transgressão grave ao Regulamento Disciplinar do Exército (RDE) – ganha a posição de antídoto às coisas ruins da política e, ainda, de contundente guerreiro contra o PT, sua filosofia política e seus líderes, a partir de Lula. Assim adquiriu status de opositor principal ao lulo-petismo, energizando multidões de militantes que o recebem em aeroportos, sob o grito de “mito”.
E para arrematar a posição ultraconservadora, de modo a sinalizar um recorte militarista na chapa, o capitão escolhe um general aposentado, Hamilton Mourão, que abre a campanha bolsonariana de modo polêmico, atribuindo ao negro a “malandragem” e ao índio, a “indolência”, traços de nossa miscigenação cultural. O fato é que os dois militares aposentados do Exército, formando a chapa presidencial, e os coronéis da PM, compondo chapas majoritárias nos Estados, a par de uma centena de outros de origem militar nas chapas proporcionais, constituem um fenômeno de nossa contemporaneidade política.
O arco ideológico exibe fortes traços à esquerda, desenhados principalmente pelo PT e suas extensões. Abriga, também, espaçoso habitat do centro e de suas proximidades, mas o fato novo é o adensamento da extrema direita, até então, restrita e meio escondida. Agora, seus simpatizantes aplaudem o lema: “à direita, volver”. 
Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação Twitter@gaudtorquato

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Bolsonaro, Lula-fake e os indecisos



2ª Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Jair Bolsonaro (PSL) e o candidato-fake Luiz Inácio Lula da Silva (PT-PCdoB) lideram a primeira pesquisa espontânea feita após a definição dos 13 que disputarão a sucessão temerária de 2018. Lula lidera a rejeição múltipla (54%), pouco na frente do Bolsonaro (51%). O levantamento da RealTime Bigdata para a RecordTV, que entrevistou 3.200 pessoas entre 10 e 12 de agosto, indica que 47% ainda não sabem em quem votarão para Presidente. Branco ou voto nulo podem estar subestimados: apenas 12%.

Uma quase certeza da eleição é que Lula não vai concorrer. É aposta pule de 13 que Tribunal Superior Eleitoral não permitirá que um condenado por corrupção e lavagem de dinheiro possa disputar, novamente, o Palácio do Planalto. A grande dúvida é se o Presodentro Lula conseguirá transferir votos que as pesquisas lhe atribuem para a chapa real do PT/PcdoB, formada por Fernando Lula Haddad e Manuela D´Ávila. Só o clientelismo e a “Estadodependência” explicam que, na pesquisa estimulada, Lula ostente 29% contra 19% de Bolsonaro – “o inimigo declarado do sistema”.

Quando Haddad substitui seu padrinho Lula, o PT perde força. Bolsonaro vence com 21%. Marina Silva (Rede/PV) vem em segundo, com 11%. Depois, Alckmin (9%) e Ciro (8%) estão empatados tecnicamente. Quem ficou muito mal na fita nesta pesquisa foi o Presidente Michel Temer. Três em cada quatro entrevistados (75%) consideram que Temer faz um governo ruim ou péssimo. Apenas 18% classificam a gestão de regular. Ótimo ou bom? Só 5%... E o Negão da Chatuba desconfia que ouviram a Marcela Temer...

É muito cedo para ter certeza do impacto da pesquisa em um começo de campanha. O negócio só será para valer mesmo quando o fantasma do Presodentro Lula parar de assombrar a urna eletrônica sem direito à recontagem pela impressão do voto – lei que o Judiciário eleitoral mandou descumprir... Enquanto isso, vamos botar o Ciro Gomes para cantar com Raul Seixas...

Releia a primeira edição: Lava Jato tem mais arsenal contra Lula e Dilma



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III) Depósito no sistema PagSeguro, da UOL, utilizando-se diferentes formas (débito automático ou cartão de crédito).

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Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 14 de Agosto de 2018.

Lava Jato tem mais arsenal contra Lula e Dilma



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Enquanto a mídia se concentra na candidatura-fake de Lula (que será impedida pela simples aplicação da Lei da Ficha Limpa), a espinha dorsal do esquema de corrupção do PT sofre seu mais contundente ataque. Finalmente, a Lava Jato transformou em réu o poderoso Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobras). Agora, as broncas se aproximam, perigosamente, da Presidenta impichada Dilma Roussef – que também presidiu o Conselho de Administração da Petrobras na Era Lula.

Foi a primeira vez que Mantega virou réu na Lava Jato. O juiz Sérgio Moro aceitou que ele seja processado por ter liderado o esquema para aprovação das Medidas Provisórias 470 e 472 que beneficiaram o grupo Odebrecht. Mantega é acusado de solicitar e usar uma propina de R$ 50 milhões – grande parte repassada aos marketeiros João Santana, Mônica Moura e André Santana. O dinheiro foi usado na campanha presidencial de 2014 – reelegendo Dilma Rousseff e seu vice Michel Temer, com Lula operando por trás...

O juiz Moro rejeitou a denúncia contra Antônio Palocci - ex-ministro da Fazenda (e também ex-conselheiro de administração da Petrobrás). Moro avaliou que Palocci participou dos fatos corruptos, porém foi Mantega quem liderou tudo. A denúncia contra Mantega tem base em provas fornecidas pela Odebrecht e Braskem. O pagamento da propina foi registrado nas planilhas do famoso “Departamento de Operações Estruturadas” da Odebrecht. Em suma, Mantega foi detonado por Marcelo Odebrecht e pelo casal baiano de marketeiros.

Agora que Mantega virou réu, fica escancarado o caminho para que a Força Tarefa da Lava Jato também apure, com profundidade, todas as evidências de crimes societários cometidos pela quadrilha petista. A corrupção montada para beneficiar o partido seqüestrou a Petrobras, causando prejuízos para milhares de investidores minoritários e milhões de pagadores de impostos no Brasil.

Aprofundar investigações sobre Mantega pode derrubar a tese da “vitimização da Petrobrás” – freqüentemente evocada por alguns membros da Força Tarefa da Lava Jato. A Petrobrás não é vítima. Na verdade, é algoz dela mesma para atender interesses diversos do objetivo social da companhia de economia mista. O dolo é tão explicito que a Petrobrás pagou US$ 2.950.000.000,00 (dois bilhões novecentos e cinquenta milhões de dólares) na Class Action perante a Corte de Nova York como devedora solidária de seus diretores, gerentes, conselheiros, incluindo bancos e corretoras.

Um fato é escandaloso: decorridos quatro anos e meio, desde o dia 20/03/2014 – data da prisão de Paulo Roberto Costa, nenhum conselheiro ou diretor da Petrobras foi processado pela companhia, embora tenham faltado flagrantemente com seu dever diligência como administradores da companhia. O que justifica tamanha omissão da suposta “vítima”? Desde 23 de setembro do ano passado, a Petrobrás enfrenta contra ela uma Ação de Arbitragem na B3 (a Bolsa de Valores)...

Resumindo: É inevitável que uma apuração série dos crimes societários indique que a Petrobrás foi, no mínimo, conivente com os autores do “seqüestro” da empresa. Assim, muita bronca ainda pode sobrar para o chefão Lula, Dilma Rousseff, José Dirceu, Guido Mantega, Antônio Palocci e muitos outros dirigentes e conselheiros indicados pelo PT e seus comparsas.

Com o indiciamento de Mantega, parece que a Lava Jato está apenas começando... A bronca também pode sobrar para dirigentes de órgãos de fiscalização (como a Comissão de Valores Mobiliários – CVM) e as empresas gigantes de auditoria que não flagraram tantos crimes evidentes contra uma empresa que já foi “orgulho nacional”...


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