segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Que se leia para o Infame!


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Aileda de Mattos Oliveira

É na antiga e boa literatura brasileira que vamos encontrar a medida certa das coisas. Naquela época se estudava a cultura universal. Hoje, apenas, rouba-se, rapina-se, frauda-se, recebem-se propinas em departamentos de empresas, especialmente criados para satisfazer a morbidez do enriquecimento ilícito da malandragem política.

Há dois textos de superior envergadura que poderiam ser relembrados no julgamento e na cara do grande canalha e arruaceiro Lula, em Porto Alegre, como conclusão de um veredicto de alto teor moral, obra que não vemos na nossa pífia Justiça. Talvez, esse representante máximo da escória humana não entendesse por ser filho de “mãe que nasceu analfabeta”, conforme declaração bombástica do próprio no seu analfabetismo de herança.

O primeiro deles, de Gonçalves Dias, está inserido no I-Juca-Pirama e se transforma numa condenação do caráter que a estupidez petista jamais irá entender por não estar acostumada à disciplina mental nem comportamental, atada ontem, hoje e sempre, a estereótipos de cocheira.

O pajé tupi, acreditando que seu filho tivesse se tornado um traidor, logo, um petista da época, execra-o numa imprecação sem dó, sem possibilidade de atalhos e de escape. Pena que o sórdido exemplar da fauna selvagem só saiba soletrar e dizer palavrões. Que tal o pajé voltar e repetir a sua revolta no julgamento do ordinário no Rio Grande do Sul?!

O segundo, de Castro Alves, traz à cena a lenda do Judeu Errante, no poema Ahasverus e o Gênio, onde narra a vida de eterno condenado a não morrer, devido, segundo consta a história mítica, a uma blasfêmia dirigia a Jesus no momento em que, carregando a cruz, passava pela sua porta onde tinha ofício de sapateiro. Errar, vagar pelo mundo sempre, sem parar seria o seu destino!

Juntem-se os dois monumentos de condenação e que sejam lidos perante esse representante da súcia política, servidor cativo de Evo Morales, de Raul Castro e de Maduro, sabendo, de antemão, que nada entranhará no seu cérebro, comprometido de tanta borra de cana, ele mesmo, uma borra humana. Um esgoto!

As duas imprecações reunidas seriam insuficientes pela enorme dimensão da imundície moral representada por esse execrável representante do Mal.

Aileda de Mattos Oliveira, Professora Doutora em Língua Portuguesa, é membro da Academia Brasileira de Defesa.

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