sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Operação Caracu


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira                  

Dona Onça espera; não tem pressa. Se alguém mijar fora do penico, começará a operação epigrafada.

Ela entrará com a cara e a putada com o resto.

Da maré ao jaburu, todos levarão na rima.

Um homem brilhante, que não conheço e nem lembro o nome (mea culpa), publicou um artigo no portal da internet de um grande e decadente jornal, com o título seguinte:

"Teatro de operações ou operações de teatro?”

Não pude lê-lo por não ser assinante.

Achei brilhante. É prova cabal de que ainda existe vida inteligente no planeta.

Os jornais desaparecerão em breve. Com o advento da internet (redes sociais) e dos smartphones, todo cidadão pode filmar no instante, qualquer fato digno de nota. A gravação entra na rede em alguns segundos e viraliza.

Os manipuladores da opinião pública estão em pânico.

Tentarão de tudo, farão o “diabo”, para manter a população imbecilizada e, “ipso facto” , escravizada.

Depois de provarem o gosto de sangue, os filhotes de onça não voltam a mamar.

Quem puder fugirá para Timbuktu ou tomará (vocês sabem aonde!).

A classe polititica já perdeu, da salvação, o último bonde.

De Metro, talvez a estação terminal seja Carandiru.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

6 comentários:

Loumari disse...

LAGO DE FOGO E O LIVRO DA VIDA │ALERTA DA SALVAÇÃO

https://www.youtube.com/watch?v=hI-TWZj98co


PARÁBOLA DO RICO E LÁZARO

Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente.
Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia, cheio de chagas, à porta daquele;
E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.
E aconteceu que o mendigo morreu, foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu, também, o rico, e foi sepultado.
E no Hades (Seol; inferno) ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.
E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em vida, e Lázaro somente males; e, agora, este é consolado, e tu atormentado;
E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que, os que quisessem passar daqui para vós, não poderiam, nem tão-pouco os de lá passar para cá.
E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes a casa do meu pai,
Pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho; a fim de que não venham, também, para este lugar de tormento. (Há quem não conhece a existência da Bíblia?)
Disse lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas: ouçam-nos.
E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam.
Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão-pouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.
(LUCAS 16:19,31)

Loumari disse...

Para onde vai a sua alma após a morte (O inferno existe)

https://www.youtube.com/watch?v=ftJmctW1rdI&t=8s

Loumari disse...

UMA CARTA DO INFERNO │IMPACTANTE

https://www.youtube.com/watch?v=5koKTFXJwzg

Loumari disse...

Os 10 Sintomas de quem está perdendo a Salvação

https://www.youtube.com/watch?v=WCEsNWcJV4c

Anônimo disse...

Já que não pudestes ler na fonte, copio e colo aqui:

Teatro de operações ou operações de teatro?
Jorge Pontes*
19 Fevereiro 2018 | 16h27

Essa medida do Temer – intervenção na segurança do Rio de Janeiro – é, grosso modo, uma reedição do Plano Cruzado, na área de segurança pública (o Cruzado foi o plano econômico de José Sarney).

O Presidente Temer sabe que não vai dar certo, que não se sustenta, mas o objetivo é manter a popularidade em níveis aceitáveis até as eleições. Está jogando o jogo do Sarney (são da mesma escola).

Esse plano não é sustentável pois não estão sendo projetadas medidas para médio e longo prazo, de mudança de paradigmas e do arcabouço legal. Mas a população vive disso, de ter esperança.

Não culpo o Exército pois é uma instituição hierarquizada e cumpridora de missão. Tenho certeza de que os militares farão o melhor pois são extremamente profissionais.

Mas sem mudança na Lei, que autorize os policiais e soldados abaterem – sem risco de reprimendas para si próprios – os criminosos que portam fuzis, o plano não poderá prosperar. Sem ampliar as medidas para além da repressão cairemos no mesmo problema das UPP’s.

Temos também que enfrentar com mais coragem a discussão da descriminalização das drogas.

Outro objetivo do plano é o esvaziamento da popularidade do deputado Bolsonaro – que só sabe falar de segurança. Ao intervir no Rio com as Forças Armadas, Temer deixa Bolsonaro sem discurso – pelo menos até às eleições.

O pior de tudo é que temos um cenário anacrônico, em que o CRIME INSTITUCIONALIZADO – cometido pelo andar de cima da política brasileira – se mostra disposto a combater o CRIME ORGANIZADO das favelas e das ruas, em suma, os bandidos mequetrefes cuja ação inferniza a vida do cidadão e que recrudesceu exatamente por conta da omissão criminosa dos chefes da DELINQUÊNCIA INSTITUCIONALIZADA.

Os políticos aproveitam muito a existência desse crime de rua, que cria uma urgência em ser combatido, pois isso distrai a atenção da sociedade, desfocando do que há de mais importante: eles próprios, os criminosos políticos que são responsáveis por absolutamente TUDO que está aí.

Não tenho dúvidas de que a omissão foi sempre proposital. Eles deixam que se crie e que se fortaleça a figura do inimigo público número um (a bandidagem dos morros), para que a sua boiada de corrupção passe incólume por outro lado, despercebida pela sociedade – desatenta diante de tantas ameaças.

Para terminar, o pior: o Presidente da República não tem credibilidade nem envergadura moral para liderar qualquer plano dessa natureza. Em ano eleitoral essa intervenção pode ser um engodo, uma forma de se salvar nas urnas em outubro. Vamos torcer para que produza resultado e que não seja mais um voo de galinha promovido por esses políticos enganadores.

*Jorge Pontes é Delegado de Polícia Federal e foi Diretor da Interpol no Brasil

Anônimo disse...

O Lula, um ser humano diferente?! A diferença dele para os outros, ladrões corruptos, é só um dedinho a menos.