sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Quando será a Intervenção no Estado-Ladrão?


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Quando teremos uma Intervenção no Estado-Ladrão Capimunista, Rentista,  e “impostor” do Brasil? A novidade do momento é uma intervenção, comandada por um General de Exército da ativa para a missão quase impossível de recuperar a falida, prostituída, corrupta e ineficiente área da Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro.

Justamente por isso vale perguntar novamente, de outra forma: Quando daremos um basta ao fascismo administrativo e ao terrorismo tributário praticados pela máquina estatal tupiniquim – que agora tem poderes para confiscar bens de empresários devedores?

A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional – que não é um órgão do Judiciário e nem do Ministério Público Federal – ganhou poderes para detonar os empresários que tenham dívidas com a União. A PGFN agora pode promover várias manobras: protesto da certidão de dívida ativa, inserção do nome em órgãos restritivos de proteção ao crédito, aplicação de multas à empresa e aos seus diretores em determinadas hipóteses, inviabilização da continuidade de contratos de concessões ou permissões com a Administração Pública, vedação à liberação de créditos e cassação de incentivos fiscais. Pior que tudo isso só a tal “penhora administrativa de bens de devedores”.

Em artigo neste Alerta Total, o advogado Rubens Ribeiro denuncia que a PGFN comete ilegalidades e inconstitucionalidades. O órgão subverte todo o direito processual tributário para avançar sobre o patrimônio de contribuinte sem o devido processo legal e um juiz imparcial. Rubens Ribeiro detona: “Trata-se de uma forma de constranger os contribuintes ao pagamento dos tributos, em confronto ao entendimento pacificado do Supremo Tribunal Federal que veda quaisquer tipos de coações para quitação de tributos”.

É fácil prever que será mais uma bronca a ser judicializada, superlotando, ainda mais, o já sobrecarregado Judiciário. O industrial brasileiro é uma figura em extinção. O empreendedor é sério candidato a acabar em um hospício. O empresário torna-se um refém permanente do Estado-Ladrão e o aparato de quase uma centena de impostos, taxas, “contribuições”, instruções normativas e outras jogadas nazistas e terroristas do aparelho fiscal-repressivo estatal. Tamanha covardia precisa ter fim.

É por isso que uma esmagadora maioria da população brasileira é a favor da “Intervenção” (que uns acham ser militar e outros entendem pelo termo correto, democrático, que é a Intervenção direta e legítima do povo nas Instituições, para promover o aprimoramento delas). Os produtores precisam ser os grandes líderes e promotores da Intervenção Institucional, que proporá uma Nova Constituição enxuta, liberal, democrática e o máximo autoaplicável.

A Intervenção Institucional é um caminho inevitável e sem volta. A Intervenção Federal setorial na Segurança Pública do Rio de Janeiro é apenas um ensaio simbólico para profundas mudanças estruturais que estão prestes a acontecer no Brasil, com a contribuição legal, legítima e democrática das Forças Armadas “amadas ou não” – como naquela velha música do Geraldo Vandré que a sinistra-esquerdalha tupiniquim, de tão desmoralizada, não tem mais condição moral de entoar.

Tentando se reinventar enquanto entra em fase de decadência, o Crime Institucionalizado sofre duríssimo combate das lava jatos da vida no campo judiciário e das Forças Armadas no campo policial-militar. O mais importante combate começa a ser travado pelos segmentos esclarecidos do povo brasiliano – que precisa, urgentemente, retomar o verdadeiro Patriotismo (a atitude consciente do amor à Pátria).

Não basta combater os bandidos. A única saída segura é aumentar a pressão, exigindo mudanças na estrutura injusta da máquina estatal brasileira e seus poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e o Militar – este último o sustentáculo de todos os outros. A eleição deste ano – novamente no processo eletrônico de resultado inconfiável e a hegemonia e grana do Crime Institucionalizado a pleno vapor - é mais uma jogada ilusória. Antes de uma faxina ampla, geral e irrestrita, acreditar em eleição como solução é ingenuidade ou netodaputice...

Quem não estiver preparado para a hora da verdade ou o momento do juízo final de uma Intervenção Institucional é melhor tomar um porre, um calmante ou um quilo de remédio para pigalgia...

Releia o artigo: O inaceitável e imperdoável Golpe contra a Anistia 









Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 23 de Fevereiro de 2018.

3 comentários:

Anônimo disse...

O Lula loteou toda a administração pública e, para os banqueiros entregou o Tesouro Nacional, o Banco Central e a Receita Federal. Assim, os bancos definem as taxas de juros, emitem os títulos e emprestam para eles mesmo, mas quem paga a conta são os brasileiros. Comprar políticos venais para publicar normas é coisa de criança. Assim, os banqueiros transformaram os brasileiros nos maiores devedores do mundo e embolsam metade da arrecadação nacional todo santo mês. É uma verdadeira montanha de dinheiro. Foi assim que os banqueiros eliminaram os riscos dos empréstimos. O problema é dos que elegem políticos venais. Não foi o Lula quem criou a Super Receita?

Loumari disse...

Em 28 de Novembro de 2014 eu fiz um comentário no blog Alerta Total e isso foi o que eu comentei sobre Brasil e sobre brasileiros:

Hoje o Brasil lhe é servido o pão que ele mesmo foi amassando em três décadas. Como bem diz o escritor e poeta moçambicano Mia Couto: "Isto um dia tinha que acontecer."
Fazem já três décadas que os brasileiros se viraram para o Diabo, não cessaram de multiplicar actos macabros e diabólicos.
Povo geralmente corrupto e corrompido. Quem é o brasileiro que não comete fraude, que não falsifica termos legais para ganhar algo ao seu benefício? Multiplica astúcias para enganar aos outros e mesmo a violar leis, e, este jubila e se diz: eu sou muito esperto pah. Mafiei bem todos eles e ganhei! eu sou mesmo bom pah. Alguns aqui estão a se reconhecer. E é este malparido que vai se ocultar no Anónimo a proferir injúrias aos militares, e por cima exige intervenção militar já como se os militares fossem seu cachorro. Roubam equipamentos nos escritórios onde trabalham, fazem falsas declarações para justificar a falta no serviço, com isto é pago e a empresa é prejudicada por não produtividade... E acham que todas estas transgressões não teriam consequências um dia?
O brasileiro se queixa de o quê afinal de contas? Ele é mentiroso, ele é grande ladrão, ele é assassino, ele é grande traficante e o maior prostituta do mundo. Aviões cheios de mulheres brasileiras partem do Aeroporto de Guarulhos -São Paulo, que vão para Angola para ir se dar a prostituição e praticam sexo sem protecção, porque os pretos angolanos não gostam de usar preservativos. Para fazer tudo isso o brasileiro não esperou pelo cubano. Ou sim? O cubano só aterrou numa terra fértil, onde o povo é totalmente desordenado, bruto, débil, maricas, preguiçoso...
Três décadas que este país fez das telenovelas a única fonte de educação para o seu povo. Como pode ser possível alterar o rumo caótico que corre este país sem gentes instruídas e diplomados?
O Brasil está podre até na mais minúscula célula que o compõe.

Anônimo disse...

O problema não são os bancos. Os bancos são apenas sócios para manter a capacidade do governo de pegar emprestado para pagar salários e pensões de funcionários públicos.
Não há saída.