segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Urge a tomada do Palácio da Mãe Joana


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Era uma vez uma terra onde se plantando tudo nascia.

Era habitada por seres simples, mas felizes.

Aparentemente, Deus cuidara para que nada lhes faltasse.

Os rios lhes davam os peixes, a matas, os animais, a terra, os frutos   e vegetais.

Fontes proviam água cristalina.  

Com o tempo, e a chegada do homem civilizado, tudo foi mudando; passados pouco mais de quinhentos anos, descendentes daquele mesmo povo, graças ao progresso, em alguns lugares pode se julgar mais feliz do que era primitivamente.

No entanto, em uma parte dessa terra, o povo foi propositalmente mantido na ignorância e seguiu sendo enganado por contas e espelhinhos, como foram seus ancestrais.

Obviamente as contas e espelhinhos hoje mudaram de nome, a primeira se chama bolsa família, a segunda, aparelho de televisão.

Com esses dois elementos, um grupo de personagens corruptos que faz parte da nobreza do palácio do planalto, e outros palácios no centro do reino, mantém todo um povo escravizado. Povo que nos últimos treze anos (número que toda pessoa previdente sabe que não é grande coisa em se tratando de sorte, menos Zagallo, que é um personagem que não tem nenhuma importância nessa história) vem sendo assaltado de forma ostensiva por bandidos armados com munição física de forma presencial, e com uso de violência e remotamente pelos detentores do poder, seja ele econômico ou político. No primeiro caso, suas armas são óbvias, no segundo são disfarçadas em leis, impostos e outras invenções que escapam a percepção   do povo humilde do reino entretido com sua tevê e comendo as migalhas da bolsa família, temperadas com sua dignidade.

Contra esse verdadeiro “arrastão” que se perpetra contra o povo do reino que foi legalmente desarmado pela organização criminosa, só resta uma arma, a maior de todas: As Forças Armadas, cujos membros escaparam da mediocridade geral, porque souberam cuidar com propriedade da educação de seus homens  e nunca os deixaram a mercê do estado.
Aos poucos, o caos reinante em vários estados do reino, que nesse momento do tempo já se transformara em nação, obrigou aos governantes   dos mesmos, a socorrer-se clamando por ajuda das Forças Armadas.
A começar   por um   dos estados mais lindos e icônicos da nação. 
Era preciso deter o crime organizado encastelado nas favelas, prendendo desde chefes do tráfego a meros “aviõezinhos”.

Outros estados já estão pedindo o socorro de nossa arma, a arma do   cidadão de bem, e que, se Deus quiser, em breve, nos estará livrando do mal que se estabeleceu com firmes raízes nas mais nobres instituições   dessa nação, que embora tenham tentado, nunca conseguiram cooptar a dignidade   da arma do povo. É chegada a hora da ação.

As Forças Armadas precisam tomar o Palácio da mãe Joana (nome que reconheço cairia melhor quando ainda era habitado pela ex governante).
Aí então, sem privilegiados ganhando auxílio moradia e outras benesses que superam cada uma em valor até quatro ou cinco vezes a aposentadoria, provavelmente de mais oitenta por cento da população. Com pleno emprego, menos impostos e burocracia, sem corrupção, esse povo possa então viver feliz para sempre.


H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

Nenhum comentário: