segunda-feira, 12 de março de 2018

E o vento levou...



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Sim levou, talvez nem se deva classifica-lo como vento, mais apropriado seria uma leve, continua e insidiosa brisa Gramsciana, pelos últimos trinta anos. 

Nosso amor próprio, nossa dignidade, nossos direitos e por fim nossa moral,  com a ideologia de gênero.

O que era um só povo, o brasileiro, separou em elite e proletariado, brancos e negros, esquerda e direita.

Essa brisa aos poucos nos levou à beira do abismo em que hoje nos encontramos. Ao longo do caminho, fomos aceitando (pelo menos os mais incautos) o estabelecimento de uma “nomenklatura” nos melhores moldes do velho comunismo russo, cubano e a última estrela   da miserável constelação, a venezuelana.

“Nomenklatura”  essa que habita um vasto Olimpo tentacular que se esparrama por todo território nacional.
As facilidades das quais usufruem esses pequenos deuses, são fruto   de nossas dificuldades.

São na verdade reles criminosos, que de acordo com o escritor norte americano Murray Teigh Bloom em seu livro “O Homen Que Roubou PortugaL”, gentilmente emprestado por meu amigo Mantiqueira, referindo-se   ao ladrão: - A despeito de sua evidente desqualificação Alvis Reis foi bem-sucedido. Triunfou porque tinha a imaginação fértil dos ignorantes, a segurança dos desinformados e a sorte absurda dos principiantes.

Poderia bem descrever o chefe supremo da ORCRIM que domina o Brasil, composta por gente ignorante e gananciosa, que sacrifica mais de cem mil brasileiros por ano.

Condená-los à pena capital seria um castigo brando para a maioria deles, mas para isso acontecer, precisaríamos de uma intervenção militar apoiada pelos que não foram arrastados   pela brisa e fincaram raízes nas tradições. Somente assim, faríamos uma desratização eficiente no país.

O leitor pode se perguntar, e com razão: -E qual será a reação da ONU, da OEA, etc? Como seremos vistos pelo resto do mundo se os Forças Armadas fizerem o serviço que os verdadeiros patriotas esperam delas?

Não sei você, mas eu, como Clark Gable no final de “E o vento Levou” disse para Scarlet  O´Hara, que o desprezara   durante todo enredo e agora se mostrava arrependida e tentava dar uma explicação para seu comportamento imperial, antes de perder todas suas posses na guerra civil, tentando   reconquistá-lo, com desculpas e planos para um futuro juntos:

- “Frankly  my  dear  I  don,t give  a Damm”

Em bom português: - Francamente querida, estou cagando para suas explicações.

Francamente queridas ONU, OEA  e quantas  mais organizações quiserem opinar sobre a faxina em nosso pais, estarei cagando para vossas opiniões.

No atual cenário, com as urnas eletrônicas venezuelanas, eleições é golpe.
Mourão é a solução.

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

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