sábado, 17 de março de 2018

Nó em Fumaça



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira                  

Nunca merdandantes na história deste país viu-se tamanho rigor seletivo em relação a envolvidos em ilícitos.

Silêncio sepulcral em relação aos “protegés” e sanha bestial contra outros.

O “pequeno” problema é que a população acordou.

Aos donos das redes sociais não lhes basta apenas o dinheiro; querem o poder. Bajulados, seduzidos ou ameaçados pelos desgovernos do crime, começam a censurar as postagens de seus usuários.

Pretextos não faltam. Coibir as “fake news”, a pedofilia, o discurso de ódio, etc.

Tarde demais.

Um canal poderosíssimo iniciará a conexão de artigos da Wikipedia a vídeos que considera “Teorias da conspiração”.

Do mesmo modo que desapareceu o Orkut, as redes sociais identificadas como sendo subservientes a interesses da Nova Ordem Mundial, entrarão em declínio.
Já dissemos que o leãozinho que prova o gosto de sangue não volta a mamar na leoa.

Algum dia um general que honra seu juramento em defesa da Pátria, mandará as favas os “direitos humanos” , a ONU, a OAB, a “opinião pública de fancaria” e fará um rapa na classe política, na mídia amestrada e no cudeveludismo reinante.

Haja culhões! Salvo, o Brasil estará sempre em nossas orações.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Esse Pajé correu o risco de causar uma explosão fumando esse charuto perto dele.

Anônimo disse...

Capitão Durval Ferreira ensina que o povo caminha no trilho da justiça (que nem sempre coincide com o da legalidade vigente), mas os militares têm que andar estritamente no trilho da legalidade para não usarem indevidamente seu poder. Se o povo quiser delegar aos militares seu poder soberano para que eles intervenham na situação que aí está, deve mostrá-lo de maneira inequívoca ao Brasil e ao mundo, clamando durante muitos dias NA PORTA DOS QUARTEIS. O capitão também afirma que são desinformantes (geralmente ligados a partidos políticos, ou figuras caricatas) os que anunciam "risco de explosão", como se tivessem canal privilegiado com os militares.