segunda-feira, 19 de março de 2018

O Bem Armado



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira                  

Armados de paciência e esperança, seguimos os capítulos dessa novela, mais pra tragédia que pra comédia.

O canetador temerário “ameaça” com reeleiCão.

O bolo fofo que desmaia, se confunde com alfaia. Pretensão e água benta cada um serve-se de quanto quer, com ou sem auxílio do padrasto da mulher.

Já os urubus da capa preta, que só pensam em mutreta, estão na última embira por provocar do povo a ira.

Por inação ou por tardança, a felina fará uma mudança, na visão da porcada temerosa. Burra ou teimosa, quer se safar quando a hora H chegar.

Nós, pobres escribas, sem assunto e sem motivo, aguardamos novo presunto pra esse povo emotivo.

Belle époque da ópera, La fille du régiment, a heroína Mari conquistou o coração de um soldado.

Pisando em ovos, pensa a felina em salvar nossos povos ?

Ou tocará clarins e bumbo, prenúncio de muito chumbo ?

Um exército pode tudo, menos perder a guerra. Seja ela de primeira ou de quinta geração.

As pessoas de bem não aguentam mais apologia do mal, da novela ao telejornal.

O endeusamento do traficante, do aborto e da aberração terá que chegar ao fim; ou será o fim da nação.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Loumari disse...

France: Nicolas Sarkozy sob custódia da polícia judicial no quadro da investigação sobre o financiamento de sua campanha patrocinada pela Líbia.

Nicolas Sarkozy está actualmente nas instalações da polícia judicial em Nanterre a prestar depoimento.

De acordo com uma fonte judicial que abriu-se ao jornal Le Monde, o ex-chefe de Estado foi detido na manhã de terça-feira (20-03-2018) para ser ouvido sobre o alegado financiamento da Líbia em sua campanha em 2007.

Esta é a primeira vez que Nicolas Sarkozy é ouvido no contexto desta investigação que começou em 2013. A custódia do ex-presidente da República pode durar até 48 horas.

O caso começou em 2012

O caso começou após a publicação, em 2012, de um documento do Mediapart evocando o financiamento da campanha bem sucedida de Nicolas Sarkozy 2007 pelo coronel Khadafi.

Desde então, vários testemunhos confirmaram esta tese. Le Monde lembra que Ziad Takieddine foi o primeiro a delatar publicamente o caso. O empresário disse que trouxe de volta da Líbia cerca de cinco milhões de euros em dinheiro que, alegadamente, entregou a Claude Guéant e Nicolas Sarkozy entre 2006 e 2007, quando era ministro do Interior. Uma versão dos factos também fornecida por Abdallah Senoussi, o ex-director de inteligência militar do regime líbio perante o Procurador-Geral do Conselho Nacional de Transição da Líbia.

Nicolas Sarkozy refuta os factos

Os investigadores também avançaram na pista Alexandre Djouhri, suspeito de ser o intermediário entre Nicolas Sarkozy e Bechir Saleh, o responsável das finanças do Coronel Gaddafi. Djouhri está actualmente preso em Londres enquanto aguarda seu possível translado à França.

A investigação centra-se em casos de suborno activo e passivo, tráfico de influência, falsificação e uso de falsificações, abuso de activos corporativos e lavagem de dinheiro, cumplicidade e ocultação dessas infracções.

Nicolas Sarkozy sempre refutou firmemente qualquer financiamento da Líbia em sua campanha.

https://fr.yahoo.com/m6info/nicolas-sarkozy-place-en-garde-vue-dans-le-cadre-de-lenquete-sur-le-financement-libyen-de-sa-campagne-073328805.html

Loumari disse...

COMPLEMENTO DE INFORMAÇÃO:

Ziad Takieddine é um empresário franco-libanês, que se dedicava como intermediário em contratos internacionais, especialmente para o sector de armamento.

Seu nome tem sido frequentemente envolvido em assuntos políticos e financeiros. No verão de 2011, ele esteve no centro das revelações da revista on-line Mediapart conectando-o a vários arquivos envolvendo vários funcionários ministeriais franceses.

Ele foi, em 1994, com seu compatriota Abdulrahman El-Assir, mandatado no último momento pela França para realizar as negociações para duas importantes vendas de armas: a Operação Sawari II com a Arábia Saudita na entrega de fragatas e o contrato Agosta para a venda de submarinos no Paquistão para 5,4 bilhões de francos.

Seu relacionamento com Claude Guéant começou em 2003 com relação à venda proposta de um sistema de vigilância de fronteiras na Arábia Saudita. O chamado contrato "Miksa" apoiado pelo ministro do Interior Nicolas Sarkozy (enquanto este era assunto que devia ser tratado unicamente pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros) previsto no contrato uma comissão de 350 milhões de euros para o intermediário libanês, que o dinheiro foi bloqueado in extremis, no início de 2004, pelo presidente Jacques Chirac, temendo então um possível financiamento político escondido de seu rival.

Ele é o principal intrometediço, em conexão com Claude Gueant, negociando contratos relacionados à comitiva de Nicolas Sarkozy com o regime líbio de 2005 a 2007 e depois ao regime sírio.

A sua proximidade com líderes políticos e alguns dos seus apoiantes no mundo dos meios de comunicação e das empresas foi ilustrada quando Thierry Gaubert e Jean-François Cope, então Ministro Delegado de Nicolas Sarkozy, Ministro do Interior, organizaram a hospitalização e a repatriação de emergência de Ziad Takieddine, vítima de um acidente no arquipélago de Grenadines em abril de 2004, durante as negociações do contrato "Miksa", que teria sido uma tentativa de assassinato em que a responsabilidade de Alexandre Djouhri, amigo íntimo de Dominique de Villepin, foi mencionado. Evacuado urgentemente para Barbados, de lá ele fez um síntese resumido dos eventos: "a pedido de Jean-François Cope, um médico francês [...] chegou após essa cirurgia que me salvou"

Ele é o tio de Amal Alamuddin, esposa de George Clooney

Fonte: Wikepédia


Confessa Ziad Takieddine num vídeo:

«Entreguei três malas de dinheiro da Líbia a Gueant e Sarkozy»

Ziad Takieddine, o homem que apresentou Nicolas Sarkozy a Muammar Gaddafi, admite ter levado ao Ministério do Interior no final de 2006 e no início de 2007, várias malas de dinheiro preparadas pelo regime líbio, no total de 5 milhões de euros. "Descobri coisas que já não merecem ser escondidas", diz ele, anunciando sua intenção de "contar os factos tais como ocorreram à justiça".
Testemunho gravado em 12 de Novembro de 2016, em Paris.
Entrevista de Nicolas Vescovacci.
Mediapart (Fabrice Arfi e Karl Laske), produção Premières Lignes.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=WmvSyRGVTew