segunda-feira, 19 de março de 2018

Um defunto para chamar só de seu


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=nhY8frQjGqw

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Faz tempo.

Pelo menos, desde a época em que começou a surgir a ideia   do impeachment da anta do planalto, que o PT e seus partidos de apoio sonham possuir um defunto que possam chamar só seu.

Um do qual pudessem usar sem pejo em qualquer ocasião, para justificar suas posições, cada dia mais insustentáveis.

Pois nessa quarta-feira passada alcançaram seu sonho.

Uma vereadora de um dos partidos acima citados da “cidade maravilhosa”, socióloga formada, negra foi cruelmente assassinada, ainda não se sabe por quem. Era um pacote como jamais   sonharam. A militância convocada encarregou-se de propagar a notícia em um primeiro momento.       

Em um segundo momento, milhares de pessoas saíram às ruas   em todo Brasil, açodadas pelo barulho da grande mídia gritando o nome da vereadora e repetindo: -  Presente, como um grito de guerra.

Oitenta por cento ou mais do tempo do Jornal Nacional na Globo, dedicou-se a tecer loas à vitima.

A imprensa internacional de esquerda, aproveitou para deitar e rolar sobre o fato, acontecido ocasionalmente bem no momento em que a cidade está sob intervenção das FFAA e a esquerda tenta propagar a ideia de que, uma intervenção, cívico militar no país, seria uma volta à ditadura.

Na ONU, sanções contra o Brasil chegaram a ser propostas.

Sugiro ao leitor que para saber mais, sobre a mais nova integrante do Olimpo dos mártires da esquerda brasileira, acesse no Youtube www.youtube.com/watch?v=nhY8frQjGqw  e assista um discurso onde ela expõe sua posição a respeito da truculência da polícia, do feminismo e dos homosexuais.

No entanto, o que me causa “certa espécie”, é saber que no mesmo dia na mesma cidade, um empresário foi assassinado durante um assalto diante de seu filho de cinco anos, uma jovem médica foi morta em um tiroteio na linha amarela, tudo sem provocar nenhum movimento de repúdio da sociedade carioca, brasileira ou internacional pelo fato.

Em comum, as duas últimas vitimas tinham o fato de não ser “ninguém”, não eram políticos, não apareciam na mídia, eram apenas trabalhadores anônimos, tratando de cuidar de suas vidas, eram brancos de classe média, do tipo que a Marilena Chauí abomina. Portanto dispensáveis, como todo o resto das pessoas respeitadoras da lei e da ordem.

Vamos então continuar alienados, ou vamos exigir a Intervenção das FFAA em todo território nacional, para acabar de vez com essa palhaçada a que estamos sendo submetidos há mais de trinta anos pela classe política?

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

3 comentários:

Anônimo disse...

Mulheres, negras, pobres e brutalmente assassinas no Rio. Se você nunca ouviu falar delas, é porque não eram militantes de esquerda. Eram policiais!

Anônimo disse...

Para H. James Kutscka:
Preta, favelada e gay, ou seja, o topo da cadeia "alimentar"... oops! o topo da evolução social e biológica da Humanidade, segundo o Politicamente Correto, que é o locus da esquerdalha... E são manifestações que levam ao palanque Freixos, Caetanos e Chicos, líderes gagás de uma manada cada dia mais acéfala. Pobre Brasil!

Chauke Stephan Filho disse...

Sta. Marielle, rogai por nós !