segunda-feira, 2 de abril de 2018

Aos amigos, as benesses da democracia; aos inimigos, o rigor da ditadura do proletariado


O que é o Mecanismo? - Fonte: https://youtu.be/n425S9Sg7Rs

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

No auge da ignorância das massas deste país, anestesiada por “bolsas família”, “Minha casa minha vida” e outras esmolas e promessas falaciosas, grande parte da sociedade brasileira assistiu extasiada e em delírio quase messiânico uma obra de marketing cinematográfico fuleiro. Como nos dias atuais, assiste ao filme do neo Salomão Edir Macedo.

Tratava-se do filme que, valendo-me de uma licença poética, vou chamar de: “Muar de São Bernardo o filho do Brasil “(melhor seria o FDP).
Copiando o estilo de meu queridíssimo amigo Mantiqueira (assíduo colaborador deste site), me permito as seguintes linhas. 

Nesse momento, Mantiqueira.

O Brasil começava a descer a ladeira.

O muar era ainda santificado.

Enquanto o Brasil por sua gangue espoliado.

Voltando às vacas frias, (termo aqui bem apropriado)

Ouvi essa semana um comentário de duas jornalistas da CBN sobre a série   da Netflix “O Mecanismo”. Resumia-se a: -  Não vi, não gostei e tenho raiva de quem viu.

Na sequência, li em algum lugar uma reclamação  da “ex-anta do planalto”, atual “anta dos pampas” pedindo para tirar a série do ar.
Se antes eu não tinha absolutamente nenhum interesse em assistir a tal série, diante de tantos elogios feitos por pessoas de tão considerado critério, para minha alegria resolvi fazê-lo, e deixo aqui meu testemunho.

Vale a pena ver Padilha mostra ao mundo em uma autópsia, os intestinos podres da política de nosso país. Embora de dar nojo, a obra é esteticamente perfeita. Os personagens, embora com nomes fictícios são facilmente reconhecíveis e suas falas são fiéis aos acontecimentos reais, como a “anta” em um de seus momentos mais delirantes falando em estocar vento, é a arte mostrando suas vidas execráveis à cores.

Padilha e a Netflix estão de parabéns por desnudarem a democracia de esquerda excludente em que vivemos, para o mundo.

O rei e a rainha estão nus. Se faltava alguém gritar? Gritou!

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

Um comentário:

Anônimo disse...

Talvez por diferença de geração, a sensibilidade das últimas não passou impunemente pela era "hard rock", o que transparece uma expressão musical grosseira de seu versejar, independente de ter pretendido gracejar.