domingo, 15 de abril de 2018

Guerra sem Declaração

“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

No mundo moderno tudo é diferente.

Três países ditos “civilizados” promoveram um ataque conjunto a um outro, sem aviso prévio.

Isto ocorreu em termos de guerra convencional. Imagine o que há na guerra de Quinta Geração.

Até hoje não foi explicada a explosão da base de Alcântara. Morreu a elite de nossos cientistas espaciais.

Na guerra econômica os efeitos são ainda mais terríveis.

Fortunas viram pó de uma hora para outra.

A quase totalidade dos economistas não sabe a diferença entre dinheiro e moeda. Nem a diferença entre valor de uso e valor de estima.

O quê podemos dizer dos pobres mortais que poupam, sem saber o risco de que suas “privações” podem desaparecer como por encanto?.

Enquanto o governo dos Estados Unidos da América não retomar a exclusividade da emissão de papel-moeda (hoje em mãos privadas . O Federal Reserve é de propriedade de bancos e não do Tesouro americano)estamos todos brincando com “monnaie de théâtre”.

Todo poderio bélico tem servido apenas de “fogos de artifício” no intrincado jogo de poder.

Os civis que se lixem. Armas químicas, convencionais ou financeiras matam do mesmo jeito.

Certa vez o Papa teria perguntado: Não há um governo sério ? Resposta: Santidade, o que mais disso se aproxima é um governo sírio.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Anônimo disse...

"O quê podemos dizer dos pobres mortais que poupam, sem saber o risco de que suas “privações” podem desaparecer como por encanto?" O que então nós pobres mortais podemos e devemos fazer com o dinheiro que nos sobra? Qual seria a melhor aplicação ou outra coisa sensata a fazer?

Anônimo disse...

"Qual seria a melhor aplicação ou outra coisa sensata a fazer?" Dar ou aplicar o que sobra aos mais necessitados ("Assim terás um tesouro no Céu", disse Jesus). Parece que muitos ainda não perceberam que o globalismo, com o movimento ecológico do "menos é mais", está movendo as peças do tabuleiro global para que a quase totalidade da população esteja na classe média, isto é, tenha suas necessidades atendidas desde que esteja subordinada ao controle econômico global, com o fim do dinheiro físico. Isso não criará problemas a não ser para os de vivência convicta de cristãos, pois a absoluta maioria já pensa e age pelo relativismo maçônico (ou será isolado como fanático ou em alguma categoria dos fóbicos à disposição do politicamente correto e da nova religião ecológica). Os ricos, como sempre, serão cooptados.

Anônimo disse...

"Qual seria a melhor aplicação ou outra coisa sensata a fazer?" Dar ou aplicar o que sobra aos mais necessitados ("Assim terás um tesouro no Céu", disse Jesus). Parece que muitos ainda não perceberam que o globalismo, com o movimento ecológico do "menos é mais", está movendo as peças do tabuleiro global para que a quase totalidade da população esteja na classe média, isto é, tenha suas necessidades atendidas desde que esteja subordinada ao controle econômico global, com o fim do dinheiro físico. Isso não criará problemas a não ser para os de vivência convicta de cristãos, pois a absoluta maioria já pensa e age pelo relativismo maçônico (ou será isolado como fanático ou em alguma categoria dos fóbicos à disposição do politicamente correto e da nova religião ecológica). Os ricos, como sempre, serão cooptados.