sexta-feira, 18 de maio de 2018

O Brasileiro e a Ditadura


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ercio Braga

A mídia brasileira e acredito, também a mídia de todo mundo, quando se agarra a um assunto ou a um personagem o faz de forma avassaladora até que seus leitores não queiram mais ouvir deles. Hoje, é a corrupção, a lava jato e o ex. presidento (falando em Dilmês) Lula.
Agora surgiu o assassinato da vereadora Marielle e seu motorista (esquecido propositalmente pelos esquerdistas da mídia). Não sei quanto tempo vai durar mas, tenho certeza, que enquanto não surgir um novo assunto ou personagem este assassinato continuará na pauta da mídia brasileira.
A palavra ditatura está sempre guardada numa prateleira pelos jornalistas esquerdopatas para uso quando não existir algum assunto de seu interesse. Não me refiro ao significado constante nos dicionários mas, sua importância para a sociedade e também para a família. Quando um homem e uma mulher resolvem se casar (velhos tempos) ou juntar-se (politicamente correto) a ditadura é essencial e indispensável para a formação de uma família (pai, mãe e filhos). Sem a ditadura a Sociedade entra em extinção. Quando o homem do casal é um militar temos caracterizado uma ditadura militar, tão fortemente comentada pela esquerda democrática ?? ou pelos filósofos de botequim.
Convém ressaltar que tais conceitos não são de minha criação mas de Deus. Quem discordar que pegue um avião e voando bem alto procure-o e discuta com ele. Outra opção é viajar para Brasília e ir a ao gabinete de qualquer Ministro do Supremo Tribunal Federal, pois tais autoridades conversam diariamente com Deus baseados em uma procuração dada pelo universo.
Sobre o assunto ex. presidento Lula julgo que a Polícia Federal do Paraná executa uma tortura em nosso papai Noel dos ricos, ao não colocar um espelho em sua suíte (chamar aquilo de cela é uma afronta para a Sociedade Brasileira). Tal espelho deveria ter no mínimo dois por oito metros para permitir ao nosso ex. que se admire diariamente, já que o refrão de homem mais honesto do país está esgotado. Com esse espelho o ex. presidento poderá intitular-se como a materialização do rei da Bavária (Filipe o belo) transformando-se no Lulabelo. Então o PT passará a gritar em todas as ruas que nunca nesse país existiu alguém mais belo, conquistador e charmoso. Haja paciência para ouvir aquela horrorosa voz de 51 decibéis a falar bobagens em cascata.
A solução para libertar o ex. presidento surge como um sol dentro da escuridão de sua administração pública transformando-se em um delator (uma atitude patriótica), denunciando todos os envolvidos, civis e militares, que participaram do projeto apátrida, corrupto e assassino sob a direção dos integrantes do Foro de São Paulo. Deveria ser inaceitável pelos paulistas que o nome de seu Estado fosse associado a esse projeto de traição. É bom lembrar que no coração da Bandeira deste Estado o Brasil cabe por inteiro.
Por coerência o julgamento dos integrantes de tal entidade deve ser prioritário deixando a apuração das corrupções para os jovens procuradores e juízes concluírem seus trabalhos agora em curso.
Falando nos integrantes desse maldito foro podemos citar o Sr. José Serra que deveria modificar seu nome para José Morrinho ou melhor, como foi o melhor Ministro da Saúde do mundo poderia se chamar José Entulho Sanitário. O que falar sobre o grande filósofo de proveta Fernando Henrique Cardoso ? Deveríamos julga-lo em um Tribunal Especial pelo crime de traição.
É claro que a devolução do dinheiro roubado dos cofres públicos pelo ex. presidento e sua quadrilha teria que ser realizada e aprovada pelos juízes e procuradores envolvidos no processo da lava jato. Feita tal devolução, o ex. presidento poderia ser liberado ou exilado para Cuba ou para uma de suas filiais na América Latina e também criar o PPRES – Partido dos Presidiários, para reunir todos os inocentes e vítimas da sociedade colocados injustamente nos presídios Brasileiros.
Ercio Braga é Brigadeiro na reserva.

Um comentário:

Adão Ivan Petchak disse...

Pessoas de bem viveram muito bem nos tempos da "ditadura". Agora é a vez dos bandidos