segunda-feira, 4 de junho de 2018

O Verbo Faquir



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Na terra dos disparates, nós da Mesohipopotâmia, estamos mal; entre um vampiro e um chacal. Entre tigres e eufrates !

Quanto ao primeiro, vocês sabem a quem me refiro.

Já o segundo, que tenta levar-nos ao fim do mundo e apóia um moribundo, será objeto de estudo mais profundo.

Mais sujo que pau de galinheiro, por incauto meteu-se num vespeiro.

Sem saber aonde ir, pensa que o povo é faquir. Sem comer, deitado em cama de pregos, alimenta a porcada, tão inflada de egos.

Gente sem honra e sem estofo, conduzida por obeso bolo fofo, que pelo menos nos faz rir ao conjugar o verbo faquir:

“Eu faquenho, tu faquens, ele faquem...”

Ao aproximar-se a Onça do povo, criou-se um problema novo.

Recebida com aplausos e nosso hino, o nó suíno ainda mais apertou.

Foi como a batalha de Itararé (que não houve). Agora só resta um pé de couve. Azeitonas e outras verduras terminarão as sinecuras ?

Só o tempo dirá. Tamborim feito de gato angorá e banqueiros “bonzinhos” tomarão o proscênio da crise que o país lamenta e vive.

Avalanche descendo o declive é imparável. Arrastará o urubu mau e o amável.

Aparente calmaria, derrubou parente e velha tia. Se efecagássemos todo dia, pelo menos alívio nos traria.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

Anônimo disse...

Se tivessem assassinado um delegado ou outro policial, os meliantes já estariam presos, ou identificados ou mortos.