terça-feira, 31 de julho de 2018

A tortura do canalhismo e do Ministério Público


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net


Apenas por coincidência (que não existe), a imprensa e a burocracia estatal de esquerda voltaram a focar um desgastado tema que é requentado perto das eleições ou quando se deseja sacanear e desmoralizar os militares: a “tortura”. O Ministério Público em São Paulo reabriu ontem o Caso Vladimir Herzog – jornalista da TV Cultura morto nas dependências do DOI-Codi em São Paulo. Semana passada, a Procuradora Geral da República, Raquel Dodge (a mesma que jogou contra a a impressão do voto na urna eletrônica), pediu a rediscussão da Lei de Anistia pelo Supremo Tribunal Federal...

Os fatos obrigam que se questione a atuação da instituição Ministério Público. O que leva o MP a processar ou não oferecer denúncia contra alguém? Por que alguns são poupados e outros são vítimas de uma jagunçagem estatal (uma verdadeira tortura psicológica)? Tem uma outra pergunta feita pelo auditor aposentado da Receita Federal, Luiz Otávio Borges, que merece uma resposta sincera: Por que o Ministério Público esconde da sociedade os inquéritos que “engaveta”? Por que os governos, parlamentos, tribunais e o MP têm medo do controle estatal exercido pela sociedade?

Luiz Otávio Borges insiste: “Por que o Ministério Público não responde a consultas sobre sobre engavetamentos? O auditor da Receita aposentado lança um desafio: “Faça um teste: use a Lei de Acesso à Informação e peça, a QUALQUER UNIDADE DO MP, a relação de processos (em andamento na UNIDADE DO MP) que estão sem movimentação há mais de 3 meses (ou mais de 6, ou 12, ou etc... meses). Prepare-se para a possibilidade de sofrer uma grande decepção”.
   
Luiz Otávio tem uma postura otimista: “Apesar de tudo, não perco a esperança. Acredito que aparecerão, no MP, Procuradores e Promotores decentes com coragem de conversar, EM REUNIÕES ABERTAS A INTERESSADOS, sobre propostas de Controle Social capazes de inviabilizar PREVENTIVAMENTE, nos Órgãos Públicos em que forem implantadas, os esquemas de corrupção”.

Eis um bom tema para debate nesta eleição. Acontece que a grande mídia idiotizada pela ideologia esquerdista não quer discutir algo tão relevante para a Democracia. O foco prioritário, agora, é esculachar Jair Bolsonaro – já que ele desponta como favorito a vencer a eleição presidencial (até com chances de vencer no primeiro turno). Luiz Otávio é um defensor da tese de que “sem controle social eficaz, continuaremos governador por bandidos”.

A mídia hegemônica no Brasil não se preocupa em combater os bandidos de verdade. Alguns setores do Ministério Público – excetuando a turma da Lava Jato e afins -, também... O Brasil precisa ser passado a limpo. Enquanto o cidadão não tiver mecanismos de controle direto sobre a máquina estatal, a Ditadura Capimunista do Crime continuará hegemônica. Vamos mudar, ou não?...   




Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 31 de Julho de 2018.

Adeus, Dona Onça!



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Dizem os homens de fé que devemos pedir a Deus, força para mudar as coisas que precisam ser mudadas; resignação para aceitar as coisas que não puderem mudar; e sabedoria para distinguir as primeiras das segundas.

Assim estamos.

Pelo cheiro da brilhantina, dona Onça está apática. Pior, agânsica!

Tendo em vista esse estado de coisas, só nos resta (patriotas sem remuneração) nos recolhermos a nossa insignificância e observar o sábio ditado: “Mateus, primeiro os teus !”

Brilhante foi a iluminação de Frei Vicente do Salvador, ainda no século XVII, quando chegou à conclusão de que o brasileiro é pouco repúblico.

Órfãos que estamos, procuremos evitar que os “orfeões”, incultos adoradores do muar de São Bernardo (por enquanto recolhido à cocheira de hibernal friul) consigam libertá-lo, ferindo de morte o que resta de nossa esperança e dignidade.

Se formos obrigados a retornar a barbárie por omissão da felina, fa-lo-emos com a certeza da missão cumprida.

Muitos de nós seremos como Camões; morreremos pela Pátria, com a Pátria mas ainda na Pátria.

Admiro a bravura do povo argentino, principalmente a de sua força aérea.

Lutou bravamente contra o inimigo (usurpador de parte de seu território) infinitamente mais poderoso, mas que pagou caro por sua arrogância.

“As Malvinas são argentinas!”


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

PIB Mundial: 10% é Turismo



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Hélio Duque

O turismo é chamado de indústria sem chaminé e visto, por muitos brasileiros, como mera atividade de lazer. É muito mais que isso. É a terceira atividade econômica que mais cresce no mundo e responde por 10% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial. Em cada 12 postos de trabalho no mundo, 1,3 é gerado pelo turismo. São comprovados pela OMT (Organização Mundial de Turismo), vinculada à ONU e pesquisada pela Oxford Economics.
Aponta que até 2025 o emprego no turismo crescerá a media de 3,1% ao ano. No Brasil o setor envolvendo todos os segmentos de serviço que o integra que é enorme gera 8,6% dos empregos. Superando os serviços financeiros, de comunicações e de mineração, por exemplo.
Na União Europeia o turismo é responsável por 8% da renda nacional, expressado em 2017 nos 600 milhões de visitantes. É gerador mundialmente de 10% dos empregos e trabalha na projeção, para os próximos 10 anos, de mais 5 milhões de novos postos de trabalho. Nesse tempo globalizado em que os empregos tradicionais desaparecem, substituídos por novas tecnologias, o turismo é uma área sustentada pela mão de obra humana. No estudo da Oxford Economics, o turismo responde por 8% das exportações mundiais, representando, nos diferentes continentes, 10% do PIB mundial.
Anualmente, 1,3 bilhão de turistas viajam pelo mundo. Em 2015 (os números em 2018 são maiores), os países mais visitados foram: França, 83,7 milhões; EUA, 74,8 milhões; Espanha, 65 milhões; China, 55,6 milhões; Itália, 48,6 milhões; Alemanha, 33 milhões; Turquia, 39,8 milhões; Reino Unido, 32,6 milhões; Rússia, 29,8 milhões; e, México, 24,2 milhões. É por consequência uma área impulsionadora da economia mundial.
No Brasil, nesse cenário mundial de geração de riqueza pela atividade turística, a ignorância sobre as suas potencialidades econômicas não fica adstrita a parcelas da população. No Congresso Nacional parece não ser diferente. Há três anos permanece travada na Câmara dos Deputados a Nova Lei Geral do Turismo (PL-2724/2015), apesar de tramitar em regime de urgência, os parlamentares não enxergam prioridade para a sua votação. Transforma a Embratur em Agência Brasileira de Promoção. Além de maior autonomia, o Ministério do Turismo aponta que a nova legislação ampliaria, em médio prazo, a receita cambial do turismo dos atuais 6,6 bilhões de dólares e atingiria 19 bilhões de dólares em médio prazo. É uma mudança fundamental para integrá-lo mundialmente.
No ano passado, ficando na América Latina, países como a Colômbia, recebeu 6,5 bilhões de dólares e o Peru, obteve 4 bilhões de dólares, de receita cambial, demonstrando como o Brasil está defasado. A Indonésia projeta receber em 2018, 24 bilhões de dólares. Em 2017 o Brasil recebeu 6,5 milhões de turistas internacionais que gastaram 5,8 bilhões de dólares. Já os turistas brasileiros no exterior gastaram 19 bilhões de dólares, gerando um déficit de 13 bilhões de dólares.
Para efeito comparativo: a Torre Eiffel recebeu 6,9 milhões de visitantes e o Museu de Louvre 9,7 milhões, mais do que o total de turistas que vieram ao Brasil. Dotado de potencialidades turísticas inimagináveis, somos marginal no cenário mundial. Infelizmente, as resistências internas para a modernização e dinamismo da atividade são gigantescas. Atestada na irresponsabilidade do Congresso Nacional que obstaculiza a aprovação de uma Lei fundamental para o desenvolvimento global do turismo no País. Hoje, o maior parceiro comercial do Brasil é a China.
Em 2017, os turistas chineses viajando pelo mundo atingiram 135 milhões. Somente 62 mil visitaram o Brasil. Conquistar o turista daquela nação deveria ser uma prioridade, igualmente de outras partes do mundo. Para tanto é essencial e estratégico aumentar investimento, destravando o burocratismo de uma legislação atrasada que impede a sua modernização. Campanhas internacionais de divulgação exibindo ao mundo as potencialidades do turismo brasileiro são imperativas.
É urgente o Brasil aprovar uma agenda estratégica para o turismo nacional. Gerará reflexos positivos na economia e no desenvolvimento, a exemplo do que acontece em todo o mundo. Turismo não é só lazer, é gerador de riqueza com custos modestos para um País, quando comparado com outros investimentos.
Hélio Duque é doutor em Ciências, área econômica, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Foi Deputado Federal (1978-1991). É autor de vários livros sobre a economia brasileira.

Quem é o vice?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Gaudêncio Torquato

Quem é o vice? Eis a pergunta central da semana. Quando  Alckmin e o Centrão davam como certo o nome do Josué Gomes, filho do falecido ex-vice-presidente da República, José Alencar, para compor sua chapa, o mineiro dono da Coteminas sinaliza desistência. Josué animaria o 2º maior colégio eleitoral do país, o de MG, com 16 milhões de eleitores. O Centrão corre atrás de outro nome. Já o vice-líder das pesquisas de intenção de voto, logo abaixo de Lula, o capitão Bolsonaro teve vetado pelo PRP o nome do general Augusto Heleno, enquanto a advogada Janaína Paschoal sinaliza não ter muito interesse em figurar como vice.
Por quê a dificuldade dos candidatos para compor a chapa que disputará a eleição presidencial? Vejamos. O vice-presidente é o segundo cargo mais importante do país. Substitui o presidente em seus impedimentos. E no Brasil, tendo em vista a presença  constante do Senhor Imponderável dos Anjos, que aprecia nos fazer visitas inesperadas, a condição de vice assume maior importância. Nos últimos tempos, basta lembrar José Sarney, assumindo no lugar de Tancredo Neves, Itamar Franco, que se sentou na cadeira de Fernando Collor, e Michel Temer, ocupando o lugar de Dilma Roussef.
O arranjo para se encontrar um bom nome não é fácil. Exige poder de agregação. Respeitabilidade, capacidade de articulação política, densidade (conhecimento sobre a realidade do país), trânsito fácil no meio congressual e, ainda, experiência, qualidade não necessariamente ligada à política. Um perfil vitorioso do setor produtivo cai bem, como seria o caso de Josué. A composição da chapa presidencial deve também observar a equação regional, pela qual terão prioridade regiões de alta densidade eleitoral. Combinação que junte o Sudeste, com mais de 40% dos votos, com o Nordeste, com seus 26% dos votos, é bastante recomendada. É evidente que a pessoa a compor a chapa há de ter influência e visibilidade em sua região.
Sob esses condicionamentos, a escolha de nomes-fantasia (figuras que circulam apenas em seu meio ou celebridades) pode ser um tiro n’água. O nome do coronel Marcos Pontes, que fez um vôo espacial em uma nave russa Soyuz, após Luis Inácio ter pago US$ 10 milhões pela carona, é uma brincadeira de mau gosto. Já imaginaram o astronauta comandando o país no impedimento do titular? O mesmo se pode dizer do príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança, da Casa Imperial Brasileira. Significaria um defensor da monarquia na linha de frente da política. Os dois são referências para a composição da chapa de Bolsonaro.
O fato é que os entraves para a escolha de vices mostram as incertezas que pairam sobre os candidatos à Presidência. Nomes mais fortes demonstram preferir um pássaro na mão do que dois voando. Parece ter sido esse o motivo que balizou a decisão do senador Magno Malta (PR) em não aceitar ser vice de Bolsonaro. Dúvidas cobrem também chapas para governos de Estados. Os escolhidos precisam ser respeitados.
Urge ter cuidado com a escolha de vices. Na campanha de 1996 para a Prefeitura de Boa Vista (RR), Ottomar Pinto, ex-governador e candidato a prefeito, escolheu o vice Clodezir Filgueiras, de apelido Mimi, pessoa não muito conhecida pelo povão. A oposição contratou um gago querido na cidade. Que aparecia no programa do opositor gozando: “quem é o vice, quem é o vice?”Embutia a subliminar: Ottomar, depois de 2 anos, deixaria o vice na prefeitura para se candidatar ao governo.Uma traição ao povo.
A intenção de voto de Ottomar desabou. Mas o gaguinho foi “cooptado” com promessas. Virou a casaca. No mesmo lugar em que gravou sua gozação, lá estava ele: “quem é o vice, quem é o vice? Completava: “é meu amigo Mimi”. A cena agora mostrava os dois abraçados. Estratégia que reverteu a situação. Clodezir foi feito herói. Ottomar ganhou. Depois de grande susto.
Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação Twitter@gaudtorquato

segunda-feira, 30 de julho de 2018

O favorito do Lula é o Bolsonaro?



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net


É Lula de novo... Ele é a forca do povo... Porque há algum tempo seu nome está diretamente relacionado à desgraça da corrupção... O líder máximo da seita Petelândia não poderia supor que, no Brasil da impunidade, fosse ficar tanto tempo preso, mesmo que com mordomias, na gélida República de Curitiba. Lula perdeu a aposta de que ficaria livre logo e seria o candidato favorito a vencer a sucessão temerária de 2018. Errou... Agora, será apenas um ilustre tumultuador do processo. Um legítimo zero à esquerda...

Lula não tem plano B. O PT promoverá a palhaçada de homologar a candidatura Lula. Fernando Haddad será o vice. A Petelândia promete até fazer jejum nacional por seu líder, na Convenção Nacional do próximo sábado, 4 de agosto. Depois, vão recolher alimentos para doar aos pobres da periferia, mentindo que “foi Lula quem mandou de entregar”... Como Lula sabe que será barrado lá na frente pela Lei da Ficha Limpa, Haddad já fica no banco de reservas, prontinho para entrar em campo e perder...   

O interessante é que tem gente no PT operando com um raciocínio suicida: fingir que morre agora, para renascer depois, na primeira oportunidade. Por tal “lógica”, os petistas deixariam Ciro Gomes perder agora, sem apoio. O PT lançaria uma chapa sem grandes alianças, faria alguns deputados e senadores que precisam de foro privilegiado e torceria por uma vitória de ninguém menos que Jair Bolsonaro.

Não... Sim... Lula não está tomando Samanaú... Pela lógica prisional, tem de estar em crise de abstinência... Privado da cachaça que adora e impedido de concorrer, a torcida natural de Lula é pela vitória do Jair Bolsonaro. Loucura? Nada disso... A aposta é puro cinismo pragmático. Alguns petistas apostam que uma vitória do “Mito” vai tumultuar o Brasil. A tendência projetada é que nenhum Presidente eleito – principalmente o Bolsonaro – consiga lidar com a megacrise e com a falta de governabilidade a partir de 2019.

Por ironia da História – não é sacanagem -, o candidato ideal de Lula não é o Haddad, mas sim o Bolsonaro. Em vez de ficarem pts da vida com Lula, torcedores do Jair deviam comemorar... Bolsonaro tem chance gigantesca – e única – de ser o próximo titular do Palácio do Planalto. Pode vencer até no primeiro turno. Lula e o PT já preparam a oposição mais canalha a partir da vitória anunciada. O triunfo do Bolsonaro é perfeito para o PT porque arrasa com Ciro e tritura os primos tucanos.

A sucessão maluca de 2018 promete ser muito divertida... Até dia 5, saberemos quem será o vice do Bolsonaro. Os cotados pelo PSL são: Luciano Bivar; a jornalista Joice Hasselmann; o empresário Paulo Marinho; o presidente do PSL de Minas, Alvaro Antonio; o astronauta Marcos Pontes; o general Fernando Azevedo e Silva; e o príncipe Luiz de Orléans e Bragança.

Flamenguistas, liderando o Brasileirão, não têm dúvida e indicam: vice ideal é o Vasco da Gama...    

Releia o artigo de domingo: Por onde entra a politicagem, a Justiça é expulsa





Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Julho de 2018.

Uma Nova Era: a do VTNC



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Sempre fui um estudioso da História.

Tentarei deixar constância de fatos contemporâneos para facilitar o trabalho dos pesquisadores, no futuro, quando forem escrever sobre nossa Idade da Merda.

Desde 1.985, quando dona Onça falou “Não brinco mais !” e saiu de cena fazendo beicinho, começou a Era do Quanto Pior Melhor (também conhecida como a Era do Início da Grande Roubalheira, nas palavras de um grande empreiteiro de obras públicas).

Em 1.990, após uma espetacular hiperinflação, iniciou-se a Era do Salvador da Pátria, eleito pelo medo do bicho papão.

Com seu impeachment, entramos na Era da Vanguarda do Atraso, quando um espertalhão, com o apoio dos implantadores da Nova Ordem Mundial, conseguiu a mágica de acabar com a incerteza monetária. Então virou “deus”.

Conseguindo a reeleição a qualquer preço, apoiou o bicho papão que foi eleito após três tentativas malogradas. Em seguira, tivemos a Era Antológica. Abatida a proboscídea, começou a Era Foda-se o país.

"Anjos” mais puros que a Virgem Maria, tinham singelas “poupanças' em espécie, no valor equivalente a treze milhões de dólares estadunidenses, em um modesto apartamento, o que não é prova de corrupção, no entender dos urubus de turno.

Com a inação de Onça e suas coirmãs, ao estilo dos três macaquinhos que não veem, não falam e não ouvem, inauguramos a Era VTNC.

Isso porque o mantra é “As instituições estão funcionando”.

A título de prolegômeno, arrisco dizer que a Era seguinte será PQP !

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Dever Constitucional



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

Não há PREVISÃO CONSTITUCIONAL de “clamor popular”, para as FFAA salvarem o Brasil.

As FFAA devem cumprir o seu dever de ofício, mesmo que ninguém peça. Foram instituídas para isso.
   
Não intervir contra a ditadura do crime, que escraviza a Nação,  é trair a Pátria !!!
     
Eleições controladas pelo crime e impeachment não passam de desculpas para manter tudo como sempre foi : o povo na escravidão e os políticos explorando o Brasil.
   
“O BRASIL ESPERA, QUE CADA UM CUMPRA O SEU DEVER!”

INTERVENÇÃO JÁ!!!

Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.

Paradoxal Brasil




Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

A terra do futebol treme e se agiganta no paradoxal Brasil. Uma Nação que tinha tudo para dar certo e nunca saiu do voo de galinha e entrou na mais profunda crise de sua história comandada pelo desgoverno, irresponsabilidade fiscal, e o golpe das urnas. Um Brasil que tem medo de marchar com as próprias pernas e para tudo e em tudo chama sempre a força do exército para intervir e por ordem na casa.

Um Brasil dividido, radicalizado e superado no tempo e no espaço.Aqui temos de tudo porém faltam infraestrutura, mão de obra qualificada e uma taxa de juros aceitável, talvez pudessem os bancos e as financeiras cobrar duas vezes e meia a taxa selic ao ano e teríamos uma moralização completa do mercado financeiro.

Mas não é só, os preços são amargos e salgados,quando no início do plano real, de saudosa memória os valores antes de 1,2, e até cinco reais tinham relevância. Hoje saímos para comprar e nem com duzentos reais conseguiremos um bom mercado ou feira completa, aviltamento do poder aquisitivo e a cegueira permanente que afunda a classe média e torna insuportável a vida dos menos favorecidos.

Qual seria a razão, se é que existe,para um Brasil rico de recursos naturais,de rios e energias renováveis,mas pobre e franciscano na sua governabilidade? Haveria de existir o fim dos chefes dos partidos políticos e do profissionalismo em geral, a mega reforma se chama política partidária, sem ela tudo é enganação e ilusão,seremos tragados por mais uma eleição que está por vir mas que não servirá para nada já que as regras do jogo continuam e perversidade da reeleição e a morte da autenticidade do voto pelas nada confiáveis urnas eletrônicas.

Tragados pela dívida pública, envoltos em tantos candidatos sem voz nem voto e isolados pelos acordos de blocos econômicos, assumiremos a presidência dos Brics, mas de pouca valia já que o norte desse relacionamento não permite um salto de qualidade e o reduzir da desigualdade social. As esquerdas praticamente mortes na América Latina. Cuba escreve nova Constituição e temos um grande desafio de manter saneamento, escolas e abertura de mercado. A Constituição dá com uma mão e a exploração da iniciativa privada retira com a outra.

Disparam os preços de combustíveis, de energia elétrica,do gás de cozinha,dos planos de saúde, das feiras livres,do ensino, dos remédios, e em marcha ré os salários aviltados, o funcionalismo público humilhado. Um desenho no qual mais de 5 milhões de idosos sobrevivem do crédito consignado,e mais de 6 milhões de empresas asfixiadas sem êxito no pagamento ou negociação de suas dívidas.

O Brasil paradoxal que expulsa milhares de brasileiros para tentar a sorte noutro continente e recebe mais refugiados que vieram tentar a sorte grande e não tem controle das fronteiras. Um País dominado pelas facções criminosas, pelo crime organizado e pelos interesses de castas e corporações que não consegue sair dos cartéis, monopólios e oligopólios.

Um Supremo Tribunal Federal que para longe de sua missão constitucional
se permite julgar processos sem importância alguma e demora de forma inaceitável em punir aqueles dotados de foro privilegiado. Uma minoria se diz detentora do poder e como privilegiada comanda a vida de milhões de brasileiros a cata de emprego, de dignidade e sobretudo de reconhecer que o nosso modelo de democracia pois mais paradoxal que possa parecer é ainda o melhor se fosse verdadeiro, transparente e tivesse a participação dos representantes da sociedade nos destinos da Nação.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

BBB – “Brasília Big Bandalheira”



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Século XVII, no prefácio à comédia humana, Honoré de Balzac, tido como o inventor do realismo na literatura cita: A eleição generalizada a tudo nos dá o governo das massas, o único que não é responsável e no qual a tirania é ilimitada, porque se denomina a lei.

Qualquer similitude com o que estamos vivendo hoje em terras tupiniquins, não é mera coincidência.

O espetáculo de corrupção, conchavos, vulgaridade e traição você pode ver todos os dias na televisão.

O povo, o mesmo povo que elegeu os participantes do espetáculo, assiste em um misto de horror e admiração o desenrolar da farsa.

Como Balzac, poderíamos chamar de “Comédia Humana”, não estivesse o Big Bandalheira Brasília, muito mais para o drama.

Em uma deturpação de toda moral, o povo chega a ter inveja da impunidade com que as celebridades do espetáculo praticam seus crimes, esquecendo que a vítima é ele mesmo, povo.

Nossa pobre democracia existe só no nome, nos foi usurpada com as urnas eletrônicas impostas por governos populistas, no intuito de perpetuar-se no poder. 

Se não tivermos voto distrital e impresso, seguiremos reféns da quadrilha que eleita pela maioria ignorante, disfruta de seus intermináveis dias de fama.

Ministro perambula pelas ruas de Lisboa, gozando de sua liberdade e da cara do povo, é xingado de ladrão por brasileiros que o reconhecem e continua seu passeio, alheio a plebe que o cerca, como se nada o atingisse, desfilando impávido por uma passarela invisível, que só ele vê, acima das tribulações da ralé.

Em sua mente deturpada, ele é a lei.

Senador é chamado de ladrão, criminoso e canalha em um avião,  reage dizendo a ofensora: -canalha é você! e tenta agredi-la. Só se contém, quando um passageiro sentado atrás dele o adverte: - Estou filmando.
Em seu cérebro doentio, ele realmente acredita que, canalha é a vítima de suas canalhices.

Os políticos, não importa de qual partido, estão todos metidos na farsa, em maior ou menor grau e não será com eleições que poderemos interromper essa encenação.

Candidatos independentes não são permitidos, quem quiser se candidatar tem que se filiar a um partido, ficando assim submetido ao cafetão.
Para nos livrarmos desse programa imoral, não basta desligar a televisão ou expor seus atores e seus crimes nas redes sociais, é necessário um “approach” mais radical.

Diria até selvagem. Algo para realmente meter medo.

Na revolução francesa, já que iniciamos este ártico citando a Balzac, a guilhotina representou muito bem esse papel. Depois dela ninguém mais se atreveu a exclamar: “Se não tem pão que comam “brioche”.

Nossas Maria Antônietas, dissociadas da realidade, no planalto central, há tempo fazem por merecer uma visita dos homens de uniforme verde oliva trazendo com eles a justiça militar.

Para o traidor a pena de morte. 

A hora é essa. Com as celebridades condenadas por seus atos, o vencedor será o povo, libertado finalmente desse espetáculo imundo.
O Brasil então, poderá ocupar o lugar de liderança a que faz jus entre as nações.

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

domingo, 29 de julho de 2018

Por onde entra a politicagem, a Justiça é expulsa


“Se há um idiota no poder, é porque os que o elegeram estão bem representados”.

(Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly – o Barão de Itararé)

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net


Por isso, não temos Justiça no País. Temos, sim, um Judiciário que não funciona Direito (perdão pelo trocadilho infame). A politização exagerada do nosso Judiciário criou um intrincado mecanismo de controle e autocontenção. Colocou-se um poder acima dos outros, desequilibrando a famosa balança republicana. O problema é de difícil solução prática porque a cúpula do Judiciário é indicada politicamente – independentemente do conteúdo jurídico de quem foi premiado com o supremo cargo vitalício.

Na mesma sexta-feira em que como meu acarajé com pimenta, um General deu praticamente o mesmo conselho do meu amigo fardado da conversa que o grampo não pegou. O General de Exército Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, Comandante Militar do Sudeste, mandou o recado de que “a Lei tem de ser cumprida independentemente de quem está sendo atingido por ela”. O General de quatro estrelas foi claro e objetivo: “Não podemos transigir com as leis vigentes, buscando atender a interesses pessoais ou até mesmo político-partidários. Todos nós, militares ou civis, estamos sob o jugo do império da Lei”.

Ficou a impressão de que a mensagem não foi uma carta ao famoso “Garcia”, mas sim um sábio conselho para alguns magistrados que pensam em soltar o Presodentro Lula, permitindo que ele dispute a eleição Presidencial, desobedecendo a Lei da Ficha Limpa. Aliás, a Petelândia insiste que Lula é pré-candidato ao Palácio do Planalto... O recado do General na Ativa também vale para os golpistas togados que desejam rever a decisão para prender quem teve condenação confirmada por órgão colegiado em segunda instância judicial. Enfim, a mensagem de improviso do militar, no dia 27 de julho, atinge, diretamente, o âmago do Judiciário.

O General Ramos só perdeu uma oportunidade para fazer outra reclamação que doeria na consciência de quem realmente preza pelo respeito à Lei e à ordem democrática. O militar poderia ter lembrado que o STF e o Tribunal Superior Eleitoral cometeram o “pecado” de ordenar o descumprimento da Lei que obrigava a impressão do voto pela urna eletrônica inconfiável. Como é que pode, General Ramos, o Judiciário recomendar que não se cumpra a regra aprovada pelo Legislativo com total apoio do Executivo?

Na mesma sexta-feira do eclipse lunar mais longo do século e do recado do General, a revista Crusoé (publicada pela turma do site O Antagonista) publicou a matéria “A mesada do Toffoli”. A historinha foi abordada neste Alerta Total pelo artigo “O Supremo Eclipse do Judiciário”. O caso superalimenta a campanha lançada pelo advogado Modesto Carvalhosa para que José Dias Toffoli não seja eleito, em setembro, Presidente do Supremo Tribunal Federal. Atualmente, Toffoli é vice e sucessor preferencial da Carmem Lúcia.

O Brasil é o País da Jabuticaba. Tem coisas que só existem aqui. Toffoli é um candidato a Plinia Cauliflora... Além de não ser um jurista de renome e nem magistrado de carreira, Toffoli tem a mácula moral, ética e histórica de ter sido advogado próximo da corrupta cúpula do Partido dos Trabalhadores. Como não dá para apagar tal fato de seu currículo, nosso mais jovem supremo magistrado termina sendo alvo preferencial de ataques de todos os lados.

Acontece que tem um lado de Toffoli pouco conhecido do povão e que o torna candidato a ser um dos mais poderosos e influentes ministros da História do STF. Toffoli é considerado um grande articulador de bastidores, sobretudo porque cumpre a palavra do que promete em seus acordos pessoais ou institucionais. Toffoli já prometeu, em um recente encontro jurídico lá na amada Rússia, que promoverá uma revolução de tecnologia durante sua suprema gestão presidencial. Toffoli conta com o apoio fortíssimo dos servidores do Conselho Nacional de Justiça para cumprir o objetivo.

Toffoli terá capacidade de gestão para melhorar o desempenho do Judiciário? É mais prudente não duvidar dele... Além disso, ele terá papel chave na próxima gestão presidencial. Ele comandará o STF durante quase dois anos da administração do novo titular do Palácio do Planalto – seja ele quem for... A tendência é que o próximo Presidente da República vai segurar o maior pepino da História. Terminar o mandato não será fácil... Crise econômica persistente, combinada com explosões de violência e radicalismo político, costuma degenerar em barbárie...      

Guizotear” é preciso! Temos de pensar uma Política de Alto Nível para escancarar a Caixa Preta do Judiciário. O Poder Togado precisa de um choque não só de Transparência, mas, sobretudo, de Democracia (definida como a plena e tríplice segurança Jurídica, institucional e individual). O remédio também vale para o Ministério Público – outro “poder” influenciável politicamente.

A sociedade organizada reage. O Movimento Avança Brasil organiza, para o dia 5 de agosto, uma manifestação nacional polêmica, porém fundamental para que comecem as mudanças estruturais que o Brasil não pode mais adiar: a substituição completa do Supremo Tribunal Federal. A pressão popular é para que todos os ministros do STF “peçam para sair” ou alguns acabem alvos de processo de impedimento pelo Senado.

Só assim, via legítima pressão popular, o Sistema Judiciário deixará de ser um Judasciário que, ao mesmo tempo, permite impunidade ou legitima jagunçagens. O Judiciário que o Brasil precisa tem de chegar próximo de ser um realizador da Justiça, até atingir o patamar de poder moderador dos conflitos da sociedade.

Tal sonho só será possível se o Brasil evoluir politicamente, romper com a “Bandidolatria” e sofrer um processo de Revolução Institucional – uma intervenção legítima, liderada por uma maioria de cidadãos esclarecidos e honestos, que nada tem a ver com “golpe militar”, coisa tão temida pelos corruptos e pela esquerda idiotizada. Tal revolução está em andamento...

Basta de Politicagem! Judasciário nunca mais! Honestidade, Transparência e Competência, já! A Política e a Justiça têm de caminhar juntas, bem longe do Crime...





Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 29 de Julho de 2018.

Pela Metade, General...



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Manchete do Estadão de 28/07/2018 às 12:59 hs. na internet :”'Não podemos transigir com leis vigentes', diz general 

Sua excelência talvez tenha se esquecido de lembrar ao Tribunal Superior Eleitoral sobre a obrigação de se cumprir a LEI do voto impresso pelas urnas eletrônicas.

Momentos antes, o mesmo veículo havia publicado outra notícia:

'Temos de respeitar o resultado das urnas', diz general

Equipe BR18 28 de Julho de 2018 | 11h31 Estadão internet

Sem o rigoroso cumprimento das leis, não é possível pedir respeito pelo resultado das urnas.

Sem a possibilidade de acompanhar sua apuração (feita secretamente) nem de auditar o sistema e nem ainda de recontar os votos impressos é mais fácil acreditar em Papai Noel, no coelhinho da Páscoa ou na cegonha.

Se o Exército Brasileiro tomasse (ou tomar) a si a responsabilidade pela lisura das eleições a coisa seria (ou será) diferente.

O que o povo brasileiro não pode aceitar é ser feito de palhaço.

"Excelências” com o rabo preso (ou solto) não estão acima da Constituição nem das leis.

O Exército de Caxias não pode se sujeitar a tolerar fraudes, nem suspeitas.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.