domingo, 15 de julho de 2018

Donald Trump



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Roberto Gotaç

Há uma latente instabilidade global provocada, entre uma miríade de razões, pelo terrorismo que, aparentemente controlado, aumentou em várias ordens de grandeza desde o atentado às torres gêmeas em 2001, gerando, como um dos seus subprodutos, crises migratórias que tiram a tranquilidade da União Europeia e provocam crises políticas que perturbam seus governos. 

Ao longo dessa autêntica caminhada  de equilibrista sobre a corda, sem rede de proteção, estão também as disputas comerciais travadas entre as maiores potências, China e Estados Unidos, com repercussões generalizadas mundo afora, e as guerras não encerradas, meio fora dos holofotes da mídia, como a que ocorre, por exemplo, na Ucrânia separatista, mediante o emprego ainda da incrível tática de trincheiras.

Por outro lado, os principais estados fabricantes de armas estimulam cada vez mais  as respectivas comercializações através de gradativas sofisticações dos seus artefatos de ataque e defesa. 

Entre tais produtores, sem referência ao maior de todos, destacam-se, a civilizadíssima Suécia, a arruinada Itália e a cultural França, além da Rússia que, mesmo mantendo-se na linha de frente do mercado bélico, congela, embora com funções vitais mínimas ainda em funcionamento, seu arsenal da guerra fria, uma espécie de quarentena, sem saber bem o que fazer com ele, por enquanto, e da misteriosa China que, segundo os noticiários especializados, aumenta solertemente sua capacidade militar. 

Acrescente-se a tal corrida em direção a um possível suicídio coletivo, os inúmeros centros manufatureiros e distribuidores de armamento e munição portáteis, em atividade em vários países, muitos deles na Europa, que nutrem o crime organizado em rincões subdesenvolvidos do terceiro mundo e abastecem as guardas pretorianas de ditadores africanos. 

Contribuindo para aumentar a incerteza e imprevisibilidade, as comunicações hoje são praticamente instantâneas, a ponto de se poder hipoteticamente substituir o bordão de uma famosa rede de televisão brasileira, segundo o qual "em vinte minutos, tudo pode mudar", por "em vinte minutos tudo pode acabar". 

Dentro de um cenário confuso e imprevisível como este, o que menos a humanidade precisa no momento é de um governante como Donald Trump. 

Paulo Roberto Gotaç é Capitão de mar e guerra reformado.

5 comentários:

Anônimo disse...

Pois é... depois de uma análise estúpida como essa desse militar reformado, totalmente com os sinais trocados é que podemos constatar como os nossos milicos são burros e não enxergam um palmo adiante do nariz e com certeza rezam pela cartilha comunista, mesmo que enrustidos. Vai te catar "capitão bundão"!

marco disse...

De fato o artigo é uma porcaria. O que do que ele disse tem a ver com Donald Trump? quem é ele para dizer aos americanos quem é a pessoa adequada a ser votado? por que que ele não denúncia a ditadura chinesa, a covardia cubana, a maldade de Maduro a estupidez na Coreia do Norte? e vem falar que não poderia ser o Trump o governante dosEUA, um homem que é sucesso profissonal e empresarial de um país que um exemplo de liberdade, o Obama foi uma bosta para a américa, e a mídia se calou, capitães não abriram a boca, mas o Trump não, ele não... por favor senhor militar, não temos que ler é uma droga destas.

Vitálio Bondarczuk disse...

Não posso e não há como concordar com a conclusão do Sr. Capitão Reformado.

Q disse...

Pq o que a humanidade menos precisa hj é de um governante como Donald Trump

Loumari disse...

Cher Monsieur Gotaç, ne vous laissez pas vous décourager par tous ces agressions verbales à votre encontre. Il faut considérer que la soit disant droite brésilienne est déraisonnable insensé.
J'ai trouvé votre article raisonnablement bien réfléchi. Merci et en espérant qui vous continuerai à écrire.