segunda-feira, 16 de julho de 2018

Duas seleções e frustrações Cai e chora Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli Acabada a copa do mundo conquistada pela França, aos brasileiros ficam para análise as duas seleções: aquela que perdeu para a Bélgica e a outra que tem marcado o destino da Nação, os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal. Ambas as seleções têm seus astros e estrelas e marcam as notícias pelo País. Isso porque quase todo brasileiro tem o sonho de um dia ver seu time triunfar e a justiça ser feita. Entretanto,alguns deslizes acontecem e a coisa não rola como se espera. Estamos enfrentando momentos de fracassos que derivam da própria governabilidade e o tempo da corrupção se infiltrou no futebol de tal forma que não temos muito a dizer ou fazer, pois que aqui no Brasil há muito jogo de futebol,mas pouco atleta que um dia triunfará para jogar no exterior e ganhar altos salários. A França mostra ao mundo que seus jogadores, verdadeira legião de estrangeiros sinaliza patriotismo e muito espírito de luta e garra ao revés dos jogadores canarinhos que não brigam, não mordem e sempre apresentam desculpas para cair em campo ou não vencerem a competição. Dessa maneira as nossas duas seleções de futebol e aquela formada pelos 11 Ministros do STF vêm paulatinamente frustrando as expectativas e dando sustos atrás de frustrações à sociedade brasileira. Como romper esse ponto inflexível de desequilíbrio, com a mudança de mentalidade,de gestão e de um senso maior de profissionalismo? O futebol é como tantos outros mais um esporte que jogamos com habilidade e sentido de vitória. Mas não nos esqueçamos de prestigiar, apoiar e patrocinar os que se revelam olímpicos e extremamente de espírito coletivo. Com relação ao STF a melhor solução é uma radical mudança. A partir da formação de 16 Ministros, cujo presidente somente votaria em caso de empate, funcionando em três turmas de 5 ministros cada, permanentemente somente com 15 dias de férias em julho e 15 em janeiro, dando assim rápida solução aos litígios. Mais 5 seriam da carreira federal,5 da magistratura federal,um da OAB,um MP federal,outro do MP estadual, um juiz do trabalho, um proveniente do Congresso Nacional e outro indicado mediante plebiscito pela sociedade de forma indireta. A modificação implicaria em novos elementos e arejaria bastante o desenlace do futuro da Nação. A ruptura de um dinamismo impulsiona a livre auto-organização da sociedade civil para encontramos uma rápida e transparente qualidade no enfrentamento de problemas cruciais que abalam os destinos da Nação e pedem mais agilidade e menos burocracia. Consequentemente, pois, o que estamos a sugerir é que ambas as seleções possam com espírito patriota e de uma sociedade civilizada responder aos anseios de mais de 200 milhões de brasileiros e sacudir a poeira dar a volta por cima e nos livramos de sectarismos ou divisões, ambicionando transferir para os braços da cidadania a fé na redescoberta de um novo amanhã promissor e alentador, principalmente para a juventude e a terceira idade. Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

Acabada a copa do mundo conquistada pela França, aos brasileiros ficam para análise as duas seleções: aquela que perdeu para a Bélgica e a outra que tem marcado o destino da Nação, os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal. Ambas as seleções têm seus astros e estrelas e marcam as notícias pelo País. Isso porque quase todo brasileiro tem o sonho de um dia ver seu time triunfar e a justiça ser feita.

Entretanto,alguns deslizes acontecem e a coisa não rola como se espera. Estamos enfrentando momentos de fracassos que derivam da própria
governabilidade e o tempo da corrupção se infiltrou no futebol de tal forma que não temos muito a dizer ou fazer, pois que aqui no Brasil há muito jogo de futebol,mas pouco atleta que um dia triunfará para jogar no exterior e ganhar altos salários.

A França mostra ao mundo que seus jogadores, verdadeira legião de estrangeiros sinaliza patriotismo e muito espírito de luta e garra ao revés dos jogadores canarinhos que não brigam, não mordem e sempre apresentam desculpas para cair em campo ou não vencerem a competição.

Dessa maneira as nossas duas seleções de futebol e aquela formada pelos 11 Ministros do STF vêm paulatinamente frustrando as expectativas e dando sustos atrás de frustrações à sociedade brasileira. Como romper esse ponto inflexível de desequilíbrio, com a mudança de mentalidade,de gestão e de um senso maior de profissionalismo?

O futebol é como tantos outros mais um esporte que jogamos com habilidade e sentido de vitória. Mas não nos esqueçamos de prestigiar, apoiar e patrocinar os que se revelam olímpicos e extremamente de espírito coletivo.

Com relação ao STF a melhor solução é uma radical mudança. A partir da formação de 16 Ministros, cujo presidente somente votaria em caso de empate, funcionando em três turmas de 5 ministros cada, permanentemente somente com 15 dias de férias em julho e 15 em janeiro, dando assim rápida solução aos litígios.

Mais 5 seriam da carreira federal,5 da magistratura federal,um da OAB,um MP federal,outro do MP estadual, um juiz do trabalho, um proveniente do Congresso Nacional e outro indicado mediante plebiscito pela sociedade de forma indireta. A modificação implicaria em novos elementos e arejaria bastante o desenlace do futuro da Nação.

A ruptura de um dinamismo impulsiona a livre auto-organização da sociedade civil para encontramos uma rápida e transparente qualidade no enfrentamento de problemas cruciais que abalam os destinos da Nação e pedem mais agilidade e menos burocracia.

Consequentemente, pois, o que estamos a sugerir é que ambas as seleções possam com espírito patriota e de uma sociedade civilizada responder aos anseios de mais de 200 milhões de brasileiros e sacudir a poeira dar a volta por cima e nos livramos de sectarismos ou divisões, ambicionando transferir para os braços da cidadania a fé na redescoberta de um novo amanhã promissor e alentador, principalmente para a juventude e a terceira idade.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

2 comentários:

Anônimo disse...

O JUDICIARIO É O RESTO DE UMA DITADURA ASSASSINA, UMA MAFIA ONDE PROMOVEM,PROTEGEM,COMANDAM E EXECUTAM TODOS OS TIPOS DE SABOTAGENS E CRIMES... NARCOTRAFICO,CONTRABANDO E OS JOGOS ILEGAIS ENGORDAM AINDA MAIS OS SALARIOS E PREVILÉGIOS MILIONARIOS ONDE O MAIS SANTO É UM PREVARICADOR E COVARDE... SEM UM CNJ DE VERDADE, A MODIFICAÇÃO NA LEI DA MAGISTRATURA E SEM UMA POLICIA ESPECIALIZADA ESSA MAFIA FUNDAMENTADA EM TODOS OS MUNICIPIOS DOS ESTADOS CONTINUARA,ASSASSINANDO,TORTURANDO,SABOTANDO ETC.ETC.ETC... NO RIO ENQUANTO MARINHEIROS FAZEM EDUCAÇÃO FISICA TRAFICANTES ARMADOS NO PORTÃO DA BASE TRAFICAM EM PAZ,A CRACOLANDIA EM SP NÃO PODE SER FILMADA E NEM REPREMIDA, EM TODA ESQUINA UMA BIQUEIRA,UM DELEGADO,UM PROMOTOR,UM POLITICO,UM JUIZ,UM DESMBARGADOR,UM POLITICO,CUMPREM A RISCA AS ORDENS DA MAÇONARIA A MAFIA MALDITA...

Loumari disse...

FRANCE : LES ORIGINES DES 23 JOUEURS DE L’ÉQUIPE DE FRANCE 🇫🇷

https://www.youtube.com/watch?v=r3ZsFrGEmVM