sábado, 21 de julho de 2018

Extra Abismo



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Por inadequação visual de dona Onça, corremos o risco de cairmos todos num abismo suplementar: o perigo extraordinário de se esfacelar o país.

Há vários exemplos mitológicos e históricos de percepção defeituosa da realidade.

Tomar a nuvem por Juno; usar um binóculo ao contrário e pensar que um enorme crocodilo é apenas uma lagartixa, etc.

Não percebem os ilustres senhores chefes das forças armadas, o real perigo que corre o país.

Também não se dão conta de que DEMOCRACIA é a segurança do direito.

Eleições são apenas meios de escolha. O Vaticano elege o Papa através de seus cardeais. Nem por isso é uma democracia; ao contrário, é uma forma de governo absolutista.

Por ingenuidade ou má fé, dizem que as instituições estão funcionando.

NÃO ESTÃO! O judiciário está tão ou mais “aparelhado” que o legislativo e o executivo.

Episódios recentes de soltura, ou tentativa de soltura de condenados, demonstram à náusea, a necessidade de uma total reestruturação.

O povo assiste, perplexo, a esse festival de horrores em que se transformou o país. Mais de sessenta MIL assassinatos por ano; doentes morrendo em hospitais desprovidos de meios; roubos; tráfico, etc.

Uma corte eleitoral que se NEGA a cumprir a LEI do voto impresso.

O que mais falta acontecer?

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Anônimo disse...

🇧🇷 🇧🇷👏👏👏👏
Perfeito resumiu muito bem o circo de horrores em que se transformou o Brasil 🇧🇷

jomabastos disse...

Excelente artigo!

Anônimo disse...

Como os militares estão subordinados à lei, somente o povo é soberano para escolher algo acima da Constituição e deve comunicá-lo fisicamente na porta dos quarteis (não na internet ou por qualquer outra correspondência). A insistência para que eles ajam sem esse respaldo começa a fixar a impressão de que querem completar o trabalho de desmoralização das FFAA. Dentro da legalidade, se o povo soberano não vai reclamar na porta dos quarteis significa que as instituições estão funcionando.