quarta-feira, 1 de agosto de 2018

A Tempestade Perfeita



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Tenho observado uma crescente angustia em todas as pessoas com as quais converso.O escapismo já não é suficiente para acalmá-las.

Sabemos, com apreensão, que os senhores generais estão divididos. O grupo ora dominante, insiste em tapar o sol com a peneira. Dizer que “as instituições estão funcionando” além de ridículo, é trágico.

O país tem mais de treze (13) milhões de desempregados, uma inflação maior do que a admitida pelos números oficiais e, o pior, uma crise de liquidez sem precedentes.

A farra do boi, alimentada pelo Fundo Partidário, escarnece de todas as pessoas dignas e trabalhadoras.

Os três poderes se degradam a uma velocidade impressionante.

Há infiltração de guerrilheiros no território nacional, travestidos de refugiados.

O massacre da população pelo crime organizado continua de vento em popa.

O Ministério Público, aparelhado pelos esquerdistas, dá mostras de agir com rigor seletivo.

Enfim, a pergunta que não quer calar é: O que mais precisa acontecer para o início de uma revolta popular ?

Os traidores da Pátria, pela primeira vez na História, sentem-se ameaçados.

Tentam de todas as formas censurar as redes sociais que expuseram os “podres” da classe política.

O TSE NÃO CUMPRE a LEI do voto impresso. Essa eleição é GOLPE.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

Loumari disse...

https://www.youtube.com/watch?v=ovS04FBa4Bg

Violência depois das eleições no Zimbabué

Vive-se um ambiente de tensão pós-eleitoral no Zimbabué. Há registo de pelo menos uma vítima mortal em Harare. Depois da vitória do partido de Emmerson Mnangagwa, os militantes da oposição saem às ruas em protesto e as tensões aumentam. A polícia já não era suficiente e os oficiais do exército tentam controlar os focos de violência.

"Não somos pessoas violentas, mas precisamos de eleições transparentes. Tal como Mnangagwa disse ao povo do Zimbábue desde o início. Disse ao povo que iríamos levar a cabo umas eleições transparentes. Mas agora vemos que as pessoas reclamam que estas eleições não são transparentes", disse um dos manifestantes que saiu às ruas.

A oposição, liderada por Nelson Chamisa, já questionou os primeiros resultados e queixa-se de falta de transparência. O ministro da Justiça do Zimbabué disse que o exército foi destacado para dispersar a violência e para assegurar a "paz e a tranquilidade".


euronews (em português)

1 de Agosto 2018