terça-feira, 21 de agosto de 2018

Petição de Princípio



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Talvez por simplório, fico admirado pela falta de cultura e de apreciação da realidade por parte de grandes líderes mundiais.

Vou tentar pela enésima vez explicar a diferença entre valor de uso e valor de estima:

Ouro e prata perderam quase totalmente seu valor de uso desde os tempos bíblicos. Não obstante, guardam um enorme valor de estima.

Ditadores modernos procuram aumentar suas reservas de ouro; verdadeiros adoradores do mítico Bezerro.

Seria mais razoável que buscassem melhorar a cultura de seus povos; aumentar o seu saneamento básico e seu sistema de saúde.

A curto prazo, os governantes bem intencionados, deveriam aumentar seu poderio bélico para impedir invasões e usurpações de nossos recursos naturais por estrangeiros.

O Brasil de hoje está praticamente indefeso. O Exército, com efetivo muito menor do que o necessário para defender nosso “continente”; a Marinha conta apenas com a sorte para proteger nossa costa e nossas águas territoriais; a Força Aérea virou motivo de chacota: “táxi aéreo” que transporta vagabundos e traidores ( às vezes, órgãos para transplantes).

Viraram as costas para o povo ?

Acho que cometem um erro de avaliação das prioridades.

O ótimo é inimigo do bom.

Não há recursos no Orçamento ? Afastem-se os “políticos” traidores que não zelam pela Segurança Nacional.

O TSE NÃO CUMPRE a LEI do voto impresso. Essa eleição é GOLPE Prévio.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

3 comentários:

Anônimo disse...

Tenho para mim que a invasão de venezuelanos em Roraima (Paracaima) pode ser um estímulo para outros países invadirem o Brasil sob a forma de forma de guerra mesmo.

Júnior

Anônimo disse...

Não se entende o por que o Imperador não procura recompor a Guarda Imperial com o que resta do exército para restaurar o Império?

Loumari disse...

https://www.youtube.com/watch?v=ZQGVqJk2MS4&t=21s

Primeiro-ministro grego assinala primeiro dia de uma "nova era"

Foi na ilha de Ítaca, o ponto de partida e de regresso do herói mitológico Ulisses na obra de Homero, que o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, deu por encerrada a "odisseia" da austeridade.

Se o vinho serviu como arma de libertação do ciclope Polifemo, contra a crise económica e financeira foi a coragem e capacidade dos gregos que mais pesou.

"A Grécia viveu uma odisseia moderna desde 2010. Em cinco anos aconteceram coisas sem precedentes num país em tempo de paz. Hoje é o dia de libertação, mas também o início de uma nova era. Não vamos cometer o erro de arrogância de ignorar os ensinamentos da era do resgate na Grécia", disse Alexis Tsipras, esta terça-feira, numa mensagem televisiva.

De visita à autarquia de Ítaca no primeiro dia da "nova era", após o fim do programa de resgate à Grécia, Tsipras sublinhou que o país recuperou o "direito a definir o destino": "Chegámos ao nosso destino. Temos a força para construir o nosso país da forma que merece ser construído. Vamos fazê-lo com responsabilidade e prudência para não voltar outra vez à Grécia dos défices e da bancarrota. Porque Ítaca é só o começo."

O começo de uma longa viagem, como a de Ulisses, em que sucumbir ao canto da sereia é uma questão de vida ou morte.


euronews (em português)

21 de Agosto 2018