domingo, 30 de setembro de 2018

O relativo poder do estelionato editorial



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A edição de sábado do Jornal Nacional da Rede Globo ultrapassou todos os limites do estelionato editorial. Parece que o programa foi editado pela dupla Laureta & Carolla – vilãs sem limites da novela Segundo Sol. O JN usou todos as técnicas e truques de edição para marretar Jair Bolsonaro, porém passando a falsa impressão de que “também ouviu o outro lado”, naquela suposta e tão cultuada “imparcialidade” (que não existe na vida real do Jornalismo).

O JN foi esquisito já na “escalada” de suas manchetes. Destacou as expressivos atos de rua contra Bolsonaro, Relatou a saída dele do hospital e minimizou, do jeitinho que deu, outras grandes manifestações públicas a favor do candidato. Chamou atenção, foram gritantemente patéticas, as manipulações de edição no avião. O texto da reportagem: “Bolsonaro foi recebido com manifestações de apoio e alguns protestos”. Já a imagem e o som só exibiram vaias e apupos, que foram em menor volume e intensidade que os apoios...

Outro truque gritante de edição foi a entrevista com Bolsonaro dentro do avião. Pelos padrões globais, imagem com som tão ruim não costuma ir ao ar. Na pior hipótese, teria legendas. Não foi o caso... Ficou evidente que a intenção foi apenas alegar que se deu voz a Bolsonaro, mesmo sem ninguém entender direito o que ele falou. A Globo tem equipamentos para entrevistas a bordo saírem perfeitas. Não usou por quê? Certamente, a Globo usou o áudio péssimo porque Bolsonaro deu o mole de admitir que pode ir ao debate da Rede Globo, na sexta – antevéspera do primeiro turno eleitoral...     

A Globo sempre foi assim. Escolhe um lado e chuta. Quase sempre vence... Mas, quando perde, a coisa fica feia... A guerra ao Jair Bolsonaro foi declarada bem antes da eleição. Claramente, os globais queriam o Geraldo Alckmin – que não decolou. Aparentemente, não deveriam querer o retorno do PT – que ameaça fechá-la ou “estatizá-la” (coisa que parece que ela já é, pois é extremamente estadodependente). No fundo, o Grupo Globo parece perdido (igual a outros grupos de comunicação que tiveram muito poder, porém não têm mais).

Por isso, é sempre bom refletir sobre Jornalismo, em tempos de Jornalixo e Jornazismo. O filósofo e pesquisador Fabiano de Abreu estuda o fenômeno da perda de credibilidade jornalística: “Devido à proliferação das chamadas fake news, as pessoas estão zombando do jornalismo, que a cada dia padece da perda da credibilidade. Essa percepção é notória ao andar pelas ruas das cidades, e ao ouvir as pessoas,  desde a conversa de bar até os altos círculos acadêmicos”.

Fabiano de Abreu pega na veia: "O que tem-se visto, infelizmente, é a falta de imparcialidade ao transmitir as notícias, o que é preocupante, pois isso está simplesmente destruindo o jornalismo. E quando perde-se a credibilidade do jornalismo, perde-se uma nação”.

Para Fabiano, não é exagero afirmar que quando a imprensa cai em descrédito, a sociedade desaba em decadência: "A imprensa sempre foi responsável por revelar ao grande público a verdade, os esquemas, as negociatas, e trazer à luz tudo que estava oculto, arquitetado nas trevas. Mas agora, na era das fake news, a imprensa tradicional padece, e está sendo vista como caluniosa, ardilosa, e defensora de sua própria agenda, tendenciosa. As pessoas estão perdendo a boa fé na imprensa e nos veículos de comunicação. Hoje, a opinião pública acredita que os jornalistas são infames, e que vale tudo pela audiência, pelos views, pelos cliques, pelo interesse. E isso não pode acontecer”.

O filósofo alerta que, se não houvesse a imprensa, informando e publicando sobre a corrupção, e os esquemas, acabamos condicionados a continuar a eleger sempre as mesmas figuras, e assim cometendo os mesmos erros de sempre, devido desconhecimento: “O jornalismo existe para entregar à população a verdade que lhes é ocultada, negada. Graças ao que tem sido trazido à luz pela imprensa, movimentos espontâneos de cidadãos contra a corrupção tem tomado cada vez mais forma e voz ativa. Se a imprensa se calar, for censurada, ou pior, perder a sua credibilidade, as consequências serão catastróficas. Imagine noticiarmos algo, sobre uma personalidade, um político, denunciar um esquema, e a população desacreditar? Assim teremos uma sociedade entregue ao ceticismo, que observará a tudo estóica, inanimada”.

Fabiano alerta que é preciso que o jornalista seja imparcial, e não defenda suas bandeiras ideológicas e políticas ao noticiar os fatos: ”Tudo bem que existe o jornalismo opinativo, onde âncoras e figuras de destaque dão sua opinião sobre um fato já noticiado, o que é muito comum nos Estados Unidos por exemplo. Mas o que não pode é que a notícia em si já venha processada, carregada da visão e opinião de um jornalista, pois isso é privar quem está do outro lado de receber a notícia apenas pelo que ela é, e assim impedir que se tenha a oportunidade de processar a informação , de formar juízo e opinião própria sobre o tema, sem doutrinação, sem manipulação. As pessoas estão cansadas de serem induzidas, e cada vez mais tem rejeitado isso”. 

Fabiano de Abreu faz um apelo ao retorno da imparcialidade no jornalismo, antes que seja tarde demais: "É preciso que a imprensa retome seu papel de informar, imparcialmente, afim de resgatar a credibilidade e devolver ao público a capacidade de formar sua própria opinião, de livre pensamento, antes que as pessoas se cansem da imprensa tradicional e procurem definitivamente outros meios de obter informação. Não se pode assumir que as pessoas são estúpidas e que não tem percepção das coisas, isso está longe de ser verdade. Como nos versos da famosa banda britânica Pink Floyd, na canção Another Brick in the wall: “Nós não precisamos de educação. Nós não precisamos de controle de pensamento… professor deixe a nós crianças em paz”.

O professor Fabiano de Abreu tem razão. A imparcialidade no jornalismo é possível para o profissional. Mas o controlador do veículo de comunicação quase sempre é parcial: atende, prioritariamente, a seus interesses políticos ou empresariais. No entanto, a isenção é um mito da profissão. Jornalistas e veículos têm o direito de assumir suas posições, explicitamente ou, até, disfarçadamente.

As manobras editoriais contra Bolsonaro serão avaliadas depois do resultado final da eleição – no primeiro ou em um eventual segundo turno. Até agora, os ataques só têm beneficiado Bolsonaro. É por isso que o estelionato editorial tem um poder relativo. Influencia, mas nem sempre é decisivo.



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Setembro de 2018.

Petecúndio ou Peteleco?



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Em grande plenibúndio, algumas “otoridades” começam a “pavimentar” a fraude pro Maldade.

"Pesquisas que à realidade não fazem eco e incensam um “poste”, poderiam ser chamadas de peteleco?

Há quem goste. Por exemplo, o cachorro adora um preboste.

De mal en pis vai o meu país!

Já comentei com os amáveis leitores que em francês tudo fica mais “chique”. É por esse motivo que o efecagácê tem um apartamento em Paris, muito embora ser-lhe-ia mais adequado ir a P. Q. Paris.

O partido dos petelhos pensam em tirar da cartola (versão moderna: urna eletrônica) inúmeros coelhos.

Do gigante de Flandres ao da Páscoa.

No tempo em que as cortes europeias ainda não utilizavam talheres para comer, o peludos coelhinho substituía um guardanapo de linho.

Em tempos do “revival” da “Lei, ora a Lei...” voltamos à estaca zero.

Antes eram dois pesos e duas medidas; agora, o império do “achismo” e o país à beira do abismo.

Mas o mais patético (gansético ?, cisnético ?) é o auto-ilusionismo.

Que as “InstituiCães estão funcionando ...” dizer, é da cara do povo, escarnecer.

Vira-bosta, moribundo e companheiros de medialuna, verão como muda a roda da fortuna.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Haddad é o candidato do “Mecanismo”



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Muito antes de representar os interesses do seu partido, o PT, ou da coligação “Brasil Feliz de Novo”, que o lançou candidato à Presidência da República, sem dúvida Fernando Haddad representa antes de mais nada  os grandes  interesses, “disfarçados”, da “extrema-direita”, e do “Mecanismo” (na feliz expressão usada por José Padilha, na Série “O Mecanismo”, da Netflix), que em outras palavras pode ser definido como o “sistema”, ou o “establishment”, na modalidade brasileira.                                                                                                                                     

As ligações do “Mecanismo” com a chamada “Nova Ordem Mundial”, composta pelos homens e organizações mais poderosas do mundo, tendo como “serviçal” o “famoso” FORO SAN PABLO,  fundado por Fidel Castro e Lula em 1990, e  que atualmente usam como principais  ferramentas os movimentos e partidos de esquerda, socialistas (de todas as variantes), comunistas, e similares, salta aos olhos.                                   

Enquanto isso ocorre, o único opositor com grande representatividade política mundial  a essas organizações, que fincaram raízes fundas em todo o mundo, se resume na figura  do atual Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que está de “peito aberto” enfrentando todas essas “feras”. E de certo modo até caçoando delas (com justiça), como fez, de forma até pitoresca, na recente  Assembleia Geral das Nações Unidas.

Bem sabe Trump que nos dias atuais a ONU não presta mais “serviços” à humanidade. Presta “desserviços”. Da mesma maneira que na  UNIÃO EUROPEIA, que (des)cuida  da Europa, dos movimentos e partidos de esquerda, e do tal “Foro de São Paulo”- uma organização multinacional que pretende implantar o socialismo nos seus países membros, da “Coligação Brasil Feliz de Novo” e do próprio Partido dos Trabalhadores -  nessas organizações só se houve o discurso da ESQUERDA. Mas é só o “discurso”. A prática pessoal dos “oradores” é bem outra. É o contrário.

Na verdade essa tal de “esquerda” não é “pessoal”, para os donos, para os  líderes e dirigentes dessas organizações ,e sim para os “outros”, na pervertida democracia  que hoje   prospera no mundo (=oclocracia). É exclusiva  para os eleitores “babacas” que escolhem mal  os seus representantes.

Um bom exemplo que pode ser apresentado dessa “dominância” do poder econômico sobre as diretrizes de governo, com a “máscara” da esquerda e da democracia, está no tratamento que lhe foi dispensado nos períodos de governo “democráticos” de esquerda no Brasil, com  FHC, Lula, Dilma e Temer, de 1995, até hoje (2018). Em toda a história do Brasil, nunca os “exploradores” internacionais e nacionais  ganharam tanto dinheiro, especialmente os banqueiros,  com a prática da  “usura”.

E os políticos, inclusive os “carimbados” de esquerda, nesse período, se “aproximaram” mais do povo oprimido, ou do “mecanismo”? A quem eles mais serviram?                                

Por conseguinte, a única conclusão  a que se pode chegar é que a “esquerda”, o “socialismo” e todos os “papos” similares, sempre estiveram mais a serviço do “mecanismo”, da “Nova Ordem Mundial”, e dos interesses da  própria “extrema-direita”, do que do próprio  povo, cujo papel nunca  passou de  ser o  alvo, o “depósito”, dos seus discursos.

A conclusão a que se chega é estarrecedora. Todas essas organizações citadas  ,inclusive a coligação “Brasil Feliz de Novo”, e o próprio PT, vivem a serviço da chamada “extrema-direita”, usando a “máscara” da esquerda, e da chamada “democracia”, esta  como trampolim para chegarem ao poder político, e receberem, por tamanha “gentileza”, as devidas “recompensas”. Por isso a esquerda não é para os políticos. É só para os “outros”.

Termino com uma curiosidade, ”candidato” Haddad:  essa  tal coligação que o Senhor tão bem representa, “ Brasil Feliz de Novo”, seria “um Brasil  feliz de novo”, mas A PARTIR DE QUANDO? Após o impeachment de Dilma, em 2016?  “Antes” os brasileiros eram felizes, sob os governos do PT (13 anos), e  de FHC (8 anos), os mais corruptos e incapazes de toda história do Brasil, nada melhores que os dois anos do substituto Temer?   Responda ,por favor, candidato Haddad.                                                     

Enfim, o nome de batismo dado a essa “coligação” está  correto ou seria uma tentativa de “piada”? Será que o povo teria memória tão curta assim? É nisso que a dita “coligação” aposta?  Por que vocês não se candidatam para representar uma manada de “burros”? Acham que burro e povo é a mesma coisa?                                                                                                                                             

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

Quem merece seu voto útil?


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ernesto Caruso

Quem ainda é petista, a despeito de toda comprovação de corrupção, condenação e prisão de vários correligionários da cúpula do partido, de Vaccari Neto a Lula da Silva, vota em Haddad e na Manuela do PCdoB.

Quem ainda é petista, por concordar com a roubalheira, desmonte e prejuízo (R$ 42 bilhões) ao patrimônio da Petrobrás que o povo brasileiro está repondo fruto de suor e lágrima ao abastecer os seus veículos próprios, do transporte público e de carga e, pagando extorsivos reajustes nos preços dos combustíveis, vota em Haddad e na Manuela do partido comunista.

Quem ainda é petista apesar dos bilhões de dólares sugados através o BNDES, envolvendo empreiteiras para obras e criação de empregos em países dos comparsas corruptos em detrimento do povo brasileiro que tem 14 milhões de desempregados, vota na aliança PT/PCdoB.

Quem ainda é petista por admiração à primorosa administração da “presidenta” Dilma, responsável por uma das maiores recessões do país e devoto do Lula Livre, vota na aliança PT/PCdoB.

Quem ainda é petista e torce para Lula ser indultado, vota da dupla vermelha.

Quem ainda é petista por apoiar o kit gay distribuído às crianças nas escolas, a ideologia de gênero, que homem gay possa frequentar banheiro feminino, vota no programa vermelho.

Na pesquisa divulgada no dia 18/09, Haddad vem de abocanhar a segunda colocação na corrida presidencial, com votos dos ainda petistas lembrados acima. Bolsonaro liderando e bem à frente dos demais.

Próximo à aliança PT/PCdoB, na intenção de voto, está o candidato Ciro do PDT de Carlos Lupi. Ciro em vídeo recente declara que devotou fidelidade ao PT por 16 anos. Ou seja, Ciro e Haddad têm a mesma identidade. Votar em um ou outro é o retorno do PT ao poder.

Depreende-se que a manutenção consentida do Lula como candidato e, presente nas pesquisas, sem possibilidade de participar do pleito, com índice inflado ao que parece de forma exagerada não transferiu para Haddad a totalidade dos votos de possíveis eleitores do Lula. Mas, com a ameaça do retorno petista ao governo, tem servido de argumento para o voto útil no candidato Alckmin (PSDB-FHC-Aécio).

Embora, as pesquisas sejam desacreditadas pelos desencontros havidos em pleitos anteriores, são bem exploradas pelos órgãos de imprensa, de um modo geral, de acordo com pauta única que a todos orienta.

Na pesquisa acima citada, Bolsonaro cresceu 2%, atingindo 28%, Haddad está com 19%, Ciro 11%; Alckmin e Marina decresceram, empatados tecnicamente em torno de 7%, bem como Álvaro Dias, Amoedo e Meirelles em torno de 2%.   

Dois aspectos conflitantes nas candidaturas de Bolsonaro e Alckmin, primeiro, devido à expressiva diferença de tempo disponível na televisão; Alckmin dispõe de 332 segundos e 434 inserções e Bolsonaro, com 8 segundos e 11 inserções; segundo, Bolsonaro mantém ascensão, Alckmin se mantém mais ou menos estagnado (queda de 9 para 7%).

A demonstrar que a propaganda agressivamente feita contra Bolsonaro nas várias inserções com partes dos pronunciamentos do oponente não estão surtindo efeito. Talvez pela maneira como as expressões são expostas (truncadas) e o conhecimento na íntegra das pendengas fartamente publicadas nas redes sociais favoráveis à credibilidade em Bolsonaro. Claro, que o cidadão está atento e não perdoa o artifício empregado na propaganda do Centrão. Alckmin não tem atraído o voto útil.

A pesquisa IBOPE (19/09) reforça que a candidatura Alckmin em São Paulo não vai bem. Isso no Estado onde foi governador por quatro vezes, que com ufanismo exclama na sua propaganda farta em minutos. E diz que tem experiência e que está pronto. Mas, o eleitor não lhe credita esse reconhecimento.

Alckmin tem 13% na intenção de votos, empatado com Haddad, que perdeu na tentativa de se reeleger prefeito no primeiro turno. Ambos não estão bem, pois que Bolsonaro está no patamar de 30% na intenção de votos do mesmo eleitor paulista.

No Rio de Janeiro, Bolsonaro lidera com 30,4% enquanto Alckmin tem 4,1%.

Os demais, Amoedo, Álvaro e Meirelles em termos nacionais permanecem no entorno de 2%.

O eleitor de Bolsonaro está mais próximo de Alckmin, Amoedo e Álvaro que rejeitam Lula e o petismo pelos desastres sobejamente conhecidos nas suas administrações.

Ao que parece, o perfil dos eleitores de Alckmin, Amoedo e Álvaro está mais próximo da candidatura Bolsonaro do que de Ciro e Haddad/Lula.

Assim, o eleitor vai analisar os dados expostos pelas pesquisas e despejar o voto útil naquele que tem a vantagem de sacramentar a vitória no primeiro turno e não arriscar a disputa no segundo turno com a possibilidade de retorno do PT/PCdoB.

Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado-Maior reformado.

sábado, 29 de setembro de 2018

Bolsonaro vence o Jornalixo



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Ainda não se tem certeza de quem vencerá a eleição presidencial 2018. O Jair Bolsonaro é favorito, porque a maioria do povo brasileiro rejeita o retorno ao poder do PT, com um candidato-fake teleguiado pelo PRESOdentro Lula. No entanto, é fácil apontar o derrotado prévio no processo eleitoreiro: o Jornalixo tupiniquim. O negócio midiático picareta acabará inevitavelmente varrido da História.

Os tradicionais veículos de comunicação – alguns à beira da falência ou sérios candidatos a desaparecerem em breve – simplesmente assinaram suas sentenças de morte da credibilidade com a cobertura eleitoreira deste ano. Os cínicos críticos das fake-news são vistos pela população como os verdadeiros fabricantes de notícias falsas ou escancaradamente manipuladas.

O esquerdismo jornalístico firmou uma aliança com a corrupção política para produzir desinformação e contra-informação. Definitivamente, ficou claro que o Jornalixo não tem compromisso com as mudanças estruturais. Na verdade, é aliado do Crime Institucionalizado. A novidade é que qualquer um percebe este fenômeno de pura canalhice.

Isenção é um mito do Jornalismo. Qualquer veículo de comunicação tem direito de escolher sua posição política-editorial. Cada um apóia idéias, posições ou candidatos que bem desejar, desde que respeitando a legalidade. Isto faz parte da Liberdade de Imprensa. O que não é legítima é a prática da contravenção da verdade. Jornalixo que mente e defende criminosos é ilegítimo e ilegal. Parcialidade criminosa é inaceitável.

A edição do Jornal Nacional de sexta-feira (28 set) comprovou que a Rede Globo está do lado da continuidade do Regime do Governo do Crime. O JN promoveu uma marretagem editorial contra Bolsonaro. Basta observar o tempo exagerado dedicado a reproduzir a marretagem da revista Veja sobre o processo de separação de Bolsonaro da primeira esposa. Além disso, na divulgação de mais uma pesquisa eleitoreira, o JN vendeu, mais uma vez, o falso “crescimento” da candidatura “Lula-Andrade”. Na Globo, Bolsonaro “oscila”. Haddad “cresce”, “aumenta”, “sobe”...

Até agora, os ataques contra Bolsonaro só têm produzido efeito contrário: o candidato cresce na opinião popular que as pesquisas falham em mensurar. Nada custa recordar que os grandes institutos de pesquisa erraram em mais de 50% os resultados das últimas eleições. A credibilidade deles é tão pequena quanto a da mídia que manipula o noticiário em favor de seus interesses políticos e comerciais.

O fenômeno mais importante é que as redes sociais começam a substituir o Jornalixo. Deste embate democrático renascerá o Jornalismo – essencial para a construção de uma sociedade democrática. A imprensa corrupta, mentirosa e venal está com os dias contados no Brasil.

Não importa o resultado da eleição: Jair Bolsonaro já venceu o Jornalixo... Falta vencer o "Sistema"... O "Mecanismo" do Crime será derrotado!

Leia o artigo de Sérgio Alves de Oliveira: A medíocre polêmica do 13º Salário   




Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 29 de Setembro de 2018.

Fiquem Avisados





“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Amáveis leitores, preparem-se porque vamos entrar numa montanha russa, no escuro e com funções de trem fantasma.

Os implantadores da Nova Ordem Mundial e seus vassalos da classe política estão desesperados. 

Vão tentar de tudo (tudo mesmo !) para impedir a eleição um um candidato independente.

Não descartem nova tentativa de matar o mito. Talvez disfarçada de “acidente”.

Bilhões (isso mesmo: BILHÕES) de reais serão gastos na próxima semana para tentar comprar o resto da mídia, vários (se não todos) urubus e melancias podres.

No momento os casos mais vergonhosos de “fakenews” são os falsos combates às mesmas.

Aproveitem para fazer economia. Cancelem TODAS as assinaturas de jornais e revistas mentirosos. Boicotem os anunciantes nos mesmos.

Informem-se apenas pelas redes sociais em postagens de pessoas que vocês conheçam e consideram dignas de fé.

O resultado será benéfico para sua cabeça, para seu bolso e para o Brasil.

Sigam o conselho do filósofo:

"Sejam sábios; um copo d'água, um pedaço de pão e nem sombra de leve mágoa tocará seu coração”.

Acorda ó glorioso Exército de Caxias!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

A medíocre polêmica do 13º Salário



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Somente quem tem um cérebro muito pequeno pode ter ficado tão “chocado” com as críticas que o General Hamilton Mourão - candidato a vice-Presidente da República, na chapa encabeçado por Jair Bolsonaro – teceu sobre a  chamada  “gratificação natalina”, mais conhecida como 13º Salário ,assegurada  aos trabalhadores.

Apesar de instituída por lei, a gratificação natalina nunca passou de fato de uma mera “gorjeta legal”, não muito mais representativa   que uma “esmola”, assegurada  e paga  aos trabalhadores ao final de cada ano. Apesar de ninguém poder negar a sua utilidade como um “reforço salarial” anual, na verdade essa gratificação jamais significou a “salvação” financeira dos trabalhadores. O que ela representa se resume só no pagamento de um “x”  correspondente a 1/12 da remuneração anual, ou seja, de  uma “gorjeta”, inferior aos 10%  que normalmente se paga aos garçons nos restaurantes.

A primeira pergunta que se impõe é a seguinte: o  13º Salário tem  sido a “salvação”  do trabalhador em virtude da  venda que faz  da sua força de trabalho? A segunda: esse pagamento adicional não estaria tendo por objetivo enganar o trabalhador, dando-lhe a “sensação” que estaria sendo recompensado e recebendo “de graça” um dinheiro adicional correspondente à um mês de trabalho?
E se esse “plus” fosse pago de forma parcelada, somado ao salário mensal, durante os 12 meses do ano? Não daria praticamente no mesmo? O trabalhador não estaria porventura ganhando o “13º” adiantado? Quem sai ganhando com esse pagamento adicional de uma só vez , ao final de cada ano, ao invés de distribuí-lo durante o ano ? Por que estaria sendo “resolvido” o problema financeiro do trabalhador pagando-se-lhe  somente o 13º Salário, e não outros  14ª,15º ou 16º  Salários?

Então essa discussão polêmica  que se estabeleceu ,ampliada ao “infinito”, por uma mídia tremendamente maliciosa e tendenciosa, contra a chapa presidencial Bolsonaro/Mourão, que fica em permanente “tocaia” esperando deles qualquer “escorregão besta” , e  que se fixou  em torno de uma imaginária “ameaça” ao 13º Salário, na verdade não tem qualquer conteúdo de maior  importância. Trata-se meramente de ponto de vista pessoal  sobre “critérios” para pagamento da força de trabalho.

O 13º Salário poderia perfeitamente ser retirado e substituído por outros pagamentos , muito mais vantajosos, inclusive, aos trabalhadores. Em resumo: o 13º Salário jamais foi a “salvação” do trabalhador, para que fizessem tanto “estardalhaço” em cima da fala de Mourão.

O que esse “jeitinho” brasileiro de fazer política salarial conseguiu  foi mudar o calendário gregoriano, do Papa Gregório XIII, com o ano passando a ter “13” meses, ao invés de 12. Mas essa “enjambração” salarial está perfeitamente coerente  com a legislação trabalhista/sindical  brasileira, que incorporou na sua essência o “Códice del Lavoro” italiano, puramente  assistencialista, feito sob  inspiração “fascista” , no governo  de Benito Mussolini.

Estivesse eu no lugar de Mourão ,certamente não me limitaria a questionar somente a validade  do 13º Salário, porém  de TODA a legislação trabalhista ,inclusive a própria   CLT, de inspiração puramente  fascista.
Ao contrário do que muitos podem pensar, a CLT não é a “salvação”, nem a protetora do trabalhador , porém o seu “algoz”. E desde o momento em que num futuro talvez ainda um pouco distante a sociedade “acordar”, certamente essa “proteção” ao trabalhador assegurada pela legislação trabalhista de hoje, inspirada no fascismo, será uma das primeiras coisas a ser jogada na lata de lixo da história, substituída   por normas jurídicas mais condizentes com as necessidades dos trabalhadores.

Engrandecer a tal ponto a rigidez de alguns dispositivos da legislação trabalhista, como faz essa mídia maliciosa, que só têm a “aparência” de proteger o trabalhador, como a gratificação natalina, é na verdade pensar muito pequeno , e  ao mesmo tempo “chutar” para um futuro muito longínquo a efetiva realização do trabalhador.                                                                                                        
Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

Fadiga Material e Fadiga Moral



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

A sociedade não aguenta mais de tanta corrupção e montanhas de dinheiro sujo nas mãos nada limpas dos chamados representantes do povo. Foram mais de duas décadas de desgovernos descontrolados e ávidos por facilidades, de tal sorte que respinga hoje na cidadania o fruto da reeleição e dos péssimos hábitos do passado.

A fadiga do material e a falta de renovação são sempre os mesmos que pulam de galho em galho, hoje prefeito, amanha deputado, depois senador, um dia governador, até o triunfo final de presidente sempre almejado.

A fadiga moral é, por outro ângulo, a roubalheira escancarada e a desavergonhada forma que se lastreou a esquerda irresponsável de granjear os incautos e arregimentar fileiras de indigentes em troco de um sanduíche de mortadela e do seu próprio voto.

Ninguém mais poderia tolerar ambos os modelos, mas vemos que a população continua a acreditar nos mesmos figurões de priscas eras e ainda temos um processo eleitoral inédito. Candidatos presos se manifestam, condenados palpitam, outros com tornozeira discursam e ainda existem aqueles que ousam em se proteger da malfadada imunidade parlamentar.

Que Brasil queremos para o amanhã? Temos verdadeiros retrocessos com candidatos dos piores níveis, mas é isso que retroalimenta nossa deformação político partidária ,somente a ela tem acesso os mais descarados e amigos das falcatruas, já que raramente alguém de bem se vocaciona ao cargo eletivo.

Precisamos cortar o mal pela raíz e finalmente terminar com tanto partido de aluguel de legenda que nos envergonha. Dizer sobre a campanha eleitoral do Brasil no exterior é passar vexame sendo inacreditavelmente incompreendido, a ponto de condenado falar para jornal estrangeiro e preso com regalias ter oportunidade de dar entrevistas para jornais e a mídia marrom, venal sempre beneficiada com favores dos cofres públicos para não vegetarem nos pântanos das sobrevivências em tempos de destruição das instituições sociais e do salve-se quem não puder.

Sim, o menoscabo com o cidadão é tamanho que passadas 24 hs da eleição ninguém mais se lembrará os nomes depositados nas urnas eletrônicas para seus candidatos no legislativo,tamanha estultice que não fazem as eleições em certames e dias diferentes. A realidade está a comprovar que a fadiga do material velhos raposões que não se cansam de se candidatar com a famigerada fadiga moral, ambas siamesas da corrupção, malversação do dinheiro público e da fantasia
surrealista com a ignorância da população em geral, esses aspectos continuarão a contaminar o cenário nacional.

Não poderemos deixar de lado, em hipótese alguma, a nossa medíocre mídia nas mãos de espertalhões e amigos do poder, nossa democracia é uma pseudo realidade, o capital esmaga o trabalho e a globalização massacra o emprego, ao passo que uma dívida pública de mais de 5 trilhões de reais faria corar o maior larápio do planeta.

Como chegamos a tamanho despropósito,simples ambas as fadigas nos levaram por falta de renovação e de oxigênio novo ao estado de calamidade,de caos e colapsão que atravessamos. Ingenuamente muitos acreditam que os próximos 4 anos serão de fartura.

Ledo e crasso engano, as contas públicas estão em delirito retumbante, o emprego em baixa, a moeda desvalorizada e os preços públicos e privados em espiral crescente.

Quem vier para governar, se não tiver pulso forte e uma equipe preparada, poderá fortalecer uma hecatombe sem proporções na dimensão continental brasileira.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

A hora do Silêncio Obsequioso



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Só um idiota perfeito acredita na versão mentirosa espalhada por colunistas-comunistas de que o General Hamilton Mourão perde o apoio de militares pelas verdades que anda falando. Pedido na caserna para Mourão renunciar é outra piada de mau gosto. Outra mentira completa é sobre a idéia de trocar o vice do Bolsonaro, na véspera da eleição. O espetáculo de jornalixo se completa com a revista Veja divulgando o processo arquivado de separação do primeiro casamento de Jair Bolsonaro.

Adversários e inimigos de Bolsonaro tentam, desesperadamente, usar a mídia comprada e os ataques programados de seus jornalixos corruptos para causar uma mudança (improvável) no cenário eleitoral. Ataques pessoais contra Bolsonaro e exploração dos discursos polêmicos de Mourão e Paulo Guedes não têm efeito sobre a vontade consolidada do eleitor de Bolsonaro. Mourão, que visita Bolsonaro no fim de semana, já avisou: “Vou ficar em silêncio obsequioso. É uma boa linha de ação”.

A semana vai pegar fogo com a alta hospitalar de Bolsonaro – que aconteceria nesta sexta-feira, porém foi adiada para sábado, por causa da contaminação em um cateter colocado no braço do paciente. Os opositores também aguardam as gigantescas manifestações de rua agendadas pelos correligionários dele para o próximo domingo, em todo o Brasil.

A próxima polêmica programada é sobre a participação ou ausência de Bolsonaro no debate de 4 de outubro na Rede Globo. A equipe do candidato participa das reuniões de organização com a emissora. No entanto, a tendência é que Bolsonaro não apareça, alegando motivos de saúde (mesmo que o motivo real não seja este).

Será que Bolsonaro conseguirá manter a Lei do Silêncio em sua campanha? Ou as vaidades e divisões internas, combinadas com desorganização, continuarão falando mais alto, para prejudicar o favoritismo dele?  




Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 28 de Setembro de 2018.

Trinta Anos de Agonia




“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Desde 1989 as eleições presidenciais impõem ao brasileiro um “stress” maligno.

Sempre tivemos a sensação de “fim de mundo”.

O energúmeno foi primeiro derrotado pelo Caçador de Marajás. Deu no que deu: uma violência brutal contra todos os correntistas bancários, que causou desespero e lágrimas aos brasileiros.

Depois, investidas da besta duas vezes contidas pelo lobo em pele de cordeiro; fabianista mau caráter. Hoje desmascarado.

Em 2.002 instalou-se o tumor no organismo nacional e prolongou sua metástase nas três eleições seguintes.

Milhões foram às ruas para se livrar da débil mental.

Assumiu um mixo, que tendo a oportunidade de passar à História como o redentor, preferiu continuar à frente “da lojinia” em vergonhoso balcão de negócios.

No momento, a besta está enjaulada. Surge um homem de bem cuja vida foi escrutinada e nada desonesto foi encontrado.

Os implantadores da Nova Ordem Mundial não podem tolerar a “insolência” de um Brasil auto determinado.

Faca nele ! Por milagre de Deus, parece estar se recuperando.

Sofreremos outros atentados tão ou mais abjetos, até o dia 1° de janeiro de 2.019. As instituiCães estão funcionando na PQP!

Glorioso Exército de Caxias: Acorde ! Dormientibus non succurrit jus.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.