segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Bolsonaro de “extrema-direita”?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Cumprindo estratégia ditada por Antonio Gramsci, antigo líder do Partido Comunista Italiano, no sentido de implantar a ideologia comunista em todo o mundo, pacifica e paulatinamente, por meio de métodos “inventados” por ele, mais ou menos na mesma linha da pregação “menchevique”, conquistando num primeiro momento instituições estratégicas, principalmente voltadas à cultura, ao  ensino e à religião, sem dúvida o socialismo e suas diversas variantes obtiveram  grande êxito nesse desiderato. O “terreno” foi bem preparado.

Além de se infiltrarem nas Nações Unidas - ONU, especialmente no seu  “Comitê de Direitos Humanos”, na “União Europeia”, e tantas outras organizações internacionais e nacionais, os “vermelhos” também conseguiram fincar raízes fundas na própria mídia internacional.

O resultado dessa tomada de posição foi o de  que  boa porção da mídia a da imprensa mundial  passou a tratar  todos os que divergem do  comunismo, do socialismo ,do  esquerdismo, do marxismo cultural, do gramscismo, da  “Escola de Frankfurt”, da  social-democracia, e tantos outros, como se eles integrassem   o que chamam de EXTREMA-DIREITA. 

Para essa “gente”, o  centro-direita e a direita simplesmente foram riscadas do mapa. Com essa atitude eles conseguiram mutilar até mesmo a “régua ideológica”.  Mas o “raio” é que essas “bestas” da mídia internacional simplesmente passaram a enquadrar  todos os que não se alinham com a sua “ideologia” como se fossem  partidários da “extrema-direita”.

No caso do atentado à faca  contra o“Capitão” Jair Bolsonaro, candidato à Presidência do Brasil, ocorrido em   6.09.18 ,na cidade de Juiz de Fora-MG, a imprensa mundial deu enorme  destaque ao fato, mas sempre destacando com letras “maiúsculas”, até pejorativamente,  que a tentativa de assassinato de Bolsonaro  teria se dado contra um candidato presidencial de “extrema-direita”.                                                                                                                                  
Mas essa “acusação” não corresponde à realidade. E não é verdade pelo simples fato do “Capitão” jamais ter passado dos limites morais e jurídicos nas suas propostas de combater a criminalidade e a corrupção, disseminadas no seu país como em nenhuma outra parte do mundo, com a mais vergonhosa inércia e até participação  dos poderes constituídos responsáveis por tal situação.

Resumidamente, a mídia mundial não perdoou o fato de Bolsonaro não compartilhar da ideologia de esquerda, quer seja representada pela “extrema -esquerda”, pela “esquerda”, ou “centro-esquerda”. E também de não abraçar o tal  “Centro”, constituído pelos indefinidos entre a “esquerda” e a “direita”, e que buscam nas eleições os votos dos dois lados. Todos esses ficam sempre “em cima do muro” da régua ideológica. Hoje no Brasil eles formam o “Centrão”, apoiando a candidatura presidencial de Geraldo Alckmin.

Não há como negar, todavia, que o perfil ideológico de Bolsonaro se inclina  mais para o lado “direito”, do que para o “esquerdo”.  Mas não podemos  esquecer que muitos  países teoricamente  de “direita”, especialmente da Europa, praticam políticas sociais e econômicas que favorecem muito mais a maioria do povo, inclusive os mais humildes,  do  que  em qualquer outro país declaradamente  de “esquerda”.  Por onde a  esquerda passou no mundo só deixou rastro de destruição  e  nunca  trouxe  qualquer prosperidade. Nem justiça social.

Numa retrospectiva histórica, os únicos  beneficiários  do marxismo na antiga União Soviética foram os integrantes da NOMENKLATURA, denominação que se dava à sua  classe dirigente, composta pelos altos funcionários do Partido Comunista e outros trabalhadores em cargos técnicos, artistas e outras pessoas “queridas”, todos filiados ao PC, gozando de inúmeros privilégios, inacessíveis ao restante da população. A “Nomenklatura” chegou a ter 750 mil componentes numa população de 300 milhões de pessoas.

A “Nomenklatura” não estaria lembrando muito a situação política  do  Brasil de hoje? A “Lei Rouanet” (de “incentivo à cultura”?), beneficiando com muito dinheiro  artistas já milionários ,como Chico Buarque de Holanda, um socialista “caviar”, não estaria porventura reproduzindo a proteção dada aos artistas filiados ao Partido Comunista na União Soviética? A bandalheira política de lá e de cá não seria a mesma coisa?

Seria por tentar combater a criminalidade pelos meios necessários, e as “bandalheiras” políticas que estão por todos os lados, que Bolsonaro teria caído na “desgraça” da imprensa internacional esquerdista, que o  trata injustamente como um candidato de “extrema-direita”?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

3 comentários:

Loumari disse...

No Brasil se a esquerda e extrema-esquerda na vossa opinião são comunistas, a direita e extrema-direita brasileira são NAZIS. Com a direita e extrema-direita é o extermínio da população.
Brasil nação cujo deus é o BODE. O bode que exige sacrifícios contínuos com derramamento de sangue e pede sempre sacrificar para ele vidas humanas.

Anônimo disse...

De fato, muita coisa sem sentido algum eles falam o tempo do Bolsonaro. Primeiro é que é um militar. Ele é um político. Do facínora, falavam que era um metalúrgico, mas também era ou é um político e, diga-se a bem da verdade, corrupto. Bolsonaro não chega sequer a ser de centro-esquerda e passa longe.

talys felipe disse...

http://www.alertatotal.net/2006/06/chefes-militares-mandam-carta.html?m=1#comment-form ( tenho uma duvida sobre a matéria acima) você confirma que é uma matéria citando fontes primárias? se sim onde as encontro para que eu possa entender.