domingo, 30 de setembro de 2018

Haddad é o candidato do “Mecanismo”



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Muito antes de representar os interesses do seu partido, o PT, ou da coligação “Brasil Feliz de Novo”, que o lançou candidato à Presidência da República, sem dúvida Fernando Haddad representa antes de mais nada  os grandes  interesses, “disfarçados”, da “extrema-direita”, e do “Mecanismo” (na feliz expressão usada por José Padilha, na Série “O Mecanismo”, da Netflix), que em outras palavras pode ser definido como o “sistema”, ou o “establishment”, na modalidade brasileira.                                                                                                                                     

As ligações do “Mecanismo” com a chamada “Nova Ordem Mundial”, composta pelos homens e organizações mais poderosas do mundo, tendo como “serviçal” o “famoso” FORO SAN PABLO,  fundado por Fidel Castro e Lula em 1990, e  que atualmente usam como principais  ferramentas os movimentos e partidos de esquerda, socialistas (de todas as variantes), comunistas, e similares, salta aos olhos.                                   

Enquanto isso ocorre, o único opositor com grande representatividade política mundial  a essas organizações, que fincaram raízes fundas em todo o mundo, se resume na figura  do atual Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que está de “peito aberto” enfrentando todas essas “feras”. E de certo modo até caçoando delas (com justiça), como fez, de forma até pitoresca, na recente  Assembleia Geral das Nações Unidas.

Bem sabe Trump que nos dias atuais a ONU não presta mais “serviços” à humanidade. Presta “desserviços”. Da mesma maneira que na  UNIÃO EUROPEIA, que (des)cuida  da Europa, dos movimentos e partidos de esquerda, e do tal “Foro de São Paulo”- uma organização multinacional que pretende implantar o socialismo nos seus países membros, da “Coligação Brasil Feliz de Novo” e do próprio Partido dos Trabalhadores -  nessas organizações só se houve o discurso da ESQUERDA. Mas é só o “discurso”. A prática pessoal dos “oradores” é bem outra. É o contrário.

Na verdade essa tal de “esquerda” não é “pessoal”, para os donos, para os  líderes e dirigentes dessas organizações ,e sim para os “outros”, na pervertida democracia  que hoje   prospera no mundo (=oclocracia). É exclusiva  para os eleitores “babacas” que escolhem mal  os seus representantes.

Um bom exemplo que pode ser apresentado dessa “dominância” do poder econômico sobre as diretrizes de governo, com a “máscara” da esquerda e da democracia, está no tratamento que lhe foi dispensado nos períodos de governo “democráticos” de esquerda no Brasil, com  FHC, Lula, Dilma e Temer, de 1995, até hoje (2018). Em toda a história do Brasil, nunca os “exploradores” internacionais e nacionais  ganharam tanto dinheiro, especialmente os banqueiros,  com a prática da  “usura”.

E os políticos, inclusive os “carimbados” de esquerda, nesse período, se “aproximaram” mais do povo oprimido, ou do “mecanismo”? A quem eles mais serviram?                                

Por conseguinte, a única conclusão  a que se pode chegar é que a “esquerda”, o “socialismo” e todos os “papos” similares, sempre estiveram mais a serviço do “mecanismo”, da “Nova Ordem Mundial”, e dos interesses da  própria “extrema-direita”, do que do próprio  povo, cujo papel nunca  passou de  ser o  alvo, o “depósito”, dos seus discursos.

A conclusão a que se chega é estarrecedora. Todas essas organizações citadas  ,inclusive a coligação “Brasil Feliz de Novo”, e o próprio PT, vivem a serviço da chamada “extrema-direita”, usando a “máscara” da esquerda, e da chamada “democracia”, esta  como trampolim para chegarem ao poder político, e receberem, por tamanha “gentileza”, as devidas “recompensas”. Por isso a esquerda não é para os políticos. É só para os “outros”.

Termino com uma curiosidade, ”candidato” Haddad:  essa  tal coligação que o Senhor tão bem representa, “ Brasil Feliz de Novo”, seria “um Brasil  feliz de novo”, mas A PARTIR DE QUANDO? Após o impeachment de Dilma, em 2016?  “Antes” os brasileiros eram felizes, sob os governos do PT (13 anos), e  de FHC (8 anos), os mais corruptos e incapazes de toda história do Brasil, nada melhores que os dois anos do substituto Temer?   Responda ,por favor, candidato Haddad.                                                     

Enfim, o nome de batismo dado a essa “coligação” está  correto ou seria uma tentativa de “piada”? Será que o povo teria memória tão curta assim? É nisso que a dita “coligação” aposta?  Por que vocês não se candidatam para representar uma manada de “burros”? Acham que burro e povo é a mesma coisa?                                                                                                                                             

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

Um comentário:

jomabastos disse...

A verdade é que o autor deste artigo mistura os pés com as mãos. É por esta razão e por outras razões loucas como o comunismo, que o Brasil está vivendo do avesso.