domingo, 16 de setembro de 2018

Talhado para matar... Bolsonaro


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ernesto Caruso

Por certo, muitos se perguntaram se um criminoso baixo teria condições de apunhalar Bolsonaro nas condições em que se encontrava naquele triste dia de 6 de setembro de 2018, véspera da celebração da Independência do Brasil.

O lance certeiro e rápido, sem dúvida, era para matar o líder que representa o pensamento da direita a significar a verdade na alternância do poder nestas eleições para a presidência da República.

Líder disparado nas intenções de voto como resposta da sociedade que não suporta mais a pregação esquerdista dos “benfeitores dos pobres”, mas que lhes dão migalhas enquanto assaltam os cofres públicos e compram casas, apartamentos, triplex, sítios, iates de milhões de reais. Tipo os presidiários Lula e Sérgio Cabral. Mais, as quadrilhas que os cercam, presos e/ou condenados.

Líder que precisava ser eliminado. E tentaram consumar o ignóbio propósito. Nem é novidade a eliminação de adversários e até aliados, como no misterioso caso Celso Daniel.

Adélio Bispo de Oliveira tem o perfil muito adequado para cumprir a missão: eliminar Bolsonaro.

Onde? Em lugar público; nas caminhadas no meio do povão. Poderia ter sido abatido à distância por atirador de escol, tipo atentado a John Kennedy (1963), ou próximo, como foi premeditado.

Por vezes, Bolsonaro está em carros de som, mais difícil de ser abordado, já que a opção não foi pelo emprego da arma de fogo. Há momentos que está caminhando ao lado dos aficionados por sua candidatura, mas difícil de ser alcançado, face ao cordão de gente que o envolve.

No entanto, a oportunidade vislumbrada, na qual o alvo é mais vulnerável, se dá quando Bolsonaro se encontra sobre os ombros de alguém para ganhar visibilidade e poder irradiar e receber a energia, o entusiasmo e a confiança que o candidato e seguidores trocam entre si.

Bolsonaro não é baixo, mede 1,86m (internet); estava sobre os ombros de um homem, que a princípio deve ser alto para melhor destacar o candidato. Pensado, planejado e feito. O alvo é atingido.

Mas, e os meios para cumprir a missão?

A opção foi pela arma branca, de tamanho razoável, ponta afiada, fácil de transportar, esconder e, de maneira a atingir o alvo, perfurá-lo em profundidade, se possível no coração.

Para lograr êxito, o atacante precisa ser forte para vencer barreiras humanas com naturalidade, tranquilidade, frieza, agilidade e, de suma importância ter altura suficiente. Nas fotos entre os policiais federais, normalmente altos, parece disfarçar, encurvando a coluna e flexionando as pernas. E, ter formação de esquerda e ser extremista.

Como não consta no seu histórico, trazido a público, de ter sido líder de algum grupo ou exercer posição de mando e, ter tentado matar Bolsonaro, é admissível a existência de co-participes/mandantes na empreitada.

Foi auxiliado por algum comparsa? É provável que sim. A missão não era de fácil execução. É normal até nos assaltos de pequena monta aos transeuntes, um dos malfeitores distrai a vítima, a esbarrar, por exemplo, enquanto outro arranca o bem que interessa (cordão, celular...), que já passa para outro. A seguir todos fogem, alteram os trajes...

Os vídeos divulgados que atestam o desenrolar do crime mostram cenas com prováveis participantes da trama, mas que merecem análise com maior profundidade, bem como há outros indícios a apurar. Adélio estava desempregado, mas viajava, se hospedava, se alimentava, possui quatro celulares, notebook, etc, sob patrocínio de quem?

Mais gritante ainda foi a contratação rápida dos quatro advogados para defendê-lo, patrocinada por alguém que exigiu sigilo. Tal condição é admissível a dificultar a investigação e a favorecer o autor confesso do crime bárbaro e dentro de uma campanha eleitoral?

Na primeira tentativa de se fazer crer que o criminoso sofre das faculdades mentais, a defesa fracassou.

Outro aspecto a considerar era o agressor ser morto pelos seguranças do candidato ou por um dos apoiadores, em nítida legítima defesa.

Caso se concretizasse, quem poderia se beneficiar com o arquivo morto, Adélio Bispo de Oliveira? Naturalmente, mandantes e comparsas. O tempo dirá.

Ernesto Caruso é Coronel de Artilharia e Estado-Maior, reformado.

3 comentários:

Fábbio da Luz da Luz disse...

O BRASILEIRO NÃO ENTENDEU QUE O FUNDAMENTALISMO DE ESQUERDA EXISTE E SEMPRE EXISTIRÁ NO BRASIL, E SÃO CONTROLADOS POR VELHOS SENHORES. HOJE PESSOAS DE VÁRIOS GÊNEROS SÃO MANIPULADAS E CHEGARÁ O TEMPO QUE UM TERRORISTA VAI SER ACLAMADO NAS REDES SOCIAIS.

Anônimo disse...

Houve algum problema na postagem de alguns textos deste domingo, pois, além de estarem inteiramente sublinhados, a palavra "ignóbil" foi transcrita como "ignóbio".

ALMANAKUT BRASIL disse...

Dinheiro da Guiné Equatorial pode ter sido enviado para pagar advogados de Adelio - 17/09/2018

O ditador Teodoro Obiang Nguema Mangue governa o pequeno país africano, com mãos de ferro, há 39 anos. O filho do ditador, conhecido como Teodorín, nomeado pelo pai vice-presidente do país, é visto como a pessoa escalada para chefiar ‘serviços sujos’ pelo mundo afora.

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/11440/dinheiro-da-guine-equatorial-pode-ter-sido-enviado-para-pagar-advogados-de-adelio