domingo, 23 de setembro de 2018

Toda a escumalha da esquerda contra Bolsonaro


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

A eleição presidencial se aproxima. O primeiro turno será no próximo dia 7 de outubro. Bolsonaro estaria liderando, pelas pesquisas, com 28% das intenções de voto, tanto no IBOPE, quanto no DATAFOLHA.                                                                                                                                                 

A não ser  por uma surpreendente reviravolta, contrariando as pesquisas, com Bolsonaro vitorioso já no primeiro turno, somando mais  de 50% dos votos válidos, tudo leva a crer que haverá um segundo turno, disputado pelos dois  candidatos mais votados no primeiro turno.

Na “cola” de Bolsonaro, se procedentes as pesquisas, estariam 4 (quatro) candidatos com alguma chance de passar ao segundo turno, todos “teoricamente”  de esquerda, mais precisamente, Fernando Haddad (Ibope 19% e Datafolha 16%),Ciro Gomes (Ibope 11 % e Datafolha 13 %),Geraldo Alckmin (Ibope 7% e Datafolha 9%) e, finalmente, Marina Silva (Ibope 6% e Datafolha 7%). Os demais candidatos seriam “cartas fora do baralho”.

Nessas eleições, sem dúvida,  a esquerda foi bem mais esperta que a direita. Entrou com diversos candidatos na certeza de que pelo menos um deles estaria assegurado no segundo turno, onde ainda contaria com uma “ajuda” dos computadores do TSE na totalização dos votos.                                                                                                                                                

Enquanto a chamada direita “dormiu” e somente colocou um candidato com alguma chance de passar à segunda fase das eleições, no caso, Jair Bolsonaro, a esquerda se equipou com um verdadeiro “batalhão” de candidatos, espalhados em diversas siglas partidárias.

A esquerda sabe melhor que ninguém que o “jogo” eleitoral tem múltiplas semelhanças com qualquer jogo de loteria. Quanto mais se joga, maiores serão as chances de ganhar.                                                         

“Matematicamente” falando, a tendência natural será a de que  qualquer candidato de esquerda que passar para o segundo turno das eleições, para disputar com Bolsonaro, deverá levar consigo os votos dos demais competidores da “esquerda” ,seus “colegas”, derrotados.

Ora, enquanto Bolsonaro teria 28 % das intenções de voto, nos dois citados  institutos de pesquisa, a “soma” dos demais candidatos de esquerda estaria representando 43%, no Ibope, ,e 45 %, no Datafolha.
Mas mesmo assim a  possibilidade de vitória de Bolsonaro num eventual segundo turno não estaria afastada.

Embora a cúpula do PSDB tenha vínculos sólidos com o “socialismo fabiano”, e  “caviar”, do “deus” desse partido, o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, na verdade o eleitorado potencial dessa agremiação partidária não tem esse mesmo perfil ideológico. Está muito mais  para a direita do que para a esquerda.

O mesmo pode ser afirmado em relação ao candidato do PDT, Ciro Gomes, que nem é um trabalhista “histórico”, e  que certamente  não teria tamanha ascendência sobre o seu partido de modo a levar os seus eleitores  a votar no PT, que  inclusive  era “odiado” por Brizola.

Dificilmente Bolsonaro levaria para o segundo o turno, se fosse o caso, o eleitorado de Marina Silva. Tanto a candidata, quanto os seus apoiadores, não passam de PT “disfarçados”, ou do seu “Plano B”.

Portanto será preciso grande esforço para expulsar a esquerda dos estragos políticos, sociais e econômicos que  fez ao Brasil, desde 1995,após a eleição e posse de FHC, incrementados após a posse de Lula ,em 2003 ,até hoje.

Mas o que mais impressiona é a “cara de pau” do PT em culpar Michel Temer “sozinho” por todos os estragos feitos no Brasil pela esquerda. O PT  esteve na Presidência da República em 13 dos últimos 15 anos. Como pretender culpar Temer por tudo? Temer somente deu continuidade ao desgoverno e corrupção do PT

Parece, pois, que a melhor chance de apear o PT do poder seria uma grande votação para Bolsonaro vencer ainda no primeiro turno. Num eventual segundo  turno, ainda haveria um  risco maior de manipulação das eleições, pelas urnas eletrônicas e computadores do Tribunal Superior Eleitoral, ou seja, uma fraude eleitoral para beneficiar o candidato da esquerda.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

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