sábado, 15 de setembro de 2018

Toffoli armado para fazer a intervenção militar de esquerda?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Uns já afirmaram que “o diabo mora no detalhe”. E isso pode ser uma grande verdade.

Teve modesta repercussão na mídia a notícia de que o recém empossado Ministro Dias Toffoli, na Presidência do Supremo Tribunal Federal, teria convidado para “assessorá-lo” o General Fernando de Azevedo, ex-Comandante do Estado Maior do Exército, cargo que em março de 1964 era ocupado pelo General Castelo Branco.

Mas o fato mais “impactante” é que essa “indicação” teria sido feita pelo próprio Comandante do Exército, General Villas Bôas, que alguns chamam de “General Melancia”.

Para início de conversa, causa surpresa o fato de um General do Exército Brasileiro se prestar a “assessorar” o Presidente do Supremo. Seria “assessoria” como “Porteiro”, “Segurança”, ou “Embaixador” do Exército junto ao Presidente do Supremo?

Estou tentando associar  a investidura desse General  à declaração de Toffoli durante a sua posse no STF de que “não somos mais nem menos do que os outros Poderes”.

Porventura Toffoli não teria feito essa declaração com vistas ao conteúdo do artigo 142 da Constituição, que trata da INTERVENÇÃO constitucional, ou militar? Ora, na qualidade de operador do direito e Ministro do STF, Toffoli com certeza tem plena consciência do alcance desse dispositivo constitucional (CF art.142).

Bem sabe ele que qualquer um dos Três  Poderes Constitucionais têm competência para requisitar as Forças Armadas para fins de “intervenção”, nas hipóteses de garantia da ordem e da lei, e para defesa da pátria e dos Poderes Constitucionais. E sabe também que até hoje somente os Presidentes da República, Chefes do Poder Executivo, acionaram por  diversas vezes o comando desse artigo constitucional, para fins de restabelecimento da ordem ou cumprimento da lei.

A hipótese de “intervenção” para defesa da pátria e dos Poderes Constitucionais - que o Poder Militar também teria plena autonomia para acionar - jamais foi usado por qualquer dos Poderes. Mas nada impede que o seja, se preenchidas as condições requeridas.

As eleições que se avizinham sem dúvida estão sujeitas a “tempestades” políticas e jurídicas de toda a ordem. A esquerda tudo fará  para não largar o poder  que controla desde  1985,mais acirradamente ,  após 2003,com a investidura de Lula.

Por outro lado tudo leva a crer que  em 7 de outubro, lá nas urnas eletrônicas eleitorais, a esquerda que tantos estragos já causou ao Brasil será DERROTADA, provavelmente  pelo candidato Jair Bolsonaro. Mas essa derrota não será confirmada pelos computadores manipulados do TSE. Na totalização dos votos a esquerda vencerá, como já aconteceu em 2014. E como o pessoal da oposição política  já está devidamente prevenido para essa fraude iminente , é claro que vai causar muita reação, confusão e barulho.

Mas a esquerda está prevenida e protegida para reagir. Ela terá “um” Toffoli no Supremo   e sua “assessoria” (um General) , para acionar a intervenção militar e a partir daí implantar o TOTALITARISMO com que sempre sonhou. Qual seria o “lado” escolhido pelo General Villas Bôas,  Comandante do Exército e  paralelamente ”Conselheiro” de Toffoli na nomeação do seu Assessor-General? Alguma dúvida?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

7 comentários:

Loumari disse...

Jair Bolsonaro só foi um instrumento usado para lançar o verdadeiro candidato a presidência do Brasil, Antônio Hamilton Mourão.
Jair Bolsonaro não faz negócio de ninguém, pois é conhecido dos grandes e poderosos que fazem e aplicam autoridade no país, nos sectores das finanças e das empresas multinacionais e da indústria do armamento, que este tipo (Jair Bolsonaro) não passa de um vulgar analfabeto funcional. Em economia, em finança e em estratégia industrial e tecnológica é um ZERO TÉCNICO. Foi bom só para criar diversão e desviar os tolos do verdadeiro objectivo a atingir. Agora é que o leão sai de sua caverna.
Antônio Hamilton Mourão, já foi oficialmente entronizado como candidato legítimo escolhido pela ordem maçónica. 12-09-2018 E foi acolhido pelos maçons em fanfarrões ao som e ritmo do HINO DA FFAA.
Como Satanás está a se divertir com este povo tolo! Estão todos a servir aos interesses do Diabo. Mentir! Mentir! Mentir! Tudo para encobrir e manter secreto o envolvimento da maçonaria no atentado a vida de Jair Bolsonaro.
Agora estão a ver a quem beneficia o crime? BANDA DE IDIOTAS.


*MOURÃO É RECEBIDO POR MAÇONS 😈 NO RIO E SUJAM O HINO DA FFAA*

https://www.youtube.com/watch?v=_pS2op2S5TQ

Anônimo disse...

Não duvido de nada mais ...mas este não é o único general vivo e com vontade de fazer algo...a diferença é de que lado estão. ..acredito que Deus faça a verdadeira intervenção como fez pr a manter Bolsonaro vivo depois de tantas armações pois até o hospital pra levar ele já estava pronto...médicos adversários dele e de Israel...a Bíblia fala claramente que abençoará os que abençoarem Israel...

jomabastos disse...

Que estão à espera as forças militares e civis anti-comunistas, para promoverem uma Intervenção Constitucional contra a intenção das forças comunistas de se apoderarem do Brasil?

Anônimo disse...

Faz sentido a sua suspeita.

Anônimo disse...

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acp

Absurdo!

Sem sentido!

O art 142 é claro. Só cabe ação por iniciativa de um chefe de poder para a tal da GLO. Nada tem a ver com a garantia das instituições.

Esta parte só cabe às próprias Forças Armadas.

As leis complementares 97, 117 e 136 deixam claro que o presidente da república é quem irá deflagrar a ação militar, como comandante, mesmo que pedida pelo chefe de outro poder.

Portanto, o presidente do stf pode querer qualquer coisa, só o presidente da república tem autoridade legal para iniciar uma GLO

O Gen Fernando está na reserva.

Por qual motivo iriam Generais no serviço ativo se subordinarem a ele?

Por nenhum, nenhum! motiuvo!

acp

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Anônimo disse...

Bom, a guerra civil no Brasil já começou com aquela facada em público. Se um juiz mensaleiro fizer isso aí, então vamos acabar como os venezuelanos, imigrando em massa para fugir da guerra.

Anônimo disse...

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