quarta-feira, 31 de outubro de 2018

O Império da Bandidagem contrataca Bolsonaro



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O futuro governo de Jair Messias Bolsonaro e de Antônio Hamilton Mourão tem tudo para ser um divisor de águas na História do Brasil. A autenticidade, sinceridade e simplicidade de ambos pode ser a chave para que ambos cumpram a missão de colocar o Brasil no rumo do desenvolvimento, promovendo a União Nacional no sentido da pacificação. O problema é que ambos já enfrentam a oposição covarde do Governo do Crime Institucionalizado e suas facções operacionais.

Ainda reservadamente,sem alardear publicamente para não gerar mais pânico, os órgãos oficiais da inteligência, das polícias e das forças armadas, sinalizam que grupos organizados para promover o terror já estão agindo. Devem ser levadas a sério pela Polícia Federal as ameaças às vidas de Bolsonaro e Mourão. Não é à toa que ambos são submetidos hoje a um inimaginável esquema de segurança pessoal feito pela PF. Os eleitos sofrem uma absurda e inaceitável restrição de liberdade.

As manifestações em presídios, as ações violentíssimas em assaltos a caixas eletrônicos e empresas de segurança, além dos arrastões e atos de vandalismo ocorridos no final da noite de terça, no centro de São Paulo, são os recados dados ao futuro governo pelas facções da bandidagem organizada – que são os braços armados da extrema esquerda radicalóide. Curioso e lamentável é que os canalhas desafiam a Democracia, porém não recebem a reprimenda oficial da maioria de um judiciário aparelhado ideologicamente. Assim não dá!

Bolsonaro já sobreviveu a uma facada que deve lhe causas transtornos de saúde para o resto da vida. Existe a ameaça concreta de que algo mais grave que tal tentativa de homicídio possa acontecer. Bolsonaro ainda cobra uma providência oficial do Judiciário contra as ameaças públicas que recebeu do líder redicalóide Guilherme Boulos, que foi candidato à Presidência pelo PSOL. Até agora, nem a Polícia, e muito menos o Ministério Público, interpelaram Boulos – que comanda o MSTU e é membro do partido cujo antigo membro, Adélio Bispo, tentou assassinar Bolsonaro. Os serviços de inteligência têm elementos da ligação de Bispo com as maiores facções criminosas, tipo PCC (Primeiro Comando da Capital).

O Império da Bandidagem Organizada contrataca a dupla Bolsonaro/Mourão – legitimamente vencedora nas urnas eletrônicas. Por isso, a maioria honesta da sociedade brasileira, comprometida com as reformas e mudanças estruturais, tem de repelir, com a máxima intensidade nas redes sociais, qualquer tentativa de golpe violento contra o futuro governo.     

É inaceitável que o Supremo Tribunal Federal impeça a posse de Jair Messias Bolsonaro, alegando que ele é “réu” em um absurdo processo sobre apologia ao estupro contra a deputada petista Maria do Rosário – ela sim que xingou Bolsonaro de “estuprador”. Da mesma forma, não dá para acreditar que o Tribunal Superior Eleitoral venha a impugnar a chapa Bolsonaro-Mourão pelo mentiroso abuso de poder econômico – uma fake news veiculada originalmente pela Folha de São Paulo e repercutida pelo resto da mídia.

Resumindo: Qualquer golpe criminoso contra Bolsonaro ou Mourão merece o máximo de repúdio do cidadão brasileiro. Bandidos não têm legitimidade para promover um 3º Turno eleitoral. Bandidos não têm direito de impedir o inevitável processo de aprimoramento institucional do Brasil.




Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 31 de Outubro de 2018.

Masoquismo


“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Muitos amigos queridos, no período pré-eleitoral, estavam a beira de um ataque de nervos.

Liam, com um prazer mórbido, os jornais mentirosos e as “pesquisas” fajutas de intenção de voto, e realimentavam seus medos de ver a completa ruína do país.

Um nosso conhecido disse: “Vocês entram num Trem Fantasma e depois reclamam dos sustos ?”

Sugiro a leitura somente do site da B3 (antiga BMFBovespa), e de análises das gestoras dos principais fundos de investimentos, pela internet.

A antiga mídia, mentirosa e caquética, tende a desaparecer por falta de credibilidade.

O quadro atual é, sem dúvida, o seguinte:
A quantidade brutal de recursos financeiros que entrarão no Brasil, quase nos obrigará a dar senhas de atendimento aos estrangeiros ávidos em investir neste país continental; em breve, sob nova direção.

Como quase tudo está por fazer, aplicaremos as tecnologias mais modernas na melhoria da infraestrutura e na produção agropecuária e industrial.

Nosso setor de serviços já é muito moderno e eficiente. Com a eliminação de entraves burocráticos causados por inépcia ou viés ideológico, haverá um inimaginável progresso.

Startups e fintechs mudarão, para melhor, nossas vidas em poucos anos.

O povo mais criativo e alegre do mundo saberá como ninguém, usar a inteligência artificial.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

STF impedirá posse de Bolsonaro e Mourão?


2a Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Fala sério... Judiciariamente, seria até possível. Politicamente, não tem a menor condição de o Supremo Tribunal Federal impedir a posse de Jair Messias Bolsonaro, alegando que ele é “réu” em um absurdo processo sobre apologia ao estupro contra a deputada petista Maria do Rosário – ela sim que xingou Bolsonaro de “estuprador”. Da mesma forma, não dá para acreditar que o Tribunal Superior Eleitoral venha a impugnar a chapa Bolsonaro-Mourão pelo mentiroso absudo de poder econômico – uma fake news veiculada pela Folha de São Paulo.

A covarde judicialização contra Bolsonaro será um dos temas que ele deve tratar, pessoalmente, na conversa fechada que deve ter, semana que vem, em Brasília, com o Presidente do Supremo Tribunal Federal. José Dias Toffoli já sinalizou e escreveu que deseja um diálogo para a pacificação do Brasil com pleno respeito à Constituição e aos valores da Democracia. Mesmo desejo já manifestado no primeiro discurso público de Bolsonaro após o resultado do 2º turno eleitoral. Toffoli e Bolsonaro têm um consenso prévio: ambos não querem confusão...

Os 11 ministros do Supremo são extremamente sensíveis à leitura da conjuntura. Quem não é analfabeto político, muito menos imbecil radicalóide, percebeu que o resultado da eleição recomenda um novo tratamento, respeitoso e democrático, aos eleitos Jair Bolsonaro (que vem do Legislativo) e Antônio Mourão (que vem do Poder Militar). Bolsonaro não é mais aquele que o preconceito canhoto e canhestro acusava de “fanfarrão”, “fascista”, “despreparado” e que “jamais chegaria à Presidência da República”. O “mito” chegou... E agora?

Agora é outra conversa... A partir de 1º de janeiro, ele será o 38º Presidente da República do Brasil. Sua canetinha mágica que assina o Diário Oficial da União terá o poder de indicar, pelo menos, os dois próximos ministros do Supremo – em função das aposentadorias programadas de Celso de Mello e Marco Aurélio de Mello. E de a mais alta Corte do Judiciário realmente tem apreço pela Democracia não pode, nem deve, conviver em estado de guerra permanente contra Bolsonaro.

A vantagem para o Brasil, atualmente, é que o Toffoli petista também já foi sepultado metaforicamente – da mesma forma que o Bolsonaro com arroubos autoritários e “sindicalista-militar” da juventude. O Capitão não morreu simbolicamente, porque ele continua sendo um “Soldado do Brasil”, porém com mentalidade de estadista e defendor da Liberdade, da Democracia, da Transparência, da Verdade e, sobretudo, da Democracia. Atacar este “Mito” é burrice e furada.

Em vez de perder tempo especulando sobre cassação de chapa ou impedimento antes ou depois para Bolsonaro ser Presidente, o Judiciário deveria se preocupar com o efetivo combate à corrupção, com o fim da impunidade, com o aumento do poder e as ameaças das facções criminosas e com uma República que precisa ser reinstaurada, o Estado reconstruído e a Federação remodelada.

Certamente, a conversa séria entre Bolsonaro e Toffoli vai colocar uma pedra em cima de tanta judicialização da politicagem e jagunçagens praticadas pelas “Gestapos” que infestam o setor público brasileiro.

Um Judiciário que não respeita a vontade da maioria do eleitorado vai acabar se transformando em “Judasciário”. Felizmente, no Brasil não existe mais clima para tamanha barbaridade institucional.

Releia a primeira edição: Bolsonaro, seria uma boa jogar Moro tão cedo no STF?  

  
Previsões erradas sobre Bolsonaro



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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Outubro de 2018.

Bolsonaro, seria uma boa jogar Moro tão cedo no STF?



“A República precisa ser reinstaurada, o Estado reconstruído e a Federação remodelada”. Carlos Abrão e Laércio Laurelli)

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Bandidos do alto e do baixo clero certamente ficaram apavorados com a intenção do Presidente eleito Jair Bolsonaro de convidar o juiz Sérgio Fernando Moro para ocupar o cargo de ministro da Justiça ou ser indicado para ministro do Supremo Tribunal Federal na próxima vaga aberta. A proposta de “namoro e casamento” entre Bolsonaro e o juiz da Lava Jato foi o assunto de maior repercussão e impacto nas recentes entrevistas concedidas por Bolsonaro.

A mídia forte já inventa versões de que Sérgio Moro estaria dizendo a interlocutores não tem descartado a possibilidade de aceitar o convite de Bolsonaro para o Ministério da Justiça. A mesma versão criativa também “revela” que Moro aceitaria de bom grado a indicação para o STF. Outra lenda atribui a Moro um comentário de que a vantagem de integrar o governo neste momento seria afastar o temor de alguns setores da sociedade que seja quebrada alguma regra do Estado de direito.

Tais versões têm grande chance de ser fake news... Sérgio Moro continua sendo uma pessoa reservadíssima. O juiz da Lava Jato, pela repercussão do que decide judicialmente, não têm o hábito de vazar suas opiniões através de “interlocutores”. Quando tem algo a declarar publicamente, Moro se comunica abertamente. Ou seja, ninguém fala por ele. A eventual migração do Poder Judiciário para o Poder Executivo, ou a ida para o Supremo Tribunal Federal assim que houver oportunidade ainda são meras especulações.

Só não são “factóides” porque o Presidente Jair Bolsonaro vai agendar uma conversa pessoal com Sérgio Moro, provavelmente na semana que vem. Na entrevista à RecordTV, Bolsonaro antecipou: “Se tivesse falado isso lá atrás, soaria oportunista. Pretendo, sim (convidar Moro), não só para o Supremo, como quem sabe até para o Ministério da Justiça. Pretendo conversar com ele, saber se há interesse e, se houver interesse da parte dele, com toda certeza será uma pessoa de extrema importância num governo como o nosso”.

As aposentadorias compulsórias dos ministros Celso de Mello (em novembro de 2020) e Marco Aurélio Mello (em julho de 2021) são um fato objetivo. Também não será surpresa se o ministro Gilmar Mendes “pedir para sair” do STF até o final do ano. Não há dúvidas de que uma indicação de Moro para a mais alta corte judiclal do País parece uma grande idéia. No entanto, tirá-lo da 13ª Vara Federal para jogá-lo no time dos 11 do Supremo pode não ser estrategicamente recomendável. Moro ainda tem muito processo importante para julgar. Os bandidos adorariam que ele saísse de lá no curto prazo...

Tem um outro aspecto jurídico que precisa ser levado em conta. Indo para o STF, Moro pode ter vários casos de grande repercussão nos quais ele ficaria impedido eticamente de votar. E Moro tem se mostrado, até hoje, um servidor público ético. Dificilmente, ele aceitaria sair de onde está para um cargo no Executivo. Ainda mais um Ministério da Justiça – que tem um papel fortemente político na estratégia do Governo Federal.

Resumindo: Moro não deve aceitar fazer parte do “dream team” de ministros de Bolsonaro. Já a indicação para o STF deve ser bem vinda, porém na hora certa. Agora, Presidente Eleito Bolsonaro, é mais prudente e produtivo deixar Moro onde está. Será a melhor maneira de prestigiar a Lava Jato que a bandidagem deseja sabotar.

Bolsonaro marcou um golaço simbólico ao prestigiar Moro, mesmo que ele não venha a fazer parte de seu governo. Bolsonaro sinalizou que o Brasil tem de reverenciar aquelas que abriram mão de sua comodidade e segurança pessoal para encarar, corajosamente, o desafio do combate à corrupção e, melhor ainda, a defesa da Honestidade.  

Tão com medinho?

O Globo estampa na primeira página uma manchetinha: “Mídia Crítica é ameaçada com corte de verba publicitária”.

Será que o Grupo Globo já está passando o recibo de pode que receber menos patrocínios chapa branca?






Exemplo de Cascavel



Não... Você não está no Japão, mas sim em Cascavel, no interior do Paraná. Depois da festa pela eleição de Bolsonaro, os eleitores do Mito cumpriram a obrigação cívica de limpar a rua que sujaram... E tem idiota que ainda não entendeu o quanto a mentalidade do brasileiro mudou durante e depois da eleição 2018...  
  
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 30 de Outubro de 2018.

Rescaldo



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Amáveis leitores, parece que apagamos o incêndio que consumia nossas esperanças e nossa Pátria.

É necessário que estejamos vigilantes para evitar uma reignição.

Guilherme Tell foi levado pelas circunstâncias, a disparar uma flecha em direção de uma maçã colocada sobre a cabeça de seu filho.

Assim estamos. Nosso novo governo, desde o período de transição até a posse em primeiro de janeiro próximo, não pode errar.

Os primeiros nomes cogitados par formar o ministério são bons.

Talvez o futuro titular da área econômica , renegue seu passado de subserviência ao sistema bancário e seu flerte com a Nova Ordem Mundial. Afinal, ele é um homem inteligente.

O cogitado para o ministério da defesa é um soldado experiente. Pelas minhas precárias informações (por favor, pesquisem) em seu desfavor teria constado o “engavetamento” de um pedido de abertura de IPM formulado por oficiais superiores do Exército na reserva (e por brilhantes civis) para apurar as atividades de ONGs estrangeiras na Amazônia enquanto era o comandante da área.

Há no rol dos sondados, médicos brilhante, representantes do agronegócio de primeira grandeza, oficiais das três armas, juristas, etc.

Por humanos, é evidente que alguns dos escolhidos venham a cometer erros no início de suas gestões. O importante é que sejam logo corrigidos se tiverem honestidade de propósitos.

O simples fato de nosso presidente eleito não ter “rabo preso” com ninguém já é uma bênção. Seu ilustre vice-presidente empresta seu brilhantismo a nossas orações por um BRASIL melhor.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Bolsonaro e o ranking mundial da idiocracia política



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Bolsonaro classificará melhor o Brasil no ranking mundial da Idiocracia Política?

É lógico que estarão excluídos dessa avaliação, tanto o Governo Jair Bolsonaro, quanto o Congresso Nacional, recém eleitos, e que tomarão posse nos seus  cargos em 1º de janeiro de 2019.  Só o tempo dirá se haverá alguma novidade positiva no desempenho desses novos políticos e administradores públicos, se comparados com a “tragédia” que marcou o desempenho dos anteriores que,  por esse motivo, já estão em condições de serem  avaliados e julgados pelo que fizeram ,com certeza ,mais de “mal”, do que de “bem”.

Mas tudo indica  que estaria havendo uma promessa de  rompimento com o passado político, especialmente pelas declarações  do novo Presidente da República, logo  após a sua eleição. Vontade não lhe falta . Resta saber se terá condições e capacitação para fazê-lo.                                                                                                    

Mas teria o  Presidente Bolsonaro  e sua equipe  instrumentos para  romper com a estrutura política do passado ,construída por uma classe política oriunda da pior escória da sociedade? A constituição e as leis que os “antigos” deixaram escritas e os novos “herdaram”, não estariam constituindo verdadeiras barreiras para efetivas mudanças para melhor?

Alguém poderia conceber a boa atuação de um governo, preso a todas essas “amarras” do passado? Diminuir ou acabar com a corrupção  na política ,e combater a criminalidade nas ruas, seria o suficiente para o novo governo ter um bom desempenho? Será que não seria necessário afastar de uma só vez  todos os empecilhos para um bom governo, mesmo que por meio de medidas mais drásticas , como aquelas “excepcionalidades” previstas no artigo 142 da Constituição?

Tornou-se célebre uma frase escrita por Nelson Rodrigues: “a maior desgraça da democracia é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas que são a maioria da humanidade”.         

Com essa frase, ele  certamente estava se referindo à IDIOTOCRACIA POLÍTICA  PLENA de um país ,que fica consolidada pela prática “democrática” de um determinado eleitorado, cuja maioria, decisiva no futuro de qualquer  país, sempre é composta por  “idiotas ”, beneficiando  espertalhões, corruptos,  oportunistas,  e gente não muito “chegada” ao trabalho, que se infiltram na política  e dela fazem uma profissão, não querendo  mais sair.

E se um país é caracterizado, ou não, pela idiotocracia política plena, pode ser desvendado  pela simples presença de certos requisitos que normalmente se fazem presentes  nessas situações.                                                                                                       

E são 10 (dez) os principais passos para caracterizar a IDIOTOCRACIA POLÍTICA PLENA. Ei-los: (1) Acabar com a educação de boa qualidade; (2) Dar oportunidade a poucos;(3) Criar uma mídia absolutamente inútil; (4) Garantir um sistema de saúde de péssima  qualidade; (5) Cobrar altos impostos do povo; (6) Tudo deve não funcionar  direito na área pública ; (7) Garantir a impunidade ;(8) Não investir em novas tecnologias e incentivar somente a produção primária e commodities;(9) Empregar “mágicos” no Governo; e (10)Promover o desemprego o máximo possível.
As respostas a esses quesitos é que definirão  se o respectivo país se enquadra nessa categoria, ou seja, se nesse  povo a maioria  “democrática” é de idiotas políticos, ou não.

Em termos de “país”, portanto, a idiotia só pode se manifestar claro  mediante as eleições gerais para o comando político central do país como um todo, não  em relação às políticas e governos regionais, que já seria outra “história”. Por outro lado essa realidade também  tem o significado de apontar que o regime da idiotocracia  pode se “alternar” no país, de tempos em tempos. Num certo período ela pode ser “vitoriosa”; em outro “derrotada”. Portanto, a idiotocracia também pode sofrer “alternância no poder”.

Tenho para mim que muitos indicativos apontam  na direção de  que o Brasil esteve até agora mergulhado profundamente  no regime da idiotocracia política plena. Sem exceção, todos os 10 passos que a definem ,como antes  exposto , estiveram presentes no Brasil, pelo menos nos últimos anos da chamada “redemocratização”, a partir do término do Regime Militar, que durou de 1964 até  1985,passando,portanto pelos Governos Sarney, Collor/Itamar, FHC (2 mandatos),Lula (2 mandatos), Dilma (1,5 mandatos) e Temer (1/2 mandato).

Mas agora com as eleições de outubro de 2018, parece  que se abriu uma luzinha lá no fim do túnel, indicando que o  povo teria acordado do  pesadelo em que viveu  e pelo qual “optou”, desde 1985,mais acentuadamente ,de janeiro de 2003 em diante. Mas só o tempo dirá se os novos governantes  e políticos conseguirão tirar, ou não, o Brasil do regime da idiotocracia política plena que vigorou até agora. E certamente  vai ser preciso muita capacitação e coragem para fazê-lo.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

Projeto do Governo Bolsonaro



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Fábio Chazyn

Qual é o Projeto de Governo do presidente-eleito Jair Bolsonaro? Perguntar isso é a mesma coisa que perguntar para os líderes europeus no final da 2ª Grande Guerra sobre seus projetos de governo. A resposta não poderia ser outra fora da reconstrução física e política de cada um dos países vitimados, ora bolas!

No campo de combate brasileiro, a situação é a mesma. Sofremos uma hemorragia financeira sem precedentes por causa dos ideais da megalomania bolivariana do lulopetismo (URSAL- União das Repúblicas Socialistas da América Latina). As consequências foram o sucateamento da nossa infraestrutura e nosso isolamento dos eixos diplomáticos mundiais. O Projeto de Governo do Jair Bolsonaro não pode ser outro: tem que passar pela reconstrução da nossa infraestrutura e pela reafirmação da nossa vocação no cenário mundial.

Nosso novo Presidente tem a “sorte” de estar segundado pelo General Hamilton Mourão, o militar de maior reconhecimento na caserna. É o seu maior trunfo para conseguir a reconstrução física do País, pois é difícil não lembrar do “ACE – Army Corps of Engineers” dos Estados Unidos, que constrói e mantém a infraestrutura americana e se ocupa de garantir aos profissionais envolvidos os meios para treinar, trabalhar e viver. Lá como cá, o exército está treinado para encarar os problemas mais complexos da engenharia e da logística.

O trágico desmonte da indústria nacional da construção de grandes obras locupletada pelo lulopetismo não deixa alternativa. A solução rápida para os nossos problemas físicos passa pela batuta do exército brasileiro, que não pode cometer o mesmo erro do governo anterior de confundir polícia com exército. Cada macaco no seu galho: enquanto a Polícia Militar serve como proteção do cidadão, as Forças Armadas zelam pela defesa da Pátria.

As perspectivas são animadoras, pois os militares estão dando provas de grande maturidade e prudência (desculpe pela redundância). “A Intervenção Militar pelo voto venceu…” (J.Serrão); conseguiu parar a desconstrução do Brasil pela via democrática.

Se o ACE americano surgiu pela mão de um rei francês, Luis XVI, por que um ACE brasileiro não poderia surgir com a ajuda de um presidente americano, Donald Trump, ávido por nos estender a mão? Afinal, o gigante acordou! Pode negociar com seus iguais no tôpo do mundo!

Precisamos sim resgatar rapidamente a nossa capacidade logística, mas não sem o resgate concomitante da nossa honra perdida no pesadelo lulopetista. Mas sem arrependimentos, por favor. Vamos encarar como lição que tivemos que aprender para saber o que não queremos. Não queremos mais os conchavos nas sombras do Poder, do ‘toma-lá-dá-cá”. Não queremos mais a “socialização dos prejuízos” para financiar projetos internacionais de poder.

Na vitória avassaladora do voto democrático, a população brasileira mostrou ser pela remoralização dos costumes, porque entendeu que a moral e a ética sempre foram e vão continuar sendo o fio-condutor da civilidade. Entendeu que o significado da palavra “tolerância” foi usurpado para ser só um eufemismo para permitir o desrespeito entre as pessoas, costumes e instituições. Virou cavalo-de-troia que dissimula o globalismo selvagem; promove a majestosidade do capital mundial enquanto dissolve as culturas nacionais.

Foi preciso tudo isso para começarmos a fazer do limão uma limonada. Terá valido a pena se agora passarmos a exaltar o Brasil como potência central. Se passarmos a desconstruir a imagem do Brasil como país subsidiário na sustentação do plano globalista do interesse do capital financeiro mundial. Se passarmos a recuperar a diplomacia brasileira como caixa de ressonância da nossa pujança e liderança.

Chegou a hora de “revestir” o Itamarati como promotor dos interesses do Brasil; de transformar o “pires-de-pedinte” na imposição de quem pode ostentar riqueza natural, importância geopolítica, potencial de crescimento e, sobretudo, convicção de nacionalidade. O Brasil é essencial para o Mundo! É o grande parceiro que todos querem ter para garantir comida para as suas populações, os insumos para as suas indústrias e o mercado para as suas economias. Sem falar da simpatia de poder ostentar a aproximação com um povo invejável por sua incomparável alegria e diversidade.

É hora de reafirmar a nossa nacionalidade no Além-Mar. Cada Embaixada do Brasil no exterior, reduzida a “casas de verão” de parasitas da “Nova República”, tem que substituir seus porta-vozes intimidados pela propaganda dos “donos” do poder mundial e pelo seu próprio complexo de “vira-latas” que os impede ao bom protagonismo nos salões da diplomacia. As Embaixadas, alinhadas ao Projeto de Nação da administração Bolsonaro, vão recolocar o Brasil na vanguarda da história do Mundo, de onde nunca deveria ter saído.

O novo líder do Brasil, Jair Bolsonaro, já nos avisou que vai quebrar paradigmas; que o Brasil precisa de renovação. Mas agora falta lembrar que renovar não é escolher entre privatizar ou estatizar. Nem escolher entre esquerda ou direita que dividem os brasileiros. Nem decidir se a máquina do Estado deve grande ou pequena. Renovar, nessa hora, é redefinir valores e princípios que resistam à passagem do tempo, que garantam a prioridade de proteger o Cidadão como a célula da Nação, sem restringirem a liberdade de um e de outro.

A ordem do dia é avisar aos Quatro Cantos do Mundo que nesta nova etapa da vida brasileira vamos quebrar os paradigmas do círculo-vicioso da miséria. A esquerda cleptocrata perdeu as eleições porque insistiu no paradigma baseado na utilidade da miséria. Diferente do que ela acredita, nós sabemos que a miséria não serve para unir as pessoas, só a prosperidade geral.

Viva o futuro do Brasil!

Fabio Chazyn é Empresário.

O Brasil voltou a ser dos brasileiros



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Pór Aileda de Mattos Oliveira

28/10/2018 – Data Inesquecível. Os brasileiros estão novamente de posse de sua Casa, sem a presença dos indesejáveis e corrompidos comunistas, traidores, gatunos, mentirosos, insuportáveis invasores, varridos pelo voto, e, com o retorno à liberdade de pensamento, sem o nefasto “politicamente correto”, com as palavras retornando aos seus antigos significados, o Brasil voltará a ser o país apenas dos verdadeiros brasileiros que o amam e querem vê-lo retomar o caminho do progresso.

Até que enfim o povo entendeu que, unido, tem a força poderosa de despejar na lixeira política todos aqueles que usaram o dinheiro do contribuinte em benefício próprio, deixando uma população de jovens analfabeta como iletrado é o chefe da organização criminosa, hoje, um reles presidiário; deixando uma população estudantil sem disciplina, crescendo na desordem comportamental tão desejada por Gramsci, guru das esquerdas tupiniquins.

A aura do Brasil, agora, é outra, despoluída. Venceu o Bem. As crianças serão crianças. Os professores transmitirão conhecimentos e, não, ideologia.

Ao Dom Bolsonaro do Brasil desejamos que o Alto o proteja nesta missão seriíssima que lhe foi concedida de manter o Brasil unido, independente de cor, religião e etnia, da mesma forma que soube unir o povo em torno de seu nome, renovando nele o vigor cívico e a autoestima.

Não é mais aquele quixote Bolsonaro sobre o qual falei um dia; agora é o Presidente da República Federativa do Brasil, o Presidente de todos os verdadeiros brasileiros. Que seja iluminado! Que seja inspirado!

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!

Aileda de Mattos Oliveira é Dr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da ABD. Membro do CEBRES.

O Governo Bolsonaro


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Gaudêncio Torquato

Este texto sai um pouco antes do resultado do pleito deste domingo, estando, portanto, sujeito às intempéries do clima eleitoral, à gangorra das pesquisas de intenção de voto e aos ventos contrários que o Senhor Imponderável das Neves costuma soprar quando nos visita. As repetidas sinalizações das pesquisas mostram não haver tempo para o estreitamento da margem de intenção de voto que o separa do petista Fernando Haddad.
Sob essas ressalvas, faremos apontamentos, tendo como norte a vitória do capitão reformado do Exército, Jair Bolsonaro. Mas, com pequenas alterações, poderiam ser dirigidas também ao candidato petista.
A primeira observação vai na direção da mudança de patamar. O ganhador há de entender que será governante de todos os brasileiros, condição que exige altruísmo, compromisso cívico de tentar juntar os cacos quebrados que a campanha proporcionou e que também teve como ferramenta uma linguagem desabrida e radical, usada para fustigar adversários e defender um legado de terror, tortura e medo. Não dê trela ao lema “Nós e Eles”;
Se o país não resgatar a chama do pacifismo, com um chamamento geral ao bom senso, e continuar sob a expressão de expurgo de contrários – como o capitão promete em relação a líderes adversários -, a paisagem poderá ganhar a cor de sangue de  confrontos nas ruas entre alas perdedoras e vitoriosas.
Tempos de combate às tradicionais mazelas de nossa cultura política – mandonismo, caciquismo, nepotismo, grupismo, enfim, fisiologismo – não combinam com práticas populistas. Conter custos, racionalizar a máquina administrativa com cortes de contingentes alocados em cargos comissionados, atenuar a burocracia, reduzir o número de ministérios, são medidas que exigem coragem para seguir rígidos padrões na economia, na esteira daquilo que prometia Tancredo Neves, antes de morrer em 1985: “Meu primeiro decreto terá um único artigo dizendo assim: É proibido gastar”.
Urge aprender a andar sobre o fio da navalha, tendo de escolher quadros qualificados e estribados em padrões técnicos e, ao mesmo tempo, atender demandas de partidos que formarão a base de apoio. A lógica do presidencialismo de coalizão contempla a repartição de poder entre parceiros da governabilidade. Mesmo assim, impõe-se o dever de preservar a operacionalidade da máquina, livrando-a de pressões de partidos e grupos, sob pena de comprometer resultados e afetar a dinâmica governativa.
Desafios enormes estão à vista: como compatibilizar a visão nacionalista dos militares, sob a qual viceja a ideia de um Estado forte e preservação de empresas estratégicas nas áreas de energia, petróleo, gás e telecomunicações, e o anseio do Estado mínimo, tão a gosto do mercado, onde habitam interesses de conglomerados privados com a ambição de abocanhar nacos das estatais? Haverá um meio termo que permita dosar políticas liberais com políticas focadas no controle do Estado em áreas vitais? Até onde o guru Paulo Guedes poderá desfiar o rolo das privatizações sem romper o casulo do agudo nacionalismo que abriga a casta militar?
Áreas sensíveis às massas estarão na vanguarda das prioridades, entre elas, a questão da segurança pública. O tratamento de choque que o novo presidente promete oferecer –, a partir da concepção de que bandido bom é bandido morto –,tem condições de ser empregado?  Essa questão envolve um conjunto de situações complexas, como  forças mais preparadas (novas modalidades?), inteligência, maiores recursos, integração das forças policiais, balanceamento entre ações preventivas e ofensivas, eficiente patrulhamento nas fronteiras, entre outros programas. Por mais forte que seja a índole “atacante” contra a bandidagem, não se espere melhoria da segurança pública no curto prazo.
O consumidor, o anônimo das ruas, o habitante das margens esperam por um bolso mais recheado, de onde possam garantir o sustento da família e adquirir o remédio, a comida, os livros da filharada, pagar o transporte, enfim, as coisas do sofrido cotidiano. Seriam atendidos em um primeiro momento ou vão ter paciência de esperar, antes de atenderem às convocações de movimentos sociais? São dilemas que se apresentam ao novo mandatário.
Quanto à última observação, vale enfatizar que as oposições estarão de olho aceso nas curvas do caminho do novo governo. Agirão sob o impulso de ganhar fôlego e voltar a ser fortes protagonistas da política. Derrapadas eventuais ou atrasos no cronograma das ações serão motivo para voltar às ruas.
Que Deus ajude o país!
Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação Twitter@gaudtorquato

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

É urgente a Agenda do Projeto Estratégico de Nação



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O 38º Presidente da República Federativa do Brasil se elegeu quebrando envelhecidos paradigmas da politicagem brasileira. Jair Messias Bolsonaro praticamente só fez campanha nas redes sociais da Internet, por opção estratégica e em função das limitações físicas impostas pela facada que levou – e por milagre não o matou. A expressiva vitória, por 55,13% a 44,87% dos votos, só confirmou um País dividido. O Sul, Sudeste, Centro-Oeste e metade da região Norte fechou com Bolsonaro, enquanto o Nordeste e o Pará apoiaram o PT.

A Nova República de 1985 está ou parece estar pertíssimo do fim. Com a vitória de Jair Messias Bolsonaro e Antônio Hamilton Mourão, o Brasil começa uma Nova Era – que a prudência recomenda não batizar com um rótulo impreciso. Em breve, talvez ganhe um contorno mais bem definido o que se poderá chamar de “Revolução Brasileira”. Agora, o fundamental é que se formule e discuta um inédito Projeto Estratégico de Nação. Aguardemos pela “Agenda” de Bolsonaro/Mourão para (re) unir o Brasil.  

Até Donald Trump, Presidente dos EUA, telefonou para dar parabéns a Bolsonaro. Em pouco tempo, o “Mito” mostrará que não é fruto de uma “onda populista de extrema-direita” – imagem absolutamente falsa, inventada e espalhada mundialmente pela marketagem mentirosa do PT. Um grande desafio de Bolsonaro será enfrentar, sem perder o equilíbrio, a guerra de fake news que vai continuar e deve se ampliar. Neutralizar e expulsar a subcultura marxista do Brasil será uma difícil e longa missão para Bolsonaro.

O múltiplo “Capitão” Bolsonaro – cujo marketing reinventou o conceito de “Mito” (tornando a palavra sinônimo de um Herói corajoso e paladino da verdade -  vem acompanhado do General de Exército na reserva Antônio Hamilton Mourão. Os militares demoraram, porém chegaram à conclusão de que deveriam usar o voto como atalho para colaborar com as mudanças estruturais no Brasil. Estratégia sábia, já que as Forças Armadas são o sustentáculo e a instituição primária de qualquer País. A Intervenção militar pelo voto venceu...

Como Presidente da República, Bolsonaro tem tudo para ampliar a implosão do “Sistema”, através de uma disrrupção do esquema político e do mecanismo Capimunista Rentista Corrupto. Bolsonaro terá a oportunidade inédita de trabalhar pela Democracia, pela Liberdade e pela Garantia da Vida. De imediato, terá de renovar o ambiente para que tenhamos instituições saudáveis, transparentes, que tenham compromisso com a Honestidade.

Bolsonaro tem e legitimidade do voto para promover as grandes reformas e mudanças estruturais. O antipetismo foi um impulsionador importante para a vitória de Bolsonaro. O novo Presidente também foi beneficiado pela revolta das pessoas com o “Sistema” em geral. Os eleitores do “Mito”, embora não traduzam o tema nesse termo, deseja um Estado Necessário – que cumpra o papel básico de um setor público que, em vez de intervir na vida das pessoas, promova as garantias individuais e realize os serviços essenciais. Conforme declarou no discurso após a vitória, Bolsonaro terá de quebrar paradigmas – já a partir da transição com o governo Temer.

Grandes derrotados da eleição 2018: 1) O PRESOdentro $talinácio, sua Petelândia e afins; 2) Fernando Henrique Cardoso e seu desmoralizado PSDB – que o João Dória vai reinventar; 3) Parte da mídia brasileira que foi cúmplice e omissa com a corrupção do PT, por omissão, dolo e comprometimento ideológico com a esquerdice; 4) Os intelectuais orgânicos que militam na “Academia” brasileira, doutrinando e fazendo a lavagem cerebral em crianças e nos jovens estudantes; 5) As variadas “Gestapos” – os aparelhos de repressão estatal aparelhados ideologicamente.

Bolsonaro e Mourão não podem errar. Se o pior acontecer, teremos um retorno dos derrotados de hoje em um curto espaço de tempo político. As reformas e mudanças precisam acontecer no mais breve prazo possível. Não há tempo a perder. Porém, tudo que for reformado e mudado precisa passar pelo máximo de debate social possível. “Idéias geniais”, impostas de cima para baixo, correm risco de não serem bem recebidas pela população. Até porque a oposição será feroz – pelo menos até as coisas boas começarem a acontecer de verdade. No sucesso de Bolsonaro/Mourão, a ilusória solidez da esquerda se desmancha facilmente no ar.

Viva a Honestidade! As eleições disseram um sonoro não à cleptocracia. Basta de Corrupção! E essa determinação deve ser colocada em prática de imediato. O Crime Institucionalizado terá de ser duramente combatido e neutralizado. As variadas facções criminosas terão de ser punidas dentro da lei. Geralmente coniventes com a bandidagem, as “Gestapos” na máquina estatal também terão de ser enfrentadas, acertando as contas com a Justiça.

Parabéns a Jair Bolsonaro, Antônio Mourão e à maioria consciente do povo brasileiro. Tudo indica que colocaremos o Brasil no rumo da Ordem e do Progresso, trabalhando pelos objetivos permanentes da Nação, com Honestidade, Transparência e Competência.

Agora, temos de implantar e botar para funcionar as ferramentas (principalmente tecnológicas) que ajudem o povo a fazer parte do Poder.

O desafio é fundamental. Basta lembrar que um terço dos eleitores não compareceu para votar ou optou pelo voto em branco ou nulo...

Ou seja: É fundamental (re) unir um Brasil dividido por três...

Releia: Ironia da História: A Intervenção Militar via Voto


Resumindo a vitória de Bolsonaro e a derrota do PT: “O Choro é livre... Lula, Preso”...

Celebrando...

E o PCC “comemorou” a vitória de Bolsonaro com um violento ataque a uma transportadora de valores, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

Duras horas intensas de explosões, troca de tiros, uma morte de bandido, porém nada levado em dinheiro. Só puro terrorismo...

Simbolismo



Veja como a turma que comemorava a vitória de Jair Bolsonaro recebeu, ontem à noite, um comboio do Exército que passava pela rua Miguel de Frias, perto da sede da Universidade Federal Fluminense, em Niterói...

Confira: Discurso do Presidente Eleito Bolsonaro





   
  
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 29 de Outubro de 2018.