terça-feira, 2 de outubro de 2018

A quem favorece a campanha “#Elenão”?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

A tremenda “badalação” de mulheres e homens que agem de má fé, ou não pensam, em cima do tal movimento “#EleNão”, certamente feito por encomenda ou “inspiração” da estrutura de apoio político à candidatura presidencial  de Fernando Haddad, tem surtido grande impacto nos noticiários nacionais e internacionais. Aí se vê uma das utilidades dos bilhões de dólares roubados pelo PT durante  os 14 anos das suas gestões (Lula e Dilma). Tiveram pleno sucesso e conseguiram comprar muita mídia, interna e no exterior.

Mas além da “fonte” de recursos acima citada, a campanha eleitoral  de Haddad com certeza está sendo patrocinada, “politicamente”, não só  pelas forças internas que  o apoiam, mas também pelo Foro San Pablo, ao passo que, ”financeiramente” , tem o apoio do  “Mecanismo” (= “Sistema”, ou “Establishment”), e da própria “Nova Ordem Mundial”, composta pelos empresários mais poderosos e influentes do mundo, inclusive o magnata George Soros, cuja influência maligna se espalha por todo o mundo. Na verdade esse “cara”ganha cada vez mais dinheiro nas costas da  pobreza de todo o mundo. E é, ao mesmo tempo ,um dos principais  prestigiadores e financiadores dos movimentos esquerdistas e socialistas.

E nesse “troca-troca” de interesses, entre a esquerda e o “capital mundial”, o projeto em vista é que a primeira (a esquerda)  mandaria na política, e os seus novos “parceiros” (o Capital) , teria  o controle do Poder Econômico , sem restrições. Trocando em miúdos: a política da esquerda  protegeria  o capital e o capital protegeria  a esquerda, deixando-a “roubar” sem oposição.  Certamente nem  Marx chegou a conceber essa esdrúxula possibilidade de aliança, ou seja, a esquerda e o capital formando uma sociedade para, unidos, roubarem do  povo.

Mesmo que tivesse sido um movimento de “raiz” ,surgido lá na base da sociedade, mas que não foi, sem dúvida o único objetivo dessa mobilização é o de tirar votos de Bolsonaro, os  quais seriam, teoricamente, redistribuídos entre os demais candidatos. Mas os organizadores dessa falcatrua pré-eleitoral contam com a certeza de que, no mínimo,  a metade dos votos tirados de Bolsonaro irão beneficar diretamente a candidatura do “poste” indicado por Lula, Fernando Haddad.

Então esse candidato estaria eleito, num segundo turno, nem que houvesse necessidade de manipular os computadores do TSE, ”roubando” ,novamente,tantos votos quanto os necessários de Bolsonaro, para que o TSE  chegasse a essa “conta” final. É nisso que o PT e  seus “comparsas” apostam.

Não pode haver nenhuma dúvida sobre  a motivação dos que se engajaram de corpo e alma no “#EleNão”. E o que de certo modo  até  me surpreende, é o grande engajamento de mulheres nessa campanha, porque até agora eu acreditava que normalmente  a mulher  teria melhor bom senso político que o homem.                                                                                                                                                 

Mas o objetivo principal, mesmo que a “massa” dessa campanha não se dê por conta, não se limita em tirar votos de Bolsonaro, porém em  eleger o Haddad. Neste sentido a campanha tem como alvo os eleitores de TODOS  os partidos, sem exceção, menos os da coligação “Brasil Feliz de Novo”, ou PT, que já estão “garantidos”.

Portanto, a “aparência” dessa campanha não corresponde aos seus reais objetivos. Enquanto isso a coligação e o partido de Haddad “não tem nenhuma culpa” (???)  pelo que está se passando. Mas apesar dessa campanha não levar os seus “carimbos”, é evidente que são os responsáveis indiretos, os seus  “autores intelectuais”, usando as mulheres como “instrumentos”.  E se escondendo atrás das suas “saias”...

A certeza da  acusação que estou fazendo contra os  verdadeiros  autores intelectuais da campanha “#EleNão”, provém exatamente do MOMENTO  do jogo eleitoral em que ela foi  desencadeada. Foi  só após os resultados repetidos de várias pesquisas eleitorais, na maioria manipuladas e fraudadas, que apontavam para  um segundo turno nas eleições, tendo como  “finalistas” Bolsonaro e Haddad.

Mas enquanto os “babacas” de todos os partidos “vibram” com essa campanha contra Bolsonaro, tentando “faturar”, no seu “espólio”, o máximo de votos possíveis, eles parecem ignorar completamente que não terão nenhum benefício com essa política “burra”. O máximo que terão será  alguns poucos votos a mais. Mas se manterão perdedores iguais.       

Mas Haddad ,a sua “coligação” ,e o seu partido, ganhariam muito ,como se tivessem formado uma grande aliança com todos os partidos que aderiram  ao “#EleNão”.                                                                                                                                            
 Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

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