domingo, 21 de outubro de 2018

Profissões



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Peço desde logo, a indulgência dos amáveis leitores, por algum erro de avaliação.

O presente estudo parte da premissa de quanta desgraça de outrem, necessita um profissional para sobreviver. Os pontos extremos são o coveiro e o palhaço.

Mais próximos do primeiro estão, pela ordem, o médico cirurgião, o carcereiro, o juiz, o promotor e o advogado.

No bloco intermediário estão o banqueiro, o funcionário público, o comerciante e o industrial.

Na lista das profissões do bem estão o engenheiro, o arquiteto, o professor bem intencionado e os produtores de comida (agricultores e pecuaristas).

Os músicos nos dão alimento para o espírito, os escritores e poetas nos brindam com sua experiência de vida.

Cineastas e atores, quando não engajados a ideologias da destruição, nos alimentam os sonhos.

Mas é o humorista que nos mostra a nossa condição divina: a capacidade de rir.

Com essas indicações, poderão todos completar e/ou corrigir a lista.

A pergunta que não quer calar: ”Onde ficam os políticos ?”

Por estarem em contínua metamorfose, são de difícil classificação.

Ora ladrão, ora idiota, ora palhaço.

Precisamos todos de nervos de aço.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Como organizadores de espaços, os arquitetos são perigosos auxiliares do Poder, como os que planejaram Brasília para dificultar o acesso da população aos governantes e ruas desenhadas para que as pessoas não se encontrem; ou o desenho de Paris que permite a tomada da cidade da periferia para o centro em caso de distúrbios. Eles têm a visão fria e manipuladora de um jogador de videogame, que só poderia ser sublimada pelos valores cristãos inseridos no senso comum da sociedade. Mas esses valores vêm sofrendo erosão pelo trabalho secular da doutrinação maçônica.

Anônimo disse...

A capacidade de rir pode descambar para uma sociedade debochada (como avaliou De Gaulle), que permitiu aos brasileiros cantarem paródias dos hinos cívicos espalhadas pelos comunistas durante o regime militar, como parte da desmoralização do patriotismo. Até capachos com a reprodução da bandeira brasileira estavam sendo inocentemente confeccionados por cegos de uma instituição beneficente há alguns anos e comercializados em uma Feira de Natal no térreo do Conjunto Nacional em São Paulo.