quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Votar ou não votar, eis a questão



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Renato Sant’Ana

Se alguém lhe pedisse o título eleitoral emprestado para votar em seu lugar, você aceitaria? Só se houvesse perdido o juízo, né?

Pois anular voto, votar em branco ou simplesmente não comparecer são atitudes que produzem um efeito que é quase o mesmo que deixar alguém votar com o seu título. Será bom? Faz sentido deixar que alguém decida sobre a sua vida?

Ora, o destino do país repercute obrigatoriamente na vida de cada um. E não há como ignorar que o rumo do país, em grande parte, está nas mãos daqueles que são eleitos. Logo, deixar de votar significa deixar a própria vida à mercê das decisões de outras pessoas.

Se nenhum candidato está de acordo com nossa expectativa, então o mais razoável é escolher o "menos pior". O que não vale é pecar por omissão! Até porque omissão reflete egoísmo.

Fazemos um Brasil melhor se procuramos viver na virtude. E isso implica ofertar, cada um, o que está a seu alcance - como, por exemplo, votar pensando na afirmação de valores ameaçados em nossa época.
Neste 28 de outubro, sejamos generosos, votando pelo bem da Pátria. Um olho na urna; outro, no futuro!

Renato Sant'Ana é Psicólogo e Bacharel em Direito.

Um comentário:

Antenado. disse...

A eleição não termina no dia 28. Depois de você escolher o menos pior, você deve acompanhar cada decisão a ser tomada. Enviar a sua opinião ao e-mail e ao Face do Presidente e seu Congresso. Você deve tomar partido sempre, nas decisões doces e nas amargas, durante os quatro anos, até que venha a próxima eleição, e tudo recomeça. Você não é cidadão de quatro em quatro anos. Você é cidadão todos os dias de sua vida.