terça-feira, 13 de novembro de 2018

A vantagem de ministros descartáveis



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Para um observador incauto, a nomeação de algum ministro que já atuou nos governos anteriores, pode parecer “o fim do mundo”.

Calma no Brasil! A escolha de alguém leviano para a presidência de um grande banco estatal, pode ter sido uma estratégia de abertura da “caixa preta”. Tendo convivido com a putada saqueadora de nossos sonhos e recursos, sabe bem (ou deveria saber, se não for idiota) como agir num primeiro momento.

Afinal, veneno de cobra combate-se com veneno de cobra.

Sua excelência, o presidente eleito, deveria pedir aos candidatos ao primeiro escalão, um toque no mês azul.

O que não DEVE permitir é que o Ministério das Relações Exteriores, continue um circo de horrores ! Barbudinhos e mulheres de grelo duro (a grosseria é do presodentro !) não podem continuar a denegrir imagem do país no exterior, como vem fazendo um antigo chanceler, codinome ouriço. Devem se tornar em grandes "vendedores" de nossos  produtos.

O novo titular do MRE deve ser alguém com prestígio pessoal e familiar.
Se deixar de indicar o deputado federal eleito, Dom Luiz Philippe de Orléans e Bragança , nosso Mito chorará, no futuro, lágrimas de crocodilo pela oportunidade perdida.

Escolheu alguém errado; troque! Ministros de Estado são demissíveis “ad nutum”. (em latim fica tudo mais "chique”).

Duro é aguentar um urubu malandro, “blindado” pela bengala branca.
Parecem cegos e não percebem o iminente risco que correm de linchamento popular, outros mimos menos depenantes ou invectivas estrangeiras, igual que nativas.

De mais a mais, qualquer deslize tanto faz. O Brasil “güenta”!

Carlos Maurício Mantiqueira é um urubuservador.

Um comentário:

Anônimo disse...

Virou papo de botequim essas visitas. Estão armando para o futuro. Acreditar nisso? Dito pelo Lula? A... Tá!