segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Burrice não tem cura



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira
O sistema tributário atual é obsoleto, ineficiente e burro.

O governo fica atrapalhando os que geram riquezas com seu trabalho. A vigilância é implacável. Em sua ânsia de arrecadar, mata a galinha dos ovos de ouro.

Com as modernas tecnologias de informática, a postura mais inteligente é deixar produzir os indivíduos, sem peias, cobrando uma pequena parte de seus ganhos, quando eles efetivamente se materializarem, ou seja quando entrarem nas contas correntes dos produtores. A praticidade dos meios de pagamentos eletrônicos, a preguiça e o risco de transportar elevadas somas de dinheiro em papel-moeda, fará que a ínfima tributação se dê quase absolutamente sobre todos os ganhos.

Os softwares já existem. São os mesmos da CPMF.

O nome ficou estigmatizado porque sua criação foi desvirtuada pelos sucessivos desgovernos canalhas e não eliminou nenhum dos demais Impostos existentes. Pior que o custo financeiro dessa centena de impostos é a burocracia ! Horas e horas de atividades estéreis para o preenchimento de declarações, planilhas, etc.

Com a implantação do Imposto (quase) Único todo o aparato repressivo pode ser redirecionado para a fiscalização do comércio exterior, evitando subfaturamento ou superfaturamento de bens e serviços comercializados.
Deverão ser mantidos, com caráter regulatório e não simplesmente arrecadatório, os impostos de Exportação e Importação para impedir desabastecimento interno e “dumping”.

Tenho medo dos economistas ortodoxos e empedernidos. Desgraçam milhões de pessoas sem castigo.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Senhor Mantiqueira.
Fiscalização do Comércio Exterior? Como dizia o Padre Quevedo, "isso non ecziste".
A regra vigente da Receita Federal é "facilitação", abertura total das fronteiras e dos portos; depois a gente fiscaliza nos estabelecimentos dos importadores, coisa que nunca acontece. Nas fronteiras e nos portos, passa de tudo, por baixo dos panos. Armas, drogas e, até, gente! De vez em quando fazem alguma apreensão, e divulgam como se fosse rotina. Só para enganar os bobos.
Liberou geral!
Sou Auditor Fiscal aposentado, mas continuo bem informado.

CaioB disse...

Idéias do Marcos Cintra?
São para serem estudadas.