sábado, 3 de novembro de 2018

O ataque histérico de Lula e sua quadrilha contra Sérgio Moro no Ministério da Justiça


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

A maior comprovação de que a camarilha de fiéis ao “deus” Lula é composta por gente muito “sem vergonha”, que ficou completamente “fora-da-casinha” com a derrota do “poste” Fernando  Haddad para Jair Bolsonaro, na recente eleição presidencial (28.10.2018), está na própria reação ridícula dos derrotados que agora resolveram  adotar o qualificativo de “Resistência”, como se fossem, enganosamente, mais um daqueles legítimos  movimentos que lutaram contra os  absolutismos que  já se instalaram no mundo. Talvez essa propalada “resistência”, como piada, até seria oportuna  para ser contada numa roda de amigos e causar muitas risadas.

As “viúvas” da coligação “Brasil Feliz de Novo”, patrocinadora da candidatura de Haddad, ”poste” de Lula, agora estão empenhadas em esculachar um governo que nem se instalou ainda, o que deverá acontecer somente no dia 1º de janeiro próximo. Num primeiro momento ,”pegaram-no-pé” do Governo que ainda nem tomou posse, à vista do  “cagaço” que levaram com o convite feito pelo Presidente eleito ao Juiz Federal Sérgio Moro, de Curitiba, competente para apreciar os feitos criminais oriundos da Operação Lava Jato, para que assumisse o cargo de Ministro da Justiça. Não gostaram nada do convite feito a um juiz que se notabilizou no combate aos  “crimes financeiros” contra o erário, portanto, na punição da  corrupção.

Começaram pela alegação que o Juiz Sérgio Moro teria declarado recentemente que “jamais entraria para a política”. Esse argumento  traz à tona a “tábua de valores” seguida pelos apoiadores do PT “et caterva” , completamente invertida, ao “avesso”, virada de “patas-para-o-ar”, onde os valores negativos tomam indevidamente o lugar dos valores positivos, e vice-versa.                                                                                                                                                          

Para essa gente com os “miolos fundidos” no forno da corrupção , somente um “político” (daqueles “profissionais”) ,poderia assumir o Ministério da Justiça,  jamais um não-político, como é o  caso do Juiz  Moro. Porventura “eles” estariam pensando que o Brasil seria uma ditadura comandada só por políticos? No que os políticos seriam  mais que os “outros”, os não-políticos?

O segundo motivo dessa radical repulsa ao novo Ministro da Justiça do Governo Bolsonaro reside no “simples” fato do mesmo não ser  um “corrupto”, ou seja, não trazer no seu currículo essa “honraria”,  como tantos outros nomeados no passado pela  “dobradinha” PT/MDB, desde 2003,e mesmo  “antes”, nos Governos Sarney, Collor/Itamar Franco e FHC.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

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