sexta-feira, 16 de novembro de 2018

O fim da escravidão dos médicos cubanos



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Bolsonaro fez bem em anunciar para o seu futuro Governo a “abolição da escravidão ” dos cerca de 8,5 mil médicos cubanos integrantes do famigerado programa “Mais Médicos”, feito na base de uma tremenda “negociata” entre os Governos brasileiros do PT e o Governo de Cuba.

Nesse malsinado Programa, o Governo cubano simplesmente TERCEIRIZOU  a mão de obra dos seus médicos, vendendo-a, a preços “escaldados, ao Governo do Brasil, porém repassando aos seus “escravos”,  do montante total recebido, uma mísera parcela, retendo para si próprio o “grosso” dessa quantia.

Desde 2013 até hoje teria sido repassado pelo governo brasileiro ao governo cubano nesse Programa  cerca de 6 bilhões de reais. Certamente não é preciso recordar  que os salários recebidos no Brasil pelos médicos cubanos  sempre foram salários “de fome”.

Por tal motivo, ”gigolô-de-mão-de-obra-escrava” não seria uma expressão exagerada para caracterizar esse verdadeiro acinte cometido pelo Governo  Cubano contra os próprios direitos humanos dos “seus” médicos nacionais.

Mediante essas medidas cruéis contra os médicos de Cuba, onde estaria o “socialismo” preconizado por “eles” e pelos Governos do PT, em torno do Foro San Pablo? Isso que eles pregam e praticam têm algum “cheiro” de socialismo? Certamente não tem.  Nem aqui, nem na “China”.

Bolsonaro percebeu a tempo esses absurdos praticados nas gestões anteriores do PT e MDB, anunciando o seu término. Mas não anunciou a “expulsão” dos médicos, e sim do sistema que os mantinha sob férreo escravismo.                                                                             

Além do mais, o futuro Presidente  simplesmente  equiparou os direitos e deveres dos médicos  cubanos aos dos médicos brasileiros, sem qualquer  discriminação ou regalias a quem quer que seja.                                                                                                                                                                

Os médicos cubanos que  quiserem ficar trabalhando no Brasil poderão fazê-lo, sem qualquer restrição, desde que atendam aos requisitos exigidos para exercício dessa profissão no Brasil, igual a “todos”.                                                                                                                            

Mas Bolsonaro foi além. Garantiu o direito desses trabalhadores escravizados de  receberem integralmente o que era pago ao Governo de Cuba, e inclusive de  trazerem as suas famílias. Mas  todas essas conquistas  estão sendo difíceis de “digerir” pela esquerda tupiniquim e sua mídia canalha. Parece até piada. Mas não é.

Portanto, não se justifica de nenhum modo o protesto de alguns prefeitos brasileiros, que mesmo involuntariamente poderiam estar dando apoio ao regime escravocrata cubano, e de certa forma até mesmo se opondo ao   fim desse escandaloso programa de opressão dos médicos cubanos.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

2 comentários:

Antenado. disse...

Quem a favor dessa escravidão cubana, deveria seguir o exemplo, viver com 30% do salário e doar o restante para obras assistenciais do governo.

Anônimo disse...

O desenho da bandeira cubana é replicado com variações em outras de muitos países (com o triângulo na lateral esquerda). Seria um padrão internacional do socialismo?