segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Bagunça Induzida



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Em 1.916, Clóvis Beviláqua viu seu projeto de Código Civil ser transformado em lei. Obra monumental só comparável a de Teixeira de Freitas, não aproveitada no Brasil, mas de grande influência na elaboração do Código Civil argentino.

Na Questão do Pirara, em 1.904, o Brasil perdeu parte de seu território para a Guiana Inglesa por decisão arbitral do Rei da Itália.

Tal fato provocou a ira nacional contra os italianos e seus descendentes aqui radicados, que por sua inteligência e dedicação, já começavam a disputar posições importantes com os brasileiros de origem portuguesa..

Um dos mais brilhantes juristas brasileiros, Miguel Reale, escreveu o nosso Novo Código Civil, que tem se mostrado um desastre.

Por convicção ou por vaidade, trouxe insegurança para a sociedade.

Talvez o instituto do casamento tenha sido o mais afetado. Pior, possibilitou que os cônjuges varões alterassem seus nomes civis com a inclusão de apelidos familiares da esposa.

Com os sucessivos divórcios, separações, uniões estáveis, mudanças de sexo (sic) e nomes “sociais", hoje no Brasil , não temos segurança jurídica nem dos nomes pessoais.

Seus contemporâneos, por inveja ou indignação, brindaram-lhe o epíteto de “italianinho de má índole”.

No momento em que as “esquerdas” querem nos dividir (para nos governar, é óbvio) temos que defender a maior riqueza que temos; a diversidade étnica. 

Qualquer raça, apelido ou condição social cabem, perfeitamente, no sentimento de patriotismo. Até um ditadorzinho oriental já teve passaporte brasileiro.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Nenhum comentário: