sábado, 15 de dezembro de 2018

Começar pelo começo



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Tudo é urgente mas há coisas urgentes urgentíssimas.

Sugerimos ao novo governo que priorize o reaparelhamento dos serviços de saúde. Alguém que necessita de uma intervenção cirúrgica ou um medicamento não pode ficar à mercê da negligência burocrática. É uma questão de humanidade.

Em seguida, vem uma singela reestruturação da primeira escola. De início, seja implantado o café da manhã na primeira aula. Evitará atrasos e desfalecimento de crianças com fome.

Acudidas as pessoas, que seja implantado inicialmente o plano de criação e/ou recuperação das hidrovias. É o transporte mais barato que existe e seu efeito multiplicador na economia aparecerá de pronto.

Depois, implante-se o plano ferroviário para sanar a traição à Pátria cometida por desgovernos que quase liquidaram esse meio de transporte.

Recadastrar todas as pessoas que recebem dinheiro do governo. Funcionários públicos, da ativa ou aposentados, aposentados e pensionistas do INSS e beneficiários de renda mínima.

Enfim, refazer o alinhamento de preços relativos de bens e serviços. Eliminar o Imposto sobre a Renda, o mais odioso de todos.

Reduzir ao mínimo interferência do Estado na economia.

Implantar o documento de identidade nacional único que servirá, também, de identificação dos contribuintes.

Eliminar as famigeradas urnas eletrônicas fraudáveis, ou já fraudadas.

Refazer o cadastro de Estrangeiros dentro do território nacional.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

jomabastos disse...

A nova administração governamental tem um grave problema a resolver - o orçamento de 2019 preparado pelo governo de Temer para ser cumprido pelo governo de Bolsonaro.

A digitalização é extremamente necessária para reduzir substancialmente a burocracia atualmente existente no serviço público e saber exatamente quantos habitantes existem neste país.

Com a digitalização, elimina-se o excesso de documentos de identidade e documentos em papel atualmente utilizados, sendo um desses documentos a muito ultrapassada carteira de trabalho.

O transporte e a alimentação nas escolas públicas são prioritários.

Os comboios rápidos intercidades e interestaduais são extremamente necessários.

O desenvolvimento do metrô é algo prioritário para a população se deslocar rapidamente e assim melhorarem substancialmente a sua produtividade no emprego.

Corrigir a quantidade de desempregados existentes no país, incluindo os desempregados do Bolsa Família. Resultará seguramente mais de vinte milhões de desempregados.

Se existir um desempregado por cada uma das cerca de treze milhões de famílias - a receberem uma média de R$200 por família - inscritas no Bolsa Família, são 13 milhões de desempregados que não constam nas estatísticas do IBGE. Há que não seguir escondendo esta triste realidade.
Se cada desempregado do Bolsa Família for obrigado a estar inscrito oficialmente como desempregado para poder receber o apoio do governo, a quantidade final de desempregados estará mais perto da realidade.

Anônimo disse...

E aqueles milhões apreendidos que estavam no avião? Esse 1 milhão foi apenas o dinheiro do lanche. O resto ficou lá.