segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Está cada vez mais difícil manter a finesse e o aplomb


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Diante dos últimos acontecimentos, uma evidente manobra diversionista, onde um Juiz da Suprema Corte, de uma canetada só, ameaçou soltar aproximadamente 170 mil detentos para encobrir o objetivo verdadeiro que era libertar o “muar de São Bernardo” e seus  amigos, da  organização criminosa  parida pelo PT; fica difícil em palavras, exprimir minha indignação sem o auxílio de adjetivos, que embora definam  claramente o que penso sobre esses senhores, e eles o tenham feito por merecer, poderiam ser considerados ofensivos pelos adjetivados, embora sejam uma quase unanimidade nacional na cabeça de quem tem pelo menos  dois neurônios que ainda se comunicam entre si no cérebro.

Vivemos tempos civilizados, a época em que os pais ensinavam os filhos a não levar desaforo para casa, onde se ouvia ameaças como: Se apanhar na rua vai apanhar em casa outra vez.

Tempos do politicamente correto que nos impedem de dizer o que realmente pensamos desses........................... (os meus queridos leitores  e leitoras podem  preencher  no espaço pontilhado  com o adjetivo que lhe parecer melhor, assim  ficaremos todos satisfeitos  sem que se possa eventualmente provar  que ofendemos o ministro........................).

Convenhamos os senhores e senhoras do Supremo  (claro que mais uns ou umas  que outros ou outras) estão como os macacos,  aos quais se referia minha avó,  que quando muito pulavam é porque estavam pedindo chumbo, ou pelo menos uma dose do remédio preferido do analista de Bagé, personagem de meu conterrâneo Luís Fernando  Veríssimo,  diga-se de passagem, simpático a pelo menos dois dos presidentes que botaram esses jabutis de toga em cima do muro do Supremo: Um joelhaço nas partes baixas. 

Ser o autor do personagem de direita ou esquerda, não diminui a beleza do tratamento proposto nem a graça do personagem; a ele meus respeitos.

O que o ministro não contava é, (como diria el Chapulin Colorado), com nossa astúcia.

Em tempos de internet, mesmo o ministro tendo atacado nas sombras, ao apagar das luzes, conseguimos iluminar o cenário e na velocidade da luz mostrar a sujeira  que se escondia debaixo de sua toga à grande maioria do povo honesto de nosso país, antes mesmo que o pedido para  libertar o “muar”   fosse  apresentado em apenas 48 minutos após a decisão monocrática   do ....................... (sigam dando nome aos bois, vai lhes fazer bem).

Vamos mostrar a esses senhores (e senhoras) que embora seja difícil, não precisamos baixar ao linguajar de sarjeta de seus ídolos, que entregaram nosso país ao crime e que atiraram no lixo trilhões de reais irrecuperáveis durante seus desgovernos, para desmascará-los, embora mereçam.
O que os senhores ministros (e ministras) insistem em ignorar é, que não se trata mais de pessoas dizerem na cara deles (ou delas) ter vergonha do Supremo e sim do Supremo ter vergonha na cara.

Se continuarem insistindo com esse comportamento serão devidamente adjetivados e julgados por nós, o povo, de onde deveriam saber, emana todo o poder que é uma concessão nossa, da qual ainda gozam, mas pode ser revogada se a paciência porventura se esgotar.

Em tempo, Feliz Natal!

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

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