quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Por que o Mecanismo recuou de eleger Haddad?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Só mesmo um “cara” absolutamente ingênuo poderia supor que a vitória de Jair  Bolsonaro, no 1º e 2º Turno das eleições presidenciais de outubro, tenha se dado  sem  que tivesse havido  alguma “pressão”, impedindo  um resultado fraudado, favorável ao candidato da Coligação Brasil Feliz de Novo, Fernando Haddad.

Partindo-se do pressuposto da possibilidade “teórica ”de manipulação  dos resultados das eleições nas urnas eletrônicas  e  computadores do TSE, é evidente que  essa possibilidade poderia favorecer  qualquer um dos candidatos na competição.

Mas o mais surpreendente de tudo é que em nenhum momento, antes ou depois das eleições, esse tipo de  “acusação” tenha partido da esquerda, no sentido de que Bolsonaro poderia ser o beneficiário de uma possível fraude eleitoral. Portanto essa eventual hipótese merece ser descartada desde logo , completamente. Já com o “outro lado”, não se pode dizer o mesmo.

Muito se cogitou sobre a provável manipulação dos equipamentos do TSE para favorecer a candidatura de Haddad. Tinha muita gente  que estava absolutamente convencida que essa fraude iria ocorrer, inclusive “jo”.                                      
Por isso, mesmo que Haddad  perdesse  a eleição lá na “ponta”, nos teclados das urnas eletrônicas, a certeza era de  que ele seria o vencedor, na totalização dos  votos pelos computadores do TSE, a exemplo do que suspeita-se já ter ocorrido antes , em outubro de  2014, com a eleição de Dilma Rousseff.

Mas nesse meio tempo  algo de “estranho” aconteceu, cortando esse mal pela raíz, abortando o  processo fraudulento nas eleições que se avizinhavam.                                                               

Os próprios militares se encarregaram, patrioticamente, de fazer  uma espécie de “intervenção branca”, deixando bem claro, para o “bom entendedor”,  que tinham plena consciência da probabilidade objetiva   de que estaria na iminência de  haver  fraude eleitoral, mas  que reagiriam “à altura”, se  essa eleição fosse “roubada”.

Sem dúvida essa “intervenção branca” foi suficiente para que o TSE não colocasse nos seus computadores o “vírus” que daria um resultado previamente “escolhido” ,fraudado, para as eleições ,cujo vencedor não seria Bolsonaro, com certeza, e sim o seu opositor ,Fernando Haddad, candidato das esquerdas.

Talvez aí esteja a principal razão pela qual a Sra.Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Dra. Rosa Weber, tenha comparecido à solenidade de diplomação de Jair Bolsonaro e  ter feito nessa ocasião  um discurso absolutamante “desconfortável” , fora de contexto, mesmo “indelicado”, frente ao novo  Presidente da República.

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

2 comentários:

Anônimo disse...

Essa rebeldia do Lula vai acabar quando os milhões desviados e escondidos começarem a escassear. Se for depender dos advogados, será eterna.

Drausio Pinho disse...

Ainda houve fraude. Não para evitar a eleição de Bolsonaro - risco exagerado para qualquer um que ousasse - , mas para fornecer um volume de votação que permitisse sobrevida ao pt e a lulla