domingo, 23 de dezembro de 2018

Sonhar



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

“Vou pelas noites de luares frios deitar meus olhos sobre o grande mar; sonhar a vida calma dos navios, que minha vida sempre foi sonhar.”
autor desconhecido

Sonho de valsa, de tango ou de salsa.

Sonho que o mundo deixará de ser medonho.

Sonho com músicas que Mozart poderia ter escrito, mas por um breve instante, só eu posso ouvir.

Os grandes músicos que compuseram óperas, sabiam que se fossem para durar séculos, o libreto tinha que ser em italiano. Assim foi com “Giulio Cesare in Egitto” de Händel, composta para adular o novo rei da Inglaterra; estreiou em Londres em 1.724.

Igualmente, o jovem Mozart compôs “Il Re Pastore” (uma de suas primeiras óperas, 1.775) e “La clemenza de Tito” (sua última, 1.791).

Há exceções ? Sim. Rossini escreveu seu “Stabat Mater” para ser cantado em latim (1.841).

Música sacra tão maravilhosa que escandalizou os eclesiásticos de então que a consideraram profana. Suas árias “Cujus animam” e “Sancta Mater” nos dão uma tênue idéia de como são as músicas celestiais, cantadas por vozes angélicas.

O nosso genial (Antonio) Carlos Gomes, escreveu “Il Guarany” onde Pery canta a célebre ária “Sento una forza indomita”(1.870).

Deveríamos, todos nós, cantá-la às vésperas de uma nova era para o Brasil.

O Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

jomabastos disse...

Invocar o nome de Deus em vão, é algo muito usual neste povo religioso que se manteve décadas e décadas às margens do mundo desenvolvido. Os Governos estiveram sempre mentindo para a população, afirmando que este país era o mais avançado de todos.

O Governo de Bolsonaro tem que mostrar e demonstrar que podemos confiar nele. E não só! A cada decisão tomada por esta nova governação, temos que estar muito atentos para que não aconteça o que até agora tem acontecido, atrasar e atrasar o país.

A IGNORÂNCIA TEM QUE DEIXAR DE SER PRODUTO DE CONSUMO.

H. James Kutscka disse...

Maravilhoso Pedrinho.