quinta-feira, 21 de março de 2019

A Versão Brasileira da Momo



Pode existir algo mais falso e fantasioso que o golpe da boneca picareta? Claro que sim... Os canalhas da Internet criaram a versão Momo do $talinácio... Por favor, tirem as crianças da frente da telinha... O "Momolusco" nunca está para brincadeira...




O vídeo do senador Jorge Kajuru que tirou Gilmar Mendes do sério... Será que está nascendo um candidato precoce à sucessão de Jair Bolsonaro? Olho no Kajuru... A Ordem é do Gilmar!




Fala sério... Será que a popularidade de Bolsonaro, segundo o Ibope, caiu mais que a da cúpula do Judiciário?

Imagina o que pode acontecer se mandarem soltar o Lula no dia 10 de abril?

Recado do Momolusco


CHAFURDÂNCIA



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

O momento político é eletrizante. Dá choque! Temos que analisar a impedância da resistência porcina no circuito planaltino.

Vendo a imparável aproximação do grande flambador, Massari Konoku, os urubus, em grande alvoroço, tentam deglutir o abacático caroço.

Ameaçam, a torto e sem direito, os prosopopéicos cidadãos indignados com a chafurdância.

Gostariam suas excrescências que gente de truz se comportasse como avestruz?

Há no momento, no urubusário, o seguinte sentimento: Vão-se os anéis; fiquem os dedos”.

Para tentar salvar os dez, entregarão os anéis do boca-mole; até seu anel de couro.

O morituro servirá como uma espécie de fusível (ou “fusil” como diz o caboclo!).

Para evitar que se queime toda a instalação e possível incêndio do prédio, entregarão a cabeça do novel Pompeu de bandeja.

Em nossa modesta opinião, não será o suficiente para evitar a catástrofe.

Manu militari a limpeza será geral. De nada valerão as lamentações das madalenas (e madalenos) arrependidas(os).

Desde o totó até o defensor dos que ao pó já retornaram, não ficará pedra sobre pedra.

“Pau no Gatuno” e "Sebo nas canelas!”

Para o jogo ficar legal, não vale exílio em Portugal.

Lapidados os que se pensavam deuses, o efeito cascata se alastrará por toda a administraCão.

Que delícia é conjecturar sobre os “segredinhos” que foram confiados ao mouro pela águia careca!

Será que a Companhia vai chamar de meus louros os urubus?

Que tão grande esplendor; que tão grande lume?

Sem os méritos necessários, a seguir, resumo:

O poderoso de hoje, amanhã levará fumo!

Mas Juízo Final verdadeiro só se for na ponta do isqueiro.

Massari Konoku, precisamos de você!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Pareado ou República


Alto custo do Judiciário

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Antônio José Ribas Paiva

O problema não é o STF, mas a sua composição e o fato do povo não ter instrumentos de fiscalização sobre sua atuação.

Por esse motivo, o Judiciário Brasileiro é um pareado medieval, em distonia com os objetivos constitucionais.

Os  Poderes da República não são HARMÔNICOS e INDEPENDENTES. São incestuosos.

É um amasiado de poder contra a  Nação!!!

Lembrem-se: Todo APRIMORAMENTO INSTITUCIONAL passa antes pelo PODER JUDICIÁRIO, que deveria ser o garante da SEGURANÇA DO DIREITO (democracia).

Democracia, Já!!! República, Já!!!

BRASIL! ACIMA DE TUDO!!!

Antônio José Ribas Paiva, Jurista, é Presidente do Nacional Club.

O Declínio Moral da Humanidade



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Gaudêncio Torquato

A decadência moral da Humanidade está em curso e se espalha como metástase nos corpos das Nações, embrulhada – pasmem – no celofane de avanços e progressos. Os valores do espírito – a ética, a moral, o respeito aos mais velhos, a proteção às crianças, a verdade, a disciplina, o zelo, a ordem, a solidariedade – são enxotados da paisagem dos costumes para ceder lugar a outros valores, esses cunhados no metal que compra coisas materiais. Aqui e alhures, a ambição reina. A invasão bárbara da modernidade, puxada pela locomotiva da globalização, chega ao centro e ao fundo da sociedade mundial nivelando comportamentos e banalizando desejos.
Estamos vivenciando um choque gigantesco, global, como prega Samuel P. Huntington, entre a Civilização e a barbárie. Ameaças rondam as conquistas das Nações nos campos da religião, arte, filosofia, ciência, tecnologia, enfim, em todos os espaços do conhecimento. Floresce um relativismo moral e cultural, abrem-se as comportas da ilegalidade, expande-se o comércio de drogas e de armas, gerando uma onda global de criminalidade.
Estados fracassados, declínio de ideologias, amortecimento de partidos, debilitação da família, quebra da confiança e corrosão dos eixos da política compõem os traços da paisagem anárquica nos quadrantes da Humanidade. A lei do revólver se instala. Jovens, submetidos aos vícios e costumes dos tempos modernos – o bullying, a competição acirrada, os games de lutas e guerras, o heroísmo dos matadores, a solidão no meio da multidão – acabam arranjando os meios que eternizarão suas imagens e sonhos.
A comunicação tecnológica faz sua parte, unindo o aqui e o fim do mundo. Consolida-se uma rede transnacional de feitos de horror, como esses praticados por “heróis mascarados” que invadem escolas, atiram a esmo, deixando um rastro de mortes e sangue.
Em breves linhas, este é o cenário que pode explicar, em parte, o evento bárbaro ocorrido na Escola Estadual professor Raul Brasil, em Suzano, Grande São Paulo, em que Guilherme Tadeu, de 17 anos, e Luiz Henrique, de 25, atacaram alunos e funcionários, matando oito pessoas. Fechando a cena de horror, Guilherme matou o comparsa e se matou.
Imagens parecidas: em abril de 1999, dois estudantes invadiram a escola secundária Columbine, nos EUA, matando 13 pessoas e deixando 21 feridas. Em 2012, atirador mascarado matou 12 pessoas e feriu 50 em Denver, no Colorado, durante estreia do novo filme de Batman dentro em uma sala de cinema lotada.
O fato é que eventos como esses precisam ser analisados sob a perspectiva das grandes transformações por que passa o planeta. Restringir a questão à dualidade armamento/desarmamento é ter visão curta. Se os professores tivessem armas, não haveria tal matança em Suzano, garante um senador paulista. Ora, que garantia é essa? Poderia ser pior. Urge entender a realidade do jovem, com seus problemas de saúde mental, verificar meios que poderiam melhorar a proteção às escolas, envolver famílias e comunidade nos projetos educacionais, entre múltiplas ideias.
Huntington sugere pistas que podem ser seguidas, entre as quais o compartilhamento dos valores-chaves comuns das religiões – cristianismo ocidental, ortodoxia, hinduísmo, budismo, islamismo, confucionismo, taoísmo, judaísmo – com o fito de desenvolver uma civilização universal. Importa, sobretudo, evitar o fortalecimento do “paradigma do caos”, ancorado na quebra mundial da lei e da ordem.
Os avanços civilizatórios nos campos da biotecnologia, da inteligência artificial, da agricultura e das comunicações serviriam, afinal, para quê ante o descalabro que se multiplica, seja em sistemas consolidados, seja em democracias incipientes?
Os choques trazidos pela contemporaneidade constituem ameaça à paz mundial e têm muito a ver com a pobreza de argumentos de políticos e governantes, para os quais armar a população é a alternativa capaz de assegurar paz e bem estar. Pode ser justamente o contrário.
Gaudêncio Torquato, jornalista, é professor titular da USP, consultor político e de comunicação Twitter@gaudtorquato

Confissão pelo Amor


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Taboada

Não, eu não sou iluminado nem uma pessoa de coração puro! Eu apenas fui encurralado pela hipocrisia, a mentira, a desonestidade e a ganância brotando em todo lugar. Encurralado pelas ideologias, religiões, governos, organizações e sistemas, isso sim, verdadeiras utopias. 

Resolvi então experimentar um caminho que eu nunca tinha considerado como solução para nosso mundo. Foi aí que descobri a lucidez, a força e as realizações do AMOR. Percebi sua capacidade de impulsionar as melhores realizações humanas ao longo do tempo e de ser o principal responsável por ações de pessoas que fazem o bem, inclusive de muitas que não o percebem. 

Descobri, ainda, que o AMOR estava comigo e que foi o principal motivador de minhas atitudes quando eu ainda acreditava na política e nas ideologias como instrumentos, por si sós, de justiça e solidariedade. Minha mente percebeu enfim que só o AMOR subverte tanta dor em nosso mundo. 

Não tive outra saída. Senti-me obrigado a enfrentar preconceitos e a vergonha de parecer uma pessoa frágil, ingênua ou sonhadora  e comunicar a todos essa descoberta já encontrada por tantos outros  antes de mim. 

Vejo-me obrigado a integrar e engrossar os movimentos que em nosso país e no planeta procuram transformar nossas sociedades a partir do Amor, da paz e da boa convivência entre as pessoas da Terra e de outros mundos quando nos encontrarmos, com os animais nossos irmãos e a natureza. 

O Amor não é um sentimento simplesmente. É um estado de consciência, ou resultado disso, que precisa ser ensinado, desenvolvido até se tornar a força mais importante da nossa civilização. Realmente, o Amor é a salvação do mundo!

Sérgio Taboada é Músico, Poeta e Servidor Público Federal.

quarta-feira, 20 de março de 2019

O Projeto para um Novo Brasil



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O Brasil deu passos fundamentais para romper seu isolamento em relação ao resto do mundo. A (nova) relação com os EUA – que o tempo dirá ser boa ou ruim e para qual parte envolvida – foi apenas a etapa inicial de um jogo geopolítico de xadrez. Será preciso fazer o mesmo com a China e outros países em desenvolvimento e que têm poder militar efetivo.

O pragmatismo comandará as ações. O encontro entre Jair Bolsonaro e Donald Trump tem nada de extraordinário. Só é fundamental lembrar que nações não são amigas. Apenas administram interesses e discordâncias. Entram em conflitos. Promovem acordos de paz. Ou vivem em clima de “guerra-fria”. No final das contas, tudo é negócio. Ideologias e preferências pessoais de governantes são meras ilusões.

Os holofotes ficaram concentrados em Washington. No entanto, em Brasília, o vice Presidente Antônio Hamilton Mourão expôs o projeto de desenvolvimento do Governo Federal para os integrantes do LIDE BRASÍLIA, liderados pelo empresário Paulo Otávio. Mourão apontou a prioridade: um forte ajuste fiscal, para estabilizar a dívida pública, para reverter o baixo crescimento econômico e a deterioração das contas públicas.

“Temos que tirar o peso do Estado das costas daqueles que produzem”. Mourão avisou que o governo focará na agenda de produtividade, baseada em um novo sistema tributário. Citou a abertura da economia para o comércio mundial, que deve ser feita de forma gradual e segura, para não criar desigualdade de comércio com os empresários locais. Mourão reafirmou a necessidade da privatização das estatais e a reforma do sistema educacional.
“Os senhores que são empresários sabem que ninguém consegue sobreviver eternamente no vermelho, e nosso país está há seis anos operando dessa forma”. Por isso, Mourão acrescentou que o governo está empenhado em alcançar a consolidação fiscal com a combinação da aprovação da reforma do sistema previdenciário, da redução dos subsídios fiscais, da liberação das despesas obrigatórias do orçamento e da busca de outras receitas, por meio de leilões de infraestrutura, de energia.
Mourão também apontou cinco pontos para a área de segurança: Legislação mais dura para que criminosos cumpram pena sem progressão, punição rigorosa para crimes cometidos por menores de idade, mudança do sistema prisional impedindo que comandantes de facções continuem mandando fora da cadeia, tecnologia de ponta para as polícias e incremento do controle das fronteiras.
Resumindo: Bolsonaro cumpriu a missão com Trump, enquanto Mourão atuou na agenda positiva para quem deseja produzir no Brasil, a partir de um Novo Projeto de Governo. A atuação do Presidente e do Vice, cada um no seu papel, foi um sinal de que algumas coisas podem evoluir para melhor, a partir dos ajustes que serão feitos a partir dos 100 dias após a posse de Jair Messias Bolsonaro e Antônio Hamilton Mourão. 
Sintetizando ainda mais: É hora de serenidade. A oposição ao governo segue mais perdida que nunca. Por isso, quem elegeu a chapa presidencial vencedora não pode incorrer no erro primário de exagerar nas críticas, em vez de apontar soluções objetivas que possam ser adotadas pelo governo.

A hora é de aumentar a pressão popular em favor das mudanças estruturais. O momento é de intensificar o combate ao Mecanismo do Crime Organizado. O tempo é de cobrança de compromissos ajudando a realizá-los, sem cair tentação de chutar o balde, o tempo todo, em rede social.

Evidentemente, os governantes precisam ajudar, contendo a vaidade e evitando os factóides & faketóides. Eis um resumo do histórico 19 de março que passou despercebido do noticiário mais interessado em sacanear o Bolsonaro do que mostrar e cobrar o que precisa ser mudado para melhor, para o bem do Brasil e, acima de tudo, dos brasileiros.

O Governo não pode errar na comunicação. Se falhar, além de apanhar muito dos inimigos, pode perder os aliados mais ansiosos por resultados imediatos.

Leia abaixo o artigo do Presidente Bolsonaro: O Caminho das Reformas

Aviso aos puxa-sacos

Nesta quinta-feira, 21 de março, o Presidente Jair Bolsonaro completa 64 primaveras...

No dia de festa, Bolsonaro viaja ao Chile...

Estudos Conservadores

Conheça a parceria entre o Movimento Avança Brasil e o Burke Instituto Conservador

https://business.facebook.com/MovimentoAvancaBrasil/videos/400565067395392/






Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. Membro do Comitê Executivo do Movimento Avança Brasil.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 20 de Março de 2019.

Bocós Unidos Jamais serão vencidos?


Detalhes na Casa Branca

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Lembremo-nos do ditado:”treino é treino; jogo é jogo”.
A intervenção constitucional na forma do art.142 é inelutável.

Os amáveis leitores podem, então, perguntar sobre o motivo da demora em sua implementação.

Como na pesca de carretilha, o novo governo está dando linha para os esquerdistas e/ou ladrões já fisgados.

Num primeiro momento houve o reconhecimento da porcada. Os mais perigosos foram derrotados e humilhados. Os bocós foram incensados e os demais, analisados.

O tamanho do câncer é de tal ordem que exigirá uma intervenção de grande porte.

Quem tem a honra de conhecer o ilustre senhor Vice Presidente sabe que o xingamento recebido do Olavo de Carvalho é imerecido. Pode, sua excelência ser tudo, menos idiota.

Já o amado Presidente da República tem qualidades que o povo brasileiro admira: lealdade, gratidão, humildade e espírito cristão.

É por esse motivo, atacado pela imprensa marrom. Cor de merda.

A nova era tecnológica em que vivemos levará à extinção diversas “espécies” hoje poderosas.

As “fintechs” liquidarão os bancos dinossauros.

As redes sociais já derrotaram fragorosamente a grande mídia.
Jornal, doravante, nem servirá para embrulhar peixe... Talvez limpar a... (vocês sabem !).

Os pequenos filmes dos “smartphones” nos permitem captar momentos inesquecíveis. Como o ato falho do urubu que disse ser a favor da corrupção.

Estamos apenas no crepúsculo dos novos tempos.

Ignorantes e poltrões tirarão das poltronas seus bundões?

Terão xingadas suas mães e sujas suas mãos? (ou “mões”?)

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Brasil-Estados Unidos e a Nova Síntese




Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Theodiano Bastos

O Brasil sempre se saiu melhor quando o Partido Republicano está no poder e agora com o excelente entrosamento  entre Trump e Bolsonaro poderemos esperar dias melhores para o Brasil e quem sabe a construção de uma “Nova Síntese”, de que fala Vianna Moog em seu extraordinário livro 'BANDEIRANTES E PIONEIROS"
Trump: “Brasil e EUA nunca estiveram tão próximos como estão agora”
Donald Trump disse ser uma honra receber Jair Bolsonaro na Casa Branca.
“Ele tem feito trabalho espetacular e liderou uma das campanhas mais impressionantes dos últimos tempos. O Brasil é um grande amigo. Brasil e Estados Unidos nunca estiveram tão próximos como estão agora”.
O presidente americano citou a Venezuela e o comércio como temas das conversas. Deu de presente a Bolsonaro uma camisa da seleção americana de futebol, que retribuiu com uma da CBF com o número 10.                
UM NOVO MUNDO É POSSÍVEL?
Tenho repetido nos livros de minha autoria “A Procura do Destino”, “O Triunfo das Ideias” e “Pegadas da Caminhada”, e em artigos, e onde mais posso, as obras de Erich Fromm, principalmente "A Revolução da Esperança" e "Ter ou Ser?", nelas encontramos luzes: "Creio que nem o capitalismo ocidental nem o comunismo soviético (que já faz parte do passado) — ou chinês, podem resolver o problema do futuro. Ambos criam burocracias que transformam o homem numa coisa". “O homem deve colocar as forças da natureza e da sociedade sob o seu controle consciente e racional, mas não sob o controle de uma burocracia que administra coisas e homem, mas sob o controle dos produtores livres e associados que administram coisas e as subordinam ao homem, medida de todas as coisas”.
“O homem pode destruir toda a vida civilizada e os valores que restarem e construir uma organização bárbara, totalitária, que domine o que sobrar da humanidade. Ter consciência desse perigo, analisar as expressões dúbias por ambos os lados para impedir que os homens vejam o abismo para onde estão marchando, é obrigação, o mandamento intelectual e moral que o homem deve obedecer hoje. "Se não o fizer, seu fim será certo", alerta Erich Fromm.
A resposta para o problema da liberdade não será encontrada na mudança da forma política de governo, mas na transformação econômica e social da sociedade. Mudanças simultâneas na esfera da organização industrial e política da estrutura do caráter e das atividades culturais. A concentração dos esforços em qualquer uma dessas esferas com a exclusão ou negligência de qualquer das outras, tem ação destrutiva sobre toda a modificação, continua ensinando Fromm, que conclui: "Um passo de progresso integrado em todas as esferas da vida, terá resultados de maior alcance e mais duradouros para o progresso da raça humana, do que cem passos numa só direção". Hoje, com os recursos disponíveis no Brasil na área de comunicação social de massa, e principalmente a televisão e o rádio, como também jornais e revistas, com o que é possível atingir até cidadãos analfabetos, hoje bem informados  do que acontece no Brasil e no mundo, com seu radinho a pilha, não é ser sonhador pensar que já se pode dar no Brasil um passo decisivo para o fim da história "humanóide", na qual o homem ainda não é completamente humano, mas ainda "O lobo do próprio homem", na visão pessimista de Hobbes.
A mídia vem sendo usado para tornar as criaturas infelizes com o que possuem, impingindo uma sociedade de consumo com o uso da propagando subliminar, a saturação psicológica inconsciente de nossas crianças. As empresas do futuro, numa "nova síntese", ficarão com a iniciativa privada, mas de natureza comunitária de fins comuns, que tenham de viver do lucro, porque sem lucro não sobrevivem, mas cujo fim não seja o lucro em si, mas a prestação de serviços públicos. O mundo se tornou uma imensa aldeia e a interdependência dos países é de tal ordem, tão estreita, que quando se fala do destino do Brasil, também se fala do destino de Gaia, a nave mãe Terra em viagem pelo espaço sideral, e creio que o Brasil tem um grande destino a cumprir na história da humanidade, na sobrevivência da espécie humana, com possibilidade de criar as condições que apontem para um futuro de convivência mais fraterna. Todavia  se observa e nos faz refletir, é a atual ausência de reações por parte dos jovens diante do que se vê nesse descomunal descalabro no Brasil dos nossos dias. Alienação, desesperança, egoísmo, dos jovens?  “Como explicar e compreender os jovens brasileiros diante do descomunal descalabro que está marcando a realidade brasileira. É voz corrente que jamais, em tempo algum da história brasileira”?, pergunta a escritora Raquel Stivelman, em seu artigo Jovens: ontem e hoje. (JB 08/4/06 p.All). 
André Malreaux diz: "A civilização atual está ocupada, provavelmente, em inventar algo tão importante quanto o que o século XIX inventou. Mas não sabemos exatamente o que é. É o ponto de passagem com as três hipóteses para o futuro da humanidade: a) Uma grande tragédia; b) Um grande fenômeno espiritual (não necessariamente religioso); c) Uma espécie de "terra de ninguém", como a que já é habitada pelos especialistas". Almeja-se uma globalização solidária: "Esse novo projeto crítico da sociedade não pretenderia mais mudar o modo de produzir — do capitalismo para o socialismo — mas procuraria universalizar direitos e bens dentro da sociedade de mercado". Mesmo sem mudanças no modo de produzir, se está buscando um aumento do bem-estar", disse ainda, citando Eric Hobsbawm, pensador inglês, e Norberto Bobbio, filósofo italiano.

Enfim, os humanos estão, hoje em dia, diante da escolha mais fundamental: não é a escolha entre o capitalismo e o comunismo (já reprovado pela história), mas entre o robotismo e o socialismo comunitário humanista, um socialismo com liberdade, com produtores livres e associados, que administram coisas e as subordinam ao homem, medida de todas as coisas, continua ensinando o mestre Erich Fromm, que em suma diz que estamos a ponto de atingir um estado humano correspondente à visão dos nossos grandes Mestres, tais como Lao-Tsé, Buda, Cristo, Isaías, Sócrates e Maomé, pois todos ensinaram o uso da razão, do amor e da justiça; no entanto, estamos diante do perigo da destruição da civilização, ou da robotização, e dentre deste contexto é missão do Brasil realizar essa "nova síntese". Se a Inglaterra e os Estados Unidos moldaram a economia mundial, e a França, a partir de sua revolução de 1789, se transformou em laboratório de experiências políticas, o Brasil moldará a "nova síntese" no Século XXI. "Os grandes líderes da raça humana são os que despertam o homem de seu meio-sono", diz Fromm.
Mas com o advento da Internet – o mundo tornou-se uma grande aldeia, com os  e-mails, Orkuts, Blogs, Chats, vlogs, os chamados instant messengers (Ims)  etc,  o ágora (da civilização grega) é agora, porquanto permite, de forma global,  uma propagação de idéias na busca de outro mundo possível.“Todo grande país se faz pelas idéias, nunca pelos acontecimentos, pois os acontecimentos têm sempre a dimensão das ideias que o produzem... os fatos, sem as idéias, não criam realidades, mas sucessivas ilusões, que trazem erros aos atos daí decorrentes.... A ideia é a verdadeira orientadora da ação política, ensina Afonso Arinos de Melo Franco. Como Gabriel Garcia Márquez, continuo obcecado pela fé na possibilidade de existirem outras formas de se viver — mais justas, menos absurdas, mais dignas.
José Samarago: “...estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e coletiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida”.
Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons - “Eu também, eu também”. Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vínhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.
 “Padrão de consumo dos países desenvolvidos não pode ser replicado”
Para onde irão os indignados e os “occupiers”?

Uma das mesas de debates importante no Fórum Social Temático, em Porto Alegre, da qual me coube participar, foi escutar os testemunhos vivos dos Indignados da Espanha, de Londres, do Egito e dos USA. O que me deixou muito impressionado foi a seriedade dos discursos, longe do viés anárquico dos anos 60 do século passado com suas muitas “parole”. O tema central era “democracia já”. Reivindicava-se uma outra democracia, bem diferente desta a que estamos acostumados, que é mais farsa do que realidade. Querem uma democracia que se constrói a partir da rua e das praças, o lugar do poder originário. Uma democracia que vem de baixo, articulada organicamente com o povo, transparente em seus procedimentos e não mais corroída pela corrupção. Esta democracia, de saída, se caracteriza por vincular justiça social com justiça ecológica.

Curiosamente, os indignados, os “occupiers” e os da Primavera Árabe não se remeteram ao clássico discurso das esquerdas, nem sequer aos sonhos das várias edições do Fórum Social Mundial. Encontramo-nos num outro tempo e surgiu uma nova sensibilidade. Postula-se outro modo de ser cidadão, incluindo poderosamente as mulheres, antes feitas invisíveis, cidadãos com direitos, com participação, com relações horizontais e transversais facilitadas pelas redes sociais, pelo celular, pelo twitter e pelos facebooks. Temos a ver com uma verdadeira revolução. Antes, as relações se organizavam de forma vertical, de cima para baixo. Agora é de forma horizontal, para os lados, na imediatez da comunicação à velocidade da luz. Este modo representa o tempo novo que estamos vivendo, da informação, da descoberta do valor da subjetividade, não aquela da modernidade, encapsulada em si mesma, mas da subjetividade relacional, da emergência de uma consciência de espécie que se descobre dentro da mesma e única Casa Comum; Casa em chamas, ou ruindo pela excessiva pilhagem praticada pelo nosso sistema de produção e consumo.

Essa sensibilidade não tolera mais os métodos do sistema de superar a crise econômica, e as crises dela derivadas, sanando os bancos com o dinheiro dos cidadãos, impondo severa austeridade fiscal, a desmontagem da seguridade social, o achatamento dos salários, o corte dos investimentos, no pressuposto ilusório de que desta forma se reconquista a confiança dos mercados e se reanima a economia. Tal concepção é feita dogma e aí se ouve o estúpido bordão: “TINA: there is no alternative”, não há alternativa. Os sacrílegos sumos sacerdotes da trindade nada santa do FMI, da União Européia e do Banco Central Europeu, deram um golpe financeiro na Grécia e na Itália e puseram lá seus acólitos como gestores da crise, sem passar pelo rito democrático. Tudo é visto e decidido pela ótica exclusiva do econômico, rebaixando o social e aumentando o sofrimento coletivo desnecessário, o desespero das famílias e a indignação dos jovens que não conseguem trabalho. Tudo pode desembocar numa crise com consequências dramáticas.

Paul Krugmann, prêmio Nobel de economia, passou uns dias na Islândia para estudar a forma como esse pequeno país ártico saiu de sua crise avassaladora. Lá seguiram o caminho correto que outros deveriam também ter seguido: deixaram os bancos quebrar, puseram na cadeia os banqueiros e especuladores que praticaram falcatruas, reescreveram a constituição, garantiram a seguridade social para evitar uma derrocada generalizada e conseguiram criar empregos. Consequência: o país saiu do atoleiro e é um dos que mais cresce nos países nórdicos. O caminho islandês foi silenciado pela mídia mundial, por temor de que servisse de exemplo para os demais países. E assim a carruagem, com medidas equivocadas mas coerentes com o sistema, corre célere rumo a um precipício.

Contra esse curso previsível se opõem os indignados. Querem um outro mundo, mais amigo da vida e respeitoso da natureza. Talvez a Islândia servirá de inspiração. Para onde irão? Quem sabe? Seguramente não na direção dos modelos do passado, já exauridos. Irão na direção daquilo que falava Paulo Freire “do inédito viável” que nascerá desse novo imaginário. Ele se expressa, sem violência, dentro de um espírito democrático-participativo, com muito diálogo e trocas enriquecedoras. De todas as formas, o mundo nunca será como antes, muito menos como os capitalistas gostariam que ficasse.
Theodiano Bastos, Escritor, é Professor da Universidade Federal do Espírito Santo.

O Caminho das Reformas



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jair Bolsonaro

Ao assumir o governo do nosso país, me deparei com três grandes desafios que garantiriam o crescimento da economia, o bem-estar e a paz social à gente brasileira: a reforma tributária, a reforma trabalhista e a reforma da previdência.
Essa última considero o carro-chefe, o centro de gravidade do nosso governo. Nela pretendo colocar todo meu esforço para que seja concluída e aprovada o quanto antes.
Nesta fase da "manobra", a condução das ações encontra-se sob a batuta do Congresso Nacional. Assim que essa missão for cumprida, descortinaremos o futuro de nossa nação com equilíbrio fiscal, investimentos de longo prazo, empregos em diversos setores, mais renda formal e, por consequência, melhoria das condições de vida do povo brasileiro.
Segundo o IBGE, recebi o país com a economia no mesmo patamar que se apresentava no primeiro semestre de 2012. É bem verdade que já se identificava a retomada do crescimento do PIB ao final de 2017, mas o Brasil ainda lutava abaixo do nível pré-recessão.
Nos últimos três anos, a participação da indústria no PIB foi praticamente zero, trazendo como consequência o número de desempregados à cifra de 13,2 milhões. Diante desse cenário, não há opções viáveis para a retomada do crescimento econômico sem a aprovação das reformas mencionadas.
Na reforma tributária, o governo tem objetivo claro: desburocratizar e simplificar a legislação, com propostas para modernizar o sistema e facilitar o ambiente de negócios.
Na reforma trabalhista buscamos estabelecer novas regras para um regime de trabalho mais eficiente. Queremos um regime que favoreça tanto ao trabalhador, já tão desgastado pelo relacionamento arcaico entre patrões e empregados, quanto ao empregador, escravo de milhares de leis e impostos.
Fiz o compromisso de enxugar a máquina pública e torná-la mais eficiente, com resultados concretos para a população. Recentemente, extinguimos, por decreto, 21 mil cargos comissionados e funções de confiança da esfera federal. Estima-se uma economia anual por volta de R$ 195 milhões do dinheiro público. Mas há muito mais o que fazer nessa área.
No entanto, reafirmo que nenhum setor consome tantos recursos de nosso orçamento fiscal quanto a previdência. É nítido o grau de deterioração das contas públicas. Se a reforma não for aprovada agora, haverá uma completa exaustão da capacidade financeira, o que impedirá o governo de resolver as questões vitais da sociedade.
O atual sistema de previdência é o ator principal desta telenovela chamada desequilíbrio fiscal, que custa ao país R$ 800 bilhões ao ano. Se mantidas as regras atuais, estarão em risco não apenas as nossas aposentadorias, mas também a dos nossos filhos e netos. Sem a reforma, a saúde econômica se encaminhará rapidamente para a UTI da crise social, já vivida recentemente por muitos países.
Um estudo preparado pelo Ministério da Economia aponta que, num cenário sem reforma da previdência, o crescimento do PIB em 2019 seria inferior a 1% e o Brasil já entraria em recessão a partir do segundo semestre de 2020, caminhando para perdas comparáveis às ocorridas no período de 2014 a 2016. Com a Nova Previdência, a nossa expectativa é chegar a 3,3% em 2023.
O governo já apresentou a Nova Previdência ao Congresso. Ela é uma proposta inclusiva e ampla, que vai pavimentar a estrada de nosso futuro, pondo fim às injustiças históricas.
Hoje existe mais maturidade na sociedade brasileira, refletida no novo Congresso e nos governadores eleitos. O nosso governo acena com uma maneira diferente de negociar, em que o sentimento patriótico e a busca do consenso são fundamentais. Essa interlocução política está sendo feita, a base está se formando e eu acredito firmemente que durante o período de tramitação do projeto na Comissão de Constituição e Justiça, essa base estará formatada e dará segurança para aprová-lo.
Entendemos que é legítimo o Congresso querer aperfeiçoar o projeto entregue pelo governo e que é normal e constitucional utilizar o orçamento como inflexão de políticas públicas em prol da população brasileira. O orçamento brasileiro está cada vez mais pressionado e, se nada for feito, teremos cada vez menos recursos discricionários para investimentos.
Na Nova Previdência, com as alíquotas progressivas, quem ganha menos pagará menos ainda, e quem ganha mais contribuirá com um pouco mais. Hoje os trabalhadores de menor renda, a maioria esmagadora, são obrigados a custear, com suas contribuições previdenciárias, as aposentadorias de uma minoria privilegiada.
Outra boa notícia foi o início do programa de parcerias de investimentos com o leilão de concessão de 12 aeroportos das regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste. O valor inicial proposto era de R$ 218,7 milhões e conseguimos arrecadar R$ 2,37 bilhões, valor dez vezes maior, que será pago à vista. É o Brasil voltando a crescer! Grande vitória!
Essa conquista demonstra a confiabilidade que o Brasil começa a resgatar no mundo depois de um longo período de desencontros e rebaixamento de nossa economia. Isso mostra o acerto da trajetória, rumo e condução da política econômica. É um resultado que nos deixa feliz e sinaliza o grande potencial que o mercado brasileiro tem.
Ainda temos muito a avançar até 2022. Outros 44 aeroportos da Infraero serão concedidos à iniciativa privada e, com certeza, isso irá melhorar muito a prestação de serviços para os usuários.
É tempo de termos responsabilidade social com o futuro do país. Estamos todos no mesmo barco. O mar está bravio, a água se faz ao convés e a única solução é arregaçar as mangas e trabalharmos juntos para que encontremos logo bons ventos e um porto seguro.
Hoje retornamos da viagem aos Estados Unidos que cumpriu todos os nossos objetivos alinhados com a "Diplomacia do Barão do Rio Branco". Seguimos firmes para o bem do nosso país!
Jair Messias Bolsonaro é presidente da República. Originalmente publicado no Valor Econômico em 20 de Março de 2019.

terça-feira, 19 de março de 2019

A Era dos Piores entre os Mais Ruins


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Live in States

Calmaria Pré-Diluviana



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Amáveis leitores, podem tirar uns dias de descanso.

Antes da volta do Mito da “Disney” nada acontecerá.

Munido de informações “quentes” pela Águia Careca & Cia., que só poderiam ser transmitidas verbalmente (ou como diriam os luminares dos muares: bucolicamente), nosso amado Presidente voltará botando fogo pelas ventas.

Até lá, aproveitemos a trégua.

Muitos dos protegés dos urubus “optimus maximus” pensam que lavarão a égua. 

Ledo engano. À falta de outra solução, dona Onça passará a régua.

Vivemos a Era do Fim dos Valhacoutos.

Fugir para Cuba? É melhor dar a primeira sílaba.

Se entrincheirar nalgum grotão?

Vejam o que aconteceu com Lampião!

Isso porque somos considerados um povo civilizado.

Allegro ma non troppo!

Repetir-me-ei à náusea. Pouquíssimas pessoas se deram conta de que o mundo mudou.

Dentro de pouco tempo não marcaremos mais o momento histórico usando AC e DC.

O parâmetro será Antes da Internet (AI) e Depois da Internet (DI).

Blasfêmia? Não! Pura constatação da realidade.

Em tempos de Papa argentino tudo é possível.

Foi estabelecido o máximo sincretismo. Todas as deidades são a mesma entidade. 

Os crentes se dividem apenas por uma questão de higiene. Os que se limpam com a mão direita e os que usam a mano manca.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.