segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Incorruptíveis


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

Críticas tem sido feitas ao novo governo federal e alguns estaduais em relação às políticas públicas e ao descontrole das finanças, além de caótica situação na saúde e segurança públicas. Os fatos se reportam há mais de uma década e o descontrole é generalizado e vulgarmente aceito por todos.

Agora, o que se espera dos novos dirigentes da Nação é que sejam homens incorruptíveis, ou reduzam ao máximo os tentáculos da corrupção os vazamentos dos ralos do dinheiro púbico e de obras faraônicas e absolutamente intermináveis. Numa democracia  plena e representativa termos divergências é um aspecto salutar e altamente merecedor de discernimento.

Vejamos: o governo norte americano que se quedou pelo muro e não consegue passar adiante aprovação do orçamento pelo parlamento de predominância democrata. Trinta anos atrás, caíra o muro de Berlim, mas o presidente norte americano pouco se importa se o tesouro tem ou não recursos para pagar as despesas e do pessoal.

Donald Trump fará uma inquietante jornada para um gasto previsto de 5 bilhões de dólares, o que daria para sustentar mais de 200 mil famílias em estado de carência. Do nosso lado brasileiro é tempo de privatizar, de fazer parcerias público privada e de controlar mais e melhor as concorrências públicas as chamadas licitações a fim de que tenham tempo de previsão acertado e o perfomance bond, que assegura à empresa responsável a securitização da edificação no propósito de encontrar outro interessado e assumir literalmente prejuízos.

O Brasil encanta, mas ao mesmo tempo desencanta, pela falta de planejamento e ações imediatas que melhorem as raízes do colonialismo e os atrasos do coronelismo. Bem assim e numa visão que se pretende esmiuçar se conseguirmos governos incorruptíveis, teremos a certeza que o parlamento jogará no mesmo time e os tempos sombrios e deletérios de malversação do dinheiro público sobrevirá solução de continuidade.

O governo tem a preocupação de reduzir o déficit público e fazer reformas e aprimorar o enxugamento da máquina cortando servidores ociosos e comissionados. O tempo é de mudança, de revolução, de rebelião com o status quo, e  para isso a população brasileira haverá de estar constantemente atenta e vigilante, no sentido de um coroamento efetivo dos planos e metas transformadoras e inspiradoras de crescimento e desenvolvimento sociais.

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Um comentário:

Anônimo disse...

Palocci vai ficar milionário dando "dicas" de como fazer as "coisas".