quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

O Auge das Insignificâncias



“País Canalha é o que não paga precatórios”

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Penso que é culpa da canícula (calor do Cão).

A quase totalidade das pessoas está com sua mente embotada.

Nas redes sociais só se falam coisas banais. Tantos lugares comuns que eclipsariam até o Conselheiro Acácio.

Atentados pavorosos contra a “última flor do Lácio”.

Alíás, para contentar os “hermanos” no merdosul, deveríamos nos render ao lunfardo portenho.

Como diria o pascácio que uma vez ocupou a suprema magistratura :” Ferrem las ranelas !” (por fechem as janelas). Tentava, sem êxito, dizer “cierre las ventanas”.

Desde o início, falar por vesre. Exemplo: “gotan” por tango; “féca” por café e assim por diante.

Também deveremos aglutinar o particípio passado; em lugar de remendado “remendao”.

A nota triste é que a imprensa baixou seu nível de exigência ética e cultural que hoje destina-se ao desaparecimento.

Como já dissemos num artigo anterior, a internet possibilita a existência do jornalista independente. Há formas de se pagar apenas por aquilo que é de nosso interesse.

A mídia mastodôntica quer me obrigar a comprar o “pacote”. Até agora não existe a possibilidade da assinatura por seção.

A Economia me interessa, mas tenho que “levar” junto o Mondo Cane. Hélas !

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Uma fonte num oásis seus comentários a grande mídia tem seus dias contados.

Anônimo disse...

A impressão é que o jornalismo tenta criar um sistema simplificado de conjugação dos verbos (por exemplo: "estar" em vez de "está") tentando simular a da língua inglesa; igualar a terminação de todos os diminutivos em "zinho", seja no singular ou no plural, emitindo a palavra inteira e acrescentando esse sufixo (talvez para facilitar a compreensão do ouvinte). Há também os erros pedantes ("estêjamos" em lugar de "estejamos").