domingo, 10 de fevereiro de 2019

A “Vene se Ezguela”



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Certa vez, um cliente estrangeiro, cidadão de um país conhecido por seu pouco tato, disse-me: “Não sei por que os estrangeiros se preocupam com a Venezuela ?. Se o Brasil, infinitamente mais rico e poderoso ainda é uma merda, imagine o resto da América Latina !”

Na verdade nós brasileiros tomamos banho diariamente e quase a totalidade dos compatriotas do autor daquele comentário infeliz, bissextamente.

Aqui, por nossa grandeza e fartura, não ligamos para o desperdício.
Sem invernos rigorosos, sem termos tido ocupação estrangeira e sem vizinhos ameaçadores, vivemos macunaímicamente.

A esculhambação público-privada é centenária. Vejam a letra do primeiro samba assim reconhecido: “Pelo telefone”. A “otoridade” avisa onde há diversão.

Passadas inúmeras tribulações, tudo é como era dantes no quartel do Abrantes.

Por sua inteligência, criatividade e bonomia, o brasileiro precisa ser estudado. Por antropólogos, psiquiatras e neolombrosianos.

Pela cultura do “Debaixo dos panos” , feio é ser pilhado em flagrante.

Não adianta esperar milagres. Já os tivemos à abastança. Manter a unidade nacional, com a mesma língua e por mais de quinhentos anos, é obra de Divina Providência, instrumentalizada pelo nosso glorioso Exército, carinhosamente chamado de Dona Onça.

O resto é bafo!



Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

2 comentários:

Anônimo disse...

Ué, esse povo estaria na vanguarda ecológica da economia de água... Parece piada, mas existe reportagem testando pesquisas que quantificam o mínimo de água necessário para manter o corpo sem odores desagradáveis (lavando as partes íntimas e as axilas, e passando um pano úmido no restante do corpo) e em oito dias o marido da participante atestou que o método funciona; já ela disse que sentia a pele grudando. Aparentemente, em climas frios, o banho diário retira a camada de proteção da pele contra doenças.

Anônimo disse...

Soube que não está chovendo no sertão do Piauí, e nessas condições a economia local pára, as famílias de pequenos agriculltores passam a depender do Bolsa-Família e de caminhões-pipa, porque muitos poços cavados têm água salobra. Isso pode explicar as reeleições do governador e o medo que essa população tem de votar em candidato de partido que não seja ligado ao PT.