quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Saídas contra o Vício de “Roubar”



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil

“O apego ao dinheiro e ao poder são um vício”. O Vício de “Roubar”. A Compulsão pela Corrupção. O descontrole da Vaidade. A vocação para participar, politicamente, da organização do Crime. O cinismo de mentir o tempo todo, porém, quando convém, falar alguma verdade em busca de salvação. A tentativa canalha de posar de “doente” para conseguir alguma redução de pena. O despudor de teatralizar um questionável sentimento de “vergonha” por tudo de errado que fez. A cara de pau de sequer admitir alguma vontade em devolver o que “roubou” – uma fortuna incalculável que deve estar muito bem malocada em vários paraísos fiscais do Planeta Terra.

Eis o conjunto da hedionda obra criminosa de Sérgio Cabral Filho. Depois do Presodentro Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-governador do Rio de Janeiro figura como um dos mais ilustres condenados por corrupção na Lava Jato que tanto apavora a Oligarquia Bandida do Brasil. O depoimento de Cabralzinho ao juiz Marcelo Bretas é uma legitima peça de escrotidão política. Sem o menor pudor, fingindo arrependimento, o bandido dedura alguns antigos “amigos” e aliados. O objetivo claro é produzir um faketóide judasciário. A tática é da vingança, gerando novos alvos para compartilhar o inevitável degredo.

Cabral não descobriu a corrupção. O longo tempo em que se locupletou em negociatas promovidas pelo uso e abuso do poder político apenas comprova a falência do modelo estatal Capimunista Rentista do Brasil. Por muitos anos, Cabral foi um Senador abençoado e,muito certamente, remunerado nos bastidores, para defender os interesses do sistema financeiro no Congresso Nacional. Desde os tempos de deputado e presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Cabral foi uma das lideranças do Crime Institucionalizado que assaltou a administração pública.

Tem culpa Cabral? Claro... E tem dolo também... No entanto, é fundamental ressaltar que Cabral e outros políticos afins só agiram porque a modelagem estatal brasileira existe para permitir o regime da roubalheira. No caso, o Crime Institucionalizado cumpre a “missão” de tornar o País inviável, subdesenvolvido. A bandidagem não é a causa do Estado-Ladrão. Ela é mera conseqüência do famoso “Mecanismo”. Ele domina todos os poderes republicanos.

Temos três novidades. Primeiro, o povo resolveu gritar contra a corrupção, depois que descobriu que ela é um dos grandes males do Brasil. Segundo, os bandidos resolveram abrir o bico, revelando verdades ou fabricando deduragens que podem até ser mentirosas, porém atingirão inimigos que se desarticularam. Terceiro, perigosamente impopular, o Judiciário terá de passar por uma reformulação profunda, pois também se tornou alvo de suspeitas e perigosas evidências de ligações diretas com o sistema de corrupção.

O Brasil vive tempos urgentes de revisão. O setor público, que explora o privado e escraviza o indivíduo brasileiro, terá de ser reinventado. Se isto não ocorrer por bem, corre risco concreto de acontecer na base da porrada. Corrupção, violência e impunidade, somadas, inviabilizam o crescimento econômico e o desenvolvimento de uma Nação rica, porém mantida artificialmente na miséria, para cumprir a maldição de ser uma eterna colônia de exploração. Os bandidos de todas as classes sociais são agentes que cumprem a missão de inviabilizar o Brasil.  

Acontece que tal situação saiu de controle dos operadores criminosos. Justamente por isso as mudanças são inevitáveis e inadiáveis. È preciso colocar ordem sobre o caos brasileiro. Um Brasil fora de controle desequilibra o mundo. Assim, só resta uma profunda faxina institucional e a implantação de um modelo estatal realmente Capitalista, preferencialmente democrático e que respeite os livres empreendedores daqui e do exterior.

O eleitorado brasileiro e os prejudicados pelo Mecanismo (aqui e lá fora) elegeram Jair Bolsonaro e Antônio Hamilton Mourão para iniciarem o processo de mudança do Brasil – que não acontecerá por milagre e exigirá muito trabalho e seriedade dos segmentos esclarecidos da sociedade brasileira. O vício de roubar precisa ser substituído pela virtude de estudar, trabalhar e produzir para gerar e distribuir riquezas com Democracia, Liberdade e Justiça.

Assim, devem ser neutralizados e punidos com todos os rigores da Lei, sem perdão, todos aqueles que estiverem contra esse objetivo maior. Eis a missão básica de um Governo que tem quase 70 oficiais das Forças Armadas em postos-chaves da administração pública federal, direta e indireta. Praticar boa governança – sem roubar e nem deixar roubar –, integrando as ações ministeriais, é o mínimo que se espera deles.

Se falharem, o Brasil vai mergulhar em uma guerra civil que levará à desintegração do território e do patrimônio nacional, arrasando com um povo que, histórica e culturalmente, foi conduzido ao fracasso social, à exploração econômica e ao subdesenvolvimento político.

Por tudo isso, a prioridade não deve ser um mero plano de reformas. O atalho para mudanças estruturais começa com a transformação do modelo político e de representação. O Voto Distrital é imprescindível. Também são inadiáveis a redução do número de parlamentares e a drástica diminuição dos gastos com as casas legislativas. Outro avanço será o “recall” (direito de tirar o político que traiu seus compromissos de campanha).

Comecemos por aí, o resto é conseqüência. Se os políticos e os ladrões não quiserem, pressão legítima neles... O resto será consequência... O debate não pode ser postergado.

Responsabilidade dos Controladores

O INRE – Instituto Nacional de Recuperação Judicial promove no próximo dia 14 de março, o seminário “Aspectos da Responsabilidade do Controlador nos Casos Petro e Vale”.

Será a partir das 8h 30min até 11h da manhã, no auditório da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) - Praça Antonio Prado, 48, 3º andar, Centro - São Paulo – SP

Painel 1 – As dificuldades para responsabilização dos adminstradores – Palestrante: Mauro Rodrigues da Cunha, Presidente da Amec (Associação de Investidores no Mercado de Capitais).

Painel 2 – A lei 6.404/76 e a ação coletiva – Palestrante: Fernando Kuyven, Advogado, Professor de Direito da Universidade Mackenzie e sócio do Escritório Modesto Carvalhosa.

Inscrições online: www.inre.com.br - Preço promocional R$ 100,00 (até 28/02) - Sócios INRE: R$ 50,00 - Vagas limitadas.

Bola da vez

O consagrado apresentador e locutor esportivo José Carlos Araújo, o Garotinho, será o entrevistado de sábado, às 23 horas, no programa Bola da Vez, no canal ESPN.


Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 27 de Fevereiro de 2019.

7 comentários:

Anônimo disse...

Vejam os Estados que estão com rombo fiscal porque aumentaram em demasia os impostos e quebraram os contribuintes: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,nove-governadores-deixam-rombo-de-r-71-bilhoes-para-sucessores,70002735937

Anônimo disse...

http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com/

BOLSONARO PRECISA CONVOCAR O NÚCLEO DURO, ENQUADRAR GUEDES E COMEÇAR A GOVERNAR

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Com um ministro como Guedes, Bolsonaro nem precisa de inimigos

Esse negócio de “Mito” e “Super-Herói” é uma grande bobagem. O próprio Jair Bolsonaro reconhece que tem muitas limitações intelectuais e até criou a figura do “Posto Ipiranga”, porque realmente a coisa tem de funcionar assim. Quando o governante desconhece o assunto, é claro que precisa se consultar com quem sabe. No caso de Bolsonaro, cuja principal deficiência é o desconhecimento sobre economia, o problema é que está se aconselhando com a pessoa errada.

Bolsonaro talvez nem perceba, mas o núcleo duro do Planalto sabe muito bem que o ministro Paulo Guedes é defensor de ideias monetaristas ultrapassadas e está impondo ao país um modelo econômico que privilegia o mercado financeiro, sem maiores preocupações de ordem social, como se o neoliberalismo fosse capaz de resolver tudo sozinho, tipo a solução Tabajara de “seus problemas acabaram”, conforme temos advertido aqui. A piada é boa, mas as consequências são funestas.

HOMEM ERRADO – O núcleo duro do Planalto sabe que Guedes é o homem errado, no lugar errado e na hora errada. Basta conferir seu currículo, pois é banqueiro por vocação. Foi um dos fundadores do Banco Pactual e do grupo BR Investimentos, hoje parte do grupo Bozano. Guedes também fundou o Instituto Millenium, que dissemina o pensamento econômico liberal, num momento em que os países mais desenvolvidos do mundo caminham em sentido contrário, adotando a social-democracia.

Está na hora de Bolsonaro começar seu governo. Para tanto, é necessário planejar e estabelecer estratégias. E o presidente da República não pode, de forma alguma, delegar atribuição de governante a nenhum de seus ministros, seja ele quem for, conforme está acontecendo com Guedes.

Aliás, presidente jamais deve confiar incondicionalmente em ninguém. Por isso, Guedes não pode continuar a ter carta branca, não foi nele em quem votamos, é um estranho no nicho, não nos representa. Simples assim. continua...

Anônimo disse...



http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com/ continua II e termina

NÚCLEO DURO – Agora, já em plena recuperação de sua saúde, o presidente tem obrigação de reunir o núcleo duro do Planalto (Augusto Heleno, Hamilton Mourão, Onyx Lorenzoni, Santos Cruz e Floriano Peixoto) e perguntar ao grupo: “O que vocês acham? Estamos terminando o segundo mês, já pagamos R$ 180 bilhões de juros da dívida pública, e o ministro Guedes não dá uma palavra sobre o assunto?”

Um dos ministros há de comentar: “Ele se comporta como se a reforma da Previdência fosse solucionar todos os problemas do país…”

E algum outro certamente dirá: “É claro que isso não é verdade. Precisamos tratar da dívida pública. Em 2018, pagamos quase R$ 1,1 trilhão. Essa sangria não pode continuar.”.
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P.S. 1 – É só isso que o presidente precisa fazer, para começar a governar. Na sequência, convocar Guedes para dar explicações ao núcleo duro. Ele vai gaguejar, desconversar, contar uma história sem pé nem cabeça, embromar à vontade, mas não apresentará nenhuma solução para a dívida. Assim, em pleno carnaval, a máscara de Guedes pode ser arrancada.

P.S. 2 – A dívida interna deveria ser auditada, como ocorreu no Equador, onde o montante caiu em 70%, nenhum credor reclamou e os banqueiros não declararam a Terceira Guerra Mundial. Quanto aos rentistas aqui no Brasil, não terão prejuízos, suas aplicações apenas receberão um percentual de lucro mais civilizado, digamos assim.

P.S 3 – O que não pode acontecer é Guedes e o governo continuarem fingindo que a dívida não representa risco ao país e não pode ser revista. Esse procedimento é um crime de lesa-pátria, que fica muito feio para o primeiro governo militar democrático desta República. (C.N.)

26 de fevereiro de 2019

Carlos Newton

Anônimo disse...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com/

REFORMA VISA A FORTALECER A PREVIDÊNCIA PRIVADA, QUE NÃO DÁ GARANTIAS AO TRABALHADOR

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Maria Lucia Fattorelli diz que a capitalização não vai funcionar

Na segunda parte da importante entrevista concedida ao site DS Curitiba por Maria Lucia Fattorelli, auditora fiscal aposentada da Receita Federal e Coordenadora Nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, ela denuncia a falsa propaganda sobre o suposto rombo da Previdência Social no Brasil. A DS Curitiba é uma regional do Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil). No Equador, Maria Lucia Fattorelli integrou a Comissão de Auditoria Integral da Dívida Pública em 2007-2008, que reduziu em 70% o montante total. E participou ativamente nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a dívida realizada no Brasil, que concluiu pela necessidade de uma auditoria sobre a dívida.

Como você analisa o papel do governo e da mídia na tentativa de vender a reforma da Previdência como um fator positivo?Trata-se de falsa propaganda que visa atender a interesses do setor financeiro que deseja vender planos de previdência privada, os quais não dão garantia alguma à classe trabalhadora. São inúmeros os casos de instituições que arrecadam contribuições financeiras durante décadas e, na hora de pagar o benefício, o fundo quebra, ou desaparece, ou diz que “o mercado não funcionou como previsto” etc. Isso é ainda mais grave no Brasil, onde a modalidade de previdência complementar inserida na Constituição é “de contribuição definida”. Não há garantia em relação aos benefícios futuros para a classe trabalhadora.

Mas o governo insiste em que há um rombo?Sim, porém jamais revela os números. Ao constatar que jamais conseguiria provar os argumentos do falso déficit, o governo começou a lançar mão de outras justificativas, como a de que a Seguridade teria tido um imenso déficit de R$ 257 bilhões em 2016, obtido por meio de artimanhas contábeis que incluem a DRU (Desvinculação de Receitas da União), que chegou a R$ 91,7 bilhões em 2016). Além disso, não computou no cálculo também as receitas que deveriam ser repostas pelo Tesouro Nacional em favor da Seguridade Social (a fim de recompor as desonerações fiscais), além da equivocada inclusão dos gastos com aposentadorias e pensões de regimes próprios de servidores públicos, que não são financiados com recursos da Seguridade Social, conforme diz a Constituição. Desta forma, omitindo receitas e inserindo outras despesas, o governo fabrica esse “novo” déficit da Seguridade.

O governo “joga” contra?O próprio governo vem adotando medidas para minar o financiamento da Seguridade Social, cabendo ressaltar a enorme queda de arrecadação decorrente das desonerações concedidas pelo governo (e não repostas pelo Tesouro), o impacto do desemprego recorde e da recessão econômica provocada pela política monetária suicida adotada pelo Banco Central, bem como a falta de investimento na administração tributária para cobrar devedores bilionários. Continua...

Anônimo disse...


http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com/ continua II

Na sua análise, de que forma a reforma da Previdência vai impactar a sociedade e o servidor público?
Temos assistido à desconstrução de importantes pilares que sustentam o bom funcionamento do Estado em todas as suas funções e o aviltamento dos direitos trabalhistas, com a Reforma Trabalhista, terceirização de atividade fim, entre outras medidas, e esse cenário (completamente desnecessário, considerando a riqueza do Brasil em todos os sentidos) impulsiona o ataque às regras de proteção previdenciária de ambos os regimes: geral e próprio. A mudança de regras que adiam ou até impedem a possibilidade de aposentadoria de grande parte da classe trabalhadora brasileira – especialmente os mais vulneráveis informais, intermitentes e rurais – aniquilam com os princípios básicos que regem a necessidade de respeito para com aqueles que cumpriram o seu período laboral e, apesar de submetidos a continuada situação de desrespeito, garantiram a produção de riqueza e alimento.

26 de fevereiro de 2019

Deu no DS Curitiba

NUTAVAEL DIZ....,
TODOS OS EX MINISTROS DA FAZENDA FORAM DISPENSADOS DE SEUS PARTIDOS PORQUE E NO MINISTERIO DA FAZENDA QUE A ONÇA BEBE AGUA;
ATE O MUNDO MINERAL SABE QUE NINGUEM PODE SOBREVIVER SE GASTAR MAIS DO QUE GANHA.
O BRASIL NAO PROCURA OUTRA FONTE DE RENDA A NAO SER METER A MAO NO BOLSO DO CIDADAO TRABALHADOR.
CABE AO MINISTRO DA FAZENDA FAZER SEU TRABALHO QUE E VERIFICAR SONEGADORES, PESSOAS QUE ENRIQUECEM SEM TER CONDIÇOES DE ENRIQUECER.
SE ELE DEIXA ACONTECER JA ESTA AGINDO MUITO MAL COMO MINISTRO DA FAZENDA.
NOSSO PAIS E UMA PIADA OS SONEGADORES E LADROES ESTAO SOLTOS ENQUANTO A MERDIA PORCA SE PREOCUPA COMO OS PAIS DEVEM EDUCAR SEUS FILHOS.
A MERDIA PORCA NAO DEVERIA FAZER PROGRAMAS COM AS CRIANÇAS PORQUE ESTA RECHEADA DE TRAFICANTES DE DROGAS, VIADOS, SAPATONAS E PESSOAS SEM RELIGIAO ALGUMA.
POR QUE A BANDEIRANTES ESTA TAO PREOCUPADA COM A MINISTRA DAMARES E COM O MINISTRO DA EDUCAÇAO SOMENTE POR CAUSA DO ROSA E AZUL E SOMENTE POR CAUSA DO HINO NACIONAL NAS ESCOLAS.
E MUITO MELHOR MOSTRAR BONS EXEMPLOS DE RESPEITO A PATRIA AOS PAIS E A RELIGIAO DO QUE MOSTRAR OUTRAS COISAS PARA AS CRIANÇAS.
ESSES PATETAS DESLUMBRADOS QUE ENTRARAM AGORA PARA O GOVERNO TEM QUE SE PREOCUPAR COM CRIANÇAS E OS VELHOS DA NAÇAO E NAO FICAREM QUERENDO CADA UM MOSTRAR MAIS DO QUE OS OUTROS E FALANDO BESTEIRA.
VOLTO A DIZER PRECISAMOS UM CHOQUE CIVILIZADORIO NO PODER E CORTE DE GASTOS QUE ESTAO EXCESSIVOS O RESTO E CONVERSA DE MULAMBENTOS QUE NAO QUEREM TIRAR O PAIS DA FOSSA. MORARAM OU QUEREM QUE SE DESENHE?

jomabastos disse...

Ótimo artigo!

O atual governo do Bolsonaro, tem que começar a limpeza da corrupção na sua própria administração, exonerando todos aqueles que têm contas pendentes com a justiça.

Anônimo disse...

Cambada de marginais, votaram neste incompetente burrão e agora que a merda irá atingir os bolsos, estão arrependidos!