quarta-feira, 13 de março de 2019

O Complô e a Verdade



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ailton Villanova

Entre as criaturas, as mais desprezíveis, pinçaram ADÉLIO BISPO – drogueiro contumaz, homossexual de circunstância e mitômano apaixonado pela tarefa de produzir dores lancinantes –, e lhe confiaram a missão de matar um homem que ferrenhos adversários elegeram “inimigo público número 1”. Esse homem: JAIR MESSIAS BOLSONARO.

JEAN WYLLYS, o deputado que, em plena sessão da Câmara federal lhe havia disparado uma cusparada, foi, justo, o emissário designado para entabular as negociações com ADÉLIO, com vistas a execução do plano criminoso. 

A ASSOCIAÇÃO criminosa constituída com o propósito de  eliminar Bolsonaro a todo custo e constituída de membros radicais do PT, PCdoB e do PSol, escolheu Wyllys por considera-lo a pessoa mais apropriada para o cumprimento da missão, face a que ele não fazia questão de esconder o seu “desamor” pelo capitão-deputado. Alguns colegas, a título de gozação, ou por qualquer outro escroto motivo, andaram espalhado pelos quatro cantos da Casa que Wyllys agia daquele modo para camuflar a ardente paixão que ele nutria por Bolsonaro.

ADÉLIO teve dois encontros oficialmente contabilizados com JEAN WYLLYS em seu gabinete, na Câmara. O último deles, na véspera do atentado. Na derradeira vez em que se encontrou com o Wyllys, BISPO havia se deslocado de Minas Gerais à Brasília montado num jatinho particular. Ocorreu na véspera do atentado. Motivo: receber as coordenadas para a execução do crime. Nessa ocasião, Wyllys não estava só, no seu gabinete. Com ele havia um parlamentar petista, que é muito ligado a presidente da agremiação – aquela  senadora que aprecia muito partilhar um leito que não é propriamente o seu.

JEAN WYYLYS está comprometido até última raiz de sua outrora volumosa cabeleira. Não apenas ele, lógico. Mas é o único entre os parceiros de complô que deixou um rastro comprometedor enorme, com provas gravadas em vídeo. Ditos vídeos flagram as idas e vindas de Adélio Bispo ao seu gabinete.

O PAVOR de Wyllys se acentuou quando ele pediu apoio aos parceiros de conspiração e em troca recebeu o conselho nada alentador: “Agora, é cada um por si”. 

CASO retornasse à Câmara para o cumprimento da renovação do mandato, WYLLYS não disporia mais do benefício do fórum privilegiado.  Tanto ele como os demais parlamentares a serem empossados em primeiro de fevereiro. Isso, o levou ao desespero.

AS NOVAS investigações, que assumiram CARÁTER SIGILOSO, revelam fatos que explodirão como uma bomba de 1 milhão de megatons. No eito, Jean Wyllys certamente estará entre os primeiros atingidos pelo ruidoso impacto.

A CANALHADA solidária subestimou a capacidade de reação de Jair Bolsonaro. Agora está se pelando de medo dele. 

Ah, Jean Wyllys estava, ontem no Chile, correndo feito barata tonta. Morre de medo até da própria sombra. Algo de grave por ventura possa ocorrer a sua mirrada pessoa, não seria por iniciativa dos seus adversários. É patente que se daria por conta dos seus próprios aliados , porque representa um “sério perigo” para os aludidos. Jean Wyllys é consciente disso e não pretende ser objeto de “queima de arquivo”. 

CONTINUA sendo monitorado com muita competência.

Ailton Villanova é Jornalista e membro do Forum Internacional de Investigação Criminal (FIIC).

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