segunda-feira, 1 de abril de 2019

De adubo e Pesticidas



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka

Para que não venha a pairar nenhuma dúvida sobre as opiniões vertidas neste artigo, me permito usar de uma analogia: proponho aos leitores que, por um momento, considerem nosso país como uma enorme fazenda de dimensões continentais, o que não está muito longe da realidade, já que durante os últimos governos (ditos socialistas) quem segurou a peteca de nossa economia foi o agro negócio.

A fazenda Brasil é rica em produção de alimentos, minerais, água e petróleo, não o fosse, os vermes assassinos que nela se locupletam, a teriam exterminado ou vendido para a China.

Vermes assassinos? se perguntará o leitor.

Sim, pois ao subverter a ordem, atacar a família e às instituições, rasgar a constituição e roubar os cofres públicos, mataram milhares de inocentes de forma indireta, além dos muitos de forma direta, como Celso Daniel. 
Vermes que sucatearam a educação, pois um gado ignorante, é muito mais fácil de “se levar no tapa”, de acordo com seu fino linguajar habitual.

Vermes, que do alto de seus silos de marfim (não se esqueçam que estamos em uma fazenda) seguem usando de sátiras e escárnio como armas contra as decisões do atual capataz, obrigando-o a perder tempo para explicar suas ações ao gado.

Como na obra de George Orwell “A Revolução dos Bichos”, temos ainda de suportar a herança de uma vara de porcos alocados em várias instituições, legislando e aplicando leis, porcos que falam um fluente e absolutamente “non sense jurisdiquês” para aparentar erudição e são “experts” em separar o joio do trigo. Deixando é claro, o joio para o gado e ficando com o trigo para os ratos, bem seguro em silos dos mais diversos paraísos fiscais.

A mesma vara que recentemente autorizou o sacrifício de animais com fins religiosos.

Vamos torcer para que, por uma “Suprema” ironia, se tornem vítimas da própria lei em algum terreiro próximo a você.

Talvez por isso, os locais onde aplicam suas leis apropriadamente se chamem “varas” da justiça 

O divertido, (se é que podemos encontrar alguma graça em tal desgraça) é que realmente vários deles tem indisfarçável aparência suína.

Os vermes também dominam as comunicações  da fazenda; em um recente  capítulo de uma novela destinada a distrair o gado, um delegado que por opção pessoal usava calcinhas de mulher em lugar de cuecas, é exposto à execração pública em frente à igreja da cidadezinha onde se passa a ação, por uma devota radical  defensora dos bons costumes, que enquanto o acusa de pervertido é apoiada  pelos  populares, que emitem opiniões do tipo: -Menino veste azul e menina veste rosa.

Uma clara alusão a frase emitida por uma ministra do atual governo, fora do contexto original por ela pretendido.

Sendo assim, e tendo testemunhado tudo que o capataz tem feito pela fazenda desde que assumiu o cargo, posso com toda certeza afirmar que: Ele pode ainda não estar com o adubo correto, mas com toda certeza está com o pesticida certo.

Os vermes, ratos e porcos empestados, estão com os dias contados.

H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

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