segunda-feira, 1 de abril de 2019

Dia para Bolsonaro ouvir uma verdade


O recado do caminhoneiro não é fake, nem produzido pela marketagem canalha da petelândia. Deve ser interpretado como um microsinal de alerta para o Presidente Jair Bolsonaro. A crise econômica persiste. O Desemprego estrutural se agrava. Ganhar dinheiro honestamente, trabalhando, nunca esteve tão difícil. Por isso, o Governo tem de tomar, rapidamente, medidas que estão ao alcance da caneta esferográfica de plástico. Quando promessas de campanha não se cumprem depressa, o eleitorado perde, depressa, a paciência e se transforma em crescente oposição. O Presidente deve idolatrar menos seu ministro da Economia, e cobrar dele mais resultado objetivos. Não adianta prometer o “paraíso no Brasil” depois de uma reforma da previdência que não foi prioridade da campanha eleitoral.






“Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação das Instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. Quando a nossa redação foi invadida por tropas anti-revolucionárias, mantivemos-nos firmes e nossa posição. Prosseguimos apoiando o movimento vitorioso desde os primeiros momentos de correção de rumos até o atual processo de abertura, que se deverá consolidar com a posse do novo presidente.

Temos permanecidos fiéis aos seus objetivos, embora conflitando em várias oportunidades com aqueles que pretenderam assumir o controle do processo revolucionário, esquecendo-se de que os acontecimentos se iniciaram, como reconheceu o Marechal Costa e Silva, “por exigência inelutável do povo brasileiro”. Sem o povo não haveria revolução, mas apenas um ‘pronunciamento” ou “golpe” com o qual não estaríamos solidários.

O Globo, desde a Aliança Liberal, quando lutou contra os vícios políticos da Primeira República, vem pugnando por uma autêntica democracia, e progresso econômico e social do País. Em 1964, teria de unir-se aos companheiros jornalistas de jornadas anteriores, aos ‘tenentes e bacharéis’ que se mantinham coerentes com as tradições e os ideais de 1930, aos expedicionários da FEB que ocupavam a Chefia das Forças Armadas, aos quais sob a pressão de grandes marchas populares, mudando o curso de nossa história.

Acompanhamos esse esforço de renovação em todas as suas fases. No período de ordenação de nossa economia, que se encerrou em 1977. Nos meses dramáticos de 1968 em que a intensificação dos atos de terrorismo provocou a implantação do AI-5. Na expansão econômica de 1969 a 1972, quando o produto nacional bruto cresceu à taxa média anual de 10 %. Assinale-se que, naquele primeiro decênio revolucionário, a inflação decrescera de 96 % para 12,6 % ao ano, elevando-se as exportações anuais de 1 bilhão e 300 mil dólares para mais de 12 bilhões de dólares. Na era do impacto da crise mundial do petróleo desencadeada em 1973 e repetida em 1979, a que se seguiram aumentos vertiginosos nas taxas de juros, impondo-nos , uma sucessão de sacrifícios para superar a nossa dependência externa de energia, a deterioração dos preços dos nossos produtos de exportação e a desorganização do sistema financeiro internacional. Essa conjunção de fatores que violaram a administração de nossas contas externas obrigou- nos a desvalorizações cambiais de emergência que teriam fatalmente de resultar na exacerbação do processo inflacionário. Nas respostas que a sociedade e o governo brasileiros deram a esses desafios, conseguindo no segundo decênio revolucionário que agora se completa, apesar das dificuldades, reduzir de 80 % para menos de 40% a dependência ex- terna na importação de energia, elevando a produção de petróleo de 175 mil para 500 mil barris diários e a de álcool, de 680 milhões para 8 bilhões de litros; e simultaneamente aumentar a fabricação industrial em 85%, expandir a área plantada para produção de alimentos com 20 milhões de hectares a mais, criar 13 milhões de novos empregos, assegurar a presença de mais de 10 milhões de estudantes nos bancos escolares, ampliar a população economicamente ativa de 29 milhões para 45 milhões, 797 mil, elevando as exportações anuais de 12 bilhões para 22 bilhões de dólares.

Volvendo os olhos para as realizações nacionais dos últimos vinte anos, há que se reconhecer um avanço impressionante: em 1964, éramos a quadragésima nona economia mundial, com uma população de 80 milhões de pessoas e uma renda per capita de 900 dólares; somos hoje a oitava, com uma população de 130 milhões de pessoas, e uma renda média per capita de 2.500 dólares.

O Presidente Castello Branco, em seu discurso e posse, anunciou que a Revolução visava? à arrancada para o desenvolvimento econômico, pela elevação moral e política”. Dessa maneira, acima do progresso material, delineava-se o objetivo supremo da preservação dos princípios éticos e do restabelecimento do estado de direito. Em 24 de junho de 1978, o Presidente Geisel anunciou o fim dos atos de exceção, abrangendo o AI-5, o Decreto-Lei 477 e demais Atos Institucionais. Com isso, restauravam-se as garantias da magistratura e o instituto do habeas-corpus. Cessava a competência do Presidente para decretar o fechamento do Congresso e a intervenção nos Estados, fora das determinações constitucionais. Perdia o Executivo as atribuições de suspender os direitos políticos, cassar mandatos, demitir funcionários e reformar militares. Extinguiam-se as atividades da C.G.1 (Comissão Geral de Inquéritos) e o confisco sumário de bens. Desapareciam da legislação o banimento, a pena de morte, a prisão perpétua e a inelegibilidade perene dos cassados. Findava-se o período discricionário, significando que os anseios de liberalização que Castello Branco e Costa e Silva manifestaram em diversas ocasiões e que Médici vislumbrou em seu primeiro pronunciamento finalmente se concretizavam.

Enquanto vários líderes oposicionistas pretenderam considerar aquelas medidas fundamentais como ‘meros paliativos’, o então Deputado Tancredo Neves, líder do MDB na Câmara Federal, reconheceu que a determinação governamental foi além do esperado.

Ao assumir o Governo, o Presidente Figueiredo jurou dar continuidade ao processo de redemocratização. A concessão da anistia ampla e irrestrita, as eleições diretas para Governadores dos Estados, a colaboração federal com os novos Governos oposicionistas na defesa dos interesses maiores da coletividade, são demonstrações de que o presidente não falou em vão.

Não há memória de que haja ocorrido aqui, ou em qualquer outro país, que um regime de força, consolidado há mais de dez anos, se tenha utilizado do seu próprio arbítrio para se auto-limitar, extinguindo os poderes de exceção, anistiando adversários, ensejando novos quadros partidários, em plena liberdade de imprensa. É esse, indubitavelmente, o maior feito da Revolução de 1964

Neste momento em que se desenvolve o processo da sucessão presidencial, exige-se coerência de todos os que têm a missão de preservar as conquistas econômicas e políticas dos últimos decênios.

O caminho para o aperfeiçoamento das instituições é reto. Não admite desvios aéticos, nem afastamento do povo.

Adotar outros rumos ou retroceder para atender a meras conveniências de facções ou assegurar a manutenção de privilégios seria trair a Revolução no seu ato final”.

Editorial de autoria do jornalista Roberto Marinho, publicado no jornal “O Globo”, edição de 07 de outubro de 1984.

Releia o artigo de domingo: Vamos celebrar 31 de março de 2064?


© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 1º de Abril de 2019.

11 comentários:

Anônimo disse...

Mesmo eu. Estou 4 anos e meio desempregado.
Mando pra todo Brasil meu CV e nada.
Sou de SC.

Anônimo disse...

BLOG DO ORLANDO TAMBOSI
Liberal cáustico e anti-ideológico, combatendo o lulopetismo desde 2005.

domingo, 31 de março de 2019

O golpe das vítimas
Os simpáticos conspiradores estão por aí, quase todos soltos, com muito dinheiro e influência para continuar derramando suas lágrimas de crocodilo sobre 64 enquanto lutam pelo único valor cívico que lhes interessa de fato: poder. Quer se ligar no golpe, Brasil? Então olha pra frente. Coluna de Guilherme Fiuza, via Gazeta do Povo:

O Brasil passou boa parte da última corrida presidencial discutindo um regime instaurado mais de meio século atrás. Sinal impressionante de frescor intelectual e acuidade cívica: um país em dia com seus conflitos artificiais e seu viveiro de fantasmas. Mesmo assim chegou ao aniversário de 55 anos da ditadura de 64 se perguntando o que, afinal, se passou na ocasião.

Como você está cansado de saber o que se passou – assim como todo mundo – não vamos cair aqui também na armadilha desse disco arranhado. Temos mais o que fazer. Tratar, por exemplo, dos golpes depois do golpe.

Foram vários. E talvez o pior deles seja um que está ainda em curso, neste exato momento, perpetrado por uma legião de picaretas espalhados pelo vasto território nacional. É um golpe tipo aquele do falso telefonema do presídio, pedindo resgate por um sequestro de mentira. No caso, o truque é pedir voto, prestígio e grana ao país para combater uma assombração do século passado.

Esse aí engana muito mais gente que o golpe do presidiário (o do trote, não o do PT – que enganou o mundo inteiro).

Em 2019, o maior desrespeito às vítimas da ditadura militar, a maior afronta aos valores democráticos atropelados pelos tanques, enfim, a maior traição à verdadeira luta pela liberdade vem das falsas vítimas do golpe de 64. São personagens que se dizem de esquerda e fazem o jogo daqueles que assaltaram o país por 13 anos, fingindo combater a direita. Se fazer de vítima da ditadura para ter poder e parasitar o Estado também é atropelar a democracia – além de ser um vexame.

Não são poucos os que vivem desse golpe no Brasil. E não são só os que tomaram o poder central e viraram pobres milionários perseguidos por roubar honestamente. Nas artes, na imprensa, no mercado em geral vale uma fortuna você fingir que está lutando contra a censura – como aquelas almas penadas da MPB que tentaram surfar no
verão denunciando a proibição do carnaval.
Meu reino por uma fantasia de oprimido. Continua...

Anônimo disse...


BLOG DO ORLANDO TAMBOSI continua II

Como disse o gigante Carlos Vereza, de cima do palco, ao final de seu espetáculo sobre Judas Iscariotes: “Que censura, porra?!”

O país vive a mais plena liberdade que já conheceu em 500 anos de história, apesar das tentativas do PT de amordaçar a imprensa – disfarçando seus planos de censura prévia até em pacotes de direitos humanos. Lembra-se disso? Esqueceu? Não soube? Procure saber. E esses profissionais da lamúria contra a censura imaginária não deram um pio – ao contrário, tentaram instituir a censura prévia de biografias não-autorizadas. Obscurantistas são os outros.
Depois do impeachment de Dilma Rousseff – testa de ferro do escândalo sem precedentes desmascarado pela Lava Jato – esse Brasil que se finge até hoje de vítima do golpe de 64 tentou virar a mesa. Uma cena antológica: as viúvas do golpe tentando dar o golpe.

Mas o golpe deles era perfumado, bem penteado como a franja prateada de Rodrigo Janot – o ex-procurador-geral encarregado do serviço sujo. Foi praticamente uma ópera: essas sofridas e podres de ricas vítimas vitalícias de uma assombração morta e enterrada conspirando com o açougueiro biônico do PT (vitaminado com os bilhões revolucionários do BNDES, isto é, seus), com a ajuda de um supremo juiz petista empoderado, por sua vez, pelo açougueiro. Coisa fina, carne de primeira.

A armação para tomar o palácio na mão grande (sem perder a ternura, claro) contou com a parceria valiosa da imprensa FreeBoy – setor da grande mídia assim apelidado por seu esforço cívico para transformar o criminoso Joesley Batista em herói do combate à corrupção, no papel de empresário arrependido. Uma fofura. Com Janot ditando manchetes alopradas a partir de uma delação vagabunda e ilegal (hoje suspensa), tentaram todos juntos garantir um exílio de ouro ao bandido em Nova York – usando suas mentiras para derrubar o governo. Contando ninguém acredita.

O golpe de 2017 não deu certo por um único e singelo motivo: era ridículo. Foi montado e operado por uma galeria de trapalhões, covardes e fanfarrões, iludidos pela crença de que para cometer um crime basta ser desonesto. Ao fundo, essas mesmas e patéticas vítimas vitalícias de 64 aproveitavam a série de TV “Os dias eram assim” para pedir diretas já em passeatas melancólicas. Continua...

Anônimo disse...



BLOG DO ORLANDO TAMBOSI continua III e termina

Esse golpe de estado fracassado não chegou à virada de mesa, mas parou o país – que vinha se recuperando da ruína petista com a saída da maior recessão da história em tempo recorde. Essa equipe econômica tinha o melhor presidente de Banco Central do mundo (ranking “Financial Times”) e foi sabotada pela tentativa de golpe. Coincidências: na ocasião, a reforma da Previdência foi jogada no lixo e um dos nomes citados para assumir a Presidência da República em caso de derrubada do governo era o de Rodrigo Maia.

Os simpáticos conspiradores estão por aí, quase todos soltos, com muito dinheiro e influência para continuar derramando suas lágrimas de crocodilo sobre 64 enquanto lutam pelo único valor cívico que lhes interessa de fato: poder. Quer se ligar no golpe, Brasil? Então olha pra fr

Postado por Orlando Tambosi às 10:22

Anônimo disse...


domingo, março 31, 2019
http://aluizioamorim.blogspot.com/

31 DE MARÇO DE 1964. AOS COMUNISTAS RESTA ESPERNEAR.

Está causando o maior bochicho nos veículos da extrema-imprensa um vídeo veiculado pela conta do WhatsApp do Palácio do Planalto referente à Revolução de 31 de Março de 1964 que reproduzo acima. Trata-se apenas e uma locução de 2 minutos, explicando de forma sintética e objetiva um fato inelutável: o Exército Brasileiro de fato salvou o Brasil do golpe comunista que transformaria o Brasil numa versão gigante de Cuba. Neste domingo, 31 de março de 2019, comemora-se sim, 55 anos do movimento que livrou o Brasil e os brasileiros das garras imundas e assassinas dos comunistas. Esta é verdade.

O vídeo espalhou-se imediatamente pelas redes sociais depois que o deputado Eduardo Bolsonaro postou em sua conta do Twitter. Ato continuo, os esbirros dos comunistas que operaram dentro das redações da grande mídia endoidaram produzindo matérias denominando o movimento de 31 de março de 1964 de golpe de Estado e, evidentemente, querendo atiçar as vivandeiras vermelhas contra o Presidente Jair Bolsonaro, que, diga-se de passagem, nunca escondeu seu apoio àquele episódio histórico que impediu a cubanização do Brasil.

É nesta comemoração dos 55 anos da vitoriosa Revolução de 31 março de 1964, uma inigualável oportunidade para comprovar que os comunistas continuam perseverando na tentativa de implantar o comunismo no Brasil. E, mais do que isso, de identificá-los principalmente nos veículos da grande mídia. E, com a eleição do Presidente Jair Bolsonaro se viu pelo escore eleitoral que majoritariamente da população brasileira continua sendo nitidamente conservadora no que tange à política e aos costumes. Foram quase 60 milhões de votos que endossaram in totum as propostas enunciadas pelo Presidente Jair Bolsonaro durante toda a sua campanha. E mais do que isso, enunciadas e reafirmadas durante toda a sua trajetória política no Parlamento brasileiro.

A verdade é que esse enorme contingente de brasileiros, a maioria do eleitorado, rende graças a Deus àqueles líderes militares de 1964 que ouviram o clamor das ruas e a ele anuíram detonando o golpe comunista já em avançado estágio.

E, como nos idos dos anos 60 do século passado, os comunistas continuam sendo uma minúscula fração da população brasileira e que foi reduzida a pó de traque no último pleito presidencial.

O que é mais lamentável é que esse grupelho de vagabundos ainda faz barulho por meio da grande mídia porque - e isto é preciso que seja bem assinalado - tem o apoio criminoso do establishment, do qual fazem parte banqueiros, mega empresários, donos de conglomerados midiáticos, especuladores, operadores do mercado, enfim, uma miríade de sanguessugas da Nação. Nunca é demais lembrar o misterioso atentado à faca ao então candidato presidencial Jair Bolsonarol Afinal, não é de hoje que magnatas e seus cupinchas em grande parte sempre estiveram interessados no sistema comunista. Querem exemplo mais claro e objetivo do que acontece na China comunista? Ou ainda no conluio que mantiveram durante anos com o regime soviético. Tanto é que após a debacle URSS surgiam na grande mídia notícias sobre magnatas russos que estavam investindo no Ocidente. Eram empresários, homens de negócio que haviam acumulado fortunas em conluio com o regime de Moscou. CONTINUA...

Anônimo disse...



http://aluizioamorim.blogspot.com/CONTINUA II E TERMINA

Portanto, o dia 31 de Março de 1964, entrou para a história do Brasil. É um marco indestrutível. As críticas e condenações àqueles Heróis da Pátria que detonaram os comunistas não turvarão jamais a verdade dos fatos. E hoje, mais ainda, com o livre fluxo da informação por meio das redes sociais, sites e blogs independentes a comemoração da vitória da democracia reverbera muito mais, com muito mais força. Os canalhas da grande mídia e do establishment haverão de espernear, mais sabem que não tem volta. Neste caso, é melhor JAIR se acostumando.
Postado por Aluizio Amorim às 3/31/2019

Anônimo disse...


BLOG DO ALUIZIO AMORIM
segunda-feira, abril 01, 2019

VISITA DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO A ISRAEL É DESTAQUE NA MÍDIA INTERNACIONAL

A visita do Presidente Jair Bolsonaro a Israel vem sendo destaque na mídia internacional. O prestigiado e influente site conservador norte-americano Breitbart, que tem sucursais no Reino Unido e também em Israel, destacou a visita do Presidente brasileiro. Aliás, a primeira visita oficial de um Presidente brasileiro ao país judeu. Clique AQUI para ler mais sobre a visita e ver vídeos.

Transcrevo em tradução livre do inglês a reportagem do site Breitbart sobre a histórica visita do Presidente Jair Bolsonaro a Israel. Leiam:

O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, declarou seu amor a Israel em hebreu ao ser saudado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e sua esposa Sara no aeroporto de Ben-Gurion no domingo, depois de pousar no país para uma visita de dois dias.

Bolsonaro disse em hebraico “Ani ohev et Israel” ou “Eu amo Israel” durante uma cerimônia de boas-vindas em sua homenagem.

O presidente brasileiro pode anunciar seus planos de mudar a embaixada de seu país de Tel Aviv para Jerusalém, que era uma promessa de campanha dele. Pouco depois de sua eleição, ele twittou: “Pretendemos mudar a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. Israel é um país soberano e nós os respeitamos ”.

No entanto, na quinta-feira passada ele disse que pode recorrer à abertura de um “escritório comercial” em Jerusalém durante a visita.

Netanyahu elogiou o líder brasileiro por sua “fé profunda… em nossa herança comum” e “forte desejo de fortalecer os laços entre Israel e o Brasil”.

“Meu amigo, senhor presidente, estamos fazendo história juntos. Quando você assumiu o cargo em janeiro passado, abrimos uma nova era nas relações Brasil-Israel ”, disse ele.

“Eu estava na cerimônia em que você foi empossado como presidente e aqui, depois de apenas três meses, em sua primeira visita fora da América do Sul, você veio a Israel para trazer as relações entre nós a um novo patamar” ele adicionou.

Segundo Netanyahu, os dois visitarão o Muro das Lamentações em Jerusalém. CONTINUA...

Anônimo disse...



BLOG DO ALUIZIO AMORIM CONTINUA II E TERMINA....

"Sr. Presidente, você veio a Israel em um tempo tenso. Eu ordenei que as forças da IDF permaneçam totalmente implantadas ao redor da Faixa de Gaza. Isso inclui tanques, artilharia, forças terrestres e forças aéreas. Estamos preparados para qualquer cenário e, se necessário, uma campanha extensa. Faremos o que precisa ser feito para a segurança de Israel ”, disse Netanyahu.

Bolsonaro veio com a maior delegação brasileira para visitar Israel.

Netanyahu também foi acompanhado por uma grande delegação, incluindo o ministro interino do Exterior, Israel Katz, o ministro da Energia, Yuval Steinitz, o ministro da Segurança Pública, Gilad Erdan, e a vice-ministra das Relações Exteriores, Tzipi Hotovely. Click here to read in English
Postado por Aluizio Amorim às 4/01/2019

Anônimo disse...

"Política sem medo"
https://terezacs.blogspot.com/

A VERDADE VENCE SOZINHA, A MENTIRA PRECISA DE CUMPLICES.
1 de abr de 2019

DETERMINAÇÃO, DIÁLOGO, TOLERÂNCIA e PACIÊNCIA SAO PALAVRAS CHAVE DO SUCESSO PARA BOLSONARO

por genpaulochagas

DETERMINAÇÃO, DIÁLOGO, TOLERÂNCIA e PACIÊNCIA são as palavras chave do sucesso para o GOVERNO BOLSONARO.

Caros amigos

O exacerbado protagonismo ideológico fez com que, no Brasil, fosse deixado de lado o projeto de país. Perdemos de vista os nossos Objetivos Nacionais Permanentes!

As propostas do Governo Bolsonaro nos dão uma ótima oportunidade para vencer a esquerda trabalhando pelo Brasil, pensando nas próximas gerações.

Não podemos continuar parados no tempo e no espaço imaginando que nos basta combater a esquerda para que o Brasil progrida. É preciso provar na prática a nossa competência, deixando para a Nação as comparações necessárias para reconhecer o que é melhor para si.

Tivemos 33 anos de governos de esquerda e, hoje, temos um governo novo, disposto a estabelecer as bases para uma mudança dentro de parâmetros liberais. Isso impõe cuidado, parcimônia, diálogo e tolerância com um povo que só sabe o que não quer, que reconhece a incompetência do estado, mas que têm medo de viver longe dele!

O Liberalismo, algo que nunca foi experimentado no Brasil, não é uma ideologia, mas um conjunto de idéias que, sem dúvida, é a melhor opção para tirar o Brasil definitivamente das suas “crises”.

Assim, temos que implementá-lo com cuidado e parcimônia, de modo a provar as suas virtudes e capacidades em clima de confiança, sem desconsiderar as idiossincrasias, os costumes e os conceitos centralizadores construídos ao longo da nossa história, os quais devem ser substituidos de forma gradual, não imposta, evitando frustrações, desordens e crises políticas que colocam em risco o próprio sistema democrático, tão essencial para o pensamento liberal como a liberdade econômica e o respeito pelos direitos humanos.

Determinação com diálogo, tolerância e paciência são, portanto, as palavras chave do processo de mudança a ser implementado pela equipe do Presidente Bolsonaro nos próximos quatro anos.

General Paulo Chagas

https://genpaulochagas.wordpress.com/2019/03/29/determinacao-dialogo-tolerancia-e-paciencia-sao-as-palavras-chave-do-sucesso-para-o-governo-bolsonaro/

Anônimo disse...


Fusca Brasil

BLOG QUE NÃO SE VENDE: SEM BOLSA-BLOG NEM COMERCIAL DO BANCO DO BRASIL, PETROBRÁS, CAIXA, GOVERNO, MINISTÉRIOS...

30.3.19
Jerusalém
Queremos nossa embaixada na capital de Israel que é Jerusalém.
Até o Paraguai já transferiu.

Elegemos Bolsonaro para defender a Democracia, a transparência, a ética e os princípios cristãos em contraposição à clePTocracia implantada em 2003, à impunidade, criminalidade, ideologias de gênero, raci(ali)stas, esquerdistas e a inversão de valores promovida nas últimas décadas.
Agora, nosso presidente visitará Israel, levando na mala uma decisão sobre nossa embaixada naquele país.

A "equipe técnica" à qual ele submeteu sua promessa de transferir nossa embaixada para Jerusalém recomendou que se abrisse um escritório (comercial???) em Jerusalém, mantendo a embaixada fora da capital histórica e bíblica de Israel.

Além de implicar na quebra da palavra do presidente e contestar a sua firmeza em relação aos seus princípios mais valiosos, a aceitação dessa "proposta" comprovaria sua fragilidade em relação aos demais princípios e pilares de seu plano de governo divulgado na época da eleição.

Também acarretaria mais custos no Exterior, seguindo uma triste série de desperdícios típica dos desgovernos petistas.

Nunca vi tanto nazista disfarçado de "especialista" e pós-doutorado em doutrinas internacionais fazendo ameaças e pintando o diabo, aventando ataques terroristas e retaliações comerciais na grande mídia tóxica.

Esses esquerdistas que odeiam o povo judeu - racismo que nós cristãos deploramos e os países ocidentais combateram derrubando Hitler - comprovam a veracidade da frase de Ernesto Araújo: nazismo é de esquerda. CONTINUA....

Anônimo disse...



Fusca Brasil CONTINUA II E TERMINA....

Só os "doutores especialistas" e intelectuais de esquerda não enxergam o viés antissemita de sua ideologia, e o fato de Hitler ter destacado o caráter esquerdista DIRETAMENTE NO NOME de seu Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores. Ninguém é mais cego do que aquele que não quer ver.

Os argumentos contra a transferência de nossa embaixada para Jerusalém denotam um sério PRECONCEITO contra os países árabes, pois consideram que os árabes e muçulmanos em geral são rancorosos, recorrem a retaliações ou até terrorismo. Esses arautos da catástrofe deixam exposto todo o seu antissemitismo.

Capitão, não devemos mostrar fraqueza nem temer os catastrofistas.
Mantenha sua e nossa palavra, somos cristãos, não tememos a Verdade.
Cumpra a palavra transferindo nossa embaixada para a capital de Israel que é Jerusalém.

Até o Paraguai já transferiu.

Pergunte ao Prof. Olavo o que ele acha a respeito.

Arregar NUNCA!

Postado por Fusca às 11:58 AM