terça-feira, 2 de abril de 2019

Salve o 31 de março de 1964


fake history afirma que foi golpe.
Mas a true history prova que foi contragolpe.

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Félix Maier
O Movimento Cívico-Militar de 1964 redundou num contragolpe que impediu a comunização do Brasil e evitou a instalação de guerrilhas comunistas, a exemplo das FARC e do ELN na Colômbia.

A mídia militante só fala em "golpe", quando na realidade ocorreu um “contragolpe” contra Jango e Brizola, que pretendiam fechar o Congresso Nacional e dar um golpe no dia 1 de maio de 1964 - Dia do Trabalho -, como consta em documentos encontrados com subversivos comunistas presos após o contragolpe. Desde 1961, Fidel Castro começou a enviar agentes e armas ao Brasil, oferecendo cursos de guerrilha a brasileiros comunistas, como Francisco Julião, líder das Ligas Camponesas, e comprando fazendas em vários Estados, para criação de focos de guerrilha.

O contragolpe militar, exigido por toda a sociedade em passeatas que levaram milhões de pessoas às ruas de todo o Brasil nas famosas Marchas da Família com Deus pela Liberdade, deveria ser desfechado no dia 2 de abril de 1964. Mas, o general Olympio Mourão, junto com os generais Denys, Muricy e Guedes, e o comandante da PMMG, precipitou os acontecimentos no dia 31 de março de 1964, contrariando líderes militares como Castelo Branco, que tentou impedir a marcha de Minas Gerais para o Rio de Janeiro, por achar que seria um fracasso.

Depois, como a insurreição anticomunista não tinha mais volta, Castelo, Costa e Silva – que se autoproclamou Comandante Supremo da Revolução - e demais chefes militares proclamaram a Revolução Democrática, que foi vitoriosa em um dia apenas, depois de serem neutralizadas as ações dos comandos militares do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, simpáticos a Jango, além da prisão de Miguel Arraes, em Recife, que tentou resistir com a ajuda da PMPE. Talvez devido a essa precipitação da marcha militar, os generais Mourão e Guedes tenham conhecido o ostracismo no governo dos generais-presidentes. Seria um ciúme dos revolucionários de última hora?

Na Colômbia, não criaram o AI-5, e 40% do seu território chegou a ficar sob comando das FARC, ocasionando o assassinato de mais de 260.000 pessoas em 60 anos.

Quantos mortos haveria no Brasil, com base nesses números, sabendo que a população colombiana em 1970 era de 21 milhões de pessoas, e a do Brasil, 90 milhões? Um milhão e duzentos mil mortos? Dois milhões de mortos? Principalmente se Cuba e outros países comunistas mandassem tropas e armas para as "zonas liberadas" de Xambioá, Registro, Caparaó e outros focos guerrilheiros que seriam criados - como ocorreu em Angola, e os militares não tivessem impedido essa desgraça que iria afetar não só o Brasil, mas todo o território latino-americano, num efeito dominó.

Resumo do resumo: não houve golpe, mas contragolpe. Essa é a verdade, a true history. O resto é papo furado de terrorista derrotado e de jornalista revanchista. É fake history.

Félix Maier é oficial reformado do Exército.

Um comentário:

ALMANAKUT BRASIL disse...

Nazismo, comunismo, terrorismo, herzoguismo, canalhismo e TUCANAGEM paulista

https://almanakut10.wordpress.com/2019/04/02/nazismo-comunismo-terrorismo-herzoguismo-canalhismo-e-tucanagem-paulista


Doria critica guru de Bolsonaro e diz que é erro comemorar golpe - (Folha de S.Paulo - 03/04/2019)

Veja se dá para confiar em tucano?

Mais uma vez os paulistas quebraram a cara com a "democradura" do PSDB, que vai para 35 anos.

E no segundo turno das eleições de 2018, os eleitores tiveram duas opções socialistas.

O PSDB que tinha o Alckmin governando e o PSB que o Alckmin deixou governar.