segunda-feira, 15 de abril de 2019

Velhinho Antenado



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Talvez o maior elogio que eu possa receber hoje, de alguém de menos de trinta anos, é o título deste artigo.

Bons tempos em que era um jovem antenado.

Vi a internet pela primeira vez em 1.995 e não achei nada de extraordinário. Erro brutal. Ela mudou minha vida (e de grande parte da humanidade) para sempre.

Com o surgimento da Inteligência Artificial não cometi a mesma falha. Desde o primeiro contato a venho estudando. E cada vez com mais medo.

Os “robots” da Boston Dynamics e da Hanson Robotics, em breve nos escravizarão.
Mas na invasão de nossa privacidade é que a Inteligência Artificial se mostra com toda sua potência. Os que pagam tudo com cartões ou por meio virtual serão as primeiras vítimas.

O negócio do Big Data veio pra ficar.

Com base nas estatísticas sobre o comportamento dos consumidores, grandes empresas de comunicação e marketing criam novos programas de televisão, séries filmadas, programas de auditório, etc. E testam suas descobertas a nível mundial. 

Vejam o Britain Got Talent.

A fórmula que mais me assustou foi a do Black Mirror. Seu primeiro episódio National Anthem mostra uma chantagem política impressionante.

O programa O Aprendiz, penso que tenta pela primeira vez no mundo (no Brasil !) ligar a televisão aberta aos influenciadores digitais (no YouTube e outras redes sociais).

Uma das participantes é uma mulher brilhante que venho seguindo há tempos. É de uma inteligência e coragem ímpares.

Também admiro (e temo) o supercomputador da IBM, “Watson” já utilizado no Brasil pelo Bradesco em seu aplicativo BIA.

Acompanho também o canal “Hoje no mundo militar” que tem cerca de um milhão de seguidores. Que o arcanjo Miguel nos proteja!

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Um comentário:

jomabastos disse...

Para alguém que admira o supercomputador “Watson”, a inteligência artificial é o futuro mais próximo. E por aqui, no Brasil, ainda estamos uma década atrasados, comparativamente aos países mais desenvolvidos, em relação ao controle generalizado da população pelo Estado, através de bases de dados computadorizadas super completas.