quinta-feira, 2 de maio de 2019

Toffoli sentou no colo da Globo?



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Sérgio Alves de Oliveira

Pelo visto, o Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, anda apavorado com os últimos acontecimentos que envolveram o seu nome, em alguns episódios relativos à política, inclusive a possibilidade de abertura de uma CPI (LAVA-TOGA), ou eventualmente de responder a processo de IMPEACHMENT.

Certamente sentindo-se à “deriva” no meio desse mar de bandalheiras políticas e jurisdicionais que andam por aí, como se fosse um náufrago à procura de qualquer coisa que boiasse para  se agarrar, o referido ministro  não titubeou em se  “segurar” na REDE GLOBO, como se ela fosse uma tábua de salvação, tendo plena  consciência que o “prestígio” dessa organização no passado teve força decisiva para ajudar a eleger e destituir  presidentes, instalar e desinstalar “Regimes”, como os ex-Presidentes Jânio Quadros e Collor de Mello, tanto colocados lá, quanto “chutados” com participação decisiva dela; e o próprio Regime Militar, instalado  em 1964, e que durou até 1985.

Não é preciso fazer muito esforço para se concluir  que  tanto os dois citados  ex-Presidentes, que tiveram seus mandatos interrompidos antes do tempo, quanto o Regime Militar 64-85, foram “garantidos” pela Globo  enquanto “interessavam” a essa organização, sendo “dispensados” quando os interesses ´passaram a ser outros ou “maiores”.

E não resta qualquer dúvida que também após 1985 - sendo interrompido somente com a  eleição presidencial de Jair Bolsonaro, em outubro de 2018 – a Globo sempre teve seus interesses atendidos pelos presidentes que ajudou a eleger, e por incrível que pareça, mais fortemente, durante a “Era PT”, cujos “concorrentes”, os candidatos do PSDB, eram apoiados pela Globo somente  na “aparência”, porque o que ela queria mesmo era os candidatos do PT, ”às escondidas”, por “baixo-do-pano”, “na surdina”, que após  eleitos efetivamente retribuíram e ficaram muito “agradecidos” a ela.                                                                                                                                
A Globo nunca recebeu tantos favores e verbas governamentais quanto   no período PT/MDB. Aí reside, com certeza, a principal razão do combate violento e sem folga que ela fez tanto à candidatura, quanto faz ao  Governo Bolsonaro, recém instalado em janeiro. Ela viu secar a “teta” onde mamou durante tanto tempo.

Nesse sentido, José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves, não passaram de uns verdadeiros “babacas”, achando que eles seriam os verdadeiros  candidatos do PSDB , de Fernando Henrique Cardoso, e da Globo, quando na verdade  eram os “outros”, que venceram. Essa foi a política teatral nessas eleições presidenciais.

Mas certamente em decorrência de algum “curto circuito”, que lhe gerou uma “faísca atrasada” no cérebro, Toffoli começou a enxergar  na Globo uma “tábua de salvação”, ”imaginando” que o poder dessa organização permanecia  igual a “antes”, de nomear e desnomear  presidentes e “Regimes”, num erro de avaliação inimaginável. Toffoli não percebeu que os tempos são outros. A Globo “já era”.

Na verdade é absolutamente impossível encontrar qualquer  outra explicação para tantos elogios que Toffoli fez à Globo, durante a solenidade que comemorou o 54º aniversário da mesma, em 26 de abril, tendo como  pano de fundo o próprio Senado Federal ,que realizou uma sessão especial para homenageá-la ,também não poupando uma  “puxada-de-saco”  na Globo para ninguém botar defeito.                                                                                                                   

Essa organização, à toda evidência ,está servindo tanto à “Nova Ordem Mundial”, do multibilionário ,e “salafrário”, George Soros -  que fez um pacto com a esquerda, pelo qual ela passa a comandar a política, enquanto “eles” comandam o dinheiro, numa reciprocidade de garatias-  quanto o COMUNISMO, na versão preconizada pelo italiano Antonio  Gramsci, cuja primeira etapa de implantação se resumiria na corrupção dos costumes de uma sociedade e na demolição total dos seus valores judaico-cristãos.

Será que Sua Excelência, o Presidente do Supremo, não percebeu ainda  que a programação do mais baixo nível da Globo, especialmente as suas NOVELAS ,e o tal  programa “BBB”, dentre muitos outros, que tanto foram alvos dos seus elogios “rasgados”,  passaram a ser os maiores  responsáveis pelo mais novo apelido da Rede Globo?  A “globolixo”?  E cuja expressão já passou a integrar o dicionário do povo por ser voz corrente?

E seriam mais os fatos “verdadeiros”, como garante o Ministro Toffoli no seu discurso, ou as versões que mais lhe interessam, o verdadeira guia do  jornalismo da Globo?

Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo.

2 comentários:

Anônimo disse...

Prezado Sergio,
Existe uma boa nova circulando: não faz sentido alimentar este termo fictício conhecido como judaico-cristão, é como falar que a água tem afinidade com o óleo.
Ou é Cristão ou é Judaico-maçom.

Anônimo disse...

Todas as culturas em contato se amalgamam.