domingo, 25 de junho de 2006

O “Governo Real Mundial” e o Brasil de Lula

Edição de artigos de Domingo do Alerta Total: http://alertatotal.blogspot.com/

Por Jorge Serrão

Bem antes da definição oficial da (mais que previsível) candidatura reeleitoral de Lula, o chamado “Governo Real Mundial” já definiu quais serão os mega-investimentos estratégicos durante o segundo mandato do petista. Os negócios foram “sugeridos” ao governo brasileiro por membros do Council on Foreign Relations, do Diálogo Interamericano e do Foro de São Paulo, que obedecem a um “controlador maior”. Embora pareçam entidades com diferentes tendências de pensamento, na verdade, são meros instrumentos reprodutores das mesmas ações políticas, econômicas e ideológicas emanadas de Londres – que é o centro estratégico do real poder financeiro mundial.

Os grandes empreendimentos do novo mandato de Lula, que envolvem articulações de negócio em toda a América Latina, Central e Estados Unidos, serão gerenciados pela recém criada bolsa de valores transatlântica – a primeira da história. A mais ousada operação do mercado acionário internacional, que teria movimentado a bagatela de US$ 20 bilhões em sua criação, foi liderada pelos banqueiros ingleses Rothschild & Sons (os principais donos de títulos das dívidas externas dos países do Terceiro Mundo). A nova empresa financeira foi o resultado da fusão da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) com o grupo europeu Euronext, que administra as Bolsas de Paris, Bruxelas, Amsterdã e Lisboa, além de derivativos em Londres.

Duas semanas atrás, em um prédio da Avenida Faria Lima, em São Paulo, uma reunião fechada de especialistas em “inteligência empresarial” debateu quais seriam os principais mega-investimentos decididos pelo “Governo Real Mundial” para o Brasil. Já ficou decidido que Lula usará tais empreendimentos, em seu segundo mandato, transmitindo a imagem de que o Partido dos Trabalhadores está cumprindo a promessa – da campanha eleitoral de 2002 – de recolocar o País no caminho do “desenvolvimento”. Todo o projeto foi concebido por economistas de renome internacional, para que o novo Brasil petista funcione em um regime mais privado e menos estatal.

O mega-projeto econômico vai passar por cima das “preferências ideológicas” (o que deixa cada vez mais claro que as ideologias, no mundo de hoje, são meros “instrumentos para a dominação”). O chamado Foro de São Paulo, que reúne as esquerdas latino-americanas, vai seguir a cartilha dos “controladores”. O time é tradicionalmente liderado pelos banqueiros David de Rothschild e seu primo Evelyn (do mesmo sobrenome), e do qual fazem parte também os dirigentes dos bancos ingleses HSBC e Barclay’s Bank, do alemão Deutsche Bank, do francês Societé Génerale e do canadense Nova Scotia. Bancos japoneses e transnacionais norte-americanas (comandadas por capitais ingleses) também farão parte do “clube de negócios” que vai “mudar” o Brasil.

Todos os projetos empresariais acontecerão sob o “pretenso comando” do “governo” petista – que será um belo “boneco do ventríloco”, em formato de um batráquio falante, cuja especialidade será ler bem escritor discursos feitos por seu mentor intelectual Luiz Dulci. Aliás, o Palácio do Planalto acaba de adquirir para o Presidente um moderníssimo teleprompter de fibra ótica – já usado pela Casa Branca e por pobres empresários e conferencistas como Bill Gates. O aparelinho (que permite que o “enebriado batraqueador” leia um discurso sem que a platéia note que ele está lendo aquilo que fala com falsa naturalidade) custou a bagatela de US$ 15 mil dólares. O ventriloquismo político dá mais um salto de modernidade no Brasil.

Vários negócios estão previstos para o Brasil com “Lula segunda edição”. O Alerta Total antecipa alguns – debatidos na reunião quase secreta de 15 dias atrás – que podem até parecer ousados ou improváveis de acontecer. Só o tempo dirá... Um dos primeiros projetos, que interessa ao sistema financeiro, é a “reforma da previdência”. Foi concebido um ousado plano de privatização do INSS, que funcionaria igual ao sistema de previdência privado norte-americano. Até o mago Alan Greenspan (aposentado homem forte do Federal Reserve – o banco central dos EUA) foi consultado sobre a viabilidade do projeto. O projeto também contaria com os grandes fundos de pensão brasileiros, que entrariam de sócios do “negócio”.

Uma das propostas mais polêmicas e que vai mexer com o humor de muitos funcionários públicos filiados ou simpatizantes petistas. O governo Lula quer acabar com o Sistema Único de Saúde. A idéia é terceirizar a gestão de hospitais públicos para um grupo norte-americano em parceria com o ingleses. A União pagaria apenas os salários dos profissionais de saúde. O primeiro alvo em estudo seria o Hospital Geral de Bonsucesso, um dos mais problemáticos do Rio de Janeiro. Depois, a experiência seria replicada para outras unidades federais. Neste projeto, pretende-se criar uma espécie de Cartão Saúde (nos moldes do vale Transporte e dos Vales Refeição) que seria pago pelas empresas empregadoras e subsidiado pelo governo para quem não puder pagar.

Outro projeto que vai dar o que falar é a reformulação, total, das Universidades Federais, que hoje estão “sucateadas e velhas” no conceito geral vendido pelo governo. Será um modelo de gestão parecido com o proposto para a privatização dos hospitais federais. A primeira faculdade a ser “implodida” seria a Universidade Federal do Rio de Janeiro. Já existem estudos prevendo a mudança de seu campus da Ilha do Fundão, devido a pouca logística e insegurança do lugar. A UFRJ iria para Jacarepaguá ou Vargem Grande, em área próxima. Tal projeto deve ter uma enorme reação da academia pública, onde a ideologia petista é hegemônica.

Outro mega-interesse transnacional é na privatização de Furnas Centrais Elétricas – que não foi possível na Era FHC, e também no primeiro mandato de Lula, por causa das repercussões do escândalo do Mensalão. Mas já existem grupos japoneses, canadenses e chineses interessados no negócio, quer é uma das prioridades do segundo mandato petista. Outro mega-empreendimento é a implantação de uma super-malha ferroviária na região Nordeste, ligando-a ao Sul do Brasil. Junto com a construção de um trem de alta velocidade ligando o Rio e São Paulo (projeto já em fase licitada de estudos), os chineses (grandes comunistas capitalistas de Estado) prometem financiar e colocar tal negócio nos trilhos.

Os chineses também têm olhos grandes na privatização de estradas (ou concessão de pedágios, como preferirem). Mas terão de dividir as fatias do lucrativo negócio junto com grupos canadenses e norte-americanos. Todos funcionarão sob a coordenação de Paulo Henrique Cardoso, filho do ex-presidente FHC, que já firmou um acordo, em Nova York, no dia 8 de maio, com o senador petista Aloísio Mercadante. O governo Lula quer se livrar de um dos maiores problemas do primeiro governo: o caos nas estradas. As grandes empreiteiras brasileiras – que hoje já exploram o negócio – aceitam formar parcerias com os sócios estrangeiros. Não haverá briga. A Administração de aeroportos também será privatizada nessa mesma linha.

Outro problema atual do Brasil ganhará um mega-investimento. Uma empresa do Oregon, especializada em gestão penitenciária, quer construir novos presídios federais modernos, privados. A idéia receber uma verba do governo por cada preso e garantir que tudo funcione, com detentos trabalhando, cumprindo a pena em condições mais humanas, e com segurança máxima, sem risco de rebeliões. O sistema penitenciário brasileiro abriga atualmente 361.402 presos em regimes fechado, semi-aberto, provisório e sob medida de segurança, segundo levantamento divulgado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Gerenciar os presos será um bom negócio. Resta saber como será a reação de facções criminosas como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) que também defendem ideais revolucionários de esquerda, alinhados com o governo petista.

Outro mega-negócio já foi devidamente negociado com a turma de novos empresários do falecido bloco soviético, interessados em maiores lucros com o programa espacial internacional. Vão prosperar os empreendimentos previstos para a Base de Lançamento de Foguetes de Alcântara, no Rio Grande do Norte. Já está em vigor um tratado com a Ucrânia para o uso das instalações da base brasileira. O mega-investimento será feito com dinheiro dos bilionários russos, interessados na revitalização do Projeto Soyuz. Atualmente, a Rússia participa da construção da Estação Espacial Internacional. A recente viagem espacial do primeiro astronauta brasileiro, Tenente Coronel Marcos Pontes, foi a jogada de marketing do mega-negócio que vem por aí.

Outro mega investimento será na produção de combustíveis alternativos. A gigante norte-americana Cargill (na verdade controlada pelos capitais ingleses) comprou por US$ 70 milhões (R$ 160 milhões) a usina de álcool Central Energética Vale do Sapucaí (Cevasa), em Patrocínio Paulista (SP), no coração do maior centro produtor de cana-de-açúcar do País. A transação marca o ingresso da grande multinacional no cobiçado e estratégico setor de produção de álcool brasileiro. A Cargill adquiriu 63% do capital da Cevasa e terá como sócia minoritária a Cana Agrícola Ltda (Canagril) — empresa formada por produtores da região — que continua dona de 37,12%. Será outra briga com os norte-americanos que pretendem se tornar líderes mundiais de produção de etanol.

A escolha do padrão digital de tevê japonês é outro mega-negócio do próximo governo Lula. Os nipônicos teriam gasto US$ 70 milhões no difícil processo de convencimento de que o modelo deles é o melhor para o Brasil. Os japoneses têm visão para um empreendimento que, de cara, vai movimentar US$ 7 bilhões. Os japoneses se comprometeram a investir US$ 2 bilhões na fabricação de semicondutores no Brasil. Para convencer o governo brasileiro a aceitar seu padrão de TV digital, o Japão ofereceu financiamento de US$ 500 milhões ou mais para que as empresas de TV façam a transição de sistema. A família Marinho deseja que o governo Lula barre a entrada das operadoras de telefonia – principalmente móveis – na digitalização do rádio e da tevê. A Globo tem pavor de que as teles invistam em conteúdo e promovam uma concorrência “desleal”.

Além de entrar de sócia no lucrativo processo da digitalização, as Organizações Globo (cada vez mais parceiras do anglo-australiano Ruppert Murdoch, da News Corporation e ligadíssimo aos “controladores” ingleses) vão entrar pesado em uma área sonhada pelo falecido Doutor Roberto Marinho: a telefonia a cabo. E parceria da Embratel com a NET, a intenção é expandir o sistema de banda larga para Internet e para comunicação telefônica. O projeto dos mexicanos que controlam a Telmex (dona da Embratel) é expandir e vender tal negócio, tão logo ele esteja consolidado.

Outra revolução de investimentos será na telefonia móvel. O Brasil poderá contar com até cinco operadoras da Terceira Geração (3G) do Serviço Móvel Pessoal (SMP). A 3G permite a transmissão, no celular, de dados e vídeo em alta velocidade. A expectativa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é que, além das quatro grandes empresas que já atuam no mercado — Vivo, TIM, Claro e Oi —, o País passe a contar com mais uma operadora de telefonia móvel. Ainda não foi definida quando será realizada a licitação para a exploração da 3G. Mas os belgas têm interesse em investir nesse negócio no Brasil.

Lula e seus estrategistas mais próximos (José Dirceu, Luiz Dulci, Luiz Gushiken, Aloísio Mercadante e Delfim Netto) avaliam que o poder de tais empreendimentos servirá de sustentáculo para que Lula não seja destronado do poder pelos vários processos de corrupção contra seu governo e dirigentes petistas. A previsão deles é que tudo será travado e retardado ao máximo no Supremo Tribunal Federal – pelo menos até a próxima eleição de 2010. Dependendo do andar da carruagem mundial, o próximo candidato a presidente do Brasil será o tucano mineiro Aécio Neves – o eleito do grande capital inglês.

Nada custa recordar. O tucano participou, no dia 16 de maio de 2004, de uma mega-festa na mansão inglesa dos Rotschild. O evento fechadíssimo era em homenagem ao empresário Mário Garnero, do grupo Brasilinvest - um banco de negócios que lidera cerca de US$ 3 bilhões de investimentos ao redor do mundo. Aécio Neves foi um dos coroados a ter o privilégio de entrar na famosa “Spencer House”, uma construção do século XVIII que pertence a Lorde Jacob Rothschild, usada apenas em ocasiões especiais. No encontro, o neto de Tancredo foi apresentado como “o futuro Presidente do Brasil”.

O Lord considera Garnero “um de seus quatro filhos”. Aécio Neves presenciou o Lord erguendo taças de cristal para homenagear Garnero e ninguém menos que o ex-presidente dos EUA George Bush (pai do presidente dos EUA), no Great Room do andar superior da mansão história. O denominado “controlador do mundo” opera com os políticos de diferentes tendências ideológicas da maneira que melhor lhe convém aos negócios. Há quem afirme que ele é um dos sustentáculos secretos do cubano Fidel Castro – que os EUA nunca conseguiram derrubar do poder e que fundou, junto com Lula, em 1990, o Foro de São Paulo, para “unir as esquerdas” no continente.

Pelo visto, as cúpulas das chamadas “esquerdas” são manobradas de forma idêntica às chamadas “direitas”, em nome de interesses maiores dos “negócios” mundiais. Neste processo, as ideologias são simples instrumentos de dominação. Um exemplo para deixar quem pensa o contrário com as barbas de molho. O principal acionista do jornal . “Libération” (símbolo da esquerda francesa, fundado por Jean Paul Sartre) é o banqueiro Edouard Rothschild. Recentemente, em entrevista ao jornal britânico “The Independent”, Rothschild defendeu que “o Libération precisa de um novo começo, sob uma nova direção, a fim de reconquistar seu apelo junto aos jovens. Por isso, precisa ficar mais voltado para a esquerda, a fim de refletir as opiniões antiglobalização da maioria dos jovens franceses”.

Vida que segue, uma prova de que a banda “esquerdista” latino-americana vai tocar conforme a música do “Governo Real” é a recente aprovação dos ministros de Relações Exteriores da região para a entrada da Venezuela de Hugo Chávez no Mercosul, até 2010. O Protocolo de Adesão para a entrada da Venezuela será assinado pelos presidentes de Brasil, Uruguai, Argentina, Paraguai e a própria Venezuela em uma reunião em Caracas, nos próximos dias 20 e 21 de julho, na cúpula do Mercosul, em Córdoba. O protocolo estabelece uma incorporação à união aduaneira de forma gradual, que será completada em 2010, para permitir a adaptação dos sócios. Com a entrada da Venezuela, o bloco concentrará 75% do Produto Interno Bruto do subcontinente e uma população de 250 milhões de pessoas.

Os articuladores deste processo econômico pretendem fechar acordos comerciais com Cuba, Paquistão e Israel, e revisar os avanços para a redação final do Código Aduaneiro Comum, que deverá entrar em vigor em janeiro de 2008. O código irá regular o comércio internacional dos sócios e o tratamento e trânsito de mercadorias entre os Estados até a entrada em vigor da união aduaneira completa. Os Estados Unidos não são inteiramente a favor deste processo, comandado pelos ingleses, que coloca a Casa Branca como coadjuvante das decisões políticas e econômicas na América Latina. Mas a “águia” de Washington tem pouco poder de reação, pois está mais “distraída” no retorno de investimentos com a “guerra sem fim contra o terrorismo”.

Paraguai e Uruguai, sócios menores do Mercosul, tentaram reagir ao projeto – indicando que poderiam fechar acordos de Livre Comércio, em separado, com os Estados Unidos. Mas neste final de semana, estão sendo convencidos do contrário. O chanceler brasileiro Celso Amorim está desde sábado em Montevidéu, e estará amanhã em Assunção para propor o que batizou de “New Deal”. O “novo acordo” de Amorim faz apenas referência, no nome, ao famoso plano lançado para recuperar a economia norte-americana em 1933. Na verdade, trata-se de um projeto do governo brasileiro (seguramente concebido pelos “controladores”) para ativar projetos de financiamento, de cooperação técnica e industrialização nos países vizinhos. Na sua bagagem de convencimento, Amorim leva promessas de investimentos do BNDES, da Finep, do setor de energia, e do setor aduaneiro.

O caminho para que tudo isso aconteça independe da quase certa vitória reeleitoral de Lula, que agora é oficialmente candidato a presidente pelo PT. Falando pela primeira vez como candidato, Lula prometeu aprofundar diversos projetos bem-sucedidos e apontou a educação como “prioridade absoluta” do segundo mandato. Lula discursou ontem que a história mostra que o desenvolvimento não se mede pelo “grau de ignorância de um povo”, mas pelo “grau de conhecimento”.

Será mesmo um grande desafio sair do discurso e partir para a prática. O quadro atual do setor educacional é desolador. Estatísticas exibidas neste final de semana na conferência internacional “Ações de Responsabilidade Social em Educação: Melhores Práticas na América Latina”, na Praia do Forte (Bahia) apavoram. Nada menos que 31 jovens brasileiros desistem do futuro e abandonam a escola, a cada hora. Por dia, somam 744 os ex-estudantes, que fogem da escola que nada lhes ensina.

São meninos e meninas, com idade entre 15 e 17 anos, que se desencantam com a incapacidade de alguns professores de ensinar. Cidadãos em formação que não agüentam as péssimas condições históricas do sistema educacional brasileiro – o mesmo que formou um Presidente da República que não pôde ou não quis estudar como deveria... Vida que segue... Um dia, nós, brasileiros, aprendemos a lição e fazemos o dever de casa direito, com soberania e visão nacionais...

Jorge Serrão, jornalista radialista e publicitário, é Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. http://alertatotal.blogspot.com/ e http://podcast.br.inter.net/podcast/alertatotal

9 comentários:

Anônimo disse...

Bem,bem...........depois de ler a reportagem cheguei a conclusão que o Brasil não será dos brasileiros e sim do mundo,aliás pelo andar da carruagem toda a AM estara de fato globalizada,a alguns meses atrás no Mexico teve o Congresso das Águas,aonde foi debatido a privatização da água pelas multinacionais,se vc.tiver um pouco de visão tente pensar num filme de ficção cientifica aonde um grupo detem todo o poder sobre a agua.Acho que as pespectivas futuras não são nada animadoras.Por isso a Letícia(mulher do Lula)já providenciou a cidadania italiana,ela tem ideia do que vem por aí.Estamos sendo vendidos a preço de liquidação.Só posso dizer POBRE POVO BRASILEIRO,SINTO-ME TOTALMENTE IMPOTENTE.O que fazer?Eu não sei,isso esta indo muio mais longe do que qualquer quadro que imaginei para o Brasil

Anônimo disse...

Quais são as fontes de todas essas informações??

alberto montanari disse...

Existe alguma possibilidade de você mostrar provas e/ou apenas indicios do que escreve? Tenho certeza que muitos poderiam escrever fictos melhores que este...

Anônimo disse...

ESSE CARA É DOIDO VARRIDO!

Anônimo disse...

Faz sentido! Não é à toa que quando caiu o comunismo na URSS surgiu, não se sabe de onde, um enxame de bilionários russos (como assim?) e tambem na china tem mais un tanto dêles. Se assim fôr nós povinho somos uns bobinhos. E talvêz seja melhor que assim seja.

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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Anônimo disse...

O Brasil acabou a muito tempo, ou melhor, jamais começou.
Se tornou independente porque Portugal precisava que alguém assumisse sua colossal dívida com a Inglaterra no pós-guerra napolônica.
Então, o filho do rei português declarou a independência para... incrível... continuar no trono como imperador brasileiro.

Nós, gaúchos, escolhemos a nossa opção para sairmos desse caos interminável, que é a restauração da nossa independência:
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